Indicada por uma antiga cliente para quem já faço faxina há algum tempo, fui contratada pela Dona Sandra. Compareço à casa dela duas vezes por mês, ou seja, de quinze em quinze dias. Estou extremamente grata pela indicação, já que o local é de fácil acesso e a contratante aceitou meu valor sem contestar; foi uma bênção, pois é uma "graninha" a mais na minha renda e coincidiu com o meu tempo disponível.
Depois de dois meses, na quarta visita, passei a ser cortejada pelo filho da patroa. Ele geralmente chega da faculdade minutos antes da minha saída e o moleque já veio "todo acelerado". Quando me viu pela primeira vez, já soltou um elogio após um assobio. O "Mucilon" adora falar uma gracinha quando me vê; como dizem na minha área, ele é bem "emocionado".
Sou a Patrícia: morena clara, magrinha, de seios pequenos e olhos verdes claros. Deus foi generoso com a minha bunda. Já estou com cinquenta e cinco anos, e o pivete disse que a mãe dele "acertou em cheio", já que, segundo ele, antes só ia "coroa". Aproveitei para perguntar se eu também não era coroa. O moleque respondeu que, se eu fosse coroa, ele aceitaria ser a minha bengala, para que eu pudesse me apoiar nele. Foi engraçada a piadinha, e meu sorriso deu mais gás para as gracinhas dele.
Depois desse diálogo, passaram-se cerca de trinta dias e eu novamente encontrei o safadinho. Quando ele me viu, colocou a mão em mim; eu pedi que não me tocasse, dizendo que ele poderia falar o que quisesse, mas não tocar, pois seria falta de respeito. Eu sempre trabalho de calça legging; nesse dia, estava com uma preta e uma blusa bem discreta, mas, ainda assim, minha bunda fica em evidência.
Antônio é um rapaz de vinte e dois anos, branco, "saradinho" de academia e muito atraente. Já o vi de sunga quando usa a piscina; ele tem olhos castanhos claros e é muito determinado a conseguir algo comigo. Eu não faria a proposta, mas, dependendo do que ele dissesse — e me refiro a valor — por que não? Pagando bem, que mal tem?
Parece que o rapaz leu a minha mente. Quando eu já estava para ir embora, o Antônio disse que pagaria trezentos reais para ter um momento comigo; falou desse jeito. Fui embora sem respondê-lo, mas fazia parte do jogo se fazer de difícil para tentar aumentar o valor. O safado conseguiu meu número com a mãe, com a desculpa de que iria me indicar para outra pessoa, e começou a me atazanar pelo WhatsApp. Enviava o número "300" a todo tempo. Eu aceitei; estou solteira mesmo, e pela grana ofertada, valia a pena. Tentei aumentar, mas ele recusou o meu valor.
Na faxina seguinte, levei uma sainha. Quando faltavam vinte minutos para a minha saída, coloquei a saia — bem curta e sem calcinha — e continuei o serviço. Como eu estava sozinha, facilitou minha estratégia de tirar dinheiro do "playboy". Quando ele chegou, ficou louco. Já veio colocando a mão, mas pedi para não tocar, a não ser que transferisse "quinhentão" para o meu Pix. O novinho não pestanejou e transferiu. O celular emitiu o ruído do crédito caindo na conta; conferi o valor e, imediatamente, fiquei em posição no sofá. O Antônio me puxou pelo braço e me levou para o quarto dos pais.
Fechou a porta após me jogar na cama e tirou a roupa da faculdade. Nossa, ele mudou completamente o temperamento! Tinha um jeito de "macho alfa", dominador. Fiquei como ele mandou — afinal, estava pago — mas, em momento algum, ele foi grosseiro. Mais uma vez, ele me surpreendeu: deu total atenção à minha região posterior. Não se importou com nada e me deu um prazer que eu nunca havia sentido antes. O playboy tinha pegada; eu gemi, rebolei e gostei do jeito que fui possuída. Ele colocou a mão no meu clitóris, deu a mexida perfeita e me deixou muito excitada. Eu olhava por cima do ombro e o Antônio estava firme, em um vai e vem cadenciado. Foi muito gostoso, alternando com carícias em outras partes.
Cheguei ao ápice enquanto ele me dava atenção; que língua gostosa ele tem! A saia não atrapalhou em nada, já que não precisei tirar. O moleque me fez sentir prazer várias vezes; pedi para ele não parar e o chamei de gostoso. Ele perguntava se eu estava gostando e eu respondia que sim. Ele continuou dizendo que sempre soube que eu era atraente e elogiou meu corpo — de fato, tenho uma bela bunda, e cuido dela evitando besteiras, refrigerantes e frituras.
O Antônio finalizou, limpou-se e eu fui ao banheiro. Usei o banheiro do quarto da patroa e, quando saí, retribuí o prazer ao "gostoso" — aliás, ele tem um dote belíssimo, grosso e marcante, uma espécie de brinde. Sem qualquer outro carinho, não o beijei na boca; agradeci pelo dinheiro e disse que estava disponível para uma próxima. Peguei a minha bolsa e fui para casa com a roupa que já estava usando.
Claro que tivemos outros encontros depois. Algumas vezes eu nem cobrava, pois gostava do jeito dele, sempre cheiroso e másculo. O Antônio não abria mão de ser na cama dos pais. Eu não estava nem aí; queria apenas aproveitar o momento com o "Mucilon", e o prazer era certo quando ele me dava atenção.
Beijos, até a próxima faxina!
