A vingança pode ser a parte mais doce da história

Um conto erótico de Jeniffer
Categoria: Heterossexual
Contém 1465 palavras
Data: 09/10/2025 13:36:52
Última revisão: 12/03/2026 14:24:25

​Sou noiva do Sérgio há dez anos. Gente, o cara é mais "vaselina" que a própria vaselina; o quiabo escorrega para ele. Como tem lábia! Como sabe jogar nas onze! Em todo esse tempo de relacionamento sério, mal colocou uma aliança no meu dedo — e eu tive que fazer um barraco para isso acontecer, o que só rolou com sete anos de namoro. Se perguntar, provavelmente ele nem sabe há quanto tempo estamos juntos. Sobre a aliança dele, "meteu um migué" dizendo que a perdeu no campo. O pilantra é administrador de formação, mas abre mão de tudo quando o assunto é futebol. Ele joga — e o pior é que é um excelente jogador, um meio-campista de mão cheia. Sempre acompanho o time; afinal, os primeiros torcedores são os familiares. Dou a maior força porque ele tem dom, embora eu acredite que a idade não o ajudará mais a ingressar em um time profissional de grande mídia; ele já está com vinte e oito anos. É um exuberante moreno, tatuado e magro; um "denguinho" que amo, mas que sabe me irritar profundamente.

​Sou a Jeniffer, uma mulher de vinte e cinco anos, administradora de formação e loira. Tenho altura média, seios médios e uma bunda conquistada nos treinos: cinco vezes por semana, em média três horas de treino pesado. Tenho ciúme da minha bunda, acho a parte mais linda do meu corpo, e o Serginho luta e entra na peleja para "colocar no meu rabo".

​Mas, enfim: o Sérgio tinha um bendito campeonato para jogar justamente no dia em que já tínhamos programado de ir a uma feira de noivas na cidade. Ele decidiu viajar para outro município, a cerca de quinhentos quilômetros. Caramba, juro que entendo que o futebol é o esporte dele, mas eu já tinha combinado! Era importante para mim; a presença dele ao meu lado fazia toda a diferença, até porque não tinha cabimento eu ir à feira de noivas sozinha. Recordo-me do "arranca-rabo" enorme que foi. A briga foi feia, a ponto de eu jogar a aliança na cara dele. Fui deitar sem falar com ele e, quando ele tentou fazer as pazes antes da viagem, eu não deixei. É fácil querer compensar tudo no sexo... Dormi peladinha ao seu lado, propositalmente de bruços, e não deixei ele me comer. Resistir aos beijos na minha bunda foi bem difícil, mas eu o empurrei.

​Pela manhã, ele viajou com a turma e eu fiquei em casa possessa, com muita raiva, analisando o quanto meu relacionamento era importante para ele. Nada me fazia relaxar. Peguei o notebook dele e fui mexer; cheia de ódio, queria arrumar confusão e ter um motivo sólido para terminar. Precisava de forças, e quem procura, acha: no computador dele havia uma mensagem de encontro, com horário e tudo, com uma tal de Kátia. Na foto, ela parecia ser muito linda (se a foto não fosse fake). Eles marcaram justamente na cidade para onde ele estava indo. Comecei a ler toda a conversa; eles se conheceram por um aplicativo de relacionamento e, pelo que entendi, já tinham trinta dias de contato. Haja match!

​Aí sim, eu estava decidida a terminar. Passei a ligar e mandar mensagens. Quando a ligação completava, vinha a gravação dizendo que o aparelho estava desligado; a mensagem não entrava com os "dois riscos" do WhatsApp. Tudo porque o bonito deixou o telefone em casa! Não tenho dúvida de que foi proposital; creio que ele estava de conchavo com algum outro fdp do time. Ele nunca esquece o celular; ele o deixou ciente do que fazia. Decidi ir atrás para dar o flagrante. Nem a Sandra, minha amiga, conseguiu me impedir. Coitada, ela sabia de todo o nosso relacionamento, inclusive das brigas; era a ela que eu recorria em busca de suporte mental.

​A raiva tomou conta de mim de tal maneira que solicitei um carro por aplicativo — desses de compartilhamento com pessoas estranhas — e fui atrás dele. O carro estava vazio; segundo o motorista, os outros passageiros cancelaram. O diabo sabe do que precisamos e qual o nosso ponto fraco. O condutor era um negão de altura mediana, cavanhaque, estilo policial. Ele abreu a porta para mim — vocês têm noção? Quando entrei no carro, comecei a chorar e ele perguntou se eu estava passando mal. Eu desabei e o fiz de psicólogo: falei tudo. Ele me deu atenção, pediu para eu sentar ao lado dele e foi conversando comigo para tentar me acalmar, sempre apertando minha perna. Como eu estava de vestido, a perna de fato ficou exposta, e ele, visivelmente, queria me consolar de forma bem íntima. Começou me elogiando, depois disse que poderia ser um equívoco... Por que homem adora defender homem? Eu o retrucava dizendo que ele deveria ser igual, já que dizia ser "apenas" motorista de aplicativo. Perguntei com quantas pessoas ele já tinha transado no carro, e o Eduardo (seu nome) respondeu que, se eu desse a oportunidade, eu seria a primeira — e na estrada, realizando uma fantasia dele. Nessa hora, não consigo descrever o tom da voz e o olhar dele, mas a mão eu consigo: ele a passou entre as minhas pernas a ponto de me deixar arrepiada.

​Perguntei se ele tinha camisinha. Ele respondeu que sim. Pedi para parar o carro no melhor lugar para realizar a fantasia dele. Cerca de trezentos metros à frente, ele parou o veículo em uma área aberta cheia de vacas pastando. Ligou o pisca-alerta. Eu saí do carro e me agachei; ele foi para o lado do carona, onde eu o esperava, e me entregou a camisinha. Eu a rasguei com a boca, olhando para ele, coloquei no seu pau (que já estava enorme) e abocanhei. Lambi, bati com aquela rola no meu rosto e perguntava:

— Vai tirar a raiva que estou sentindo, negão? Quero ser fodida para esquecer o que vi e o que estou sentindo por aquele corno do meu noivo. Você é capaz de sanar isso?

​Eduardo respondia que sim. Tão descarado que disse ter o "antídoto" e que eu iria esquecer o que vi. Que cafajeste! A cara dele não negava. Fiquei em pé, tirei a calcinha, entreguei na mão dele e disse que seria o seu pagamento. Ele cuspiu na mão, passou na minha bucetinha e eu disse que queria no cu; na buceta não iria tirar a minha raiva. Eduardo perguntou se eu tinha certeza. Perguntei se ele iria questionar mais ou me foder. Fiquei de costas para ele, encostada na porta do carro, observando o trânsito de veículos trafegando em alta velocidade. Cuspi na mão, passei no meu cuzinho, coloquei dois dedos para dentro do orifício, tirei, olhei para ele — que admirava a cena — e mandei me penetrar.

​Homem sabe ser obediente nessas horas; não protela, tampouco ignora. Comeu meu rabo por cerca de quinze minutos. Já estávamos há algum tempo parados e poderíamos atrair algum carro de suporte da rodovia. Não gozei, mas me senti aliviada. Ele jogou a camisinha fora, tentou me devolver a calcinha, mas eu lembrei que era um presente para ele nunca esquecer que realizou a fantasia na estrada. Continuamos a viagem. Cheguei à cidade masturbando a rola dele; ele gozou na minha mão e eu limpei na calça dele.

​Trocamos contatos e beijos no canto da boca. Ele me deixou onde o babaca do meu noivo estava jogando. Entrei, sentei na arquibancada e passei a gritar o nome dele com alegria no rosto. Meu boyfriend ficou surpreso com a minha presença. Assim que acabou o jogo, ele nem foi para o vestiário — provavelmente onde iria acontecer "algo" — e veio me ver. Eu fiz a louca: disse que estava com saudades e quis fazer uma surpresa. Ele me beijou e disse que amou, que iria ao vestiário e não demoraria. Fiquei sentada na sombra, com o "cu queimando" e sem calcinha, esperando o retorno dele com um sorriso no rosto, lembrando de cada momento na estrada. Afinal, a vingança às vezes é a parte mais doce da história.

​A minha teve "sabor de PA", porque o Eduardo e eu passamos a nos encontrar sempre que o Sérgio me larga para jogar uma "bola importante". Quando o futebol está à frente do nosso relacionamento, o Eduardo entra em campo; até na minha casa ele já foi. Já disse que quero ele realizando a minha fantasia, já que realizei a dele na estrada. É justa a reciprocidade: quero ele e mais dois homens, justamente na final do campeonato que o Sérgio disputará. Ele erguendo a taça de campeão e eu sendo o troféu nas mãos de um trio — e a exigência é que sejam negões.

​Ah, podem ter certeza de que vou torcer bastante pelos "peladeiros". Afinal, é o time do meu corno preferido.

​Beijos, até a final do campeonato!

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Comentários

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Se ela sabe que o cara apronta, por que não termina logo? Ela preferiu fazer pior: se rebaixar ao nível dele.

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Isso é o que é ser uma puta muito escrita, já saiu de casa com vontade de trair, e inverteu a culpa para o noivo.

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Negao_RJ
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