Precisava fazer algo pra ajudar

Um conto erótico de Rosângela
Categoria: Heterossexual
Contém 1419 palavras
Data: 01/09/2025 08:52:16
Última revisão: 12/03/2026 17:42:25

Não tenho vergonha de contar o que fiz e vou escrever estas linhas porque, hoje, sinto tesão quando lembro. Vergonha deveria ter se fosse roubar; mas o que fiz foi, na minha ótica, para ajudar meu esposo. Inclusive, na época, ele ficou muito chateado e quase nos separamos, mas foi preciso, como insisto em dizer.

​Casada com o João há vinte e cinco anos — um nordestino de cinquenta anos, branco, de baixa estatura e pedreiro —, eu sou a Rosângela: morena, peituda, de glúteos médios, barriguinha saliente e cabelos pretos. Tenho 42 anos, não temos filhos e estou desempregada no momento, vivendo de "bicos". Tenho aceitado encomendas de bolos e salgados, mas como a demanda estava baixa, as contas foram acumulando. Meu marido sempre foi guerreiro, e o fato de eu estar parada me incomodava um pouco, pois via sua preocupação. Eu queria ajudar, e a conta que mais me preocupava era o atraso do aluguel; essa tirava o meu sono, já que estávamos entrando no segundo mês de dívida.

​Morávamos nesta casa há cerca de dez anos e nunca tínhamos atrasado; sempre fomos pontuais. O fato de o senhorio ter paciência deveu-se exatamente ao nosso histórico. Em uma conversa tentando achar solução para o problema, disse ao Sr. Carlos, o proprietário, que estava disponível para fazer qualquer coisa em prol da solução. Ofereci-me para fazer faxina na casa dele, lavar sua roupa... enfim, deixei minha oferta.

​Eu já não estava sendo procurada pelo meu esposo. Acredito que as preocupações financeiras o afastavam de mim, já que antes transávamos quatro ou cinco vezes por semana. Sou foguenta, gosto de ser chupada e penetrada; só a masturbação não estava ajudando. Todos têm problemas com grana, mas eu ainda sofria com a falta de sexo. João estava tão "fora da casinha" que brochou quando pedi para ele comer meu rabo no sofá da sala, depois de um boquete que fiz quando ele chegou do trabalho estressado.

​Diante da minha colocação de que estava disposta a resolver a pendência do aluguel, o dono da casa fez uma proposta indecente — diria até uma proposta cafajeste: seriam dois dias de sexo anal na minha casa, assim que o maridão fosse trabalhar. Ele mandou tudo por mensagem no WhatsApp (imagina se o João vê!). Ele comentou que reparava na minha bunda quando me via na rua e que tinha desejos de "me comer". O pilantra chegou a confessar que já tinha me "homenageado" lembrando de mim nos treinos de funcional que faço na praça próximo de casa. Tudo seria uma forma de solucionar o problema sem transtornos para o casamento.

​Passei o dia e a noite toda pensando. Era tentador, eu queria resolver a dívida, mas claro que era algo que poderia trazer problemas ao meu matrimônio. Minha cabeça fervilhava pensando se vazaria áudio, vídeo ou foto. Sem saber o que fazer, vivendo entre a cruz e a espada, eu tinha o prazo de três dias para dar a resposta.

​Antes de aceitar, conversei com a minha melhor amiga; precisava falar com alguém, estava ficando louca. Aconselhei-me com a Suzane, apesar de já imaginar sua resposta. Ela é minha vizinha e já desejava o Carlos. A safada disse que, se eu não fosse, ela pagaria o aluguel no meu lugar. Completou dizendo que estava com "inveja branca" da minha situação, implorou para que eu contasse como foi e se ofereceu para ficar de vigia, caso meu esposo voltasse para casa antes da hora. A piranha queria assistir eu tomando no rabo.

​Meu senhorio é um negão, policial, com aproximadamente 1,90 m e sarado. Acredito que tenha uns 40 anos. Só de pensar no tamanho do pau dele, eu já tinha calafrios. Enviei a mensagem confirmando e combinamos o dia e a hora.

​O maridão saiu para o trabalho, fiz a "chuca" rápido, coloquei uma calcinha nova, um vestidinho para facilitar o serviço e um perfume caro que tenho. No horário combinado, o Sr. Carlos chegou fardado, saindo do plantão. Entrou na minha casa com aquela arma na cintura, colocou o celular e a pistola na mesa e parecia que ia me revistar. Sem muita delonga, colocou-me contra a parede e levantou meu vestido. Minha respiração estava pesada. Nunca tinha ficado com outro homem; a do João era a única que eu tinha sentido.

​Como estava de costas, não vi nada. De repente, senti uma palmada forte e seca; minhas nádegas estremeceram todas e as lágrimas vieram aos olhos, não pelo ato, mas pela ardência. Meu marido nunca tinha feito isso. Eu gostei, mas tinha preocupação de ficar marcada. Fiquei quietinha, não ousava olhar para trás com medo de levar um tapa na cara. Acho que apanhei para "amaciar a carne" (risos). Eu estava de salto alto para tentar ficar na altura dele. Senti as mãos enormes dele rasgando minha calcinha nova de renda como se fosse papel. Olhando para a parede, imaginei que levaria uma lambida ou uma cusparada, mas que nada: ele, sem qualquer carinho, colocou o pau na entrada do meu cuzinho. O pau dele subiu rápido, nem tinha tocado nele; deve ter tesão em maltratar mulher.

​Senti-me um objeto, mas não vi outra opção para quitar a dívida. A proposta era clara: o uso do meu rabo por meia hora na ausência do esposo. Ele me pegava com força; o pau dele era maior que o do João. Não havia carinho: ele metia com força segurando minha cintura, puxando-me contra ele e me chamando de vagabunda e piranha. Enforcava-me com o braço por trás e eu sentia uma mistura de dor e tesão; senti-me uma verdadeira GP (garota de programa). O Sr. Carlos continuava com os palavrões e a penetração agressiva. Eu precisava aguentar firme. Minhas pernas, trêmulas, sustentavam os solavancos. Meu corpo tinha espasmos e arrepios, vontade de gritar e chorar, até que ele urrou no meu ouvido e despejou tudo dentro de mim.

​Senti seu membro inchando e os jatos invadindo meu rabo. Ele gemeu, preso a mim, até que tirou e limpou-se na minha roupa. A frente, depilada e cheirosa, foi ignorada com sucesso. Ele puxou meu cabelo, jogou minha cabeça para trás e beijou minha boca. Já de frente, levei dois tapas na cara — tapas que não tinham sido combinados. O Sr. Carlos disse que voltaria no outro dia para quitar o segundo mês, vestiu a farda, pegou a arma e se foi.

​Fui tomar banho. Meu corpo e minha bunda doíam muito, e eu ainda teria que fazer cena para o meu marido à noite. A vadia da Suzane ligou pedindo informações; ela viu o Carlos saindo e estava ansiosa pelo relato. Passei o básico em áudio de visualização única, pois não queria que vazasse. Sorte que o maridão não me procurava, então eu teria algum descanso, já que no dia seguinte teria mais.

​No segundo dia, assim que meu esposo saiu, o senhorio parou o carro no portão e buzinou. Abri e ele entrou de sunga. Pelo volume, já estava excitado. Sem falar muito, pegou-me debruçada na mesa da varanda. Novamente eu estava de vestido, desta vez sem calcinha. Ele me penetrou sem carinho outra vez. Uma dor do cão, já que eu não tinha me recuperado. Acredito que, se passasse um mês dando o rabo para ele, meu anel não acostumaria com o tamanho daquela jeba. Mas eu tinha que sanar a dívida. Ele estava com pressa, gozou rápido na minha bunda e pediu para eu chupar. Agachada, olhando para ele, notei que não havia odor. Coloquei na boca e mal cabia. Enquanto eu mamava para deixar o pau limpo, ele atendeu uma ligação dizendo que já estava a caminho de outro compromisso.

​Passados trinta dias, meu esposo foi pagar o aluguel e soube que não havia pendência. Quis saber como. O Sr. Carlos comentou que eu havia pago. Em casa, indagada sobre como quitei, falei toda a verdade. Ele ficou muito chateado, quis separar e me chamou de puta. Ouvi tudo calada e, quando ele se acalmou, expliquei que a intenção era ajudar, que ele não me procurava mais e que a preocupação o tinha bloqueado. Disse que não admitia ser tratada daquela forma, já que o débito estava sanado e quem sofreu para pagar fui eu.

​Ele aceitou a contragosto. O senhorio não me procura mais, mas estou na torcida para que haja outro atraso no aluguel; gostei do tapa na cara. Hoje estou fazendo alguns "jobs", pois preciso de dinheiro. Pretendo contar como foi o primeiro na próxima vez.

​Beijos, até lá.

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Comentários

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É como diz o ditado popular " Quem não tem cão caça com gato " 😂! ou aquele ditado : " Situações extremas exigem medidas extremas !

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Parabéns vagabunda , resolveu assumir a carreira de Gp , se quiser , podemos nos comunicar por email .

rogers_rgr@hotmail.com

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😂😂😂😂😂😂.Fala sério 😂. Você não vendo que é só um conto kkk.

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