O melhor susto da minha vida

Um conto erótico de Suzane
Categoria: Grupal
Contém 1711 palavras
Data: 08/10/2025 15:13:07
Última revisão: 12/03/2026 14:26:13

​Eu jamais imaginaria que essa história aconteceria comigo. Já faz algum tempo que ocorreu, e eu ainda fico atônita com a situação; tinha convicção de que o desfecho seria diferente, mas, para minha surpresa, fui surpreendida pelas atitudes. Estou completamente embasbacada, principalmente quando lembro de tudo. Vamos ao relato:

​Sou a Suzane, uma mulher de trinta e cinco anos, morena, casada com o Paulo há cinco anos. Meu homem é trabalhador, íntegro, tem quarenta e cinco anos e é maravilhoso. Na cama, costuma deixar a desejar, mas passei a compensar a diferença com o Marcos, seu "irmão de consideração". Eles foram criados juntos desde a infância, estudaram na mesma sala, cresceram juntos e hoje moram no mesmo quintal. Marcos é padrinho do nosso casamento e tem uma consideração enorme pelo Paulo, até mais do que pelos irmãos de sangue que possuem.

​Marcos é completamente diferente do meu esposo: é audacioso, safado por natureza e o seu olhar me deixa com calor. Sabe quando a pessoa te olha diferente? Lembro-me do primeiro dia em que o conheci: o abraço foi tão afetuoso que fiquei com o perfume dele impregnado em mim. Ele tinha o poder de trazer à tona segundas intenções em um simples "bom dia". Flagrei diversas vezes o seu pau balançando no short curto que ele usava para andar no quintal sem camisa — e, claro, a intenção era provocar minha mente. Às vezes, puxava assunto ou oferecia algo que estava comendo, tudo tática para eu ficar parada na sua frente e, obviamente, perceber o volume. Como ele trabalha embarcado durante quinze dias do mês, eu era obrigada a viver com a tentação à porta, da hora que o Paulo saía para o trabalho até o seu retorno.

​Acredito que ele sabia o dia em que eu estava louca para dar e o Paulo negava ou não saciava meu desejo; podia ter certeza, era o dia em que ele mais atazanava minha mente. Lembro-me de um episódio em que ele colocou música em alto bom som e passou a lavar o tapete da sala na área de serviço, cantando aos berros: "Pede que eu dou, as loucuras do sexo, pede que eu dou..." (música do grupo Swing & Simpatia). O maridão é bem diferente: comedido, simples, educado e reservado. Sexo só quando eu procuro, sem contar que ele tem as características "DVD": acabou o sexo, ele deita, vira e dorme.

​Já o "irmão" dele não tem limites. Desde a primeira vez que ficamos — lembro que ele invadiu a minha casa só porque dei um sorrisinho após encarar seu olhar fulminante —, ele me agarrou, colocou minha calcinha de lado e me comeu em cima da mesa da cozinha. Isso com a porta aberta, correndo o risco de alguém chegar logo pela manhã. Meu esposo tinha acabado de sair e eu só sabia concordar, rebolar e gemer enquanto o Marcos me penetrava por trás. Gozou em mim e mandou que eu chupasse seu pau; coube a mim deixá-lo limpo. Ele foi embora e, à tarde, trouxe uma garrafa de vinho perguntando o que tinha para o almoço. Ele sempre foi assim, abusado, mas eu gostava; ele me cativou no meu ponto fraco: vinho.

​Dali em diante, era pirocada direto, às vezes três vezes por dia. Bastava o Paulo sair que o irmãozinho dele entrava e me pegava. Independente de menstruação, ele adorava me pegar por trás; nunca teve "nojinho", pelo contrário, caía de boca no meu corpo. Enquanto com o Paulo eu tinha que obrigá-lo a me comer ou me chupar, havia o diferencial do amor — o sentimento faz toda a diferença e eu o amava. Ele não deixava faltar nada em casa e cuidava muito bem de mim. Nunca imaginei deixá-lo por conta do Marcos; o cunhado fajuto era só pele e sexo. Era lindo ver a amizade entre eles e eu sabia o quanto o Marcos era sem caráter com ele (e eu também). Não nego que me excitava ver os dois à mesa no almoço de fim de semana. Outro diferencial a favor do Marcos era ser galanteador: elogiava minha comida e trazia o vinho que eu pedia; não media esforços para me agradar, embora na cama me maltratasse.

​Marcos nunca se casou; um cinquentão solteiro. Até namorava — conheci umas duas pessoas que ele apresentou —, mas como o trabalho o prendia muito, acredito que me via como sua melhor opção. Na sua mente, tudo estava em casa, saciando os desejos da cunhada e vice-versa. Mas o que aconteceu entre nós jamais imaginei que chegaria a tal proporção. Causa-me arrepios e perplexidade. Foi no dia em que o Paulo saiu para trabalhar e estava chovendo — sabe aquele dia em que você não quer sair? Pois bem, escutei quando o meu algoz desejou "bom trabalho" para o meu esposo; provavelmente estava na varanda como sempre fazia, na espreita. Ele tinha a cópia da nossa chave. Cerca de dois minutos se passaram e ouço a porta da cozinha abrindo: era o Marcos, peladão, com uma caneca de café em uma bandeja na porta do meu quarto, perguntando se eu queria.

​Ele nunca tinha entrado na minha casa pelado. Para e pensa na tentação: ver um homem barbudo, cheiroso e nu invadindo seu quarto, levando café na cama com uma flor... é impossível resistir. Uma fantasia hiperexcitante. Abri um sorriso e aceitei, claro. Antes de pegar a caneca, chupei o pau dele, lambi suas bolas e falei para ele se concentrar para não deixar o café cair. O parabenizei pela depilação e, de joelhos na cama, o beijei e tomei o café de sua mão. Estava como gosto, com um pouco de canela. Coloquei a bandeja no criado-mudo e perguntei se tinha leite. Ele respondeu que sim e perguntou se eu sabia "ordenhar".

​Começamos a nos beijar e eu já subi nele; sentei no seu colo abraçando seu pescoço e rebolando no seu pau. Eu estava muito excitada; a ousadia dele mexeu comigo. Rebolava de olhos fechados, sentindo o pau todo em mim, enquanto ele chupava meus seios e puxava minha bunda contra ele. Estava tudo perfeito até que fiquei em "d4" e pedi para ele me penetrar naquela posição; queria senti-lo comendo meu cu. Estava vendo aquela loucura como uma despedida, já que ele voltaria para a plataforma no dia seguinte e seriam quinze longos dias de abstinência. Marcos, sempre obediente quando peço para comer meu rabo, desceu da cama, posicionou-me na ponta do colchão e chupou meu cu. Que chupada deliciosa! Enfiou o dedo na minha bucetinha já melada enquanto sua língua invadia meu cuzinho. O canalha gastou tempo no sexo oral; lembro que eu implorava pela penetração. Quando ele resolveu colocar, pedi para meter com força; queria ficar machucada, só não podia deixar hematomas.

​Na insanidade do momento, pedi para ele não ir, que eu sentiria falta. O canalha, me comendo com força, perguntava se eu sentiria falta do pau dele; respondi que sim, que o pau dele era maravilhoso e que era para ele não ir. Eu falava alto, até que a porta da sala abriu. Era o Paulo, que tinha voltado. Entrou em casa, foi direto para o quarto e flagrou-me pelada. Puxei o lençol, mas não tinha o que esconder; com certeza ele ouviu eu pedindo para o Marcos comer meu cu e me machucar. Não tenho a menor dúvida de que ele ouviu tudo.

​Marcos ficou em pé, com o pau já mole, olhando para o irmão. O Paulo, parado na porta, olhava para nós sem esboçar reação. Eu só sabia chorar; não conseguia controlar o pranto já imaginando o pior. O Marcos estava estatelado. Paulo pegou o celular e fez uma ligação para o escritório; falou com o Pedro, seu colega de setor, avisando que não iria pois não estava bem (informou que deveria ter sido algo que comeu). Paulo não faltava ao trabalho por nada; aquilo me afligiu ainda mais. Ele desligou, tirou a roupa, olhou para o irmão e disse:

— Vamos fuder essa puta hoje, em todos os buracos.

​Parei de chorar na hora. Sequei as lágrimas e fiquei olhando para ele; não entendi "bulhufas". Ele me chamava de puta — o cara nunca tinha me xingado! Levei uns tapas na cara, puxões de cabelo e o maridão mandou em tom grave:

— Hoje você vai tomar no cu e na buceta ao mesmo tempo. Não é isso que você queria, vagabunda?

​Eu só concordava com a cabeça. Não falei uma palavra, porque, de tudo o que imaginei, um "dá para dois" era lucro. O Marcos estava visivelmente perdido, mas entrou na brincadeira e o pau subiu logo. Marcos deitou na cama, eu subi nele, e o Paulo me penetrou por trás. O cara nem costumava comer meu cu, mas estar naquela posição de DP era muito gostoso. Doeu, mas com o tempo passei a sentir tesão na cena.

​Depois de engolir a porra dos dois, fui para o banho. O almoço foi feito pelo Paulo e o Marcos foi buscar o vinho para celebrar nossa foda matinal. Fiquei como uma rainha. Após o almoço, já na segunda garrafa de vinho, o "corno manso" disse que voltou para buscar um documento esquecido e confessou que já tinha percebido há algum tempo; desconfiou do nosso caso por conta dos olhares. Para minha surpresa, convidou o irmão para viver conosco. Eu não tive condições de opinar e nem queria; "melhor ficar quietinha para morrer velhinha", como diz o ditado, kkkk. Só sabia sorrir e concordar com o Paulo, que me abraçava enquanto segurava a taça de vinho.

​Hoje estamos juntos e comemorando nosso primeiro ano de trisal. Eles não "se pegam", mas tomam banho juntos e eu sofro feliz na pica dos dois. Dormimos na mesma cama e sentimos falta do Marcos quando ele está embarcado. Queremos adicioná-lo em nossa certidão de casamento. Hoje tenho dois maridos e sou uma mulher realizada sexualmente. Agora conto isso com um sorriso no rosto, mas na época tive certeza de que seria expulsa e voltaria para a casa dos pais. Começamos não do zero, mas como eu sempre quis: com dois machos. Eles são carinhosos e amáveis, estão sempre tentando me agradar. Não tenho mais tempo para ter dor de cabeça; afinal, tenho dois paus.

​Até a próxima. Obrigado por ter lido!

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 45 estrelas.
Incentive Negão_RJ a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Negão_RJNegão_RJContos: 343Seguidores: 125Seguindo: 8Mensagem Gosto de Ler, Gosto de Escrever

Comentários

Foto de perfil genérica

Cara, ri do "DVD, acabou o sexo ele deita, vira e dorme" kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Nunca tinha ouvido falar dessa

1 0

Listas em que este conto está presente

Negao_RJ
Os melhores