Recém-casada com o Flávio, conseguimos comprar nosso cantinho, mas logo tivemos nosso primeiro problema. O empecilho ocorreu na aquisição da mobília, além do impasse no modelo, na cor e em como ficariam as posições dos móveis.
O prazo dado pela loja para a entrega dos armários da cozinha e do quarto não foi cumprido; foram quase dois meses a mais de espera, sem contar que provavelmente levaria mais tempo para montar. O Flávio não entende que a casa fica melhor com a minha forma de planejar e com a estética que imaginei. Sou a Flávia, designer de interiores, e estudei para isso. As dicas dele até são legais, mas eu quero fazer tudo.
Apesar de estarmos casados há pouco tempo, nosso ninho trouxe muito estresse para o matrimônio. Principalmente porque eu escolhi o local da compra dos móveis planejados, e o atraso na entrega trouxe problemas para onde não deveria. Eu ainda gozava da lua de mel, mas o Flávio me tratava mal diariamente e, o pior, me ignorava sexualmente. O fim para mim foi quando ele pediu para eu parar de chupar seu pau depois que o acordei praticando sexo oral. Perdi o sono; era madrugada e desejei acordá-lo com um boquete, quem sabe tomar um "leite quente" na garganta. Não tive sucesso e, naquele dia, me senti muito mal.
Graças a Deus, a nuvem negra se dissipou. A entrega dos móveis trouxe alegria novamente ao lar e coincidiu com as minhas férias. Pude receber e acompanhar a montagem que, devido à demora, a empresa acelerou. Porém, mais um dilema se carregava para o meu cotidiano: o Flávio é muito ciumento. Ele queria que eu ficasse com alguém da família dele — que inclusive mora perto — com a desculpa de ajudar, quando na verdade seria para me vigiar. Eu não aceitei; disse que seria melhor ele passar a confiar em mim ou procurar tratamento psicológico. Tudo isso porque sou loira, alta, peituda e, lamentavelmente, dona de uma bunda média. Digo isso porque faço todos os exercícios na academia para ela crescer, mas não vejo o resultado que espero, embora seja elogiada pelo maridão. Gosto de andar com roupa curta em casa, mas, obviamente, não andaria com roupas extravagantes diante de estranhos.
De fato, os rapazes olharam para mim, mas todos foram muito educados. Teve um mais ousado que, no momento certo, longe do supervisor, parabenizou meus seios, dizendo que, na apuração das notas, minha "comissão de frente" era nota dez sem desfilar. Ouvi, fingi que não entendi e ignorei. Sozinha no banheiro, olhei para o espelho, ajeitei as "tetas" e dei um sorriso. O Flávio tinha perdido o timing de me elogiar, de falar uma gracinha picante, mandar uma mensagem no meio do dia ou um nude. Nem palmada na bunda, que ele tanto elogiava, acontecia mais. Os últimos meses foram só briga. E o cafajeste que elogiou meus seios era bem atraente; o cara era o meu número: negão, alto, gostoso e com cara de mau. Fiquei arrepiada só de pensar nele me enforcando e me xingando.
O tempo todo o Flávio enviava mensagens perguntando como estavam as coisas e pedia fotos da montagem, isso quando não ligava por chamada de vídeo. Na verdade, eu estava gostando de provocar ciúmes nele. Ele me deixou à míngua, a ponto de eu me masturbar para aliviar a tensão e a ansiedade. Em vez de ele me comer e me fazer gozar, brigava comigo. E o "negão" cheio de graça — Marcos era o nome dele — só pode ter sido o capeta que o mandou lá para casa. Era tão pilantra que deixou seu contato; no cartão de visita dizia: "MARIDO DE ALUGUEL, FAÇO TUDO O QUE VOCÊ IMAGINA".
Guardei o cartão entre os meus seios. Devo ter provocado, pois naquele dia ele estava atacado; não perdia uma oportunidade. Passou a elogiar meu bom gosto e dizer que os móveis ficaram perfeitos, que eu sabia "encaixar bem" as coisas. Quando ele disse "encaixar bem", olhou para os meus seios. Eu estava com uma blusa decotada e sutiã meia-taça; de fato, provocava a imaginação. Fiquei molhada, pois senti a segunda intenção dele. É perceptível quando a pessoa quer investir. Os galanteios eram em momentos estratégicos, e ele não escondia o interesse de estar perto de mim, já que os outros rapazes alternavam entre os móveis.
Foram dois dias de montagem, até porque tinham peças variadas e eu queria tudo 100%. Era uma sexta-feira, o dia foi cansativo e estava calor. Por volta das 17h, terminaram o serviço. Minha casa ficou perfeita. Nem comentei com o Flávio, queria fazer surpresa. A equipe foi embora e eu comecei a limpar o lixo e a poeira. Cerca de dez minutos se passaram e a campainha tocou. Imaginei que alguém tivesse esquecido alguma ferramenta e fui atender. Era o Marcos, sozinho, oferecendo ajuda. Por alguns milésimos de segundo, pensei em dizer sim, até pela insistência dele; estava com vontade de cometer uma loucura, mas preferi ceder à razão e à fidelidade do meu casamento. Agradeci e disse que precisava entrar. Deixei claro que sabia das suas intenções e que o "pagamento" não daria certo, embora eu também quisesse o que ele demonstrou. Ele sorriu, entregou uma sacola com duas cervejas long neck para refrescar e soltou o último veneno, repetindo o slogan: "Faço tudo o que você imagina". Fez um sinal de ligação e disse:
— Me manda um Zap, que eu venho correndo o dia e a hora que a senhora quiser.
Ainda pediu para eu avaliar o atendimento quando a empresa ligasse. Propus-me a fazer uma boa avaliação, desejei bom descanso e fechei o portão. Caralho, foi por pouco! Se ele entrasse, com certeza eu daria para ele na cozinha, debruçada no móvel recém-instalado. Minha bucetinha estava muito molhada; eu estava muito a fim. Ele tinha cara de pilantra, era alto e forte. Bebi as duas garrafas em segundos.
Por volta das 21h, o maridão chegou. Eu estava de banho tomado, esgotada, mas a perturbação do Marcos não saía da minha cabeça; era o combustível para o meu tesão. Já tinha lido seu cartão umas dez vezes. Estava louca pelo pilantra. Ele mexeu com a minha imaginação; era sedutor, cheiroso e inteligente. Me sentia nua diante dele. Minha buceta pulsava. Eu quase cedi, sim. Só pensava que o Flávio teria que resolver meu problema; era o mínimo que ele poderia fazer.
Ele chegou e eu estava de lingerie roxa novinha, perfumada, de salto alto e rabo de cavalo. Estava na cozinha com uma taça de vinho na mão e, sem qualquer comentário, mandei ele tirar a roupa e me chupar enquanto eu bebia meu blend português. Ele arrancou a roupa. Eu estava em um canto da bancada onde ele se sentou na minha frente. Abri as pernas, com a bucetinha depilada, e ordenei que ele me chupasse. Queria sentir o cheiro do suor do trabalho, da luta do transporte público. O Flávio foi extremamente obediente. Me fez gozar só me chupando. Eu estava de olhos fechados, apertando meus seios e puxando a cabeça dele contra mim, pensando no Marcos. Gozei pela segunda vez. Quando o vinho terminou, pedi para ele me foder ali mesmo.
O Flávio se "virou nos trinta" e conseguiu a altura necessária para me penetrar sentada no armário. Foi a nossa melhor foda. Eu só imaginava o Marcos me fodendo daquele jeito. Olhava para o Flávio e via o Marcos. Estava louca. Beijei o Flávio com vontade, xinguei, disse que ele estava fodendo gostoso, que eu queria apanhar na cara e puxão de cabelo. Ele me tirou do armário e comeu meu cu em posição de quatro na cadeira. Apanhei na cara e pedia para bater com força. Queria esquecer o Marcos, mas os tapas não ajudavam. Meu marido me comeu na mesa de jantar, mas preferi ficar debruçada, olhando para a porta e pedindo para ele foder meu cu sem pena. Imaginava que era o Marcos, enquanto vigiava a porta para o "meu corno" não flagrar nada.
Fodi inúmeras vezes. Flávio, cansado, foi tomar banho. Bebi outra taça de vinho e enviei uma mensagem para o Marcos. Devia ser umas dez da noite. Escrevi que o móvel foi "testado e aprovado" e perguntei quando ele poderia fazer uma "manutenção". Desliguei o celular e fui atrás do Flávio; ele teria que me comer na cama também. E assim o pobrezinho fez.
No dia seguinte, com o Flávio no trabalho, liguei o aparelho. A mensagem que eu queria estava lá: Marcos dizendo que estava a postos para a manutenção e que poderia "avaliar a comissão de frente" mais de perto, se a "carnavalesca" permitisse a ida ao "sambódromo". Dei uma gargalhada e não respondi. Fiz a avaliação oficial da empresa: cinco estrelas para a montagem, zero para a entrega, e um elogio à parte para o Sr. Marcos, sempre prestativo. Queria provocar a mente dele, já que o elogio chegaria à empresa.
Mandei um nude para o meu esposo, pelada no mesmo lugar da cozinha, e disse para não demorar, pois ele tinha "débito" da lua de mel e à noite eu queria apanhar mais. Flávio ficou louco, respondeu várias putarias, e o dia fluiu comigo arrumando os utensílios enquanto Flávio e Marcos enviavam mensagens picantes. Cheguei a pensar em dar para os dois. Que loucura! O Marcos é sedutor demais e, sem querer, ajudou a dar um up no meu casamento.
Beijos, até a próxima!
