Com o grito: "Sai do quarto, corno!", saí do meu próprio quarto. Dez minutos após presenciar as preliminares da minha esposa com o meu patrão, fui expulso aos berros do ambiente. Restou-me ficar atrás da porta ouvindo os gemidos e tentando imaginar cada momento; era a primeira vez que meu patrão possuía minha mulher.
O Sr. Marcos é um homem muito sério e fechado, e minha esposa o queria de qualquer jeito. Aproveitei a final do campeonato e o convidei para assistir ao jogo em minha casa, na companhia da minha mulher, que o recebeu muito bem. Ela usava um vestido, salto alto e estava toda arrumada. Não sei como o jogo terminou, pois, quando voltei do banho, os dois já estavam no meu quarto.
Meu patrão é muito forte e alto, mede quase dois metros de altura e é negro. Minha mulher é branca, baixinha, de glúteos pequenos e seios médios, com cabelos ruivos na altura das costas — uma delícia, bem sapeca. No que pude presenciar, ela teve dificuldade para controlar a excitação e se entregar àquela situação. Ela o estimulava de costas para mim, e eu podia ver as reações do meu chefe, que me olhava e me chamava de corno. Ela rebolava levemente; até tentei participar por trás para deixá-la mais lubrificada, mas fui impedido pelo "algoz", que disse que me devolveria a mulher "maltratada", com marcas de palmadas na bunda e no rosto.
Eu sou o Santana: moreno, alto, magro e cuckold assumido. Gosto de ver a Sheila com outros caras. Debutamos nossa fantasia na lua de mel, e lá se vão dezesseis anos de casados. Tudo começou quando ela sentou no colo de um rapaz, "sem querer", no barco que nos levava a uma ilha; gostei de ver a cena e, de lá para cá, ela tem feito isso sem erro. Ela escolhe, eu concordo, ela marca e vai. Eu sempre fico de voyeur, mas, desta vez, fui escorraçado da minha própria alcova. Que aflição senti! Foi um castigo pesado, pois eu gosto de ver.
Os ruídos eram uma espécie de punição. Minha esposinha gritava muito; ouvia-se o estalo dos tapas, além dos xingamentos que rolavam na hora da penetração. Eu a ouvia dizer: "Me fode com força porque meu marido é fraco", "Me fode porque o Santana tem pau pequeno". A todo tempo ela dizia algo que me diminuía e, por incrível que pareça, era prazeroso ouvir aquilo. Fui xingado até de "brocha".
Fiquei mais de uma hora nessa angústia. Quando meu chefinho abriu a porta, eu estava encostado, tentando captar os áudios. Ele disse que a Sheila estava "disponível para a limpeza" e foi para a sala se vestir. Subi na cama; ela estava de bruços. Limpei-a com devoção, recolhendo os vestígios do Sr. Marcos. Minha mulher gemia baixinho nessa hora, jogando o corpo contra o meu rosto.
Possuí-a de lado, beijando sua boca e trocando os fluidos que eu havia recolhido. Perguntei como foi, e ela me contou tudo, com detalhes do momento a dois. Ouvir aquilo era o combustível para o meu tesão, mantendo-me firme na penetração. Minha esposa é insaciável; disse que quer repetir com meu chefe, mas, desta vez, será na casa dele — e eu não irei, pois ela será o "banquete" em uma reunião com três amigos do Sr. Marcos. Relembrei a ela a obrigatoriedade de me contar tudo, "tim-tim por tim-tim".
Gozei e, mais uma vez, limpei-a. Voltei para a sala; meu patrão estava tomando a minha cerveja. Agradeci pelo que ele fez com minha esposa, chamei um Uber e o levei até a saída do condomínio. Quando voltei para casa, preparei o banho dela. Sua pele tinha muitas marcas. Deitei-a na cama, levei um lanche, pois ela estava faminta, e esperei que dormisse.
Fui para a sala "brincar" sozinho. Usei meu consolo e assisti ao vídeo que a câmera do quarto gravou. Enquanto me satisfazia, eu me movimentava imaginando ser um macho me penetrando. O Marcos realmente foi vigoroso com minha esposinha, que é uma guerreira; ela de fato não deixou passar nada.
Gozei novamente com o vídeo, tomei um banho, bebi duas cervejas e voltei para o quarto. Dormi abraçado com a minha gata. É inexplicável o tesão que sinto vendo outro homem com ela e a alegria de fazer a "limpeza" depois. Já estou ansioso pelo tal banquete; vou ficar na garagem esperando ela voltar para limpá-la ainda dentro do carro.
Contarei, com certeza, como foi. Até a próxima loucura!
