BOQUETEIRA PASSANDO A FILA PARA ENGRAVIDAR. POR ENQUANTO, NADA!! ☺️

Um conto erótico de Morena peituda
Categoria: Heterossexual
Contém 1371 palavras
Data: 29/11/2025 18:11:03

Olá de novo, meus tarados fãs. Saibam que meus peitões não param de falar de vocês, meus queridos. Sou a Cristiane Melo, a morena peitura e chupadora viciada em rolas. Vamos lá:

Hoje vou falar sobre como foi, e como é, essa vida de casada adúltera, pois que marido bom sempre tem aquele defeito de ter um só pau, sabe? Sempre fui bem taradinha por paus, em especial aqueles que não sabem ficar quietos nas calças. Contudo, adoro homens românticos, e desde a minha adolescência namoro esse um, que se tornou advogado, e por tanto, meu cônjuge defensor das causas difíceis.

No momento, resolvi mudar de postura, tão lasciva, para um modelo mais discreto, daquela que seleciona picas com a minha experiência de 27 aninhos. Sou uma repórter bem comportada durante as entrevistas, e pego nos micofones invés de cacetes masculinos nas horas de trabalho, mas caí em tentação com um corredor maratonista, afrodescendente, aqui na minha cidade de Londrina no Paraná. É que o corredor, tem mesmo, uma vara muito extensa, que eu percebi durante a coletiva.

Ajustei a saia, cruzei as pernas na diagonal para ele, que em desdém ao restante da equipe, foi compartilhar o seu olhar latejante só para mim. Não deu outra, e fui pegá-lo com meu carro velho, interrompendo uma corridinha dele, e a carona foi parar em motel.

Os segredos de boqueteira, que sou, é gostar de suor de macho. Baixei a cueca e apreciei: cheiro de cueca suada em maratonas é um tanto excitante. A rola preta estava à apreciação da minha língua, que percorria toda aquela extensão. Delícia! Deixei a baba ir descendo, uma baba de corredor, relaxando aos poucos, em obediência à minha mão direita no seu tórax. Dali a pouco, não acreditei que, uma extensão de rola, largura de meus 8 dedos, fora a cabecinha, pudesse estar até o talo da minha garganta, a julgar pelas suas bolas encostarem no meu queixo - um sonho de garganta profunda.

Assim eu conquistei ele, e de 2 em 2, ou no máximo 3 em 3 dias, estava lá em casa (endereço descoberto no meu trabalho, a perguntar pela repórter Cris, a devoradora)...

Até que chegou uma noite, que eu, resolvida a contar da vara negra para meu esposo, e este estar resolvido a escutar as minhas baboseiras, comecei: “Amor, eu menti pra você!”. Ele franziu a sobrancelha, colocou as duas mãos por trás da cabeça, e no travesseiro, com o pau em riste, quis saber: “Você ainda não está pronta?”. Balancei a cabeça afirmativamente, mas lembrei: “Quero que nasça moreno, de mim para cima. E com essa brancura aqui...” - passei as unhas no peito - “... pode ser que falhe”. Luiz Augusto deu o papo como babaquice, e só fechou os olhos para receber mais uma das minhas... gargantas profundas.

Gozou rápido, o meu marido, e tive que sair pela rua, ir na velha lanchonete, procurar alguma rola em crise com a esposa. Tava um friozinho, e eu em conchinha num casaco sobretudo, até que vibrou na calçola, uma ligação do corredor roludo. Ele queria saber se deu certo, de eu contar que iria deixar o bonitão por ele. Eu, já encostada no balcão da lanchonete, com um atrevido de pau colado na minha bunda, tive de dizer que não: “Não tive coragem”.

O atrevido das minhas nádegas falou pertinho do aparelho: “Amor, por que não descarta mais esse aí? Não tenho te alimentado direito?”. A situação me deu tesão, levei o cara a uma mesa no escurinho, e fiquei debaixo dela, sorvendo o que, de gotas de mijo, até um jato quente de porra, saiu daquele cacetinho pequeno, que até consegui engolir o saco junto. Este, após eu retornar para a superfície da mesa, chupou o próprio pau por tabela com a minha boca, e exigiu: “Vai gata, diz que me ama!”. Fechei o casaco, interrompendo a vista dos meus peitões à galerinha do lado, e respondi: “Não!”.

Depois de mais ou menos satisfeita, voltei para os pés do meu marido, quando acordou. Ele disse: “Cris Maria, estamos com pouco mais de 3 anos de casados, e eu esqueci de te confessar algo”. A minha espinha gelou instantaneamente, e a emoção disso me fez desistir de dizer que eu estava apaixonada por mais uma rola preta. Quando olhei, ele já tinha tirado uma foto de debaixo do travesseiro. Na imagem, meu marido estava mais jovem, a calcular quando nos conhecemos há 12 anos atrás, abraçado com uma mulher, um tanto mais velha.

Não deixei ele explicar tanto, mas pelo contexto, ele terminou, no passado, um namoro para ficar comigo. Uau! Que demais, baby! Fiz sinal da cruz, agradecendo por não ser nada tão pesado, aquela declaração. Caí do lado, exausta.

Acordei lá pelo meio-dia. Estava só de tanga, e saí na sacada do prédio. Esse ventinho de primavera me fez voltar no tempo. Parece que ando pensando em paus mais do que nunca. Era final de semana, e recebi um encanador, mesmo antes de colocar a saia. Ele teria de resolver um problema falta de sifão da minha pia. Resolveu rápido, e no resto do tempo extimado para o serviço, mostei-lhe como uma pica fina, e comprida como a dele, conseguia adentrar a minha garganta até além das pápulas da língua. Ele gozou nessa posição, e eu senti o líquido viscoso descendo pelo meu esôfago, até chegar no meu estômago.

Alguém tocou a campanhia, e por via das dúvidas, o encanador saiu pela janela do quarto, consequentemente encarando um parapeito e a altura de um andar. Foi mole para o gaiteiro, igual foi fácil para a peitudinha aqui, aguentar na garganta, mais uma vez, a pica do meu corredor jambo. Ele tava meio indignado, querendo falar sério com meu marido, mas eu tratei de despachar, dando umas metidas na buça também. Disse que me amava mesmo assim - enrolada - e saiu.

À tarde, eu fui no glory-lory, acompanhada pela doida da minha amiga Sidnéia, também louca, e boqueteira como eu. Disse que iria vir uns carinhas de São Paulo. Estando lá, ela deu desmonstração de boa discípula minha, chupando três sacos em sequência, e sem perguntar o nome, muito menos ver a cara. Apesar das esporradas lindas que ela tomou na boca, eu disse que precisava de rola preta, gozando lá, na minha úvula. Daí, ela me abraçou, me deu beijo babento de porra na minha boca, e eu tive que virar uma bofetada - não pela porra, mas porque não gosto de brincar de lésbica.

Sidnéia relevou o tapa, mas me apontou, quando apareceu uma rola preta e comprida no buraco. Me ajoelhei e fui fazer o meu papel, cumprindo a promessa. Néia ajoelhou atrás, e ficou empurrando a minha cabeça, até o cara esporrar na minha boca - Agora sim, o gosto mudou.

Todo manhosa, com a tara a mil, rasguei o papelão, divisória de araque, e com a minha lábia, sequestrei o cara para o meu colçhão.

Dali a pouco: “Me pede um beijo enquanto é tempo, que depois da meleca...” Ele me deu uns amassos, na boca e nos peitões, aproveitando que sou devassa mesmo! Pensei assim: “Dependendo, vai ser esse”.

Com o mulato na posição supino, eu ia acariciando, e peguei no mastro. Lambi toda a extensão pos baixo do saco e nas beiradas do cu- Era um sonho de chupação. Se a gozada fosse forte, eu engravidaria dele.

Não aguentava mais. Teve um ataque subito, e igual os meus amantes atrevidos, envolveu o meu cabelo, e semi-levantando, metia sem dó, na minha cavidade oral. Deixei a boca de peixinho para o “tchac, tchac, tchac” e os aplausos da Sidnéia.

Depois da gozada farta que eu tomei na boca, a maluca me deu um novo beijão de lingua, e teve que tomar mais uma sonora tapona na cara. Ficou rindo após, que até deu desjo de riso no formidável roludo do lado.

Meu marido tocou a campainha, o roludo teve que descer o parapeito só de cueca, mas a minha amiga Néia foi com o vestido apoiando atrás.

Eu soube que ela engravidou deste - ou é o que se supõe pelos cálculos - e o marido não se aguenta na felicidade de ser pai. 🐃 Com os quarentão que tem, já tava ficando preocupado.

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Foto de perfil de Morena peitudaMorena peitudaContos: 103Seguidores: 208Seguindo: 14Mensagem Estou tentando resolver este problema, onde uma cena cresce mais que seu autor.

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