Primo Bêbado: Cu de bêbado não tem Dono.

Um conto erótico de Gnomo Paz
Categoria: Homossexual
Contém 2095 palavras
Data: 30/11/2025 18:31:28

O sol refletia na superfície azul da piscina, fazendo os olhos dele brilharem como se fossem parte da água. Sentado na beira da piscina, ele segurava a garrafa de cerveja com a naturalidade de quem dominava aquele ambiente. Enquanto isso, o churrasco da família seguia animado. Alguns já estavam tontos de bêbados, gargalhando alto, enquanto outros se divertiam às custas dos sóbrios, como se estes fossem a grande piada da tarde.

Eu observava a cena quando notei meu primo cambaleando até mim, o sorriso torto no rosto, como se nunca tivesse me visto antes.

— Tá calor, hein? — ele disse, a voz um pouco arrastada, erguendo a garrafa de cerveja em um brinde solitário antes de se sentar ao meu lado.

Assenti, tentando não rir da sua falta de equilíbrio. Ele riu também, mas por outro motivo, como se soubesse exatamente o efeito que causava: o brilho nos olhos, o jeito descontraído, a forma como o sol parecia feito para ele.

— O que foi, Fimose, porque essa carinha de cachorro sem dono? — Perguntei ao meu primo.

Esse era o apelido dele desde pequeno. Meu primo era moreno, bonito, olhos castanhos intensos, usava piercing no nariz e era mais alto que eu. Ele também tinha algumas tatuagens no corpo, mas o que mais me atraia era a bunda gorda dele, que nesse momento escapava um pouco da sunga apertada e atolada que estava usando

— Eu estava na piscina, bebendo, mas me cansei. — Finalmente respondeu ele, encostado a cabeça sobre meu ombro.

Eu o peguei para que ele não caísse.

— Preciso ir ao banheiro, mas estou um pouco tonto, me ajuda? Me leva até o banheiro, preciso mijar.

— Porra, Fimose. — ajudei ele a levantar. — Banheiro? Vamos lá.

Enxugamos os pés no tapete antes de entrar e o guiei até o banheiro mais afastado de dentro da casa. Aproveitei que ele estava meio tonto e distraído, se concentrando em andar em linha reta, e que estávamos sozinhos, para dar uma bela averiguada no bundão grande dele.

Conduzi meu primo cambaleante até o banheiro. Atravessamos a porta de lado, com dificuldade, enquanto ele ainda segurava sua garrafa de cerveja. Ele levou ela à boca e tomou um grande gole.

— Abaixa essa sunga aí, para não mijar na sunga com essa sua rola pequena. — o provoquei.

— Minha rola não é pequena, porra — ele resmungou, arrastando as palavras, mas obedeceu, abaixando a sunga com um movimento desajeitado.

Cambaleando, começou a mijar, a cerveja ainda na outra mão, enquanto eu tentava manter ambos de pé.

A julgar pelo apelido do meu primo, vocês já devem imaginar que o ponto dele tinha fimose. Era mediano, mas escuro que o tom de pele parda dele, tinha alguns pentelhos negros e bolas medianas abaixo do membro. Era um pau normal.

— Você é quem deve ter o pau pequeno e fino. — provocou meu primo.

Levei minha mão livre até meu pau e o apertei por cima do short de banho. Meu primo arregalou os olhos com meu volume e quase mijou fora do vaso.

Meu primo era bonito. Eu era o oposto, não tinha uma beleza admirável. Não nasci modelo, mas nasci pirocudo.

— Não vi nada. — afirmou ele quando levantou os olhos até os meus.

— Pau no cu, vai se fuder!

Ele riu, balançando a cabeça, ainda meio zonzo, enquanto terminava de mijar.

— Sou muito mais pirocudo que você, primo. Nem todas aguentam minha jeba.

— Falou o garanhão. — debochou, ajeitando a sunga de qualquer jeito e dando um tapa no própriobundão, como se isso provasse alguma coisa. — Mas aposto que não sabe usar.

Revirei os olhos e soltei um riso anasalado.

— Melhor do que você, que nem deve conseguir levantar essa porra depois de tanta cerveja.

Ele apontou um dedo trêmulo para mim, tropeçando levemente para trás.

— Está duvidando?

— Duvido e não quero pagar pra ver — respondi, empurrando-o pelo ombro para que fosse lavar as mãos.

Ele riu alto, apoiando-se na pia, e se olhou no espelho. Ao fazer isso empinou a bunda para mim.

— Bundão, em… — Dei uma palmada de brincadeira na bunda dele, que balançou lindamente para mim.

Ele fez uma careta e jogou um pouco de água no rosto, me encarando pelo espelho, com um sorriso torto.

— Tá tão pirocudo assim que tá querendo até bunda de homem, primo? Haha!

Apertei minha pica meio-bomba, ainda por cima do tecido do short, vendo aquele rabão grande que mal se escondia atrás da sunga azul.

— Gosta do que vê? — perguntou ele, empinado para mim. O tecido da sunga escorregou um pouco, dando para eu ver o cu virgem dele.

— Que bundinha gulosa, em? — dei mais um tapão naquele bundão, deixando minha mão ali.

Ele não reclamou. Fui mais ousado. Meti a mão por dentro da sunga e já fui procurando pelo buraco dele.

— Que bunda mais receptiva. — sorri, colocando um dos dedos na entrada daquele cu apertado.

— Ainnnn primo, que porra! — Ele se apoiava na pia, empinando a bunda para mim.

Eu senti o calor interno dele envolvendo e apertando metade do meu dedo, que entrou no seco.

— O que você tá fazendo?? Ain meu cu!

— Quer saber, vou mostrar meu pagamento por ajudar marmanjo bêbado. — Sorri tirando o dedo, saiu limpinho. Cuspi em meus dedos e enfiei meu dedo do meio no cuzinho dele. Enfiando até entrar tudo. — Já que cu de bêbado não tem dono.

Ele esticou a porta e trancou a porta. Era óbvio para mim que meu primo me queria. Eu seguro com firmeza e o jogo contra a parede, tirando meu pau pra fora completamente duro.

Peguei um lubrificante que escondo na gaveta debaixo da pia, abaixei a sunga do meu primo com brutalidade, abri a bunda grande dele, encaixei a cabeçona vermelha do meu cacete e já fui enfiando naquele cu virgem.

— Porra, que cu gostoso!

— Ahhhhhh caralhoo! — ele gemeu alto, com o cu relaxado por causa do álcool. — Que pagamento é esse? Ahwm!

— Se chama CuBank, transferência bancária via cu. — Botei a mão na boca dele, para não gemer muito alto. — Agora cala a boca, se não a sua namoradinha vai descobrir.

Empurrei meu membro grande e duro para dentro, sentindo que aquele cuzinho realmente nunca havia levado rola.

— Relaxa o cuzinho, primo. — ele relaxou e acabei empurrando tudo para dentro. Ele tentou gritar, mas tampei a boca dele. — Caralho, entrou tudo! Andou dando o cu?

— Ahhhh claro que não… Ah meu cu. Tá doendo.

— Tá? — perguntei, segurando a bunda dele, empurrando devagar.

— Sim. Tá doendo, mas tá uma delícia… Tira o meu cabaço, primo.

Eu sentia minha mente turva, a raba dele aberta levando todos os centímetros da minha jeba, era surreal. Sempre sonhei em foder esse cuzinho e aqui estava eu: Em pé, no banheiro, agarrando meu primo contra a parede, metendo devagar no buraco apertado do meu primo.

— Eu nunca dei... você sabe disso… Ahhh meu cu porra, que tesão.

— Então estou sendo o primeiro? — perguntei, o provocando, mordendo de leve as costas dele. Ele se empinava ainda mais para mim, empinando a rabiola. — Agora vai ser minha puta particular.

Começo a bombear minha pica naquela bunda, sentindo o seu os músculos anais se contraindo para poder alojar todos os meus centímetros. Ele gemia baixinho pra mim, piscando o cu sem parar. Acelerei as metidas, dando tapas da polpa daquele bunda suculenta.

— Isso putinha geme pra mim

— Ainn, primo. Que delícia!

— Quer que eu pare? Tá machucando? — perguntei, acelerando ainda mais as metidas. Movendo minha cintura para frente e para trás. O cu dele recebia pica de forma rápida engolindo tudo pelo efeito do álcool.

— Ahhh! Tá gostoso…

— Cu de bêbado não tem dono, mas esse vai ter a partir de agora.

— Awmm! Eu nunca mais vou beber...

— Cala a boca, puto.

Dou um tapa bem dado no bundão, dessa vez com mais força. A marca da minha mão com certeza ficará marcada na pele branquinha. Meu pau babava dentro dele, lubrificando ainda mais com o meu pré-gozo.

Começo a foder o buraco guloso do meu primo com mais brutalidade, fazendo ele gemer mais abafado por causa da minha mão na boca dele.

— Ahhhhhh caralho, tá arrombando meu cu virgem… — reclamava ele, empinando a bunda ainda mais.

Dou outro tapa no mesmo lugar, fazendo ele desabar no chão ficando de quatro, muito mais empinado para mim.

— Que visão maravilhosa! — Fico de pé, atrás dele, miro meu cacete no buraquinho vermelhinho, não mais tão apertado, que piscava rapidamente. Eu encaixei a cabeçona e fui afundando minha rola como se fosse um pistão, colocando até o talo e tirando de forma completa. — Olha como engole meu pau inteiro. Que delícia, primo.

Naquela posição em metia forte e fundo, arrombando aquele cuzinho de dentro pra fora.

— Vou deixar ele no formato da minha vara.

— Ahh! Primo! Que delícia de pirocão!

— Isso, puto! Toma rola do seu macho!

Ver meu cacetão afundando no meio daquele rabão, sendo engolido por inteiro por aquele buraco pequeno e guloso me fazia querer gozar, mas eu estava me segurando. Não queria gozar tão rápido.

Eu tirava tudo e depois metia tudo de uma só vez. Meu primo gemia alto, quase gritando. Para a nossa sorte, no quintal estava tocando música alta, mas eu não queria arriscar.

— Cala a boca, puto! Aguenta a pica do primão como macho de verdade. Tem que ser muito macho pra dar o cu para um cara dotado do meu porte.

— Ahh! Caralho, primo!

Meti no rabo do primo, com ele de quatro pra mim, por mais alguns segundos. Eu estocava com força, afundando todo o meu pau bruto naquele buraco. Entrava e saia com facilidade por causa da lubrificação e da minha pré-porra que babava sem parar.

— Ohhh! Primo, eu vou gozar! — Soquei tudo de uma vez, agarrando a cintura dele com firmeza. Ejaculei feito um animal no cio dentro do meu primo, enchendo o cu dele com minha porra quente e grossa. — Porra! Recebe meu leite, seu puto safado!

— Ahhhh!! — senti o cu dele piscando, acho que ele estava gozando com meu pau dentro dele. — Eu tô gozando. Ahhh!

Tombei sobre as costas dele e fiquei ali, até meu pau amolecer e sair de dentro daquele rabo gordo. Fiquei de joelhos no chão, atrás do meu primo, afastando as polpas da bunda para ver o estrago que fiz naquele cu, que costumava ser virgem minutos atrás.

— Porra, primo, tu destruiu meu cu.

— Foi mesmo. — sorri, vendo o buraco arrombado vomitando minha gala grossa e branquinha. — Fiz uma obra de arte. — Dei um forte tapão na raba dele e me levantei, vendo o chão todo sujo com a gozada dele. — É melhor limpar a sua porra pra não suspeitarem de nada.

Ele pegou alguns papeis higiênicos e algumas toalhas de papel e começou a limpar o chão, ainda de quatro, com a bunda empinada para mim, expondo o buraco arrombado, vazando porra pela coxa. Eu lavei meu pau na pia, e peguei a sunga dele.

— Pronto? Vamos sair, pois estamos muito tempo aqui dentro.

Dei outro tapa naquele rabetão. Eu o ajudei a se levantar e a vestir a sunga, coloquei ela bem atolada na bunda dele, para melar ela com minha porra. Eu queria que depois ele sentisse o cheiro da minha gala impregnada na sunga dele, quando fosse tirá-la.

— OK. Vamos sair…

Sai na frente, após perceber que ele já conseguia ficar de pé sem cambalear. Sorri achando que a cura para acabar com o efeito do álcool sobre meu primo era dar a ele um pelo chá de pica.

— Espere por mim. — ele veio correndo, todo engraçado, em minha direção.

Sorri, notando que ele cambaleava agora por perder as pregas do ânus por causa do meu pirocão e não por causa da bebida.

— Acho bom andar direito, sua namorada está vindo. — sorri com malícia, vendo uma jovem loira corpulenta se aproximando com um sorriso doce e inocente no rosto.

— Oi, meu amor! — exclamou ela, beijando os lábios do meu primo. Ele retribuiu um pouco assustado, me olhando de canto.

— Vou dar privacidade para vocês. — falei, dando uma piscadela para meu primo. — Já consegui o que tanto queria.

Dito isso, dei uma lapada seca, bem forte, na bunda do meu primo.

— Ain… — ele gemeu fino.

A namorada dele riu, achando engraçado. Sabe de nada, inocente. Eu sorri com maldade, pois sabia que a raba dele estava dolorida e com o cu arrombado. Eu finalmente tinha realizado meu sonho: comer o rabão do meu primo. Era um cuzinho virgem e guloso, e ainda gozei dentro. Aquilo merecia um brinde, mas não óbvio que eu não iria exagerar.

Porque, como todos sabem, cu de bêbado não tem dono.

FIM

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive F Gnomo Paz a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de F Gnomo PazF Gnomo PazContos: 2Seguidores: 64Seguindo: 4Mensagem Sou Gnomo Paz, um escritor de contos homoeróticos. Leiam meus contos no Wattpad: @FGnomoPaz ou procurem o meu blog: Mundodognomo. Se estiverem interessados na compra de PDF com alguns contos, entre em contato comigo pelo meu WhatsApp: 86 99453-5769. Beijos e abraços do Gnomo.

Comentários