Ola, meu nome é Marcelo, sou gestor de tecnologia em uma grande empresa e divorciado a 8 anos.
Depois que me divorciei, decidi viver a vida e aproveitar somente o que há de bom e prazeroso falando de relacionamento, excluindo as cobranças, as coisas que deixamos por fazer para não magoar a outra pessoa etc..e com isso a vida sexual permite novas descobertas e prazeres fantásticos que jamais iria experimentar se não fosse este estilo de vida, sem hipocrisia de discursos rasos e na tentativa de se enganar e enganar as pessoas que te rodeiam.
No fundo todas as pessoas ou a maioria, querem viver os prazeres, as vontades mais profundas, mas se predem aos dogmas, sociedade e modelo de criação. Sei muito bem da necessidade de manter esse modelo, e não quero nunca me expor e ir contra o modelo “social” estabelecido, mas da para viver estes prazeres, sem exposição, se envolvendo com pessoas confiáveis que buscam a mesma forma de vida.
Com isso tenho me relacionado com pessoas que buscam experiencias sexuais prazerosas, sejam elas a dois, três ou mais, sem preconceito, sem culpa, sem medo e sem se auto categorizar, pois, continuo sendo Homem, com postura de homem, compromissos e responsabilidades de homem, profissional respeitado e dono de uma vida segura e bem estabelecida.
Nestas “aventuras” conheci casais que buscam os momentos de prazer, mulheres com curiosidade de experimentar outras mulheres, mas com a presença de um homem, casais que querem apimentar o relacionamento ou apenas para matar a curiosidade e por opção e gosto particular, decidi não me relacionar somente com homens, mas na presença de mulher, casais, me coloquei a disposição e com isso aproveito o melhor que a vida do prazer sexual pode proporcionar.
Neste contexto vivi uma relação com Rosi.
Rosi sempre foi uma mulher de desejos secretos, guardados a sete chaves. Em seu trabalho, cercada por colegas, ela gostava de se mostrar confiante e segura, mas havia um anseio profundo que pulsava em seu interior — o desejo de experimentar o amor e o prazer entre mulheres. Em um evento da empresa, rodeada pela música suave e as luzes cintilantes, algo mudou. Foi ali que ela me encontrou e como um colega que a atraía não apenas pela aparência, mas pela forma como a fazia rir e se sentir viva.
Após algumas taças de vinho, o ambiente tornou-se mais íntimo. As conversas fluiram com facilidade e, impulsionada pela atmosfera de cumplicidade, Rosi decidiu abrir seu coração, disse ela, hesitante, “eu tenho um desejo que nunca compartilhei com ninguém.” Eu a olhei, e a curiosidade dançando em seus olhos. “O que é, Rosi?”
“Eu... eu quero experimentar o sexo lésbico. Mas de uma maneira diferente. Não sei... com você e outra mulher talvez. Alguém que possa me guiar.” A sinceridade em sua voz fez com que o peito se aquecesse. Havia uma emoção crua na revelação dela, e eu sorri, intrigado. A ideia balançava em sua mente como uma brisa fresca.
“E se eu te apresentar a alguém?” perguntei, sem saber o que estava por vir. E assim, a conversa tomou um rumo inesperado, quando eu falei sobre Josiane, uma cliente que atendíamos. Uma mulher linda, cheia de confiança, com um sorriso provocante e uma aura de sedução envolvente. Rosi sentiu um frio na barriga ao pensar em Josiane, e a possibilidade começou a parecer irresistível.
Nos dias seguintes, o trio se tornou mais próximo. Eu frequentemente os convidava para almoçar e, a cada encontro, o desejo de Rosi florescia. Ela observava Josiane com admiração e, às vezes, com um toque de ciúmes sutil. Josiane notou e, em um momento particularmente íntimo, a convidou para um drink após o trabalho. Rosi aceitou, sentindo que era o momento certo de dar o próximo passo.
Naquela noite, o clima estava leve, o vinho fluía e risadas preenchiam o ar. Assim que ficaram sozinhas, Josiane olhou nos olhos de Rosi e sorriu de maneira provocativa. “Você está pronta para explorar o que há de mais excitante entre nós?” O coração de Rosi disparou, e a tensão no ar era palpável.
Nessa eu entrei em cena, como quem dá o toque final em uma obra-prima. As instruções escaparam de seus lábios com facilidade: “Deixe-se levar, Rosi. Estamos aqui para fazer você se sentir bem.” Com um olhar cúmplice, eu comecei a acariciar os cabelos de Rosi, enquanto Josiane se aproximava lentamente, suas mãos delicadamente envolvendo o corpo dela.
O toque suave de Josiane fez Rosi estremecer. Era uma mistura de medo e excitação. Eu, observando como as duas mulheres se conectavam, sentiu que todo o seu ser pulsava de desejo. Sabia que a magia estava apenas começando. Josiane guiou Rosi com movimentos sutis, a energia crescente entre elas se transformando em algo quase palpável.
Rosi deixou suas preocupações de lado e se entregou. As mãos de Josiane exploravam seu corpo com carinho e ousadia, despertando cada parte escondida do seu desejo. Eu, com um olhar intenso, a incentivava a se soltar ainda mais, a mergulhar naquele mundo novo.
Quando finalmente seus lábios se encontraram, Rosi ficou paralisada por um instante, antes de se entregar completamente à nova sensação. O beijo era quente, suave ao mesmo tempo que carregava a intensidade do desejo. O gosto de Josiane era o que ela sempre quis experimentar.
Comigo ao lado, as paredes que Rosi havia construído ruíram, dando lugar a uma nova liberdade. Entre risos, sussurros e toques, ela descobriu um lado de si mesma que nunca soube que existia. O trio se tornou um só, cada um desempenhando seu papel na dança de sensações e prazeres que ela sempre sonhou.
A noite avançou, e fomos para um flat alugado, onde Rosi se entregou aos braços quentes de Josiane, abraçada por mim. Os limites de sua sexualidade se dissolveram, dando espaço a um universo cheio de novas possibilidades. E assim, Rosi finalmente teve a experiência que tanto desejou, mais intensa e libertadora do que jamais poderia imaginar.
Rosi já estava deitada na cama, seu corpo nu coberto apenas por um lençol fino que mal escondia suas curvas. A luz suave do abajur criava sombras dançantes nas paredes do quarto, dando ao ambiente um ar íntimo e sensual. Ela mordia o lábio inferior, seus olhos castanhos brilhando com uma mistura de ansiedade e expectativa. Era a primeira vez que se permitia algo assim, e o coração batia acelerado, como se quisesse saltar do peito. Seu desejo secreto, compartilhado apenas comigo, estava prestes a se tornar realidade.
A porta do quarto se abriu lentamente, e eu entro com um sorriso malicioso no rosto. Ele trazia consigo uma presença que encheu o cômodo de uma energia elétrica. Josiane, uma mulher de beleza estonteante, caminhou atrás, seus olhos verdes brilhando com uma intensidade que fez Rosi suspirar. Josiane era bissexual, experiente e confiante, e sua aura de sensualidade era quase palpável. Ela usava um vestido justo que realçava suas curvas, e seus cabelos longos e ondulados caíam sobre os ombros como uma cascata de seda.
Eu me aproximei da cama, meu pênis já duro e pulsante sob a calça me posicionou ao lado de Rosi, que sentiu o calor do corpo enquanto se inclinava para beijar seu pescoço. "Você está pronta?", sussurrei. Rosi assentiu, incapaz de falar, seu corpo tremendo de antecipação.
Josiane se moveu com a graça de uma predadora, seus olhos fixos em Rosi. Ela se ajoelhou na cama, seu vestido subindo pelas coxas, e começou a beijar Rosi com uma intensidade que tirou o fôlego da mulher. Suas línguas se entrelaçaram, o sabor de Josiane invadindo a boca de Rosi, enquanto eu observava, excitado. Passei as mãos pelas coxas de Rosi, subindo lentamente até sua calcinha já molhada. Com movimentos deliberados, a tirei devagar, expondo a buceta inchada e rosada de Rosi à luz suave do quarto.
Josiane desceu os beijos pelo pescoço de Rosi, mordiscando e sugando a pele macia, deixando marcas que contariam a história daquela noite. Ela continuou seu caminho, beijando e lambendo os seios de Rosi, seus mamilos já duros de desejo. Rosi gemia baixinho, seu corpo arqueando de prazer, enquanto eu ajoelhava entre suas pernas.
Olhei para Josiane, que sorriu de volta, antes de se concentrar em Rosi. Com a língua ágil e experiente, comecei a lamber e chupar a buceta de Rosi, sua boca quente e úmida explorando cada dobra e curva. Rosi gemeu alto, suas mãos agarrando os lençóis enquanto o prazer a invadia. "Ah, Marcelo... sim, assim...", ela sussurrou, seu corpo tremendo.
Josiane, enquanto isso, se posicionou atrás de mim, agachando-se para sugar meu pênis duro e pulsante. Ela o envolveu com os lábios, sua língua brincando com a ponta enquanto suas mãos acariciavam os testículos. Eu gemia, dividido entre o prazer de ser chupado e o de dar prazer a Rosi. "Continua, Josiane... fode minha boca com esse pau delicioso", ela disse, sua voz rouca de desejo.
Rosi sentia o prazer aumentar com cada movimento. Josiane, ainda chupando meu pênis, levou uma mão até a buceta de Rosi, penetrando-a com dois dedos hábeis. Rosi gritou de tesão, seu corpo se contorcendo na cama. "Mais... por favor, mais...", ela implorou, seu rosto corado e suado.
Eu, agora de pé, guiei meu pênis ereto para a entrada da buceta de Rosi, penetrando-a devagar. Ela gemeu, sentindo o pau duro e quente deslizar dentro dela, preenchendo-a completamente. Josiane, sem perder tempo, se posicionou atrás, oferecendo sua buceta molhada para que eu a penetrasse também.
Os três corpos se moviam em harmonia, como se dançassem uma coreografia de prazer. Rosi era fodida por mim, meu pênis entrando e saindo dela com um ritmo constante, depois Josiane era fodida por trás, seus gemidos ecoando pelo quarto. Rosi, ávida por mais, se inclinou para frente, chupando os seios de Josiane, mordiscando seus mamilos duros e sensíveis.
O som de pele suada se chocando, gemidos e suspiros enchia o ar, criando uma sinfonia de prazer. Rosi sentia o orgasmo se aproximando, uma onda de calor que se acumulava em seu ventre. "Vou gozar.....