Quarta noite -parte I - O sabor de uma quarentona.

Um conto erótico de Virgínia
Categoria: Heterossexual
Contém 1781 palavras
Data: 29/11/2025 15:24:26

Macedo se mexeu na cama, num ronco abafado, pelo jeito sonhando. Eu estava morta de cansaço, três dias trepando, gozando com os estranhos. Já não tenho idade pra tanto. Eu também sonhava. Meus sonhos se misturavam com as memórias, os beijos e as lambidas na xana.

Garoto atrevido esse Bernardo, se foi ele mesmo?

"Uuh! Que horas são?"

"Sete e meia."

"Tudo isso? E você ainda deitada!"

Um tom de voz como se fosse meu chefe. Como se fosse obrigação minha cuidar do café sempre. Pior que a burra aqui sempre deixou eles me fazerem de empregada.

Mas eu devolvi na lata.

"Não posso? Levanta você, ora!"

Virei para o lado abraçando o travesseiro e fechando os olhos.

"O que deu em você?"

"Estou morta de sono, me deixa dormir."

"Morta não sei porque? Dormiu a noite inteira."

Eu ri, apenas ri, mesmo porque eu estava virada de costas pra ele.

"Hei! Levanta mulher!"

"Levanta você."

"Não vai fazer nem o café?"

"Faz você ou manda os meninos fazerem."

"Gustavo! Não sabe nem usar o micro-ondas, quanto mais fazer uma garrafa de café."

"Ensina, você não é o pai? E ele já é bem grandinho."

Ele sentou na beirada da cama, visivelmente puto, mas eu não estava nem aí. Quem mandou me usarem como precisavam, três noites seguidas me fodendo, comendo e eu ainda tinha que acordar cedo pra fazer o cafezinho dos esfomeados!

Chega, cansei. Hoje não, se virem os quatro, pra variar.

"Que roupa é essa!?"

Na hora eu nem me lembrei, falei sem pensar.

"Ora que roupa! A camisola, a de sempre."

Macedo me olhou intrigado, quase desconfiado.

"Mas isso não é uma camisola. Você não estava com uma... branca?"

Verdade, eu mesma tinha esquecido que o tarado da noite passada rasgou minha camisolinha do dia a dia. Acabei pegando a primeira coisa que encontrei no armário e foi meu penhoar, o pretinho.

"Chega Macedo, que saco! Você nem vê quando eu corto o cabelo, agora resolveu vigiar o que eu visto!"

"Tá bom, tá bom! Pra mim..., deixa pra lá. Só sei..."

E não completou, o que me deixou cismada.

"Só sabe o que?"

Olhei por cima do ombro enquanto ele com ar de vitorioso, metia uma camiseta no corpo e abria a porta.

"Só sei que essa noite não veio ninguém, ou veio?"

Ele saiu mostrando um sorriso provocador. Homens! Ainda mais o Macedo.

***

Cheguei na cozinha sentindo as costas,doloridas só mesmo por honra da firma eu sai da cama.

"Bom dia. Bom dia!"

Só estavam o Jonas e o Bernardo. Sentei de frente para eles. Os dois me deram aquela secada básica, rápida, um sorrisinho no canto da boca do Jonas, um certo desconforto no jeito do Bernardo.

Estranho ficar de frente de quem te comeu e nem sabe quem foi. Se bem que podiam ter sido os dois.

"Gustavo?"

Eles responderam juntos, bem treinados.

"Saiu com o pai."

"Saíram, pra que?"

Eu bocejei, eles se olharam como se escolhessem quem ia falar primeiro.

"Foram ver um problema no carro, problema no freio."

"Vão direto pra praia."

"Ah! Então tá."

Tampei a boca e outro bocejo. A gente se encarou outra vez. Bernardo ainda envergonhado, já o Jonas com um ar de pilantra por trás da fatia de bolo que ele comia aos poucos. Uma cumplicidade ia se formando entre nós, todos sabendo, mas ninguém querendo falar.

Era a primeira vez que eu ficava sozinha com eles, sempre Gustavo estava por perto. Nem sonhava que os amigos eram tão fissurados numa coroa. Muito menos por mim.

Fiz uma pose, a mais sensual. O penhoar me valorizava os seios, cruzei as pernas e deixei o mais tímido todo sem jeito.

Bernardo tentou esconder o olhar e se levantou afobado, o calção azul largo, com uns coqueiros brancos mal disfarçava a ereção. Me deu vontade de rir. Gostei do que vi. Eu não podia reclamar. Veio aquela sensação de se saber poderosa, gostei.

"Licença vou, escovar os dentes... Vem Jonas?"

"Depois, vai na frente."

Bernardo fugiu pro banheiro, ficamos eu e o desinibido mastigando um pedaço de pão. Se ele achava que ia me intimidar, Jonas estava muito enganado, eu sou mais esperta do que ele pensa.

Ficamos nos medindo um tempo, pareceu mais tempo do que realmente foi.

"Dormiu bem essa noite, dona Virgínia?"

Dei uma golada longa, pensando nas palavras. Também não era pra parecer uma piranha.

"Dormi menos do que eu precisava, mas foi uma boa noite."

"Meio quente, não foi?"

Revi a cena do homem misterioso me rasgando a camisola. Os ombros do Jonas não pareciam tão largos. O tarado que me comeu na sala não parecia ser ele.

"Muito. Aliás, essas últimas noites, foi muito quente."

"Seu Macedo disse que não viu ninguém."

"Pois é, não viu, mas eu vi."

"Viu!"

Ele abriu um sorriso e arregalou os olhos de quem não esperava pela resposta. Os olhos faíscaram. A curiosidade estampada na cara.

"Vem Jonas. Vamos."

Bernardo apareceu no corredor assustado. Vestindo a camiseta folgada e ainda escondendo a ereção.

"Vem!"

"Já vou! Tchau dona Virgínia."

O garoto se levantou contrariado.

"Tchau querido. Até mais."

***

Olhei as horas, já eram quase nove, da noite. Havia um silêncio pesado na casa. Todo mundo cansado, pelo menos eu e Macedo. Os garotos estavam na rua. Não sei como aguentavam.

"Macedo, acorda! Vai dormir na cama."

Ele resmungou um não. Eu pensei nos meninos, será que estavam aprontando alguma? De novo, outra noite? Lembrei do sorrisinho indecente do Jonas, da ereção do Bernardo.

Hmm! Estava ficando viciada naquilo. Não sabia que eu era assim tão vadia. Por era é bom, mas tem hora que não. Mas seja como for, o que mais podia acontecer?

"Então tá, vou dormir sozinha de novo. É isso?"

Gostei da ideia dele dormindo na minha cama como uma pedra, melhor do que na sala. Algo me dizia que vinha coisa boa, mas era só a minha intuição.

"Tô indo, tchau."

Não demorou pro Macedo aparecer arrastando os chinelos, quase um sonâmbulo. Falando numa voz embolada.

"Chega pro lado."

"Espera, assim você senta em mim."

Meio arrependida da ideia idiota, eu ia passar a noite acordada com ele roncando de novo. E eu nem sabia se ia rolar alguma coisa essa noite. Pelo menos o sorrisinho do Jonas me dava uma esperança.

Macedo começou a roncar, aquela cacofonia de uma nota só. Eu mereço.

***

Acabei dormindo também, mais do que eu queria. Quando acordei e olhei as horas tomei um susto. Mais de duas da manhã.

Porra!

E o Macedo roncando, nem se explodissem uma bomba ele acordava. Minha boca estava seca e eu suada. Acabei levantando arrependida. Naquela noite não ia rolar, e não ia mesmo. Quando passei pelo quarto dos rapazes a porta estava aberta, tudo escuro, um silêncio. Ainda estavam na rua?

Fiquei mais decepcionada, fui pra cozinha e enchi o copo de uma água bem geladinha.

Voltei preguiçosa em direção ao quarto, foi quando ouvi um barulho, eu me virei e tudo ficou escuro. Uns braços fortes me seguraram e eu senti um cheiro forte de álcool. Foi a última coisa que eu me lembro.

***

Acordei sentada numa cadeira. As mãos presas às costas, as pernas amarradas aos pés da cadeira. Fui tomando consciência aos poucos, a vista enevoada, uma tosse seca. Tentei me soltar, mas não conseguia.

Fui percebendo que não estava sozinha, havia uma presença, uma sensação de estar sendo olhada. Senti uma palpitação.

"Me solta! Me tira daqui!"

Tocaram no meu ombro. Depois uma carícia no pescoço. Não havia luz, mas a que entrava pela janela me deixava ver os contornos de um homem. O peito nu, sem pêlos. A mão firme massageou minha nuca. Não achei ruim, pelo contrário.

Fui reconhecendo o quarto, o deles. E a massagem me provocando sensações agradáveis.

"Porque?"

Ninguém respondeu, mas outra mão desceu a alça do meu penhoar expondo o seio. Mão pequena que acariciou a minha teta, apertou, depois esticou o meu bico. Até ficar duro.

"O que você... aah! Quem?"

Olhei para cima e divisiei uma máscara, o corpo nu. Seu pau acariciando em meu ombro. O cheiro de homem entrando no cio. Outra pessoa me fez virar o rosto, a cabeça de um pau apareceu na minha frente, aquilo erguido e duro.

Apetitoso, da cabeça bem desenhada. Me deu água na boca, mostrei a língua e o atrevido enfiou. Enfiou a rola na minha boca. Aquele calorzinho gostoso de pica. Hmm! Fazia tanto tempo que eu quase tinha esquecido.

"Mmmm! Aaaiii! Uuuh!"

Ele começou a socar e eu a babar. Aquilo quase na garganta e eu quase engasgando. Quando ele tirou a piroca, aquilo estava babado da minha saliva. Só tinha visto nos filmes do Macedo.

"Assim você me mata."

Foi quando eu senti uma babinha no peito era o pau do outro melecando a minha mama. Brincando com o meu bico, molhando e deixando mais duro.

"Vem cá."

Falei numa voz rouca e ele veio, me penetrou a boca, me comeu agitado, mais que o amigo. Os sacos cheios batendo no meu queixo e ele socando a piroca na esposa do Macedo.

Deu um frisson, eu louca pra agarrar aquelas varas, fazer um carinho de tia. Torcendo, apertando, alisando... Senti alguém me morder um bico, me sugar a teta.

Já falei que me dá o maior tesão, se tem uma coisa que eu amo é ser mamada. Meu tesão ficou ainda forte, saindo pelos meus poros. Entestei a vagina, endureci a vulva. Eu pulsava inteira, minha boceta comandava tudo.

Fui me tornando um vulcão em erupção. Aquele sumo quente escorrendo dos meus lábios. Eu tesa, tensa, querendo, sonhando. Tentei me soltar, mas as cordas não me deixavam.

Fui ficando sem razão. Meu corpo vibrava e eu movia a cintura como numa dança. Um convite latejante, meu monte duro como uma pedra, o grelo implorando por uma carícia.

Ouvi alguém falando numa voz baixa

"Ela tá pronta."

Um silêncio curto e apareceu uma presença à minha frente, o encapuzado subiu a barra do penhoar e me viu. Cheirou meus pentelhos. As mãos afastando minhas coxas, exibindo os meus lábios.

"Aaah! Oooh!"

A língua ferina me lambeu a entrada, bebeu dos meus sucos, aos poucos. O sabor de uma quarentona, foi beijando por dentro, me provocando como uma siririca perfeita com a língua.

Três me provocando ao mesmo tempo. Juntos, os safados saboreando a esposa do Macedo. Senti um dedo me furando a xoxota e a língua ainda me provocando o grelo.

Eu explodi numa onde de prazer extremo. Minhas pernas bambas, a xoxota piscando. Aquele gozo incrível, libertador, explosivo.

Veio um grito, um berro da alma, uma força da natureza.

"Gustaaavooo! Aaahh! Aaaah!"

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