Observados na Mata: O Prazer do Exibicionismo (Versão Ajustada)
Sou Rogério, 46 anos, veterinário de grandes animais. Com 1,80m e 98kg de puro músculo e pelos, ostento um bigode grosso que cultivo desde a juventude. Sou um cara rústico, atlético e carrego comigo uma peça de respeito, bem acima da média nacional. Tenho um fetiche que me persegue: ser observado por outros homens enquanto enterro o meu cacete na minha mulher, a Deby. Não sou gay, mas adoro esfregar na cara deles como se fode de verdade, deixando-os mortos de inveja do meu corpo e da minha performance.
Débora tem 44 anos e é uma safada de marca maior. Foi casada por oito anos com o Daniel, meu vizinho, que eu fudia ele depois. Hoje, ele vive sozinho e vive me cercando, inventando consultas veterinárias inexistentes só pra me ver. Já saiu do banheiro peladão "sem querer" na minha frente e vive me secando quando limpo a piscina. Eu só escuto e curto o poder que tenho sobre esses caras.
O Flagrante no Parque
Em um sábado de calor, caminhávamos por um parque isolado. Eu estava de calção de atletismo, sem cueca, sentindo o peso do meu membro balançando. Ela, de top e bermuda justa. A bexiga apertou e decidimos entrar no mato pra aliviar. Caminhamos entre os arbustos até ficarmos bem escondidos.
Enquanto ela baixava a calcinha pra mijar, avistei um sujeito sentado em um tronco, a uns dez metros. Estava fumando um baseado e batendo uma punheta distraída. O tesão subiu instantaneamente. Meu pau ficou de pedra, latejando.
— Porra, amor... olha como eu estou. Vamos agora! — sussurrei, puxando-a pra perto.
— Aqui? É perigoso, Rogério! — ela arquejou, mas os olhos já entregavam a luxúria.
— Eu cuido. Engole tudo agora!!.
Ela se ajoelhou e começou a me engolir com gula. Eu vigiava o cara. Fiz uns barulhos nos arbustos de propósito. Ele parou a punheta, olhou em volta e, finalmente, nos encontrou. Quando percebi que ele estava hipnotizado, arranquei o calção. Comecei a meter ali mesmo, de pé, segurando a sua perna pro alto.
O Jogo de Sedução
O cara não foi embora. Pelo contrário, se aproximou. Era um sujeito de uns 30 anos, forte, cara de academia. Ele parou entre as árvores com os olhos fixos na penetração. Fiz um sinal de silêncio pra ele. Ele entendeu o jogo e começou a se despir ali mesmo.
— Fica de costas pra ele, amor... — ordenei pra Débora.
Ergui a sua perna e comecei a socar com força, fazendo o som da carne batendo ecoar na mata. O cara estava enlouquecendo. Ele mordia os lábios, puxava os próprios mamilos e batia uma punheta furiosa enquanto via meu cacete entrando e saindo daquele buraquinho quente.
Tirei o pau de dentro e simulei que ia cuspir no bico. Dei uma balançada pra ele ver o tamanho da peça. Ele quase caiu pra trás, fazendo sinais de que era enorme e grosso. Ele implorava em silêncio pra entrar na brincadeira, mas eu apenas negava com a cabeça, aumentando a velocidade das estocadas.
— Soca, macho vai tarado! Atola esse cacete! — ela gritava, sem saber que tínhamos plateia.
O cara estava chegando ao limite. Ele se escorava na árvore, gemendo baixinho enquanto me via dominar a minha mulher. Quando os mosquitos começaram a castigar a pele dela, resolvi encerrar. Tirei o pau todo melado, mostrei pra ele uma última vez e vi os jatos de porra do cara caindo nas folhas . Fiz um sinal pro cara sumir.
O Convite Especial
Saímos do mato e, minutos depois, sentados na praça, um carro de luxo passou devagar. Era ele. O sujeito jogou um cartão pela janela. Peguei sem que a Débora visse. "Felipe".
Liguei pra ele dias depois. Felipe é enfermeiro, 29 anos e casado. Ele confessou que nunca viu nada tão viril quanto aquele cacete em ação. Agora, ele quer me encontrar no próximo sábado. Me mandou fotos da esposa dele e sugeriu um trio.
O convite está na mesa. Estou pensando seriamente em levar a minha safadinha pra conhecê-los e mostrar pra esse enfermeiro como é que se cuida de uma mulher — enquanto ele assiste e, quem sabe, me serve.
