Nem sei se classifico como uma história picante, mas vamos lá. Espero que seja visto desta forma, e longe de mim refletir qualquer drama ou lamúria.
Sou a Carla, uma mulher de trinta e nove anos, branca e solteira. Apesar de gostar muito de sexo, não tive muitos relacionamentos; acredito que a razão seja por estar muito acima do peso ideal. Recentemente, tomei coragem para mudar, já que isso depende de alguns fatores pelos quais eu, sinceramente, não estava disposta a lutar — mas agora pretendo. Mudei justamente por conta deste relato.
Muito jovem, fui agraciada como madrinha e hoje o meu afilhado tem entre dezenove e vinte anos. Foi exatamente no aniversário dele que a minha "chave virou" e eu decidi mudar. Trabalho em casa no sistema de home office e moro com meus cachorros, Pedro e Paulo, dois SRDs que são meus amigos, confidentes e testemunhas. Afinal, vivem assistindo às minhas safadezas. Sou muito fogosa e, como não tenho ninguém, resta-me masturbar assistindo a vídeos ou lendo contos eróticos. Uso meus brinquedos e confesso que já deixei os meus cães me lamberem: sinalizei onde queria a lambida com um pouco de pasta de amendoim, e meus amiguinhos promoveram uma bela gozada só com a língua. Por sinal, isso rende uma história à parte.
Mas o destino estava a meu favor. Tenho esse afilhado, filho de uma grande amiga, chamado Rafael. Ele é sempre presente e, do nada, resolveu passar um fim de semana na minha casa. Confessou a tristeza de não ter dinheiro para comemorar o aniversário com os amigos. Claro que fui convidada, mas obviamente não iria; tenho algumas dificuldades em me relacionar com muita gente, sou muito seleta. Porém, vi uma oportunidade na lamentação do rapaz.
Estávamos bebendo e já passava das 21h de um sabadão. Eu bebericava uma taça de gim em dose dupla, enquanto ele detonava minha garrafa de uísque com água de coco. Depois da terceira taça, disse que poderia ajudá-lo. O Rafael saltou de alegria dizendo que seria um sonho e falou sobre o tal lugar. Insistiu na minha presença e, depois da manifestação de alegria dele, eu disse que poderia financiar não só o aniversário, mas outros momentos. Quando disse isso, o Rafa parou, me olhou de cima a baixo e perguntou como seria isso. Aí, quem passou a responder com o olhar fui eu.
Como estávamos sentados um ao lado do outro ouvindo música, estiquei minha mão na direção dele por cima do short e passei a alisar, olhando para o volume que crescia. Eu disse que pagaria muito bem se ele deixasse eu chupa-lo, pois queria que gozasse na minha boca. Com a minha mão atuando no aquecimento, a resposta foi um "sim" instantâneo. Ele, nervoso, bebendo o uísque mais rápido que o convencional, concordou com a cabeça enquanto pegava a garrafa na mesa de centro.
Eu, sem perder o foco em masturbá-lo, ainda que por cima da calça, mudei o ritmo da sedução quando disse que daria trezentos reais. Os olhos do Rafinha brilharam. Deixei no ar que poderia ser até mais, esperando ele dizer o que tinha em mente. Claro que ele estava retraído, não esperava a proposta; achou que sairia com os cem reais de todo ano, mas estava visivelmente animado, já que bastava colocar o pau na minha boca e deixar eu chupar até receber seu leitinho.
Perguntei se ele tinha se masturbado recentemente ou se a namorada tinha feito algo. Ele, todo acanhado, disse que não, que estava "na seca". Nesse instante, imaginei que ele estaria cheio de vontade. Passei a alisar meus seios e pedi para ele me servir mais gim, lembrando que a dose deveria ser dupla. Ele, sem ação, serviu-me. Perguntei se iria demorar e passei a cobrar pela presença do membro na minha boca; lembrei que queria o "leite". Ele estava muito sem jeito e perguntou se não podia ser trezentos e cinquenta reais. Eu, bem piranha, disse que só dependia dele e da quantidade de porra que ele jogaria na minha boca.
Quando o Rafa ficou em pé, o volume marcava na bermuda jeans. Ele se aproximou, eu baixei a roupa dele e a piroca saltou no meu rosto. Era enorme e fina. Continuei masturbando e olhando para ele; pedi para ele segurar minha bebida. Meu afilhado estava estatelado olhando para a minha atitude, e eu passei a chupá-lo. Com a piroca na minha boca, ele começou a soltar os primeiros arrepios e gemidos. Acho que eu estava no ponto certo e mantive o ritmo. Apesar de grande, eu deixava entrar até a goela. Nesse momento ele gemia muito. Eu olhava para ele; é prazeroso ver as reações. O fdp passou a tomar o meu gim enquanto a lágrima descia dos meus olhos, e eu mantinha a chupada estilo garganta profunda. A saliva servia para massagear as bolas e a boca mantinha o vai e vem...
Depois de algum tempo, passei a pedir o leite. Os olhos dele reviraram. Já não tinha mais gim na taça. Eu estava chupando as bolas e a cabeça, com medo de que o primeiro jato saísse enquanto eu estava no saco — é involuntário. Meus cachorros assistiam a tudo sentados. Eu olhava para o Rafa pedindo por leite e a piroca pulsava na minha boca. Tinha certeza de que seria presenteada. Dito e feito: o primeiro jato foi direto na garganta, o segundo ficou na boca e o terceiro eu tive que colocar a mão para não cair, de tanta porra que era. Engoli e voltei a chupar para pegar o restinho que fica no canal. Meu afilhado gemia, segurando minha cabeça contra ele. Nesse momento eu engasguei, mas mantive a pose; nasci para isso.
Ele sentou, eu continuei masturbando-o e, com a outra mão, fazia a transferência do dinheiro pelo celular. Resumindo: sempre que ele estava "duro", ia me visitar e levava o "leite". O esperma dele era gostoso e eu estava feliz em ajudar meu afilhado.
Até o próximo boquete!
