Entre amigos e sogra

Um conto erótico de Sandro
Categoria: Heterossexual
Contém 1225 palavras
Data: 08/11/2025 09:19:11
Última revisão: 12/03/2026 12:34:08

Depois de ter mamado o pau do meu amigo na "broderagem" e deixado ele me comer — nossa, o fdp me comeu gostoso, me fez gozar me masturbando enquanto me penetrava na posição de frango assado —, voltei para casa muito "zuado" por conta da bebida e do beck. Não nego que estava curioso em dar a bunda; era um desejo que me consumia, e escolhi meu amigo de trabalho. O mais engraçado é que ele nem imaginava que tinha sido o escolhido para me desvirginar. Aproveitei que a meta do trabalho foi alcançada e saímos para "bebemorar". No barzinho próximo à casa dele, aproveitamos o happy hour. Convidado por ele, fomos para sua casa e lá eu o ataquei: chupei sua piroca — aliás, que rola majestosa! Foi um ataque rápido, sem aviso e bem contundente; qualquer coisa, poria a culpa na bebida.

​O Carlos é muito gostoso; sempre tive vontade de dar para ele. Foi atração física; ele tinha que ser o macho da minha primeira vez. Não sei se vou dar de novo. Dei sorte que ele é solteiro, jovem, lindo e gostoso, com uma rola grossa e cheirosa. Eu fantasiava dar para ele na minha própria cama, mas tinha certeza de que seria muito difícil por conta da minha esposa.

​De volta para casa, estacionei o veículo na garagem. Quando entro em casa, apenas de cueca, vou direto ao banheiro para uma ducha. Ouço ruídos pela casa; imaginei que fosse minha esposa, mas na verdade era a minha sogra, que eu não via há algum tempo. Ela andava de camisola transparente e pequena. A coroa estava diferente, toda gostosa, e eu pelado, com o pau meia-bomba porque estava me masturbando debaixo do chuveiro relembrando a "madeirada" que tinha levado e os beijos molhados dados na boca do meu machinho.

​Dona Monalisa disse que tinha ido dormir lá por conta de um exame que faria no dia seguinte e que a filha — minha esposa — precisou ir às pressas para o plantão devido a uma cirurgia de emergência.

​Sentei no sofá, pelado. Óbvio que a piroca não baixava diante da cena que eu vislumbrava e não conseguia disfarçar. A mulher estava estonteante. Penso que ela também gostou do que viu; digo isso porque ela sentou do meu lado e, de forma bem natural, perguntou se eu queria beber algo. Sugeri vodca; ela também tomou e bebemos no mesmo copo. Enquanto eu degustava a bebida, a safada passou a me masturbar. Mão macia, e ela ali, sem dizer nada.

​A gostosa da Monalisa me masturbava e, de pernas abertas, se masturbava também, esfregando seu clitóris. Que buceta linda! A coroa só dava um intervalo para beber a vodca e voltava para as dedadas na buceta. Levantei do seu lado, coloquei mais bebida no copo, deixei a vodca na mão dela e, sentado no tapete da sala, chupei a velha, que só sabia gemer e pedir para não parar. O campo de visão era maravilhoso; a coroa estava toda arreganhada e eu via tudo por um ângulo espetacular.

​Que xaninha cheirosa! E pensar que, alguns minutos antes, eu estava chupando o pau do meu amigo. A vida me presenteava com a minha sogrinha; foi um mix de loucura na minha mente. Chupei o cu dela como o Carlos chupou o meu. A safada gemia sem parar. Como a coroa está esbelta e maravilhosa! A puxei pelo braço, bebi o resto da vodca, chupei seus peitões e beijei sua boca bem gostoso. Virei a coroa de cabeça para baixo e, em um 69 em pé, ela pôde me chupar e eu a ela ao mesmo tempo. Gozei na boca da coroa, que manteve a felação enquanto eu chupava o que se apresentava na direção da minha língua. Que mulher saborosa!

​De volta para o sofá, a deliciosa da minha sogra ficou de quatro e transamos loucamente. A genitora da minha mulher gritava, fazia o tipo escandalosa, com berros do tipo: "Fode meu cu, caralho!", "Machuca meu cuzinho!". Já passava da meia-noite; eu só pensava na pirocada que tinha levado no cu, e aquelas lembranças, de alguma forma, me davam mais tesão. Coloquei a coroa no meu colo; ela brincou de "bambolê", deu aula de rebolado. Transamos na mesa da sala, onde comi o rabo dela debruçada sobre o tampo.

​Minha sogra é insaciável. Ela quis transar no meu quarto, na cama da própria filha. Era exatamente o que eu pretendia fazer com o meu amigo que tinha me "arrombado". Aderi à fantasia dela e lá pude enforcá-la, bater na sua cara, xingar e cuspir no seu rosto. Ela gostava de ser maltratada; até cintada no rabo ela pediu, ficando na posição de cachorrinha e rebolando a cada batida do cinto.

​Depois de muito sexo, a velha teve múltiplos orgasmos. Ela gozou inúmeras vezes, principalmente quando era machucada e chupada. Tomamos banho juntos e ela dormiu comigo. Pela manhã, muito cedo, transamos novamente sob a testemunha ocular da traição: a Sílvia, nossa cadela de médio porte. Após a sogrinha me fazer gozar novamente no boquete — e desta vez com o dedinho no meu cuzinho, no melhor estilo fio-terra que já recebi —, fomos nos atualizar lendo as mensagens no celular. Meu cu estava dolorido. Minha esposa já estava chegando e trazendo pão para o café da manhã.

​Trocamos de roupa, arrumamos a casa e a mãe dela recebeu a filha no portão, entregando um "excelente relatório" sobre mim. Eu fiz a média, perguntando por que a minha sogra estava na minha casa sem a minha permissão. Acompanhei a esposa no banho; ela contou como foi a noite de trabalho. Pediu para eu não discutir com a mãe dela, e eu ajudei a secá-la com a toalha e passei creme pelo seu corpo. Claro que disse que faria o esforço de não brigar com "o troço".

​Minha esposa, de calcinha e blusinha, foi tomar café, mas antes de sair do quarto exigi um boquete. A mulher fez prontamente, sentada na beira da cama. Quando terminou, dei um beijo gostoso na sua boca; foi tão intenso que dava para sentir o gosto da minha piroca no beijo.

​Na sala, o café estava pronto. A sogra anunciou que não iria mais fazer o bendito exame, que o remarcou. Minha esposa dormiu logo em seguida. Comuniquei que iria comprar algo para o almoço e que queria a sogra de maiô pela casa, porque gostei de ver a bunda dela — a desculpa, caso houvesse pergunta, seria que ela iria tomar banho de piscina. Quando voltei com as compras, a velha fdp estava de calcinha, sem sutiã, exibindo suas apetitosas tetas turbinadas por próteses na espreguiçadeira. Disse que estava com calor e perguntou se eu podia passar protetor solar nela. Claro que passei, principalmente no peitoral, apertando os seios e xingando-a de tudo quanto é nome. Minha esposa apagada e a vagabunda da mãe me "patolando" na piscina só de calcinha.

​Fiz o almoço, acordei a esposa e passamos o dia juntos, bem "família", curtindo o fim de semana. Deixei a coroa dormir com a filha e fiquei no quarto de hóspedes falando com meu "boy", que cismou de fazer uma chamada de vídeo exibindo sua piroca linda e dizendo que iria me comer novamente, desta vez no banheiro da empresa. Já estou ansioso para chegar o dia do expediente. Contarei os detalhes.

​Até a próxima insanidade!

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