Amiga Crente, Ela me namora (parte 7)

Um conto erótico de Augusto
Categoria: Heterossexual
Contém 2067 palavras
Data: 30/11/2025 19:48:01

Ereção matinal, é bem comum nos homens, acordar com o pênis duro, mas aquilo não era normal pra mim, não sabia como reagir estava ficando louco dentro do quarto, parecia que eu sentia falta do meu cinto de castidade, que estranho.

Eu que nunca fui na academia, decidi ir aquele dia, paguei 15 reais para treinar, puxar uns ferro é muito bom, faz esquecer algumas coisas, e quando tinha terminado, estava fazendo uma corrida na esteira, quando eu vejo o Sato entrando na academia como poderia estar na mesma academia no mesmo horário, senti medo, mesmo sabendo que até a namorada dele sabia que eu era superior.

Eu virei o rosto, tive a impressão que ele me viu, eu não queria falar com ele, esperei ele ir até o vestiário e sai da academia, quando cheguei no estacionamento da academia pegar minha bike.

“Iae cara.”

Eu ouvi uma voz atrás de mim, gelei me virei era Sato com uma expressão horrorosa.

“Tem um minuto.”

Eu falei “tenho “

“Realmente a bebida acaba com um homem, sei que agir errado e fico com vergonha, a Fernanda me contou sobre aquele dia, só que tem uma coisa que é imperdoável, o que você fez com a minha namorada.”

“Cara, realmente não tenho palavras, me desculpa.”

“Não consigo me perdoar, minha vontade é matar você.”

Fiquei sem palavras, não queria piores a situação.

“Apesar do que Fernanda fez, eu sou homem, e eu a amo e quero proteger ela, principalmente de gente como você, peço por favor não procure minha namorada, não converse com ela, se tiver o número dela excluí, não quero passar por isso de novo, não sei do que serei capaz de fazer.”

“Blz.”

Peguei a minha bike.

“O que minha Fernanda viu em você, um pobre.”

Que filho da puta. Quem queria dar um soco agora era eu, peguei a minha bicicleta e sai sem falar nada.

Minha vida estava de ponta cabeça, num ato de loucura fui diretamente na casa de Isa, toquei a campainha e quem apareceu foi dona Flores.

“Lucas? O que está fazendo aqui.”

“Dona Flores por favor deixa eu voltar pra sua filha, eu a amo.”

Sabe quando a gente faz merda e não tem ninguém pra brigar ou punir a gente, a gente acha um jeito de se humilhar para reparar algo, eu certamente estava fazendo isso agora.

Fiquei de joelhos e implorei para dona Flores.

“Se levanta garoto.”

“Faço o que a senhora quiser, eu uso cinto de castidade e qualquer outra coisa que você quiser.”

“Não sei se a Isa vai te querer mais.”

“Como assim?”

“Melhor você conversar com ela.”

Dona Flores entrou para dentro da casa, me senti péssimo, estava totalmente perdido, fui para casa e mandei mensagem pra Isa “podemos conversar?”

“Melhor não.”

Eu a liguei e ela atendeu.

“Oi, está tudo bem?”

“Vai conversar com a Fernanda, o Sato me contou tudo, você não tem um pingo de noção, a Fernanda não merece o Sato, eu não mereço isso, você e Fernanda devem se tornar um ótimo casal.”

“Isa onde você está, podemos conversar.”

“Não quero te ver.”

Sabe quando tudo fica irreversível, era exatamente assim que eu me sentia, quebrado um estúpido.

Eu conhecia um pouco da rotina da Isa então esperei ela na porta da faculdade. Quando ela me viu e me ignorou andando rápido, eu corri atrás dela “não quero falar com você.” ela falou.

Nesses momentos de desespero o homem promete até a lua para mulher, eu não fui diferente, me humilhei e implorei para ela voltar, ela viu o tanto que eu estava rastejando aos seus pés, não sei se foi dó, ou porque ninguém fez aquilo antes por ela, acabou me aceitando de volta, e claro jogou um monte de coisas na minha cara.

Pra ela ficou bem claro o motivo que eu quis largar, foi para transar com outra mulher e a mulher foi a Fernanda sua amiga, ainda bem que nem imaginava a sua mãe.

Eu acompanhei ela até sua casa em silêncio, dona Flores quando me viu, assustou parecia que tinha visto uma assombração.

“Mãe é o seguinte, o Lucas me largou porque foi transar com a Fernanda, tudo culpa da senhora por deixar ele trancado.”

Que história era aquela, eu fiquei confuso, dona Flores ficou vermelha.

“Ele veio se arrastando atrás de mim, não sei se vamos voltar, mas se voltarmos será do meu jeito.”

Isa estava negociando, parecia que eu estava revivendo um filme.

“Depois conversamos melhor.” falou Dona Flores e saiu de carro.

“Acho melhor você ir para casa, depois conversamos melhor.”

“A gente vai voltar, eu faço qualquer coisa, eu te amo.”

“Tchau Lucas.”

Ela fechou a porta na minha cara, sai puto minha vontade era arrebentar a cara do Sato, ele contou pra Isa, só pra me ferrar estava puto.

Quando cheguei em casa, olhei meu celular e tinha uma mensagem da Fernanda.

“Oi, você não me manda mensagem então eu mandei.”

“Oi.”

“Se quiser, estou sozinha em casa.”

“Cadê o Sato?”

“Ele foi viajar com o pai dele só volta segunda.”

“Humm.”

“Não faça implorar, vem logo.”

“Não podemos continuar.”

“Ah todo aquele papo de comer toda semana, o Sato veio em casa antes de viajar e sentei nele por 1 minuto ele anunciou que iria gozar.”

“Kkkkkk belo namorado.”

“Vem.”

Eu não respondi, dormir péssimo aquela noite, no outro dia outra ereção matinal não aguentava, precisava transar, Isa no momento não tinha chances só me restava Fernanda.

Não podia transar com Fernanda, mas a minha vontade era foder a namorada daquele filho da puta, arrombar a buceta a dela.

Mandei uma mensagem.

“Você já transou na cama da sua mãe?”

“Não kkk.”

“Eu tenho um compromisso daqui a pouco, tenho que ser rápido, quando chegar deixa a casa aberta, e fica quatro na cama da sua mãe.”

“Seu maluco kkkk.”

Tomei um banho e vesti uma roupa importante como se tivesse um compromisso depois, passei um ótimo perfume, fui para a casa da Fernanda.

Quando cheguei estava deitada na cama da Mãe dela com a bunda pra cima uma calcinha fio dental socada, aquela bunda era um tesão.

“Você demorou.”

“Nossa, que bundao gostoso.”

A safada riu, olhei em volta ao quarto e tinha uma cadeira, achei estranho uma cadeira no canto do quarto.

“Porque tem uma cadeira?”

“Normalmente fica uma bíblia da minha mãe.”

“Ela lê sentada?” Era muito estranho, pensei: ela pode ler sentada na cama.

“Não, ela lê de joelhos, mas como vamos transar, eu preferi tirar.”

Nesse momento me veio uma ideia louca, sentei na cadeira. “Vem de joelhos.”

Ela me olhou rindo “para de brincar com isso.”

“Vem se não vou embora.”

Ela veio mesmo de joelhos e ficou na minha frente “e agora?”

Eu passei a mão na sua cabeça e fiz carinho no seu rosto e agarrei o seu pescoço.

“Você sabia que seu namorado foi falar pra Isa que a gente transou, Isa tá puta comigo e com você também.”

“Filho da puta.” Ela foi tentar sair pra pegar o celular. “Fica aí, não mandei sair.”

Ela me olha “é sério?”

“Sim, e como você não consegue controlar o seu namoradinho vai ser punida.”

Ela me olha “que porra é essa.”

Eu tirei meu cinto devagarinho, era um cinto da adidas de tecido simples nada na moda.

“Fica de costa.”

“Lucas?”

“Ninguém mandou o seu namorado se intrometer onde não é chamado.”

De costa e bunda virada pra minha, peguei a sua calcinha e abaixei até suas nádegas, era uma visão linda, uma bunda branca do cuzinho preto.

Dei uma cintada e ela deu uma gemida de dor.

“Isso é pra você aprender a controlar o seu namorado.”

Coloquei a mão em cima, era lindo o vermelho aparecendo, dei outra cintada e ela deu outra gemida.

Após isso dei mais umas cinto cintadas bem devagarinho, não queria terminar aquilo, ter uma mulher de joelhos com a bunda empinada pra apanhar era gostoso.

“Tá apanhando porque o seu namorado é frouxo.”

Comecei a passar a mão na sua bundinha, depois na sua bucetinha, fui brincando com ela, dei dois tapinhas com a minha mão “cachorra… vem aqui.”

Ela se virou com uma carinha de putinha me olhou e eu apontei pro meu pau. “É isso que você quer?”

Ela mordeu os lábios, agarrou minha calça e começou abrir e já caiu com boquinha linda no meu pau, ela me chupava olhando “que gostoso.”

A cada lambida na cabeça do meu pau ele ficava mais duro, coloquei a mão na cabeça dela e forcei um boquete profundo, era gostoso meu pau enterrado na garganta dela.

“Se nunca chupou o Sato?”

Ela riu “não.”

“Tô falando que ele é um frouxo.”

Ela continuava me chupando sem parar, eu tirei o seu cabelo do rosto e segurei ele, ela chupava sem pressa, dando um beijinho na cabeça.

“Bate com ele na cara.”

Ela bateu com o meu pau no rosto. “Você é safada… gosta de fazer o seu namorado de corno?”

“Não.”

“Não? Então porque me chamou.”

“Porque ele não dá conta.”

Eu ri “não dá conta, é muito frouxo mesmo… senta no meu pau.”

Nessas horas ninguém pensa em camisinha, ela se virou de costa abriu a bunda e colocou meu pau na entrada da sua bucetinha e foi sentando devagarinho, não estava muito molhada então parecia que iria arrancar minha fimose na sentada, ela não conseguiu sentar tudo no meu pau, acho que só entrou uns 15 centímetros, era delícia ver.

“Rebola no meu pau.”

Ela rebolava e eu com as suas mãos na sua cintura forçando entrar mais, meu pau tava tão duro que parecia que iria explodir.

Era uma delícia “senta no meu colo.”

“Calma deixa eu me acostumar com o seu pau.”

Foi soltando peso no meu colo, quando entrou tudo ela deu uma suspirada e uma gemida.

“Rebola.”

“Calma, tô com as pernas cansadas.”

“Mais já.”

Ela riu, eu abracei apertando seus peitos o seu cabelo tinha um cheiro bom, beijei o seu pescoço. “Vamo pra cama.”

Eu joguei na cama e pulei em cima dela, comecei a beijar na boca e pegar o seu corpo, ela era tão fácil, tão gostosa, tão puta, era uma delícia.

“Você quer que eu vou por cima?”

“Só abre as pernas.”

Ela abriu e meti meu pau dentro dela, fiz aquela vagabunda gemer e gozar no meu pau.

“Chupa meu pau.”

Meu pau estava tão melado da sua buceta, ela sem nojo chupou deixando ele mais babado, nossa ela era um puta mesmo na cama.

Ajeitei ela de quatro e comecei a comer brincando com o dedo no seu clitóris, ela gemia e falava que estava pra gozar.

“Seu namorado te come assim?”

“Não.”

“Puta, cachorra.”

Ela gozou no meu pau que ficou fraca.

“Vem senta no meu pau.”

Ela sentou no meu pau, eu com baita tesão fui colocando o dedo no seu cuzinho, ela não falava nada só gemia, pensa no cuzinho apertado, meu dedo entrando e saindo.

Ela gemendo me fala “quer me fazer gozar de novo?”

Dei um tapa na cara dela “Quero, você é minha minha puta..”

“Sou sua puta.” Falou com uma vozinha de putinha.

“Claro que é, se tá com o Sato só por causa do dinheiro dele.”

Ela não falou nada e continuou sentando no meu pau, sua buceta parecia mais molhada.

“Você já falou que ele não dá conta de você.”

Ela ficou em silêncio e sua buceta estava deslizando no pau, eu segurei a sua cintura e fodia com muita força e senti sua buceta espremer meu pau, estava contraindo várias vezes, ela estava gozando em silêncio.

“Pega o celular, vou gravar eu gozando na sua boca e se seu namorado sair da linha eu vou mostrar pra ele, você me chupando.”

Ela pegou o celular em silêncio e me entregou e começou a chupar meu pau, não durou 40 segundos de gravação, eu dei uma gozada tão forte que perdi até os sentidos, não teve um jato nem alto e nem forte, mais quando eu percebi estava com a mão agarrado no lençol e músculo da bunda doendo parecia que iria dar câimbra, fiquei bem ofegante e ela ficou sem dizer nada, se levantou e foi tomar um banho.

Tinha certeza que ela estava puta, eu certamente tinha apelado nas frases, mais a desgraçada não parava de gozar no meu pau.

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