Convencida pelos cálculos

Um conto erótico de Sara
Categoria: Grupal
Contém 1098 palavras
Data: 10/10/2025 14:23:11
Última revisão: 12/03/2026 14:20:21

Sou a Sara, uma jovem de 34 anos. Trabalho em regime laboral de quarenta horas semanais, escala 5x2. Sou branca, de olhos claros, baixinha, me cuido e tenho um belo corpo. Diariamente sou xavecada por homens, principalmente casados; além disso, ainda sofro com os "babacas" sem atitude.

​Justamente no trabalho conheci o Marcos, o Maike e o Marcelo. Os três FDPs são do mesmo setor. Como minha função obriga a transitar pelas dependências da empresa, o contato era quase inevitável. Eles não desperdiçavam a oportunidade que tinham: passaram a me cortejar, elogiar e xavecar. Eu tinha certeza de que combinavam o "ataque", já que as investidas eram idênticas; era perceptível que agiam em conjunto.

​O Maike é moreno, de baixa estatura e fala pouco, mas tem um olhar fulminante. Já o Marcelo é branco, gordo, mas tem uma lábia que venderia burca facilmente nas comunidades do RJ em dia de calor — o cara sabe te convencer. E o Marcos, o mais ousado e cafajeste de carteirinha, é negão e chamou minha atenção por ser muito cheiroso. É alto e costuma usar cavanhaque; meu Deus, que homem maravilhoso! Foi ele quem sugeriu pagar por um date grupal. Fez a proposta sem qualquer rodeio: jogou o preço e me deu um tempo para pensar.

​Os outros seguiram a mesma sugestão. Fiquei balançada, óbvio; o dinheiro me seduzia. Nunca imaginei que faria um "job", mas pensei a respeito. Conversei com uma amiga que já faz esse tipo de trabalho e ela sugeriu que eu aceitasse, dando-me várias dicas. Confesso que fui convencida a transar com os três machos através da "ciência exata": eles conseguiram me provar o valor através de cálculos matemáticos. Pelo menos não ficaram me rodeando como mosca em padaria; chegaram, fizeram a proposta e eu gostei da atitude.

​Sou solteira, e meu estado civil facilitou bastante — diria que me impulsionou a aceitar, até porque, se fosse casada, não iria. Em contrapartida, eu já tinha essa fantasia sexual em mente. Acredito que toda mulher quer dar para mais de um macho, e tem as gulosas, como eu, que encaram até um gang bang. Imagina dar e receber... eu estava amando a ideia!

​Seguindo a dica da Silvia — a amiga que praticamente me ordenou a aceitar —, criei um grupo no WhatsApp e expus o que era permitido rolar e a chave do Pix. Aumentei o valor e confirmei que rolaria a surubinha por duas horas, eu encarando os três. O valor, segundo os cálculos para duas horas de prazer e renda extra, seria bem interessante: era a metade do meu ordenado do mês inteiro.

​No dia combinado, eles foram me buscar com pontualidade britânica. O carro parou na minha porta; os três estavam atrás. Era um veículo grande, de sete lugares creio eu, e quando entrei, eles estavam de smoking e me cumprimentaram. Era impossível não estar feliz e, ao mesmo tempo, com medo. O Maike estendeu a mão para auxiliar minha entrada, já que o salto alto não ajuda muito nessas horas. Assim que sentei, o Marcelo disse que teria uma surpresa adicional e me mostrou uma linda venda de seda. Não discordei e aceitei no ato. Após ser vendada, o carro partiu para onde eu não sabia; a única certeza era que fui bolinada até o local.

​Imaginem a cena: eu estava vendada, com as mãos para trás. Como se estivesse indo para o "abate", decidi ir de vestido e calcinha fio-dental. O tempo todo as mãos deles tocavam o meu corpo; eu não sabia quem me tocava, só sabia que estava sendo desejada, e a venda trouxe mais tesão ao momento. Frutas geladas foram colocadas na minha boca, como morango, uva e kiwi. Eu só sabia o que entrava pelo sabor, já que o silêncio reinava no ambiente. Permaneci como eles me recepcionaram: com as mãos para trás e sentindo os toques. Eles não cansavam de passar a mão em mim. O veículo transitava em velocidade baixa dentro da cidade; acredito que pediram para ficar rodando pela localidade, talvez por fetiche. Alguém puxou meus braços e pude usar as mãos. Nossa, como é gostoso segurar as pirocas sem saber de quem são! Como em um glory hole, eu podia segurar e masturbar. Ouvia alguns gemidos, mas não identificava quem era.

​Passados cerca de quinze minutos, entramos em algum lugar, pois ouvi o condutor falar o número da suíte. Na garagem, fui conduzida até o quarto sem tirar a venda. Lá dentro, imóvel e encostada em algum lugar, eles me puxaram e uma música começou a tocar. Tiraram a minha roupa e começaram a me beijar; cada ponto do meu corpo recebia um beijo. Eu me vi dançando ao som de uma música envolvente, um lounge. Acredito que estavam chupando gelo, já que os beijos estavam geladíssimos.

​Ainda em pé, apoiando as mãos nos joelhos, senti-me como um bicho de carrossel. Enquanto um me beijava e apalpava meus seios, outro me comia por trás. Eles ficavam alternando. O que mais trazia ansiedade era não poder ver nada; restava me tocar, esfregando o clitóris e sentindo a "paulada". Tinha um que, lembro bem, penetrava com força. Ninguém queria saber de carinho, mas havia um específico que me maltratava com vontade.

​Depois, me conduziram a uma poltrona, já em "d4". Insisto: vendada. Eles alternavam entre si a penetração; eu só sentia o pau entrando e saindo nos dois buracos. A agonia de estar vendada dava lugar ao tesão de sentir as pirocadas nas minhas entranhas. Alguém me chupou — que sensação maravilhosa! Gozei nessa chupada. Os três gozaram em mim, um verdadeiro banho de porra. Tirei a venda e o Marcelo beijou minha boca cheia de esperma, sem qualquer nojinho.

​Tomamos banho juntos; o box ficou lotado. Mais uma vez, uma sensação ímpar: eles me ensaboando, me tocando, apalpando. Eu olhava para eles enquanto levava várias dedadas, principalmente quando fiquei de costas. Por incrível que pareça, estar no centro da atenção deles me excitava. Gozei novamente, agora com as dedadas, além do clima de ser a puta que saciava os machos. O tempo todo eles me xingavam e me batiam levemente na cara.

​Com o término do tempo contratado, voltamos para casa. Beijei os três na porta da minha residência e pude agradecer pela noite. Eles querem bis, e eu estou pensando em adicionar mais uns dois na próxima vez. Gostei de ser abusada, foi excitante e eu já queria isso. Deixei a sugestão de mais dois machos na próxima; aumentei o valor do Pix em 20% e a concordância foi unânime.

​Já estou ansiosa para a próxima. Contarei como foi!

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 22 estrelas.
Incentive Negão_RJ a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Negão_RJNegão_RJContos: 343Seguidores: 125Seguindo: 8Mensagem Gosto de Ler, Gosto de Escrever

Comentários

Listas em que este conto está presente

Negao_RJ
Os melhores