Há alguns anos conheci uma preta chamada Lis (nome fictício), que me balança até hoje. 1,60 mais ou menos, olhos claros lindos, boquinha pequena e um pouco carnuda. Um corpinho bonito, pernas não muito grossas, bunda pequena, toda gostosinha. Peitos volumosos, firmes e pontudos, uma voz gostosa...
Perfeição é aquele corpo nu. Uma boceta bem lisinha, macia e cheirosa. É pequena, não é gordinha, e o pinguelo pequeno. Sempre molhadinha. Xereca quente e gostosa, tal qual um caramelo.
Ela não gostava de mim sem motivo algum e isso me incomoda demais. Não suportava ser destratado daquele jeito por ela, e insisti em me aproximar dela, até que algo aconteceu.
Ela parou de me tratar co grosseria, e passou a ser minha amiga, até rolar o primeiro beijo. Molhadinho, intenso, col locas línguas se entrelaçando, minhas mãos passeando por aquele corpo, apertando aquela bunda dura...
Um dia, eu parei o carro na prota da universidade onde ela estudava e ela veio me ver. Conversamos um pouco e nos beijamos. Botei o pau pra fora e ela se recusou a chupar. Pedi que desse um beijo e foi o que ela fez, por ora.
Visivelmente excitada, ela pediu pra chupar seus peitos e tirou a blusa. Endoidei. Chupei, lambi, mordisquei e pedi para tirar a calça e dei umas boas lambidas na sua buceta, mas era desconfortável para nós dois. Além do mais, tinha muita gente no entorno do carro e ficamos com medo de um flagra.
Tornei botar o pau pra fora e pedi outro beijo, mas ela segurou con firmeza e enfiou na boca. Ela chupava tão gostoso... era um boquete babado, suave e intenso na mesma proporção. Pedi que parasse ou eu gozaria naquela boca linda. Infelizmente não aconteceu mais nada depois disso.
Depois disso a gente se encontrou e rolou uns beijos e mais uma chupada naqueles peitos, mas depois ela passou a negar uma relação entre nós, dizendo que não transa com amigos (sim, nós viramos amigos). Hoje ela é evangélica e continua bem safadinha.
Nos falamos diariamente. Chamo ela de putinha, cachora, safada, e ela me chama de cachorro, vagabundo e corno véio. Contamos nossas experiências, um para o outro, e sonho com o dia em que eu vou conseguir comer aquele monumento de mulher.