Como disse, esperava meu sobrinho. Era o nosso segundo encontro na minha casa depois que fui obrigada a viajar sentada no seu colo. Eu o aguardava de vestidinho florido, bem soltinho, sem calcinha e com o aposentado plug anal; ficou tão perfeitinho, adornou bem a minha bunda.
Vamos ao que interessa: comprei a cerveja que ele gosta e camarão VG para petisco, pois ele ama camarão. João chegou da academia, estava todo suadinho. Recebi-o com um beijo na boca, me afastei e deixei o vestido cair. Tirei sua roupa; o mais legal é a confirmação de tudo só com o olhar, sem precisar de concordância verbal. Nossos desejos falavam por si só através dos olhares.
Como um felino tomando banho, aproveitei para lamber e chupar seu "pirulito" ainda na cozinha. Subi do agachamento escalando seu corpo com a língua; o suor não atrapalhou, pelo contrário, trouxe mais desejo e tesão. Aquele cheiro de homem viril me deixava louca. É importante ressaltar: o João estava muito sexy, gostoso — ou sempre esteve e eu nunca tinha percebido.
No dia anterior, tinha dormido com o esperma dele no meu rosto; agora estava vivendo aquilo ao vivo, pulsante e quente na minha frente. Parecia um sonho. Estava curtindo exatamente o que eu queria e precisava para finalizar minhas férias com uma novidade marcante. Ele me pegou pela cintura e disse que eu sou gostosa; até isso o Sérgio deixou morrer. Como falei no relato anterior, o Sérgio foi o meu único homem. A bendita carona me fez sentir algo diferente: ao sentar no colo do João, me senti no colo de outro homem. Isso despertou algo adormecido, fiquei excitada. Enfim, apertei o botão do "foda-se", quero gozar como mereço.
Fui penetrada pelo meu afilhado. Ele é novinho e está cheio de gás, afoito, mas era exatamente o que eu precisava: ficar ardida. Não tinha isso há meses por conta da disfunção sexual do tio dele — e a ignorância o impede de buscar ajuda. Pedi para ele retirar o plug e gozar no meu cuzinho quando quisesse; eu estava ansiosa para tomar no rabo.
Que sexo maravilhoso! Durante as metidas, havia pausas que permitiam um prazer que me levava ao céu. Ele agachava e, com as mãos na minha bunda, me arreganhava e me chupava por trás, com a língua quente, e voltava à posição inicial penetrando com força. O gemido saía com facilidade. Rebolei na sua cara e chupei meus dedos; eram vontades incontroláveis. Minha carne tremia em espasmos sem controle, e meus seios nunca foram tão apertados.
O mais surpreendente para mim foi quando ele me chupou sentado no chão e eu em pé, encostada na parede, com uma perna no seu ombro. Senti o bafo quente da sua boca na minha periquita depilada. De olhos fechados, a língua dele parecia chamar o meu orgasmo. Eu apertava meus pequenos seios, beliscando meus mamilos, enquanto ele insistia com a língua e enfiava dois dedos no meu cuzinho, como se estivesse tocando o botão de um interfone. O orgasmo acelerou o passo em direção ao êxtase.
Sim, gozei como não gozava há tempos! Outra novidade: fiquei de cabeça para baixo, um 69 em pé. Gente, como é bom "modificar o alimento" às vezes. Sérgio nunca fez isso. Meu afilhado, quem eu jamais imaginei, estava me mostrando o novo. E o canalha ainda colocou o celular para gravar tudo; prometeu me enviar o vídeo.
— "Lógico que você enviará", foi a minha frase para ele.
Sérgio entrou em contato ligando para o meu celular. Nada mudou: atendi o telefone e sentei no colo do meu afilhado, com as mãos dele nos meus seios. O maridão disse que ia chegar tarde porque o mecânico ia demorar. Respondi que tudo bem e comuniquei que não estava sozinha; disse que assistia a um filme com o João. O "corno" mandou um abraço e pediu para deixar um lanche pronto. Mal sabia ele que o meu lanche era "chá em cima de chá" do meu "Mucilon".
Com o término da ligação, João gozou no meu cuzinho. Eu mexia com força, sentada em "nível master". O moleque gemia gostoso e me chamou de cavalona. Sem demora, o segundo tempo começava. Ele voltou a me comer e me chupar, e eu só imaginava que iria marcar outro "lanche da tarde" na ausência do esposo.
João não gosta de falar na "hora H", infelizmente não me xingou — acredito que estava inibido —, mas sabia me enforcar e me bater. Nem me preocupei com os prováveis hematomas; gostava de ver seu jeito de homem rude. Puxou meu cabelo várias vezes, deu dedadas e até socos na costela (essa foi novidade para mim). Vivi loucuras que nunca tinha imaginado. Pedi para ele me amarrar na próxima; quero saber como é ser vendada e presa. Ele brincou dizendo que podem aparecer outras surpresas. Fiquei curiosa.
Ele também recebeu uma ligação da mãe dele (minha irmã). Respondeu que estava comigo e eu também falei com a "mana". Mais uma vez, ele não me poupou enquanto eu falava; tive que lutar para não transparecer o que estava rolando.
O camarão já estava frio, mas as cervejas desceram geladinhas. Na terceira long neck, o copo fui eu: enchia a boca e deixava cair sobre meu corpo nu para o João lamber, enquanto eu estava sentada na mesa da cozinha. O problema era o plug no ânus, que incomodava um pouco, mas o João colocou de volta porque, para ele, a cena ficava linda. Foram duas cervejas sendo lambida; me senti a vasilha de água do cachorro. Além disso, tive que chupar sua piroca enquanto ele segurava minha cabeça e apertava meu nariz; engasguei inúmeras vezes, outra novidade.
Chamei um carro de aplicativo para levá-lo. Mandei mensagem para a mãe dele avisando que ele tinha ido embora e limpei tudo para esperar o marido chegar. Sinceramente, nem o vi: estava tão cansada que apaguei pelada no sofá da sala após o banho.
Que tarde maravilhosa! Suzane, minha amiga de trabalho, disse que eu estava diferente quando voltei das férias. Contei tudinho para ela, com detalhes, e inclusive mostrei o vídeo. Ela disse que queria "dividir" o sobrinho. Eu disse que não, e a "piranha" insistindo que queria ficar de cabeça para baixo também, kkkk. Muito invejosa! Após as insistências, disse que ia pensar no caso dela. Já estou na torcida pelo próximo lanche da tarde.
