Sou o Maurício, 38 anos, branco, peludão, careca, uso cavanhaque. Corpo bem legal, braços, pernas e peito bem trabalhados, malho há 4 anos. Casado há 15 com a Débora, a Deby.
Profissão: Engenheiro de software, mas deveria se chamar "Estraga-Prazer". Fiscalizo, analiso programas, descubro defeitos antes de irem pro mercado. Sou o cara que vê o que está errado. E interessante... na vida real, gosto de ver as coisas saindo do controle, principalmente quando envolve sua pele.
Temos uma vida sexual muito ativa. Já fizemos trio com o Ricardo, que vai aparecer logo. Amamos fantasias, só na cabeça. Sou louco em vê-la me traindo sem saber. Ela tem uma que me assusta: me ver fodendo com três mulheres e os maridos assistindo, kkkk. Mas a que mais mexia era ser o ativo com outro cara... até hoje.
O RICARDO E O PASSADO
Amigo de anos, Rick. Foi nosso parceiro há 9 anos. Curtia coisas diferentes, sabia que gostava mais de mim do que dela. Ficamos nesse esquema dois anos. Cara eclético.
Nas transas, ficava chupando enquanto eu metia, e a língua sempre passava no meu pau, mas nunca deixei rolar mais. Ela nunca percebeu intenção.
Quando casou, nos afastamos. Dois anos atrás, esposa faleceu no parto junto com bebê, e ele me confessou que não era seu filho.
Há 8 meses voltamos a se encontrar todo dia na cidade. Mesmo sabendo de seus desejos estranhos, gostava muito dele. Parceiro pra tudo. E confesso... curtia a submissão dele, o proibido me excitava.
A REVELAÇÃO E O PLANO
Uns dias atrás, ligou todo animado. Herdou uma fazenda da família da falecida esposa, onde mora agora. Contou que Fernando e Flávia foram passear lá. Convite feito.
Nos encontramos num bar, bebemos muito por duas horas, papo ficou quente.
— Cara, tenho que contar uma coisa, promete que não vai achar estranho?
— Qualé, somos amigos anos, fala logo!
— Naquele dia com Nando... ele ficou muito bêbado, e eu fiz uma loucura. Chupei ele. Mas não era ele que queria... sou bissexual.
— Kkkk, seu idiota! Já sabia há anos! Fica tranquilo.
Sorriu safado:
— E sobre meu pai e Flávia... ficou curioso né?
— Claro! Ela sempre quis saber como é com velho. Mas lembra dela?
— Esquece o Roberto de antes. Tá um gostoso, corpo melhor que o nosso, bigode fino, muito safado. Se Deby for lá... eu vou ser traído com certeza. Vamos ajudar? kkkk.
Olhei pra ele, pau latejando.
— Fechado! Mas se ela realizar sonho com seu pai... eu realizo o meu com você. Só nós dois.
— Combinado! Sexta-feira? Fiquem três dias, segunda é feriado.
SEXTA-FEIRA: A VIAGEM
Cheguei em casa duro pra caralho. Ela não tinha chegado, fui pro banho e tive que aliviar. Na cabeça, só ela sendo fodida por Roberto e Rick me chupando.
Quando chegou, falei do convite. Amou a ideia.
— Tem cavalos, açude, mata fechada... e uma cachoeira de 10 metros, água limpa, pedras coloridas. Lugar perfeito.
Sorriu, ficou ansiosa.
8h30 da manhã. Saímos, chegamos às 10h. Rick esperava na porteira montado num cavalo preto. Abraço demorado, fazia tempo que não se viam.
Casa perfeita, rústica, com animais. O que mais gostou foi de ninhada de filhotes de cachorro.
Nos levou pro quarto. Foi trocar roupa e quando voltou... Nossa! Estilo cowgirl, linda demais.
— Vamos almoçar! Meu pai tá fazendo churrasco!
Lá estava ele. Roberto. Que mudança! Homem forte, peito largo, braços grossos, bigode fino. Olho não saía de cima dela.
— Mas quem é essa beleza?
— Pai, é a Débora, minha esposa! Não lembra?
— Humm, não... mas com certeza fez algo pra ficar tão gostosa assim...
Abraço demorado, beijos no rosto. Senti clima pesado no ar.
Almoço, muita cerveja, papo fluindo, mas olhares não paravam.
— Queria conhecer a cachoeira...
— É longe, só a cavalo.
— Amanhã vamos, amor.
— Por que não agora? — Rick interveio. — Pai, leva ela! Nós ficamos aqui bebendo...
Ela sorriu:
— Vocês vão dormir em 30 minutos, kkkk.
— Perigoso sair sozinha. Se permitir, levo ela.
— Pode ir, se divirta.
Entrou pra trocar roupa de novo. Quando saiu, vestia vestido curto, simples, mas muito sexy. Roberto engoliu seco.
Montaram e saíram. Primeiro devagar.
— Ele espera ela acostumar... gosta de correr.
Ergueu a mão, falou algo, ela abraçou cintura dele, encostou cabeça nas costas e saíram galopando forte.
— Vamos! Pegamos atalho e chegamos primeiro!
A OBSERVAÇÃO E O PRÊMIO
Cavalgamos rápido, nos escondemos atrás de pedra gigante, 15 metros acima, visão perfeita. Esperamos 20 minutos nervosos até ouvir relincho.
Apareceram entre árvores. Desceram, ele ajudou, segurou cintura forte. Rostos próximos, se olharam segundos sem falar nada. Clima de dar pra cortar.
— Olha lá... velho não perde tempo...
Puxou ela pra perto, encheu mão na bunda e beijaram loucamente. Não teve preliminar. Virou costas, ela apoiou mãos no cavalo, levantou vestido mostrando calcinha fina. Abriu zíper, puxou pau pra fora e meteu tudo de uma vez!
— AAAAAHHH!!
Começou socar feito animal, forte, rápido, peladas chocando. Mordia pescoço, socava sem dó.
Eu estava parado vendo tudo, quando senti mão na coxa. Rick ali, olhos brilhando.
— Posso pegar meu prêmio agora?
Abri zíper, virei de lado oferecendo. Não pensou duas vezes, abaixou cueca e enfiou meu pau na boca.
Que boca quente! Sugava com vontade, língua massageando tudo. Enquanto via pai dele fodendo minha mulher, filho me chupava ali mesmo.
— Isso... chupa direito, safado...
Embaixo, cena ficava pior. Ele tirou roupa toda, ficou peladão. Que corpo! E o pau... Meu Deus, muito grande e grosso! Fiquei com inveja, mas excitado pra caralho.
Pegou pelego do cavalo, jogou no chão.
— Deita, gostosa!
Deitou, abriu pernas bem largo e começou meter de novo. Socava tão forte que corpo dela subia no chão. Ela gemia alto, gozando muito.
Até que milagre da putaria aconteceu: deixou ela de quatro, olhou ao redor, cuspiu na mão, passou no cuzinho dela e na cabeça do pau.
— Não... cu virgem, rosado, pequeno... não vai aguentar...
Ele falou baixo, beijou, acariciou seio e bucetinha... até que:
— AIIII!! NÃO!! DEVAGAR!! AI MEU DEUS!!
Ele meteu tudo! Pau gigante entrando no cu virgem! Ela reclamou, mas em segundos cara mudou, gostou! E ele começou socar com tudo, fazendo gritar.
Na hora não aguentei. Com Rick chupando com vontade, gozei muito na boca dele. Engoliu tudo sorrindo, mas eu ainda estava duro!
— Volta a chupar, safado! Não parou ainda!
Ele voltou com mais vontade ainda. Chupava, lambia as bolas, fazia pressão na cabeça. Olhava pra mim com cara de quem amava servir.
— Isso... faz bem gostoso... olha pra mim...
Ele olhava nos meus olhos enquanto trabalhava com a boca. Abaixava até o talo, engolia, voltava, chupava as bolas...
— Agora chupa só a cabeça... faz biquinho... fala que gosta!
— Hummm... gostoso seu pau... muito gostoso...
— Fala mais alto!
— QUE DELÍCIA SEU PAU...
Fiquei filmando tudo com celular. Cena incrível: ele pelado ajoelhado no chão, eu sentado mando, pau sendo chupado com paixão.
— VOU GOZAR, SEU FILHO DA PUTA! ENGOLI TUDO!
Apertei cabeça dele, fundi tudo na goela e gozei muito, muito mesmo! Enchia boca dele de porra. Ele engoliu cada gota, limpou bico com dedo, passou na língua, todo satisfeito.
Mandei vídeo na hora pra ela ver do lugar onde estava.
Pouco depois voltaram. Ela veio me abraçar forte, beijo longo.
— Nossa, fazenda enorme, tudo lindo... a cachoeira então... sem palavras. Roberto é tão gentil, tão protetor... amanhã quero ir de novo, se não se importar.
— Claro amor, vai sim. Fico tranquilo sabendo que está bem cuidada.
Ele olhou pra mim, piscou e fez sinal de ok. Rick deu ombros, sorrimos.
O FINAL: ROTINA DE PRAZERES
Desde aquele dia, tudo mudou pra melhor. Rick voltou a fazer parte da nossa vida, mas do nosso jeito. Ela as vezes marca de encontrar Roberto num motel na cidade, e quando volta, me conta todos detalhes, gemendo, mostrando marcas, falando como pau dele é grande e como enche seu cu e sua buceta.
Convidei Rick pra fazer trio com ela algumas vezes, mas sempre negou com aquela frase:
— Time que está ganhando não se mexe. Pra mim, está ótimo assim.
E ele tinha razão. Agora, rotina era perfeita: Ela se divertia com o velho safado, e eu me divertia muito mais com o filho obediente, que sabia muito bem como me tratar como rei.
Fim. 🔥🍆💦🥵
