As Mulheres da Família - O Box - Parte 12

Um conto erótico de Dr. Prazer
Categoria: Heterossexual
Contém 3342 palavras
Data: 26/11/2025 16:17:10
Última revisão: 17/12/2025 21:15:41

Jaque diz:

- Pai, posso fazer uma pergunta?

- Pode - Respondo tremendo

- Você gosta de que tipo de sexo? Amorzinho? Selvagens? Ninguém é de ninguém.... O que você prefere? - Pergunta Jaque.

- Ah, depende do momento e do tesão. Mas se fosse escolher uma, talvez uma mistura de tudo. E você filha? - Pergunto.

- Ah, eu gosto de selvagem. Mas eu topo tudo. Só quero gozar!

- Fico sem ar, mas ainda vou mais a fundo e pergunto a Lê:

E você filha?

- Adoro um amorzinho, pai! - Responde Lê.

- Isso é importante, não adianta fazer e não gozar. - Digo.

- Sim pai. E tem outra coisa: Eu e a Jaque ainda dúvida o que você disse aquele dia no banheiro... - Diz Lê.

- O que filha? - Pergunto.

- Que você daria conta de nós três! - Responde Letícia.

- Papai não mentiu. Dou conta.

- Ah é? O que acha Jaque? Será que o papai está falando a verdade? - Pergunta Letícia.

- Temos que descobrir. - Diz Jaque.

- Sim, pena que só tem duas aqui né? - Pergunta Letícia.

- Eu acho que é o bastante para ele. - Diz Jaque.

- O que acha pai? - Pergunta Letícia.

- Podem vir. - Respondo.

- Nesse momento a Letícia desliga a TV e coloca o controle remoto no chão.

Ela veio até mim e me beijou imediatamente. Sua língua invadiu a minha boca com uma agressividade deliciosa. Nossas línguas se encontraram e travaram um duelo de paixão, enroscando-se com a voracidade de quem busca tudo o que pode, como se cada toque fosse o derradeiro.

Minha mão apalpa a sua bunda pequena e empinada até que a Jaque puxa o meu rosto e começa a me beijar. Nossos beijos não tinham a intensidade dos de Letícia, mas sua língua girava na minha, em um movimento delicado e envolvente.

Letícia ao meu lado vai até o meu pescoço e começa a passar a língua e a sua mão direita vai até o meu pau e começa a punhetar bem devagar. Até que a Jaque para de me beijar e diz:

- Tá gostoso pai? Suas filhas estão cuidando bem de você?

- Estou, mais ainda preciso de cuidados. - Respondo.

- Oh dó. E ela volta a me beijar. A língua da Letícia percorre pelo meu tórax até que a puxo e começamos a dar um beijo triplo. Nossas línguas relam uma na outra até que a Letícia para e diz:

- Você é muito safado pai.

- É o tesão! - Respondo.

- Ah é? E se a gente fizer isso?

E a Letícia puxa a boca da Jaque e elas começam a se beijar na minha frente. Fico olhando para aquela troca de beijos molhados até que a Jaque para e volta a me beijar. Logo em seguida é a Letícia e depois nós três começamos um triplo novamente. Ficamos assim por minutos até que a mão de Jaque vai até o meu pau e ela começa a me punhetar.

- Tá gostando pai? - Diz Jaque

- Adorando. - Respondo.

- Pai é safado. - Diz Letícia.

E a Letícia coloca a sua mão em cima da mão de Jaque e começa a me punhetar também. Eu vou as loucuras sentindo aquele prazer proibido e ao mesmo tempo intenso. Até que a Jaque diz:

- Gosta de espanhola, pai?

- Adoro! - Respondo.

Ela vai se abaixando e em uma sintonia perfeita, Letícia vai subindo e volta a me beijar. Assim que começamos sinto a boca da Jaque engolir todo o meu pau.

Jaque começa um boquete perfeito. Sua boca engole o todo fazendo sentir o sino da sua garganta. Ela começa a subir e descer com a boca, até que ela se mexe mais e fica no meio das minhas pernas e volta a chupar a minha rola. Letícia para de me beijar e sobe um pouco deixando seus seios pequenos na altura da minha boca.

Eu caio de boca neles e começo a passar a minha língua na sua aréola, depois bicos, e começo a revezar com algumas chupadas.

- Aiin pai, que gostoso! - Diz Letícia.

Minha mão vai descendo até a sua boceta e começo a toca-la. Já estava encharcado e início um movimento circular.

- Aiin pai. Que gostoso. Continua, vai? - Diz Letícia.

E minha boca devora aqueles seios como se fosse um sorvete. O barulho de "glop" "glop" "glop" ecoa pelo quarto. Até que Jaque leva suas tetas e começa a fazer uma espanhola e o barulho de peles se tocando fica evidente.

- Deixa o papai te chupar, deixa? - Pergunto a Letícia.

- Deixo pai. Chupa meu grelinho bem gostoso, chupa?

Ela vai subindo, joga a sua perna direita por cima da minha cabeça e começa a se sentar. Ela afunda sua boceta na minha cara e começo a lambe-la. Seu clitóris é tão pequeno e delicado que passo a língua com muito cuidado. Depois vou no seu lábio vaginal, e seu melzinho começa a sujar o meu rosto.

Não estava acreditando ainda que estava chupando a boceta da minha filha que troquei as fraldas enquanto a outra chupa a minha rola. Levanto o meu braço até o rosto da Letícia, e com a boca, puxa o meu dedo indicador e começa a chupa-lo.

- Caralho, que rola dura e gostosa pai. - Diz Jaque.

- Tô louca para sentar nele. - Complementa.

- Agora não, deixa eu chupar um pouco. - Diz Letícia.

A Jaque para de chupar na hora e se levanta. Vai em direção a Letícia e diz:

- Vai lá, cai de boca no pauzão dele.

A Letícia sai de cima, e vai descendo até chegar no meu pau. E ela cai de boca, e começo a sentir a sua boca aveludada iniciar um boquete delicioso. Jaque se aproxima e me beija com toda a intensidade. É uma surpresa que me arrebata. Consigo sentir o sabor residual do meu pau em sua boca.

Letícia começa a fazer um parafuso, depois o engole todo, chegando até tossir, e em seguida passa a sua língua no meu mastro, começando no risco das bolas chegando até a glândula. Nesse momento eu começo a chupar as tetas enormes da Jaque. Minha língua passa por todo a sua aréola, pelos seus bicos e começo a dar várias chupadas, na qual, a cada que eu dava aumentava a intensidade.

- Cacete, que delícia. - Dizia Jaque.

Ela volta a me beijar. Logo em seguida ela fala:

- Quer ver se a minha bocetinha tá limpinha e gostosa pai?

- Quero, deixa eu cair de boca nesse grelinho gostoso, deixa? - Respondo.

- Claro pai. O que você pedir é uma ordem - Responde Jaque fazendo uma cara de safada.

Ela se levanta e fica em pé na cama. Vai até o meu rosto e vai sentando até que seus lábios vaginais batem na minha boca e eu abro fazendo entrar aquele grelinho. Começo a passar a língua e o gosto era maravilhoso. Sua boceta é enorme, na qual tem um gosto diferente, adocicado. Levo as minhas mãos até as suas tetas é ela começa a rebolar na minha cara.

- Nossa pai, que língua gostosa! Chupa assim, chupa!

E o aumento das suas reboladas faz sua boceta percorrer por todo o meu rosto. A olho no rosto e percebo que ela está me olhando com uma cara de tesão absurdo.

E a Letícia continua fazendo um boquete delicioso. Ela é mais intensa que Jaque no uso da língua. Seus movimentos são precisos, e ela se concentra em passar a língua apenas na cabeça do pau, explorando o formato com minúcia. Isso faz eu parar várias vezes de chupar a Jaque de tanto prazer que estava sentindo. Ficamos assim por cinco minutos. E eu pensando:

- E o remédio é muito bom. Obrigado José.

Até que a Jaque sai de cima e a Letícia ao ver, para de me chupar. As duas voltam a deitar no meu lado, cada uma em um lado, e começam a me beijar. Primeiro a Jaque e depois a Letícia.

- Aiii pai, você é um gostoso. Tô louco para sentar nessa rola. - Diz Letícia

- Eu que vou sentar primeira! - Diz Jaque

- Não, sou eu! - Lê

- Não vai não. - Responde Jaque.

- Quem quer que você senta primeiro pai? - Pergunta Letícia.

- Tirem par ou ímpar. Mas podemos deixar essa brincadeira mais gostosa, né? - Respondo.

- Como assim pai? - Pergunta Letícia.

- Quem perder além de dar a bocetinha por papai vai ter que chupar a bocetinha da irmã! - Respondo.

- Aiiii pai. Como o senhor é um tarado! - Responde Jaque.

- Muito Jaque. Não esperava isso do pai. - Complementa Letícia.

E a Jaque passa a língua nos meus lábios.

- O que acha, Lê? - Pergunta.

A mão de Letícia vai até o meu pau e ela começa a bater uma punheta bem lentamente e diz:

- Eu nunca fiquei com mulher. Não sei Jaque...

- Mas é para deixar o pai feliz. O que acha? - Insiste Jaque.

- Papai é um tarado, isso sim! - Diz Letícia que me dá um beijo logo em seguida.

- Então você quer ver suas filhas se pegando? - Pergunta Jaque.

- Sim! - Respondo.

Nesse momento Jaque também começa a me punhetar. As duas começam em um movimento síncrono a subir e descer com suas mãos. A cara de tesão das duas eram inesquecíveis. Provavelmente esperavam aquilo a meses. E eu tinha que corresponder à altura, pois tudo o que eu estava pedindo elas estavam fazendo, até que Letícia responde:

- Ah pai. Posso ser sincera com você? Eu não sei se quero chupar pepeka não - responde dando risada.

- Tá bom filha. Se você não quer não faremos só para me agradar! - Respondo.

- Mas um beijo na Jaque eu posso dar para te alegrar um pouco, o que acha? - Diz Jaque.

- Deixa eu ver! - Respondo.

Letícia se aproximou de Jaque, reeditando o beijo de língua. Os movimentos das línguas se entrelaçavam novamente, um rito familiar de ardente desejo. No entanto, apesar da forte atração mútua, era evidente que Letícia não compartilhava a mesma entrega ou conforto ao beijar a irmã.

- Pai, quer duas línguas em sua rola? - Diz Letícia.

- Quero. - Respondo.

E as duas vão se abaixando até chegar no pau, e começam a dividir o meu membro. Enquanto uma chupa o cacete, a outra as bolas, e depois de um tempo, trocam de lugares. Em um momento as duas passam as suas línguas simultaneamente fazendo eu delirar de prazer. Até que eu decido:

- Era a hora de meter, antes que eu goze na boca delas.

- Vamos tomar um banho meninas? - Pergunto.

Elas me olham e dizem:

- Vamos pai. - Responde Jaque.

Nos levantamos e caminhamos até o box. Entramos, e Jaque abriu o chuveiro. Quando a água começou a cair, eu fui para debaixo dela. Fiquei no meio enquanto Letícia se posicionou à esquerda e Jaque, à direita. Nesse momento, eu as abracei.

- Papai safado. - Diz Jaque.

Eu dou um beijo em sua boca e depois uma na Letícia. Enquanto beijo a Lê, Jaque vai até a parede e se escora com suas duas mãos, deixando a sua grande bunda empinada. Ali eu entendi que ela seria a primeira. Vou atrás dela, seguro o meu pau com a mão direita, e vou entrando. Minha glândula começa a sentir o calor do seu canal.

Vou entrando até que eu aterro todo o meu pau e começo a fazer movimentos de meter e tirar dentro da sua boceta. Sim, estava comendo a minha filha mais velha. Seguro o seu quadril para ter uma maior firmeza e começa a bomba-lá. Vejo meu pau entrando e saindo daquela boceta.

- Aii pai, aiiiiiinnn. Delícia!

Letícia vem ao meu lado e começamos a nos beijar. Começo a aumentar as bombadas e o barulho de "plaft" "plaft" "plaft" ecoa pelo banheiro. Cada vez que meu pau aterrava em sua boceta era um grito:

- Aiiin pai. Isso. Aiiinn!

Até que a Letícia diz:

- Fala baixo Jaque! Podem ouvir a gente.

E com isso a Jaque diminui a altura dos gritos e começa a mais gemer do que gritar. Fico entre beijos e chupões nos seios da Letícia enquanto meto em Jaque. Depois de cinco minutos comendo aquela boceta gostosa, tiro o meu pau e falo:

- Agora é você filha - Olhando para a Letícia.

Ela encosta na parede e faz a mesma posição que a Jaque. Empina a sua bundinha pequena, mas redonda, e diz:

- Vem pai.

Eu vou atrás dela e com meu pau vou entrando em sua boceta.

Diferentemente da Jaque, sua boceta é muito apertada, e mesmo molhada, meu pau tem um pouco de dificuldade em entrar. Pouco tempo depois eu consigo penetrar completamente e começo a bomba-lá. Olho para baixo e vejo meu pau sair e entrar novamente, agora em outra filha. Aumento um pouco a velocidade e nisso a Jaque vem em minha direção e diz:

- Gostoso do caralho.

Me dá um beijo de língua e fica olhando eu meter na sua irmã. A Letícia era mais comedida e apenas dizia:

- Assim pai.

- Cacete, que tesão gostoso. Nunca senti isso! - Complementa Letícia.

Eu noto que suas pernas começam a tremer e aumento as estocadas em sua boceta. Enquanto isso começo a chupar as tetas da Jaque, na qual eu dividia com a água que caia do chuveiro. Depois de um tempo a Jaque diz:

- Me come de frente pai?

E tiro o pau da Letícia que mal se aguentava em pé. Jaque vai até a parede e encosta de costa para ela. Me olha e com sua mão direita vai até a sua boceta, dobra levemente os joelhos e a abre para eu a penetrar. Levo o meu pau até a porta da boceta e antes de penetrar ela diz:

- Me come gostoso.

Vou entrando com meu pau e começo a meter nela novamente, mas dessa vez de frente. Meu pau começa a escorrer por toda a sua boceta, e ela me prende em um abraço e começa a me arranhar com força, demonstrando que estava cheio de tesão. Enquanto isso Letícia pega o chuveirinho, se senta no chão, e joga água em sua boceta e começa a bater uma siririca enquanto olha aquela cena.

Seguro o quadril de Jaque e olho bem nos fundos dos seus olhos e enxergo que a minha filha mais velha adora uma putaria, que ela estava ali esperando algo a mais, como algo mais pesado. E eu testo ela...

- Tá gostando cachorra?

- Cachorra pai? - Pergunta, Jaque.

- É, cachorra. Tá dando para o próprio pai. É cachorra. - Respondo.

- Ah é, você nem tá gostando né seu puto? - Responde, Jaque.

- Olha, sou seu pai, quer apanhar? - Digo.

Da um tapa na minha cara se você é homem, dá? - Diz Jaque.

Eu dou um tapa no seu rosto e ela mostra os dentes, demonstrando raiva, e ela diz:

- Gostoso, me dá mais um, dá? Cuzão do caralho.

E dou mais um tapa e acelero as metidas e ela diz:

- Caralho, que delícia, cachorro.

Encosto à na parede, me envergo e vejo meu pau sendo engolindo por sua boceta. Ficamos assim por alguns minutos até que ela me puxa e dá um beijo na boca. Assim que terminamos ela volta a se escorar na parede e arrebita aquela bunda enorme. Volto a penetrar e começo a dar vários tapas em sua bunda, deixando vermelha.

- Tá gostando cachorra?

- Tô pai, seu puto. Come a sua filha, come seu boilola!

Começo a meter com força e os gritos cada vez maiores e a Letícia diz novamente:

- Grita mais baixo, Jaque. Podem ouvir.

- Cala a boca Letícia. Deixa o pai me comer. - Responde Jaque.

- Aiiiinnn pai. Isso seu cuzão, fode com força essa boceta. - Complementa Jaque.

Meto com tanta força que vejo seus seios baterem na parede a todo momento. Ficamos assim por mais de cinco minutos até que ela pede para parar.

- Nossa pai, que que isso.

E ela começa a pegar fôlego, demonstrando que está exausta. Letícia que estava no chão tocando uma siririca se levanta e vem em minha direção. Ela me olha e morde os lábios, enquanto seguro-a pelo quadril. Deslizei minhas mãos até a sua bunda e, em um movimento rápido, a ergui para o meu colo. Ela abriu as pernas, eu a trouxe para perto do meu corpo e a fiz deslizar lentamente para baixo.

Meu pau bate em sua boceta e a Jaque, que estava ao lado, se ajoelha e ajeita meu pau para entrar na boceta da sua irmã. Aterro e começo a fazer ela subir e descer. Minhas mãos pega em suas nádegas e ela me abraça. Diferentemente da Jaque, Letícia gosta de algo mais suave, simples, o famoso "papai e mamãe". Com a ajuda dos meus braços, Letícia sobe e desce bem devagar.

A olho e noto que está revirando seus olhos e aumento a velocidade. Ela me abraça mais forte e meu pau sente aquela boceta apertada e suculenta. E ela me abraça mais forte ainda e diz bem baixinho:

- Isso pai, assim!

Continuo a penetração até que sinto a língua da Jaque passar por minhas bolas. Olho para baixo e vejo ela sentada por debaixo da Letícia me chupando. Algumas vezes eu levanto a Letícia, deixando meu pau escapar e a Jaque cai de boca, sentindo o gosto da boceta da sua irmã. Ficamos assim por mais de três minutos, até que me canso, desço a Letícia, fecho o registro, e falo:

- Vamos para o quarto?

A Letícia pega as toalhas que estavam penduradas, nos secamos e voltamos para o quarto.

Deito na cama e a Jaque vai diretamente no meu pau, subindo, até que a sua boceta engole meu pau novamente.

Letícia me dá um beijo de língua e volta a sentar na minha cara. Começo a passar a minha língua em seu grelinho enquanto Jaque sobe e desce no meu pau. As estocadas vai aumentando e o barulho de "plaft" "plaft" "plaft" aumentam, e Jaque diz:

- Tá gostoso, seu pintudo?

Não respondi porque minha boca está na boceta da Letícia. Jaque sobe e desce cada vez mais rápido e ela diz:

- Desse jeito vou gozar seu puto. Deixa eu gozar no seu pau, deixa?

Ela começa a rebola e os barulhos de gemidos aumentam, até que ela dá um grito:

- Awwwwwwwn

- Vou gozar caralho, vou gozar!!!

E sinto uma tração bem forte no meu pau, e ao mesmo tempo um aumento de temperatura no local. Jaque tinha gozado...

- Caralho Pai, gozei

Ela se levanta e dá uma lambida no meu pau.

- Vai Letícia, goza nessa rola, goza? - Diz Jaque.

Letícia muda de posição e ela que senta no meu pau. Vai subindo e descendo, subindo e descendo... Olho para aquela boceta nova e a vejo engolindo o meu pau. Começo a sentir vontade de gozar e o cansaço a bater. Letícia começa a rebolar e ela me olha. Puxo a Jaque que estava ao meu lado olhando aquela foda e coloco ela sentado na minha cara. Mas dessa vez não vou para a sua boceta, e sim no seu cu. Começo a lamber as suas pregas e a Letícia aumenta as sentadas e diz:

- Aiiii, aiiiinnn, aiiin!

E Jaque diz:

- Goza Lê, goza bem gostoso!

Ela rebola no meu pau com agilidade, parecendo que estava sambando e diz:

- Puta que o pariu, tô gozando Jaqueee!

E sinto a tração da sua boceta e entendo que a minha filha enfim gozou. Ela sai de cima e diz para a Jaque:

- Só falta o pai, Jaque.

- Sim! - Responde.

Me levanto, e elas se ajoelham na cama. Começo a tocar uma punheta e elas abrem a boca. Alguns segundos depois solto toda a minha porra em seus rostos, as sujando com meu gozo. Nunca gozei tanto na minha vida. Elas ficam me olhando até que a Letícia diz:

Cacete, toda suja pai. Preciso tomar um banho e me limpar.

Elas se levantam e a gente volta para o box, mas dessa vez para tomar banho, e depois voltamos para a cama. Ficamos conversando um pouco sobre a viagem, e logo em seguida elas voltaram para o seu quarto. Mas antes perguntei:

- Você não quer que eu mate a barata?

- É mentira pai. - Diz Letícia.

- A partir daqui começo a ter uma relação com as três mulheres de casa: Minha irmã e duas filhas.

Falta uma: Minha sobrinha. Quando eu conseguir volto aqui para narrar. Espero que tenham gostado dos contos e até mais.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 78 estrelas.
Incentive Doutor do Prazer a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil genéricaDoutor do Prazer Contos: 12Seguidores: 63Seguindo: 0Mensagem O tesão acumulado fez eu começar a fazer loucuras. Hoje vivo em uma situação que não é normal para a maioria. E nela mais 4 pessoas convive comigo essas experiências. Então decidi compartilhar aqui para ver se eu acho mais pessoas que tiveram essa experiência.

Comentários

Foto de perfil genérica

Espero que esse autor não nos abandone, pois essa série de contos é muito excitante

0 0
Foto de perfil genérica

Jaque é a minha favorita bem que poderia rolar um dia dela humilhando o namorado agora corno dela junto com o Paulo.

0 0
Foto de perfil genérica

Cada conto da mais tesão, ansioso pela sobrinha

0 0

Listas em que este conto está presente