Visita na hora do banho

Um conto erótico de Neidão
Categoria: Heterossexual
Contém 1094 palavras
Data: 29/11/2025 07:51:26
Última revisão: 12/03/2026 10:36:50

​No final de semana, a turma do futebol estava toda na minha casa. Eu já tinha preparado o almoço para acompanhar o churrasco desde cedo; fiz tudo sozinha, nenhuma esposa foi me ajudar. Enquanto eles estavam no campo e chegaram fazendo baderna, aproveitei para tomar um banho. O dia estava muito quente, o sol castigava desde a manhã. Eu estava muito suada, já passava de meio-dia e eu queria curtir também; já tinha separado meu biquíni, pois ia aproveitar a piscina e reforçar o bronze.

​A turma se esbaldava na minha casa. Eu os recepcionei e deixei todos à vontade. Meu maridão agradeceu pela comida me dando um abraço, e eu o lembrei que ele iria pagar com o celular novo que eu tinha pedido; o "cachorro" disse que iria ver. Me despedi avisando que já voltava. No banheiro, retirei a roupa e aproveitei para depilar a virilha com a lâmina do marido. Saí do banheiro e peguei a toalha que tinha esquecido na cama; graças à cortina, ninguém me viu nua no quarto, mas eu vi e ouvi o povo no quintal. Logo voltei para o banheiro, fiz minhas necessidades e fui para o banho. Chuveiro ligado, a água caindo sobre meu corpo... Eu passava o sabonete e, como gosto de deixar tudo bem limpo (quase sempre ando sem calcinha), quando olhei, a porta estava abrindo. Imaginei que fosse meu esposo, mas, para minha surpresa, era meu primo.

​Apesar de ser casada com o Carlos há dez anos, tivemos problemas no passado e o Marcos me consolou. Somos primos de primeiro grau; meu marido é amigo dele e eles jogam bola juntos. Na nossa reconciliação, ainda rolaram alguns encontros extraconjugais, e eu sempre lembrava que não pretendia levar a sério essa loucura, já que ele também é casado. Parece que ele não entende minhas colocações — até o dia em que der problema.

​Sou a Neide: morena alta, seios pequenos, mas dona de uma bela bunda que os amigos do meu marido vivem olhando. Já fui chamada de "Neidão" por um abusado e, confesso, gostei. Não falei nada para o marido. Provavelmente era um mix de Neide com "bundão". Ele falava e olhava fixamente para o meu rabo; só pode ser isso. Imagino como será na piscina, e o Carlos parece que gosta, já que não fala nada, não briga; pelo contrário, escolhe os menores biquínis e gosta de encher a casa de homem.

​Continuando a história: o Marcos entrou, fechou a porta, tirou a roupa e entrou no box atrás de mim. Eu lembrei que o Carlão estava em casa, mas ele beijou minha nuca e eu perdi a força. De costas para ele, eu tentava brigar sem qualquer interesse real de que ele fosse embora. O membro dele já roçava na minha bunda ensaboada e eu já estava empinando. O Marcos entrou com força e eu já pedia para ele me maltratar. Meu priminho me chamava de piranha, disse que sempre quis me comer com o "corno" em casa, e nesse momento anunciou que a Vivi, esposa dele, também estava lá. Eu estava desesperada e cheia de tesão quando, de repente, a maçaneta da porta faz barulho: era meu esposo querendo entrar e me chamando.

​Pensam que o Marcos parou? Pelo contrário, foi aí que ele socou com vontade. Eu não podia gemer, não podia sair e nem queria. Olhava para ele e o pilantra fazia cara de mau. Restou gritar para o maridão esperar porque eu estava no banho. Ele queria entrar para me comer e disse:

— Deixa eu entrar, mozão, quero dar umazinha bem rápido.

​Respondi que não, que ele deveria dar atenção aos convidados e que eu já estava saindo. O Marcos continuava ali e o Carlos insistia na porta. Consegui convencer o Marcos a parar; ele se vestiu, eu desliguei o chuveiro e me enrolei na toalha. Saí do banheiro e o Carlos já estava pelado no quarto. Chupei ele ali mesmo, agachada na porta; ele ama meu boquete e não demorou para gozar. O Marcos, dentro do banheiro, ouvia tudo. O Carlos me chamava de boqueteira e eu pedia em tom alto, queria que o Marcos ouvisse. Quando o Carlos gozou na minha boca, eu engoli tudo. Expulsei-o para o banheiro da piscina, mandei vestir o uniforme da pelada de volta e ficar com a turma, alegando que ele estava sujo do campo e não entraria no banheiro que eu tinha acabado de limpar.

​Ele saiu todo feliz. Tranquei o quarto, tirei a toalha e voltei para o banheiro. O Marcos estava se masturbando; pedi para ele terminar o serviço. Ele evitou me beijar, mas eu o beijei à força; ele teve que sentir o gosto do sêmen do amigo no beijo. Ele finalizou, eu recolhi o excesso com os dedos e novamente o beijei. Já recomposta, conferi se ele podia sair, coloquei-o para fora do quarto e vesti meu minúsculo biquíni, exibindo a bunda como o Carlos gosta.

​Estavam todos lá, inclusive as mulheres dos rapazes. O churrasco já rolava. O Marcos trouxe uma bandeja com linguiça e perguntou se eu queria; comi alguns pedaços chupando os dedos em sinal de que queria mais. O Carlos chegou e comentou com o canalha do meu primo como eu estava linda; o priminho só concordou e deu parabéns. Saiu de perto e ficou de longe enviando mensagem no WhatsApp perguntando se eu estava machucada. Eu lia e ria; ia falar o quê, se ele sabia a resposta?

​Carlos voltou já meio alegre, falando que queria mais à noite. Eu disse que o queria sóbrio. Nesse momento, fiquei de costas para ele, sentindo-o encostar em mim. Entreguei meu celular na mão do Marcos e pedi para ele bater uma foto; o pilantra ainda fez uma selfie com nós três depois. O marido disse que gostou; eu me sentindo a própria "Dona Flor e Seus Dois Maridos".

​O povo se foi depois das 18h. Tive que arrumar tudo e, já perto da meia-noite, estava muito excitada devido ao álcool — meu ponto fraco. Não tinha ninguém para me satisfazer, mas fiquei pensando no novo goleiro, o Bruno. O cara é um homenzarrão: mãos enormes, negro, olhos claros. Fiquei encantada e percebi que ele também me olhava. Preciso ir torcer pelo time do maridão; domingo estarei lá, linda de short e camiseta sem sutiã. Sou desprovida de seios, mas Deus compensou no rabo. Quero ver o goleiro atuando; acho que ele joga na retranca também. Vou descobrir se ele é capaz de me "encaixar" sem dar rebote. Negão gostoso.

​Vocês ficarão sabendo.

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Comentários

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Começo muito bom,mas foi muito resumido a história, não contou o início da vida qdo trancava com o primo.Espero que vc possa relatar isso posteriormente.Parabens....

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