ROSA FLOR – CAPÍTULO 41 – FANTASIAS PERIGOSAS

Um conto erótico de Armando Pinto
Categoria: Grupal
Contém 7781 palavras
Data: 28/11/2025 16:34:23

Naquela noite de quarta-feira, enquanto jantava, fui invadido por uma sensação deliciosa de satisfação, afinal, tinha feito a Rosinha gozar na minha boca enquanto ela falava com a amiga Rita e depois gozamos juntos enquanto eu comia a bunda dela, me sentia tranquilo, saciado e feliz.

Após comermos fomos tomar banho na ducha do quintal aproveitando o clima quente. Devidamente banhados peguei uma toalha e uma cerveja gelada, forrei o banco de madeira e nos sentamos, ambos pelados aproveitando a brisa fresca que circulava pelo quintal, local que estava se tornando nosso ponto de encontro nos finais de noite. Falei rapidamente do meu dia de trabalho e deixei que a Rosinha também falasse, gosto de ouvir ela contar sobre o seus afazeres, pois trabalha sozinha em casa, sem ter com quem conversar e, à noite, sente necessidade de falar o que fez durante o dia. Após me contar tudo ela se acomodou melhor, mais próxima a mim, abrindo levemente as pernas e encostando seu joelho ao meu.

Pelo canto dos olhos eu, disfarçadamente, admirava o entre coxas da minha amada. Pensava no quanto homens e mulheres são diferentes naquela região. Nós, homens, temos pinto e saco que nem sempre se acomodam bem e muitas vezes temos de ajeitá-los entre as coxas. As mulheres, não tendo nada saliente na região, parecem se sentir mais à vontade, abrem e fecham as pernas sem se preocupar em acomodar “nada” entre elas. Eu apreciava os pelinhos que haviam crescido e pensei que não demoraria pra ela pedir pra raspar. Me sentia atraído por aquela delícia peludinha e me preparava pra lhe fazer um carinho mais ousado, pois embora satisfeito de sexo, eu queria transar e gozar mais uma vez antes de dormir. Foi quando eu ia me movimentar pra lhe acariciar os pelos da xana que ela falou:

Rosinha – Fer, me considero a mulher mais feliz do mundo por ter você ao meu lado, o homem que eu amo, o meu marido carinhoso, trabalhador e honesto, mas penso que você também deve se sentir muito feliz ao meu lado, né?

Eu (rindo) – Claro que eu sou feliz por ter você, mas porque é que cê tá dizendo isso?

Rosinha (sorrindo com um ar de provocação) – Veja bem, eu te dou tudo o que você quer e quando quiser, se quer gozar na minha boca, eu deixo, se quer na xota, eu abro as pernas, se quer a bunda, eu também dou. E tem mais, se você quiser transar com aquele casal que conhecemos na lanchonete, eu deixo você comer aquela belezura da Ana; e agora tem a Rita também que, se a excitarmos um pouquinho, certamente abriria as pernas pra você numa boa! Você tem que se sentir feliz, te dou de tudo o que é meu e até arranjo xotinhas diferentes pra você comer, é só escolher que eu deixo você experimentar outra rachinha. Sou ou não uma esposa especial?

Senti nessa hora que minha esposa discretamente me pressionava e que só faltou ela dizer: “Eu faço tudo pra você, bem que você poderia fazer ‘algo’ pra mim também!, que tal deixar eu abrir as pernas pro tio Carvalho, montar ele e deixar ele montar em mim?”

Eu (rindo) – É, concordo, mas se eu quiser transar com o casal, vou ter que entregar você de bandeja pro Paulo e assistir você rebolando no espeto dele!

Rosinha (rindo, pegando meu pinto mole pela base e balançando) – E você vai adorar me ver pulando no cacete dele, não vai? Confesse! Eu já comprovei várias vezes que você fica tesudo simplesmente por eu contar dos meu antigos namorados. Tente negar que não sente tesão ao me imaginar com outro e o seu pinto vai trair você e me contar toda a verdade, ele vai me dizer que você sonha todo dia comigo abrindo as pernas pra outro macho! Vai negar?

Não contestei, sequer tive condições de argumentar, principalmente porque meu pau ameaçava endurecer e se ele reagisse, estaria confirmado o que ela acabara de dizer, aliás, o meu pinto “traidor” estaria falando por mim e me entregando. Pensei em outras coisas pra ele não se manifestar e tentei mudar de assunto.

Eu – Há quanto tempo você e a Rita se conhecem? Ela é sempre maluquinha daquele jeito?

Rosinha (largando meu pinto) – Trabalhamos juntas por uns meses, ela é boa gente, trabalha bem, honesta e é taradinha por homem, adora namorar e não viveria sem pica, tá sempre procurando alguém pra transar. Se você quiser posso convidar ela pra sairmos juntos qualquer noite dessas e, quem sabe, poderá acontecer algo gostoso!

Eu havia gozado há pouco, me sentia satisfeito de sexo, mas a lembrança da Rita, da voz dela ao telefone falando putarias e imaginar nós três numa cama me fez sentir vontade de transar. Senti que eu precisaria gozar mais uma vez ou não conseguiria dormir bem. Eu pensava em tudo isso enquanto apreciava mais um gole de cerveja quando a minha esposa perguntou:

Rosinha – Fer, me diga qual a fantasia que mais te dá tesão; transarmos nós dois com um casal, ou com uma mulher, ou com outro homem?

Ouvir aquela pergunta fez meu coração acelerar, pois sabia que não teria como escapar de confessar meus desejos.

Eu – Oh, Rosinha, que pergunta!

Rosinha (rindo) – Amor, não se sinta tímido! Lembre-se que você tá falando com a sua esposa, sua amiga, amada, amante e cúmplice! Relaxe e fale o que pensa de cada uma dessas fantasias, mas deixe por último a que mais te dá tesão.

Meu coração disparou, não vi escapatória, não teria como mudar o assunto, pois minha esposa estava decidida a me ouvir falar dos meus sonhos eróticos. Respirei fundo, procurei as palavras adequadas tentando não admitir abertamente o meu desejo de ser corno e timidamente comecei a falar.

Eu – Imaginar nós dois e uma outra mulher me dá muito tesão...

Rosinha (interrompendo) – Amor, vamos dar nomes às pessoas, vamos pensar que a mulher sozinha seria a Rita, minha amiga e que o casal seria o Paulo e a Ana que conhecemos na lanchonete.

Aguardei esperando que ela continuasse e dissesse: “E que o homem seria o tio Carvalho”, mas ela nada disse. Ahhh, como eu desejei que ela tivesse dito isso! Antes que eu continuasse ela acenou pra que eu aguardasse e que buscaria outra cerveja. Ao voltar, estranhamente não mais se sentou ao meu lado e se posicionou em pé em frente a mim e com as pernas um pouco abertas, como se posiciona um militar. Apreciei seu belíssimo corpo, mas nada falei sobre isso e continuei minha narrativa carregada de vergonha, pois sabia que, ao final, estaria confessando abertamente meus sonhos e o meu desejo de ser corno.

Eu (tentando disfarçar a timidez e iniciando minha confissão pela fantasia número três, a última entre as que mais me davam tesão) – Claro que me imaginar na cama com você e outra mulher me excita, eu me sentiria um rei num harém! Eu e duas mulheres só pra mim, uau!, isso deve ser o sonho de muitos homens! Imagino um beijo triplo entre nós, três bocas unidas, lábios se acariciando, línguas dançando e se lambendo, misturando salivas! Ufa! Penso em como seria bom acariciar dois corpos femininos, ver vocês duas se abraçando, juntando os seios, esfregando uma xota na outra...

Rosinha (interrompendo) – Safado! Gostaria de ver eu e outra mulher nos pegando, é?

Eu (sorrindo) – É o sonho de todo homem ver duas gatas se agarrando, se beijando, se chupando, entrelaçando as pernas, esfregando bucetas! Imagino vocês duas lado a lado na cama e eu cheirando e lambendo uma e outra, sentindo cheiros e sabores de duas mulheres, ahhh, isso deve ser muito bom!

Rosinha – Imagine uma outra xota com cheiro e sabor diferentes da minha!

Eu (sentindo meu pau pulsar e começar a crescer) – Seria muito delícia poder sentir duas xotas! Penso em você e na Rita de pernas abertas me esperando na cama; depois que eu beijar e lamber muito as duas vou meter numa enquanto vocês trocam beijos entre si, depois vou meter na outra e curtir a delícia de comer duas xotas. Ahhh, deve ser muito bom ter duas mulheres só pra mim! Penso nas duas de quatro e eu tirando o pau de uma buceta e enfiando na outra, sentindo a delícia de comer duas xotas diferentes, mas na hora do gozo vou querer vocês duas fazendo 69, vou gozar dentro de uma e a que estiver por baixo vai lamber e chupar a xota da outra, vai engolir parte da minha porra, mas vai guardar um tanto na boca pra dividir com a outra num beijo que eu quero assistir. Eiiiiita! Deve ser bom demais ter duas mulheres só pra mim!

Rosinha (me encarando e falando com voz sexy) – Fer, você é muito safado!

A Rosinha sorria pra mim sem piscar os olhos; lentamente enfiou a mão entre as coxas meio abertas, deslizou o dedo maior entre os lábios xoxotais, enfiou a pontinha na portinha do paraíso e, ao retirar o dedo, me mostrou o quanto estava molhada, encostou um dedo no outro e os separou exibindo um fio cristalino unindo os dois e brincou:

Rosinha (sorrindo) – Tô molhadinha aqui embaixo! Continue contando.

Meu pau estava completamente duro, fiz um carinho nele, mas logo o larguei, pois não queria apressar meu tesão e gozar rápido.

Eu (escolhendo as palavras, pois estava prestes a confessar meu enorme desejo de ver minha esposa abrindo as pernas pra outro macho) – Transar com um casal seria melhor ainda, poderíamos trocar de parceiros, eu com ela e você com ele, todos juntos numa mesma cama.

Vi a Rosinha sorrindo ao ouvir que a minha segunda fantasia era transarmos com um casal, a que me dava mais tesão depois de transar com uma mulher. Nesse momento ela teve certeza de que a minha fantasia de número um seria transarmos com um homem, ou seja, eu acabara de revelar antecipadamente que o meu maior desejo, a fantasia que mais me dava tesão, era ser corno!

Rosinha (acariciando os seios e beliscando de levinho os mamilos) – Conte o que você imagina que faríamos, eu, você e o Paulo e a Ana.

Eu – Deve ser muito bom estar numa cama com quatro pessoas, transando e assistindo você com outro, eu poderia experimentar uma mulher diferente e você também teria o prazer de conhecer outro homem.

Rosinha (me encarando e sorrindo safada) – Experimentar outra pica!

Eu – Safada! Eu sei que você deseja muito sentir um pau diferente fodendo sua buceta.

Rosinha (sorrindo) – Antes de sentir um cacete diferente na minha buceta vou querer na boca, vou chupar muito, sentir o gosto do caldinho e depois de comer ele com a buceta, quem sabe, se você deixar, dou a bunda pra ele!

Eu (encarando ela, movimentando a musculatura fazendo meu pau pulsar) – Putinha!

Rosinha (com uma clara expressão de tesão no rosto) – Vai te dar tesão me ver comendo um cacete diferente, montando e rebolando em cima de outro macho?

Eu (olhando nos olhos da minha esposa, me sentindo embriagado de tesão) – Vai me dar muito tesão ver você comendo outra pica, ver você gozando com outro pau enterrado na buceta, ver o sujeito te fodendo com força quando estiver gozando, vou imaginar o pau dele esguichando porra dentro de você!

Ao ouvir isso minha esposinha, que estava em pé na minha frente, apoiou um dos pés no assento do banco e com as duas mãos abriu os lábios da xana me mostrando o grelinho e a entradinha da caverna. Em seguida deslizou o dedo na entrada da xota e me deu pra chupar molhado do melzinho que brotava das suas entranhas.

Rosinha (me olhando com expressão de tarada) – Minha buceta tá babando de vontade de experimentar outro cacete.

Esperei que ela me pedisse pra contar a terceira fantasia, mas ela parecia querer me torturar esperando que eu tomasse a iniciativa, manteve-se com as pernas abertas me exibindo a racha molhada enquanto dava uns goles na cerveja. Eu, que antes estava com vergonha de confessar a minha cornitude, me sentia impaciente, ansioso pra contar e provoquei:

Eu (olhando pra ela e aceitando de volta a latinha que ela me devolvia) – Não vai querer saber da minha fantasia de número um?

Ela voltou a apoiar o pé no chão, se postou na minha frente, abriu as pernas, curvou-se apoiando as mãos nos meus joelhos, me olhou nos olhos e, se sentindo dona da situação e desejosa de me ouvir confessar o meu maior desejo, falou quase que sussurrando.

Rosinha– Você quer falar pra mim a fantasia que te dá mais tesão, quer confessar seu maior desejo?

Percebi que ela, tanto quanto eu nos momentos de excitação extrema, sentia um enorme prazer em me ouvir falar, ela queria me ouvir admitindo, confessando o meu desejo de vê-la gemendo espetada na pica de outro macho.

Eu (sentindo um misto de vergonha e tesão, porém mais tesão que vergonha) – Quero!

Ela se postou à minha frente e outra vez assumiu a posição tipo militar, só que com as pernas um pouco mais abertas. Antes de continuar falando olhei seu corpo de cima a baixo, apreciei aquela formosura que era só minha e perguntei curioso:

Eu – Porque você está nesta posição, em pé e de pernas abertas?

Rosinha – Tô babando de tesão e não quero molhar as coxas! Continue contando, quero saber do seu maior desejo.

Naquele momento meu pau instintivamente pulava, pulsava de tesão como que confessando a enorme tara que eu sentia pela fantasia que estava prestes a contar. A Rosinha olhava pra ele e sorria, pois sabia do meu desejo e parecia feliz porque eu iria confessá-lo.

Eu – Penso todos os dias em como seria ver você dando pra outro homem, essa é a fantasia que me persegue há bastante tempo e a que mais me dá tesão!

Rosinha (com cara de tarada) – Ai, que delícia saber que você quer me ver com outro!

Eu esperava que ela dissesse algo do tipo, “vamos dar nome a este homem, vamos pensar no tio Carvalho”; esse era meu desejo, mas ela nada falou me deixando ainda mais ansioso de tal forma que provoquei:

Eu – Você não quer dar nome ao homem da minha fantasia?

Rosinha (me cercando e me forçando a confessar, além do meu desejo de ser corno, o nome do sujeito pra quem eu gostaria que ela abrisse as pernas) – Você já pensou em alguém? Diga você o nome dele, me conte quem você gostaria de ver me comendo, me fodendo, me fazendo gozar e gozando em mim.

Meu coração que já vinha a galope, disparou! Ao terminar de dizer isso ela enfiou as mãos entre as coxas e parecia procurar pelos lábios internos; ela os juntou, puxou pra baixo, ajeitou e colou em evidência os dois lábios que tanto gosto de lamber e chupar.

Rosinha (me encarando) – Essa prosa tá me deixando louca de tesão, vou começar a pingar logo, logo. Continue falando!

Eu (respirando fundo e olhando o entre coxas da minha amada) – O que você quer saber?

Rosinha – O nome do homem da sua fantasia pra quem você gostaria que eu abrisse as pernas!

Eu (com o coração quase saindo pela boca, respirei fundo e confessei) – Penso no tio Carvalho.

Fez-se um silêncio entre nós que deve ter durado uns cinco segundos ou mais até que ela me encarou enquanto beliscava e puxava os mamilos com uma mão e, com a outra, acariciava os lábios da xana e pediu:

Rosinha – Se é ele quem você quer ver montando em mim, pois que seja! Vamos fantasiar com o tio Carvalho, então! Continue!

Eu (pegando no meu saco, beliscando e puxando a pele, pois não queria pegar no pau pra não aumentar o tesão) – Não consigo imaginar agora como seria a primeira vez entre vocês, não sei se haveria um jogo de sedução ou não, se a intimidade entre vocês iria evoluindo lentamente ou não, ou se tudo aconteceria num só dia, mas nas minhas fantasias sonho com suas mãos delicadas pegando no pintão do tio Carvalho, massageando, brincando com o pau, fazendo ele crescer...

Rosinha (sorrindo safada) – Em se tratando do tio Carvalho, talvez na primeira vez eu nem tenha chance de endurecer o pau dele, provavelmente ficará duro antes mesmo dele tirar a roupa.

Eu (assistindo ela acariciar os bicos dos peitos) – Imagino que suas mãos vão parecer pequenas quando agarrarem o pintão dele.

Rosinha (sussurrando e fazendo com as mãos próximas uma da outra aquele gesto característico de quem fala de um pintão) – O pau do tio Carvalho é muito grande!

Eu (pegando meu pau na base com dois dedos e balançando pra minha esposa) – Quero ver você batendo punheta pra ele.

Rosinha (movimentando as duas mãos juntas fingindo que segurava um pau imaginário) – Vou precisar das duas mãos pra agarrar o pauzão do tio, vou punhetar o cacetão até ele gozar em mim, no meu rosto e nos meus peitos. Você vai gostar de me ver toda gozada pelo tio Carvalho?

Eu – Vai me dar muito tesão ver você toda melada da porra dele!

Rosinha (acariciando com dois dedos a região do grelinho) – Ufffff, tô muito tesuda só de imaginar tudo isso!

Eu – Às vezes sonho acordado pensando em você agarrando o cacetão dele, puxando a pele e botando a cabeça pra fora, beijando e chupando, imagino a sua boca cheia com o pau do tio Carvalho.

Rosinha – Vou pegar e apertar pra sentir a dureza do pau do tio, quero sentir o cheiro do cacete quando eu puxar a pele e pôr a cabeça pra fora, aquela cabeçona gorda vai encher minha boca, vou chupar até ele começar a babar, quero sentir o gostinho dele.

Eu (pegando meu saco e puxando, pois não queria pegar no pau) – Imagino você chupando o pauzão até ele gozar na sua boca.

Rosinha (apertando os dentes em clara demonstração de tesão) – Vou sentir o gosto da porra do tio Carvalho, um sabor diferente do seu. Ai, que delícia!

Eu (me segurando pra não pegar no meu pau, mas doido de vontade de punhetar até gozar) – Fantasio ver ele metendo aquele cacetão grosso em você!

Rosinha (com a voz carregada de tesão) – Grosso e comprido, muito grande!

Eu (tocando meu pau com leveza pra não provocar meu gozo) – Você tem vontade de sentir o cacetão do tio Carvalho na sua buceta?

Rosinha (fechando os olhos e imaginando ao mesmo tempo em que beliscava e puxava os mamilos e movimentava lentamente o quadril pra frente e pra trás) – Não sei se vou aguentar tudo, mas tenho muita vontade de sentir aquilo dentro de mim, enchendo minha buceta, entrando e saindo, me fodendo!

Nessa hora olhei pro meio das coxas da Rosinha, já que ela mantinha as pernas abertas, e tive a grata surpresa e satisfação de ver uma gota transparente de lubrificante pendendo dos lábios xoxotais pendurada por um longo fio de uns dez centímetros. Tão cristalino era aquele líquido que brilhava refletindo a luz do poste do jardim, uma das imagens mais lindas que vi em toda minha vida! Minha esposa amada estava tão molhada, tão tesuda ao se imaginar dando pro tio Carvalho que sua lubrificação íntima brotou com tamanha abundância que escorria entre os lábios e só não pingava devido à viscosidade daquele precioso mel feminino.

Aproveitei pra excitá-la ainda mais, porém fiquei atento pra que ela não enfiasse as mãos entre as coxas e desfizesse tão bela imagem. Ahhh, caros leitores, se eu tivesse uma câmera fotográfica naquele momento teria registrado aquela cena que há de permanecer na minha mente para sempre!

Eu – Ele vai deixar sua buceta toda larga.

Rosinha (ainda de olhos fechados) – Arrombada.

Percebi ela movimentando as mãos pela barriga em direção à xota e as segurei fazendo com que ela abrisse os olhos.

Rosinha (abrindo os olhos e sorrindo pra mim surpresa) – O que houve? Não vai me deixar fazer um carinho na bucetinha?

Eu – Fique quietinha, mantenha as pernas abertas e não se mexa, sua buceta tá pingando de tesão!

Ela se curvou lentamente e olhou pro meio das próprias coxas e sorriu ao ver a xota com aquela gota de lubrificante pendurada pelo longo fio que se esticava cada vez mais.

Rosinha (sorrindo pra mim) – Ai, Fer, tô precisando dar bem gostoso e gozar, tô quase gozando sozinha!

Me agachei até conseguir colocar minha boca na mesma altura da gota de lubrificante que pendia da xota, botei a língua pra fora e a Rosinha se movimentou lentamente até conseguir fazer a gotinha pousar na minha língua. Devagar fui subindo a cabeça até recolher em minha boca todo o fio cristalino do caldinho de buceta da minha amada esposa. Olhei nos olhos dela, fechei a boca e fiz aquela expressão de quem saboreia o mais precioso dos licores.

Eu – Huuuuummm, que gostinho booooom!

Rosinha (sorrindo enquanto me assistia com o rosto entre suas coxas) – Tarado! Vem me fazer gozar, vem! Não tô aguentando mais de vontade!

Me vendo com a cara entre aquelas coxas quentes e a poucos centímetros daquela racha ardente, não resisti! Colei meus lábios nos lábios daquela buceta que vertia seu sumo íntimo e estiquei a língua ao máximo como se quisesse alcançar seu umbigo pelo lado de dentro. Imediatamente a Rosinha se movimentou apoiando um dos pés o mais alto que pode no encosto do banco e se arreganhou toda pra mim!

O líquido que brotava das entranhas da minha Rosinha seria suficiente pra matar a sede de um atleta! Lambi, chupei e suguei aquelas carnes quentes e escorregadias até desencadear na minha amada o gozo há muito reprimido.

Rosinha – Ai, que tesão! Vou gozar, vou gozar na sua boca, tô gozaaaaando! Ai, que delíiiiiciaaaaa!

Me levantei daquela posição um tanto incômoda, mas extremamente feliz por ter proporcionado à minha esposinha um gozo que parecia ter sido muito intenso. Ajudei ela a se acomodar no banco pra descansar, embora a minha vontade, e necessidade, fosse de enfiar a pica nela, meter, foder e esvaziar meu saco em suas entranhas! Mas me contive e me conformei em esperar alguns minutos mais.

Tão logo percebi que ela estava menos ofegante, puxei-a pela mão e a levei até nosso banheiro e a fiz ficar em pé em frente ao espelho. Abracei-a por trás e ela, ao sentir meu corpo junto ao seu e meu pau encaixado no rego da bunda, instintivamente abriu as pernas e empinou o rabo se oferecendo pra mim e provocou:

Rosinha (apoiando as mãos na pia, olhando pra trás e me encarando) – Vem, meu macho, mete, fode a sua fêmea que ela tá querendo seu cacetão e sua porra, vem me dar porra, vem!

Isso não foi um convite, foi uma ordem! Flexionei um pouco os joelhos e procurei com o pau a entrada da xota entre as coxas molhadas. Eu sentia meu cacete doer de tão duro, apontei pra portinha do paraíso e empurrei sentindo as delícias de senti-lo tragado pelas carnes quentes e molhadas daquela buceta desejosa de pica!

Eu (fora de mim, louco de tesão e esquecendo que aquela mulher que se abria e se entregava de corpo e alma era minha adorável esposa) – Toma, vadia!, Toma pau nessa buceta de puta que tá desejando outra pica! Vagabunda!

Rosinha (de frente ao espelho olhando em meu reflexo e falando putarias como se estivéssemos frente a frente) – Me dá, cachorro, me dá pau! Dá pau pra sua cadela que tá louca de vontade de abrir as pernas pro tio Carvalho e sentir aquele caralho enorme dentro da buceta, metendo, fudendo e esporrando aqui dentro de mim!

Eu (agarrando os peitos dela com firmeza e metendo forte na buceta acolhedora sem parar de olhar nossas imagens refletidas no espelho) – Gosta de ser minha cadela?

Rosinha (com o olhar fixo no espelho) – Adoro ser sua cadela! Me fode cachorro! Fode a sua cadela que tá querendo dar pro tio Carvalho! Me castiga porque todo dia eu sonho em ser a égua do tio Carvalho e sentir aquele caralhão de cavalo me fudendo!

Eu (transtornado pelo tesão, completamente fora de mim) – Puuuuutaaaaa! Você é muito puta! Eu vou gozar, vou esporrar nessa buceta de puta!

Rosinha (fechando os olhos e me presenteando com o mais lindo sorriso) – Ai, que delícia, eu também tô gozando, tô gozando no seu pau, ai como é bom gozar com você, amor!

Foi um gozo longo, intenso que sugou nossas energias e por pouco não caímos ajoelhados no chão. Abracei forte minha Rosinha e fomos juntos pra cama andando agarrados e engatados, nos deitamos na cama sem desfazer nossa conexão e adormecemos em paz.

Após quase uma hora depois, ao acordar me dirigi ao banheiro e pelo caminho via as poças de porra que haviam pingado da Rosinha. Enxuguei o chão com papel higiênico e entrei no chuveiro e logo ela também veio me fazer companhia. Nos lavamos um ao outro, trocamos carinhos e juras de amor e voltamos pra cama onde adormecemos felizes até o outro dia.

Na manhã seguinte acordei com uma sensação gostosa e logo percebi meu pau duro, como quase sempre acorda toda manhã, mas daquela vez no conforto e no calor da boca da Rosinha – ela havia abocanhado meu pinto, lambia e, às vezes mordia de levinho pra me despertar.

Pensei naquele momento, “uau!, que fogo tem essa mulher!” Olhei no relógio e vi que não havia tempo pra transar, mas a Rosinha se adiantou:

Rosinha – Relaxe, fique tranquilo que estou satisfeita e não tô precisando transar ainda, ontem você acabou comigo, tô apenas te fazendo um carinho e agradecendo pela noite gostosa de ontem. Vamos tomar café e você poderá ir trabalhar.

Ao voltar à tardinha, a Rosinha me esperava sorridente, me abraçou e me beijou como sempre e no abraço que demos passei a mão na bunda dela sob o vestidinho curto comprovando que ela não usava calcinha. Considerando o beijo carinhoso que ganhei, pensei que ela estava querendo transar, mas, não; ela me puxou pela mão e me chamou pra esquentarmos o jantar, dizia estar com fome.

Já estava se tornando um hábito irmos pro quintal nos banhar na ducha e tomar uma cerveja após o jantar e, naquela noite, não foi diferente. Notei que ela estava um pouco calada e resolvi provocar após nos acomodarmos no banco de madeira onde nos sentamos pelados pra saborear a cerveja gelada.

Eu (provocando) – Sua perereca é muito linda, mas ontem, pingando de tesão estava mais linda ainda. Eu queria ter tirado uma foto dela pra colocar como papel de parede no meu computador do serviço!

Rosinha (rindo) – Você é maluco! Seus colegas todos, quando descobrirem que sou eu na foto, vão querer me comer!

Rimos os dois e aproveitei pra tocar no assunto das nossas fantasias com o tio Carvalho:

Eu – Gostou de fantasiar com o tio Carvalho ontem?

Rosinha (depois de um breve silêncio) – Claro, amor! Me dá muito tesão, mas você viu como eu fico quando começo a imaginar aquelas coisas? Minha pepeca fica babando, pingando de vontade, e é por isso que prefiro não fantasiar. Não nego que é gostoso, mas é quase um castigo pra mim imaginar tanta coisa gostosa e saber que não passa de fantasias.

Tomei um gole da cerveja e passei a latinha pra ela que, após também saborear o delicioso líquido gelado, me devolveu a lata. Instaurou-se um silêncio absoluto entre nós, provavelmente ela, tanto quanto eu, pensava na noite anterior, mas nada falava.

Senti meu coração acelerar, mesmo antes de perguntar o que eu tinha em mente; buscava as palavras mais adequadas até que, por fim, tomei coragem:

Eu - Quer realizar nossas fantasias com o tio Carvalho?

Rosinha (olhando pra frente sem me encarar) – Amor, há muito que sonho realizar nossas fantasias com o tio, quase todo dia eu me imagino dando pra ele, não apenas pela curiosidade e tesão pra experimentar um pinto diferente, mas também porque o tio é a única chance real que tivemos até hoje de realizar algumas das nossas fantasias, ele está próximo a nós, praticamente moramos juntos, é nosso amigo, é saudável, é de confiança, não sairá por aí contando pra todos que me comeu e também porque ele está sozinho, carente e sem mulher há muito tempo. Eu poderia ajudá-lo a aliviar toda aquela energia que ele tem acumulada, seria também uma forma de agradecimento por tudo que ele tem feito por nós, nos abrigou aqui na casa dele, nos faz companhia, nos dá amizade e carinho. Claro que eu também sinto tesão quando penso no Paulo e na Ana e agora, mais recentemente, surgiu a Rita que certamente nos faria companhia na cama, mas o tio Carvalho é especial!

Eu (rindo, embora tenso com aquela prosa e sentindo meu coração acelerado, resolvi provocá-la) – Uau! Quantas razões você encontrou pra dar pro tio!

Rosinha (me encarando, sorrindo e também me provocando) – São muitas as razões, sim, e eu nem falei a mais importante delas.

Eu (curioso)– Ainda tem mais motivos pra você abrir as pernas pra ele? E qual seria a razão mais importante de todas?

Rosinha (se levantando, montando em mim, frente a frente comigo colocando a xota sobre meu pinto que, se não estivesse mole, estaria tocando na xaninha dela) – A razão mais importante de todas é você, Fer! Afirmo com total certeza de que o tio quer me comer, confesso que eu quero dar pra ele, mas arrisco a dizer que você é quem mais deseja me ver espetada pelo tio Carvalho!

Emudeci. Não encontrei palavras ou argumentos pra rebater aquela afirmação da minha esposa, pois eu sabia que ela estava certa. Eu mesmo, muitas vezes, se não admiti abertamente, dei todos os sinais do meu desejo de vê-la abrindo as pernas pro tio Carvalho. Ela sabia do meu tesão por imaginá-la com outro homem, não foram poucas as ocasiões que ela fez meu pau endurecer apenas me contando suas transas com os ex namorados, e depois de muito fantasiarmos com o tio Carvalho, ela tinha certeza do meu tesão em imaginar ela dando pra ele.

Rosinha (me encarando) – Amor, não nego que muitas vezes fico imaginando como seria dar pro tio Carvalho, mas quero deixar bem claro que não é porque ele tem o pinto grande, aliás, já li e ouvi dizer que os grandes, dependendo da profundidade da xota, às vezes causam dor. O meu tesão por ele tem mais a ver com curiosidade, conhecer, experimentar um pinto diferente, tanto é assim que eu daria pro Paulo também, mas o tio é nosso amigo de confiança.

Aquela conversa estava me excitando, senti meu pinto crescendo e levantando e logo senti a cabeça tocando nos pelinhos da buceta da minha amada.

A Rosinha, com seu bom humor de sempre, ao sentir o primeiro toque do meu pau cutucando sua pepeca, colocou o dedo indicador diante dos lábios fazendo sinal de quem pede silêncio e provocou:

Rosinha – Psiuuuuu! Vamos falar baixo porque tem mais “alguém” nos ouvindo!

Apenas sorri e nada respondi, talvez um pouco envergonhado porque, outra vez, estava sendo denunciado pelo meu próprio pinto que não me deixava esconder o tesão que sinto ao imaginar a Rosinha nos braços e no cacete de outro macho!

Rosinha (me olhando séria) – Amor, agora há pouco você perguntou se eu desejaria transformar nossas fantasias com o tio Carvalho em realidade, mas eu, sinceramente, penso que você ainda não está preparado pra isso, sei do ciúme que você sente por mim e não quero que você sofra com isso. É melhor deixarmos tudo como está e eu até concordo de, vez ou outra, fantasiarmos pra te agradar, mas não frequentemente, pois pra mim é um castigo imaginar e desejar algo que não terei.

Eu (não conseguindo disfarçar minha insegurança) – Venho pensando nisso há tanto tempo e depois de muito refletir eu digo que quero, sim, ver você e o tio juntos.

Rosinha – Amor, acho que você tá propondo isso, mas não tá seguro. Pense bem antes de continuarmos, pois será um caminho sem volta!

Eu (movimentando a musculatura da região fazendo meu pau pular e dar umas batidinhas na bunda da Rosinha) – Já aconteceu tanta coisa entre vocês dois, ele já enfiou os dedos em você, te lambeu; você já pegou, punhetou e até chupou a pica dele; faltou bem pouco pra ele te comer!

Rosinha (se apoiando nos joelhos, levantando o quadril e, ao sentir a cabeça do meu pau na entrada da toquinha, sentou-se agasalhando ele em suas entranhas acolhedoras) – Ufff! Delícia de cacete! Adoro ele e não preciso de outro pra ser feliz, tá! O seu me basta!

Eu (tentando demonstrar segurança) – Mas eu quero te ver dando pro tio Carvalho, essa fantasia tá me perseguindo há tempos, sonho com isso todos os dias!

Rosinha (esfregando seus lábios nos meus e rebolando suavemente no meu pau) – Tá, eu acredito em você, mas vamos pensar um pouco mais, amadurecer suas ideias e voltamos a falar disso daqui a alguns dias, que tal?

Eu – Vamos conversar hoje, decidir hoje, aliás, eu já tô decidido!

Rosinha (me mordendo o lóbulo da orelha) – Tô sentindo meus joelhos doerem nesta posição, vamos pra nossa cama e conversaremos lá.

Abracei minha esposa, puxei seu corpo junto ao meu, fiz um esforço e me levantei com ela engatada a mim. Ela me abraçou com braços e pernas dando um rebolada em busca de um encaixe mais profundo e fui lentamente caminhando e carregando a Rosinha até nosso quarto.

Ríamos os dois enquanto caminhávamos pela casa engatados tomando o cuidado pra eu não tropeçar e logo chegamos ao nosso quarto onde nos deitamos na cama sem desfazer a nossa conexão. Do jeito que chegamos e deitamos, ela ficou por baixo continuando com as pernas abertas e eu por cima doido de vontade de retomarmos nosso assunto, mas ela parecia querer mudar a prosa.

Rosinha – Amor, te amo muito, muito, muito, muito!

Eu (decidido a não mudar o assunto) – Eu também te amo muito e por isso quero que você possa sentir ainda mais prazer; quero ver você dando pro tio Carvalho.

Ao ouvir isso senti sua buceta se contraindo e “mordendo” meu pau.

Rosinha (puxando minha cabeça de forma a colocar minha boca em seu pescoço, pois ela adora mordidas e chupões nessa região quando está tesuda) – Certeza?

Eu (dando uma metida forte e enfiando profundamente meu cacete na sua buceta) – Sim, estou certo disso e sei que você também quer abrir as pernas pro tio Carvalho.

Rosinha (mordendo minha orelha) – Posso recomeçar a provocar o tio, brincar com ele outras vezes, fazer ele gozar?

Eu (extremamente tesudo e sentindo que poderia gozar em breve) – Pode!

Rosinha – Você já pensou que se eu e ele começarmos a brincar de novo, não vou resistir e acabaremos numa cama e ele vai me comer?

Eu (agarrando sua bunda e abrindo as nádegas com força) – Eu sonho muito com isso, eu quero ver ele te comendo!

Rosinha (me abraçando com braços e pernas) – Ai, amor, não fale assim que eu gozo!

Eu (sentindo meu gozo se aproximar) – Eu quero ver você dando pro tio Carvalho, quero ver você abrindo as pernas pra ele meter nessa sua buceta gostosa, quero ver vocês dois bem tesudos, fodendo e falando putarias...

Rosinha (me interrompendo, empurrando a buceta contra meu pau buscando uma penetração mais profunda) – Você quer ser meu corninho?

Eu (embriagado de tesão) – Quero, sim, ser seu corno, quero ver você fodendo com o tio Carvalho, dando bem gostoso pra ele!

Rosinha – Ai, Fer, vou gozar, imaginar tudo isso é bom demais, eu vou gozar, vou gozaaaaar!

Foi uma dose excessiva de tesão e não consegui me segurar e, igual a ela, senti meu gozo chegando, arrepiando minha pele, meu pau engrossando e esguichando jatos de porra quente em suas entranhas. Ohhhhh, coisa boa!

Eu (abraçando minha amada) – Ai, como é bom gozar com você!

Rosinha (me abraçando com as pernas e me apertando com força) – Não tire o pau, deixe ele dentro de mim, tá!

Ficamos quietinhos nos acarinhando e trocando beijinhos, sentindo nossos hálitos quentes, nosso cheiro e o calor dos nossos corpos. Senti naquele momento o quanto é grande o meu amor por aquela mulher e, mesmo assim, sonhava em vê-la dando pro tio Carvalho e comendo aquela jeba enorme que ele tem. Seria isso tesão de corno? Senti meu pinto começar a amolecer e ela também deve ter sentido, pois novamente “mordeu” meu pau.

Eu (brincando) – Ele tá amolecendo, se você continuar mordendo ele vai escapar da toquinha!

Rosinha (sorrindo) – Então vou ficar quietinha, quero que ele fique aí pra sempre!

Trocávamos beijos carinhosos e juras de amor até que a Rosinha, após alguns segundos de silêncio, perguntou:

Rosinha (sorrindo provocativa)– Fer, agora que você gozou e aliviou o tesão, ainda continua pensando como antes ou desistiu de me “emprestar” pro tio Carvalho?

Eu (encarando ela) – Continuo firme com minhas ideais, quero ver você dando pro tio Carvalho, experimentando outra pica! Eu sei que você também quer!

Rosinha (sorrindo) – Eu não nego que quero dar pra ele, mas não quero que você sofra de ciúmes.

Eu – Eu quero, sim, ver vocês dois trepando bem gostoso!

Ela, ao ouvir isso, me abraçou e me beijou apaixonadamente não conseguindo se segurar e deu outra “mordida” no meu cacete que já ameaçava abandonar a caverninha tão aconchegante.

A sensibilidade dela era tão apurada quanto a minha e, ao sentir que meu pau amolecia, tomou providências para não permitir que isso acontecesse.

Eu (sorrindo pra ela) – Ele tá amolecendo!

Rosinha (com um sorriso sapeca nos lábios) – Vou endurecer ele!

Em seguida iniciou carícias nas minhas costas e logo senti que as mãos dela desciam “perigosamente” para a minha bunda. Senti seus dedos agarrarem cada uma das minhas nádegas com o mesmo tesão que nós, homens, temos pelas bundas das mulheres.

Rosinha (sorrindo pra mim) – Adoro sua bunda, sabia? Se eu tivesse um pintão iria comer seu rabo todo dia!

Eu (rindo) – Ohhh, tô fora! Se você tivesse um pintão eu não teria me casado com você!

Rosinha (sorrindo pra mim e enfiando o dedo maior da mão direita na minha boca) – Molhe meu dedo que vou enfiar ele no seu cuzinho!

Caros leitores, não nego que meu cuzinho é extremamente sensível, que sempre senti tesão nele, mas apesar disso não consegui esconder minha vergonha quando ela, a minha esposa amada, com a maior cara de pau, mandou eu molhar com saliva o dedo que ela iria enfiar no meu rabo! Entre envergonhado e imaginando o prazer que viria em seguida, esqueci a vergonha! Chupei aquele dedo de unha curta e bem cuidada imaginando o prazer que ele me daria quando estivesse entrando entre minhas pregas.

Rosinha (sorrindo pra mim e enfiando o dedo no meu cu) – Vai ficar de pau duro e batendo punheta vendo o tio Carvalho me comendo com aquele pauzão?

Uau! Que fogo tem minha esposinha! Não faziam nem dez minutos que havíamos gozado, o meu pau nem tinha amolecido completamente e ela queria mais! Me lembrei naquele momento que uma única vez na vida gozei duas vezes seguidas sem amolecer o pau. Foi a minha primeira vez com uma garota mais velha. Éramos namorados, eu ainda virgem, fui levado pra cama numa tarde em que os pais dela se ausentaram, tiramos rapidamente nossas roupas e depois de umas rápidas preliminares ela se deitou sobre mim em posição de 69 e gozamos um na boca do outro. Naquele dia o meu tesão pra dar a primeira metida foi tanto que “esqueci” que todo homem precisa de um tempo pra se recuperar e, logo em seguida após ter gozado na boca dela, entrei no meio das suas pernas e meti meu pau que continuou duro como se não tivesse gozado. Ohhh, trepada gostoooooosa, aquela! Gozei duas vezes seguidas naquela tarde, mas nunca mais aquela façanha se repetiu! Estaria eu próximo de repetir tal proeza (risos)?

Caros leitores, me senti rodeado de estímulos naquele momento. Eu tinha sob meu corpo a mulher mais linda e gostosa, a minha Rosinha. O meu pinto, mesmo meio mole, meio duro, estava agasalhado pela buceta mais gostosa do mundo. Senti que minha esposa estava disposta a continuar fantasiando com o tio Carvalho e, pra completar, aquele dedinho curioso e atrevido dela remexendo dentro do meu cu! Puta que pariu! Que tesão eu senti! Meu pau começou a endurecer novamente!

Agora, enquanto escrevo, penso no real motivo que, naquela noite, endureceu meu pinto minutos após gozar. Teria sido a beleza da minha esposa amada se dando a mim de corpo e alma? Foi a delícia de sentir meu pinto dentro daquela buceta gostosa? Foram as nossas fantasias com o tio Carvalho? Ou foi a dedada que tomei no cu (risos)?

Ahhh, eu amo demais a minha esposa! Ela é capaz de me proporcionar os prazeres mais deliciosos do mundo! Estaria eu tentando retribuir o prazer que ela me dava permitindo que ela transasse com o meu tio pintudo, ou esse prazer seria todo meu ao ver a minha esposa gemendo e gozando na pirocona do meu tio dotado?

Estava eu perdido nos prazeres que ela me proporcionava, especialmente sentindo meu pau endurecer dentro daquela buceta quentinha quando a Rosinha rompeu o silêncio:

Rosinha (sorrindo pra mim) – Vai deixar o tio Carvalho me comer?

Eu – Tô sonhando com isso há muito tempo, já pensei muito e não tenho mais dúvidas, quero ver vocês dois trepando!

Rosinha – Vai te dar tesão assistir ele me fodendo com aquela pirocona?

Eu – Fico de pau duro só de imaginar!

Rosinha (sorrindo) – Mete, sinta minha buceta! Tá apertadinha?

Percebi que ela estava me testando, me provocando, pois era óbvio que após metermos e gozarmos, a xaninha cheia do meu gozo não poderia estar apertadinha e resolvi ser absolutamente sincero, porém sem exageros.

Eu – Tô sentindo sua buceta larga, meu pau tá entrando folgado, parece que outro andou metendo e gozando nela antes de mim.

Rosinha (sorrindo e entrando na brincadeira) – Pois é assim que a minha xota vai ficar depois que o tio Carvalho me comer e gozar dentro de mim, ela vai ficar toda larga, arrombada! Mesmo assim você vai querer me comer depois dele?

Eu – Me dá muito tesão imaginar isso! Deve ser gostoso pegar você depois do tio ter te comido, sentir meu pau na sua buceta gozada, toda larga!

Rosinha (me abraçando com força e trançando as pernas nas minhas costas) – Ai, que delícia ouvir isso, Fer! Você vai gostar de ser meu corninho de vez em quando?

Eu (sorrindo pra ela) – Vai te dar tesão me fazer de corninho?

Rosinha (rebolando no meu cacete em busca de uma penetração profunda)– Só de imaginar o tio Carvalho me comendo e você assistindo me dá muito tesão, sinto uma vontade louca de abrir as pernas pra ele e sentir aquele caralhão dentro de mim. Ai, Fer, deve ser muito bom! Se você deixar eu dar pra ele, terei o maior prazer em cornear você com o tio!

Eu (metendo com mais força, tirando o pau até a cabeça e metendo de novo) – Você é muito puta! Tá querendo dar pro tio Carvalho, né!

Rosinha – Se você deixar, vou experimentar o picão dele, sim! Imagine tudo aquilo dentro de mim! Será que vou aguentar comer aquele caralhão inteiro?

Eu – Ai, falando assim você vai me fazer gozar!

Rosinha – Mete, mete com força que eu também tô quase gozando, mete imaginando sua putinha trepando com o nosso tio pintudo, imagine eu por baixo dele ganhando pirocada, ou por cima rebolando gostoso naquele cacetão, imagine ele me pegando de quatro, ai, vou me sentir a égua do tio Carvalho com aquele pauzão de cavalo cravado na minha buceta! Você vai gostar de ver?

Nem deu tempo de eu responder e ela anunciou o gozo:

Rosinha – Ai, Fer, vou gozar de novo, mete tudo, me fode que eu vou gozaaaaar, ai que delíiiiicia!

Imaginando tanta putaria e vendo a Rosinha gozando, não resisti, nem quis mais me segurar, pois precisava muito gozar, e gozei, e gozei gostoso! Pela segunda vez na vida eu dei a segunda logo após a primeira sem nem mesmo descansar pra recuperar energias. Ohhhhh, tesão de mulher é a Rosinha!

Após gozarmos desfalecemos sobre a cama e nem tivemos energias pra tomar outro banho. Dormimos pelados e melados de gozo até a manhã seguinte. E felizes!

Na manhã seguinte acordamos, tomamos café e, sem que a Rosinha tenha me pedido “nada”, fui trabalhar.

Naquela noite, logo que voltei do trabalho à tardinha, ao entrar em casa a Rosinha me recebeu toda carinhosa com beijos e abraços. Jantamos e fomos pro quintal tomar nossa ducha e depois, pelados, saborear a deliciosa cerveja gelada de todas as noites.

Senti que a Rosinha parecia inquieta, parecia querer dizer algo e, então, me calei a espera do que estava por vir.

Rosinha – Fer, o tio Carvalho deve chegar ainda hoje ou amanhã cedo!

Eu – Sim, talvez ele já esteja a caminho.

Rosinha (parecendo envergonhada) – Fer, sobre aquilo que falamos...

Eu – Diga!

Rosinha – É sobre as nossas fantasias com o tio Carvalho. Quero saber de você agora, que não está com tesão, se tudo aquilo que conversamos ontem está valendo.

Eu (provocando) – Você tá querendo saber se eu ainda quero ver você dando pro tio Carvalho, é isso?

Rosinha (visivelmente envergonhada, coisa rara de se ver) – Sim, amor, preciso saber como me comportar quando nos encontrarmos com o tio, afinal passaremos o fim de semana juntos e...

Eu (rindo ao ver minha esposa envergonhada) – Tudo continua como antes, não mudei de ideia, eu concordo, aliás, eu quero ver você dando pro tio Carvalho!

Rosinha (sorrindo pra mim como sorri uma criança que acaba de ganhar o brinquedo dos sonhos) – Repita isso, fale alto pra eu ouvir e gravar na memória!

Eu (sorrindo pra ela e encenando a minha declaração de corno) – Rosinha, minha amada esposa, te amo tanto que quero que você tenha prazer com outro homem, quero assistir você dando pro tio Carvalho, quero ver você abrindo as pernas e comendo aquela piroca gigante; e digo mais, o meu prazer será ainda maior que o seu, pois há muito tempo sonho com ele montando em você e te fazendo gemer de tesão.

Rosinha (me abraçando de alegria) – Repita isso de novo, quero ouvir outra vez!

Eu – Quero ver você e o tio Carvalho fodendo bem gostoso e eu vou assistir e bater punheta vendo vocês trepando!

Rosinha (me beijando, lambendo e molhando meu rosto) – Ai, Fer, você é o melhor marido do mundo! Te amo, te amo, te amo!

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