Marcando golaço no terceiro tempo da pelada

Um conto erótico de Paulo
Categoria: Gay
Contém 862 palavras
Data: 25/11/2025 12:43:54
Última revisão: 12/03/2026 10:39:07

Com uma habilidade imensurável em driblar a minha esposa, Joana, nos finais de semana, consigo me reunir com a turma no campinho de grama sintética do clube "Não Podemos Parar". Fica a cerca de trinta minutos da minha casa e é o ponto de concentração dos peladeiros da redondeza. Somos amigos de longa data e não abrimos mão das partidas de futebol, que geralmente duram de noventa a cento e vinte minutos, sempre regadas a cerveja e churrasco ao final. Alguns levam suas parceiras, mas a maioria prefere ir só, para falar besteira sem qualquer inibição.

​Geralmente, quando alguém da patota falta, entendemos que não foi um "drible" eficiente na patroa e tiramos um sarro do companheiro assim que ele aparece. É uma gozação válida, já que somos todos casados e o grupo tem cerca de quinze marmanjos.

​O que eu, Paulo, quero contar aconteceu há algum tempo. Eu tinha apenas alguns meses de casado e confesso que, mesmo depois de tanto tempo, não esqueci. A partida terminou e fomos para os comes e bebes. Tudo fluiu normalmente, mas o dia não estava com o tempo bom e saímos antes que a chuva caísse. Ofereci carona, como sempre faço, e o goleiro Jefferson aceitou. Ele disse que estava a pé e com receio de se molhar no caminho. Deixei claro que não sairia do meu itinerário, mas ele explicou que morava perto da minha casa; sinceramente, eu não sabia. Ele disse o nome da rua e, pela referência, era uma distância pequena de onde eu resido.

​Despedi-me e saí com o carro. Assim que entrei na rodovia — que estava livre, pois não havia muitos veículos trafegando naquele horário —, o Jefferson começou a alisar minha perna. Não entendi e olhei para ele. Nenhuma palavra foi dita. Fiquei sem me manifestar, não fiz nenhuma indagação, e a mão dele continuava sobre as minhas pernas suadas, indo em direção ao meu membro, que já estava "meia-bomba". A pegada o deixou mais firme.

​Encostei o veículo na estrada e liguei o pisca-alerta. O Jefferson me olhava, também sem falar nada. Ele puxou o meu short e, enquanto eu olhava para a estrada, o amigo abocanhou meu pau. A boca dele era mais gostosa que a da minha mulher; ele deslizava com vontade e o safado ainda pediu "leite" na boca. Como eu estava há dez dias sem sexo por conta de uma briga com a esposa e estava cheio de vontade, não demorei muito para soltar tudo. O amigo representou: não deixou cair nada. Eu empurrava a cabeça dele contra mim, urrando por conta da gozada; o Jefferson fez uma bela "defesa" com a boca. Graças a Deus, não passou nenhum carro da concessionária que faz a manutenção da rodovia, que geralmente aparece para socorrer veículos parados.

​Ele se levantou, limpou a vista por conta das lágrimas e guardou meu membro, já limpo, de volta na cueca. Puxei o short, religuei o carro e fomos para a casa dele sem qualquer comentário. Ao chegar, sua esposa, Fernanda, veio recepcioná-lo no portão e me perguntou se a minha mulher não reclamava de eu passar tanto tempo no futebol. Respondi que homens casados também mereciam entretenimento depois de uma semana agitada. Nesse momento, o Jefferson tirou a camisa e disse à esposa que fora um jogo muito bom e que ele pretendia "atuar" sempre assim, como um profissional. Obviamente, entendi o recado e respondi que, se continuasse assim, o técnico da Seleção o convocaria para a próxima Copa. Despedi-me e saí com o carro.

​No próximo final de semana, a bola rolou sem qualquer comentário sobre o ocorrido. Na volta, novamente recebi o brinde do amigo "boca de veludo", que fazia questão de engolir tudo. Eu estava adorando; a mulher de pirraça em casa e o amigo me ajudando a aliviar a tensão na amizade.

​Resumindo: acabei comendo o Jeff no meu carro, na estrada. Ele tem uma bunda linda e depilada. Levei uma calcinha da minha mulher, fiz ele vestir e o comi debruçado no porta-malas do meu SUV. E, claro, guardei o final para a boca dele, como ele tanto exigia.

​O Jeff virou meu amante, sempre passivo. Ele adora usar as peças de roupa que eu levo; ficou muito sexy com uma camisola vermelha de renda. Como ele é peludo, deu um belo contraste com a barba. Além de dono de uma boca fenomenal, ele adorou a experiência no motel. Já nos pegamos na casa dele e até na minha. Ele sempre pede uma peça de roupa da minha esposa e eu não me faço de rogado: coloco a peça na bolsa da chuteira e, na volta, é certo que serei presenteado. Confesso que gosto de usar o corpo dele; ele gosta de se sentir uma puta.

​O futebol ficou muito mais animado depois dessa revelação. Ninguém no grupo percebeu nada, até porque ele faz o tipo "machão" entre os amigos e fala sempre da sua atuação como policial. Eu fico só olhando e imaginando a safada que ele é no íntimo. Ele quer transar na viatura; é uma situação difícil de acontecer, mas ele está tentando. Se rolar, vocês saberão.

​Até a próxima loucura!

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