Mais um conto. Se chegou agora, recomendo ler mamãe gostosa e entender como cheguei até aqui.
Nunca havia comido ela de manhã, de manhã ela fica diferente, fica mais "mocinha", mais delicada, e eu adorei conhecer esse lado dela. Eu havia arrumado um serviço, temporário, e como tinha costume de acordar cedo, pra mim foi tranquilo. Como a maioria das vezes, estávamos sozinhos.
O despertador tocou às 6 da manhã, como sempre, e eu já estava de pé antes mesmo de ele começar a tocar. Há anos que acordo antes do barulho, como se meu corpo soubesse que a rotina ia me engolir de novo. Enfiei a roupa de serviço – aquela blusa cinza que grudava no suor e o jeans surrado largo – enquanto escutava os passos pesados da mãe no corredor. Ela andava como se carregasse o mundo nos ombros, arrastando os pés, mesmo antes do café.
"Ta com fome, filho?" ela perguntou, encostada na porta do banheiro enquanto eu escovava os dentes. A voz dela era rouca, só de olhar pra ela, de ver aquele shortinho colado nas coxas grossas e o sutiã branco marcando sob a camiseta larga, meu pau já ficou duro na hora. Ela sabia. Sempre sabia.
"Tô com fome de outra coisa", virando pra encarar ela de cima a baixo. A mãe mordeu o lábio, os dedos apertando a própria cintura como se tentasse esconder o quanto aquilo ali excitava ela. "Tá achando que vou ir trabalhar sem você dar uma mamada primeiro, é?"
Ela gemeu baixo quando eu puxei ela pelo short, arrastando até o meu quarto. A porta bateu com estrondo e eu já tinha a mão enfiada no short dela antes mesmo de a gente cair na cama. A buceta dela estava encharcada, quente como fogão ligado no máximo. "Nossa, que safada", ri no ouvido dela enquanto enfiava dois dedos de uma vez. "Já tá toda melada e eu nem comecei direito ainda."
"Filho...", ela choramingou, agarrando meu braço com as unhas afundando na minha pele. A voz dela tremia – era aquela voz de puta que só eu conhecia, a que saía quando ela tava prestes a gozar.
Arranquei o short e a calcinha dela num puxão só, jogando no chão enquanto ela se contorcia na cama. A bunda dela escorregou pra borda do colchão quando eu abri as pernas dela com os joelhos. "Hoje você engole até o saco, cadela", grunhi, esfregando a cabeça do meu pau nos lábios inchados dela.
"Por favor...", ela suplicou, mas eu sabia que ela não queria piedade. Sabia pelo jeito que o corpo dela se arqueava quando eu enfiei metade do pau naquela boquinha quente. Sabia pelo gemido abafado quando ela sentiu a cabeça bater na garganta. E sabia, principalmente, pelo jeito que os olhos dela reviravam quando eu comecei a empurrar com força, segurando os cabelos dela como rédeas enquanto afundava até as bolas na cara daquela vadia.
"Abre essa boca, sua puta", grunhi, sentindo os dentes dela arranhando meu pau antes que ela se entregasse completamente, engolindo até o último centímetro. A saliva escorria pelos cantos da boca dela enquanto eu bombava, rápido, usando a garganta dela como uma bucetinha extra. "Isso, sua cadela, chupa como se fosse a última coisa que você fosse fazer na vida."
Quando puxei ela pelos cabelos pra cima, ela tossiu, os olhos cheios de lágrimas, mas o sorriso dela era de safada mesmo assim. Sem avisar, virei ela de bruços na cama e enfiei dois dedos naquele cu apertado, fazendo ela gritar. "Filho! Ai, porra...", ela gemeu, empinando a bunda como uma cachorra no cio enquanto eu massageava aquele cuzinho rosa. "Não... não lá..."
"Calada", ordenei, cuspindo na mão antes de enfiar o pau todo de uma vez na buceta encharcada dela. O gemido que saiu daquela boca era quase um uivo, quase alto o suficiente pra vizinhança ouvir. Segurei os quadris dela com força, afundando até o talo enquanto ela gemia e babava no lençol. "Você nasceu pra isso, né, mãe? Pra ser a putinha do seu próprio filho."
Ela não respondeu – só gemeu mais alto quando eu tirei o pau de repente e enfiei no cu dela sem aviso. O corpo dela se contraiu toda, os músculos apertando meu pau como um punho quente enquanto ela gritava. "Ai, caralho! Filho, não... tá muito grande..."
"Agüenta, puta", grunhi, segurando ela pelos cabelos enquanto socava com força, sentindo cada centímetro daquele cuzinho se abrindo pra mim. O cheiro de sexo e suor enchia o quarto, e eu sabia que ela estava perto – sabia pelo jeito que ela tremia e pelo gemido abafado que saía toda vez que eu batia no fundo.
"Filho... tá doendo e gostosinho...", ela choramingou, mas a bunda dela empinava mais ainda, pedindo por mais. Eu dei um tapa forte naquela carne branca, deixando a marca da minha mão vermelha enquanto ela gemia como uma cachorra. "Do jeito que você gosta, né, sua cadela? Adora quando eu te arrombo todinha."
Apertei a cintura dela com força, sentindo as unhas dela arranhando o lençol enquanto eu acelerava. O som dos nossos corpos batendo era quase tão alto quanto os gemidos dela, e eu sabia que em qualquer segundo aquele cu apertado ia me fazer explodir. "Vai gozar, putinha? Vai, goza enquanto eu te encho de porra."
O corpo dela estremeceu como se tivesse levado um choque quando ela gozou, os músculos do cuzinho apertando meu pau feito um torno. Foi o suficiente pra me fazer explodir – jorrei dentro dela com um rosnado, enterrando até as bolas naquele cu arrombado enquanto ela tremia e gemia sem parar.
Quando finalmente puxei pra fora, ela caiu de lado na cama, ofegante, com a bunda toda vermelha e o cuzinho aberto, escorrendo porra. Eu dei uns tapas na bundinha dela com o pau ainda duro. "Nem acabou ainda, safada. Vira aqui e abre essa boca."
Ela obedeceu na hora, os olhos vidrados no meu pau ainda pingando enquanto se ajoelhava na cama. "Filho...", ela murmurou, lambendo os lábios. "Quero sentir seu gosto..."
Eu ri, pegando ela pela nuca. "Tá com pressa, é? Vai devagar, puta, senão vai se afogar." Ela abriu a boca como uma boa cadela, e eu enfiei o pau todo naquela garganta quente de novo, sentindo a língua dela massageando enquanto eu começava a bombar devagar.
O meu telefone tocou – provavelmente o trabalho – mas a gente ignorou. Eu tinha um serviço muito mais importante pra fazer agora.
"Engole tudo, puta", grunhi, segurando a nuca dela enquanto sentia a garganta se contrair ao redor do meu pau. A saliva escorria pelo queixo dela, misturando com a porra que já vazava do cuzinho arrombado. Ela tossiu quando puxei pra fora, mas abriu a boca de novo, esperando. Que vadia obediente.
"Agora lambe as bolas, cadela", ordenei, empurrando a cara dela contra o meu saco. Ela gemeu baixo, a língua quente lambendo cada ruga enquanto as mãos dela subiam pelas minhas coxas. Sentia ela tremendo – a mãe nunca aguentava por muito tempo depois da primeira gozada, mas eu adorava ver ela tentando.
"Quer sentar nesse pau de novo, é?" Ri quando ela balançou a cabeça dizendo que sim, os olhos vidrados no meu pau ainda latejando. Arrastei ela pelo cabelo até o meio da cama e deitei de costas, puxando ela pra cavalgar. "Vem aqui, sua cadelinha. Mostra como essa buceta ainda sabe aguentar rola."
Ela guinchou quando enfiou tudo de uma vez, as coxas grossas tremendo enquanto descia. Segurei os peitos dela, apertando os mamilos durinhos dela.
"Tá gostoso, mãe?", provoquei, dando um tapa na bunda dela enquanto ela rebolava devagar. Ela balançou a cabeça positivamente, ofegante, com os lábios inchados e vermelhos. "Fala, puta."
"Tá... tá bom demais, filho", ela gemeu, as unhas cravando no meu peito enquanto acelerava o ritmo. A buceta dela estava quente e mole depois de levar tanta porra, mas ainda apertava como um punho. Quando ela gozou dessa vez, foi com um grito abafado contra o travesseiro, o corpo todo crispado enquanto a buceta pulsava em volta do meu pau. Eu não dei trégua - continuei socando até sentir as bolas apertando, pronto pra encher ela de novo. Gozei dentro da bucetinha dela, pouquinho mas gozei.
O celular dela tocou de novo. Tive que atender, era do trabalho perguntando o motivo do atraso. Disse que meu carro havia estragado e eles acreditaram, mas nem ligava, até porque eu tinha uma putinha em casa e também não precisava tanto assim do trabalho.
Enfim, fui tomar um banho rápido e fui para o trabalho.
Até a próxima. Meu email: blackmoneyhack1000@gmail.com