​O Sonho e o Marido de Aluguel

Um conto erótico de Jéssica
Categoria: Heterossexual
Contém 1507 palavras
Data: 10/11/2025 06:52:25
Última revisão: 12/03/2026 12:31:35

Depois de ter sonhado a noite inteira com uma orgia onde eu estava sendo devorada por vários homens, enquanto meu namorado assistia e incentivava os machos a me maltratarem, acordei hiperexcitada. Corpo quente e molhada, marido roncando. Tentei transferir o que sentia para ele através de um boquete, mas não tive êxito, já que o lindo pediu para dormir, alegando que precisava acordar cedo.

​O sonho não saía da minha cabeça. Fui tomar banho para tentar "baixar o fogo", por volta das quatro horas da manhã. No caminho, ainda tive que ouvir ruídos de sexo; com certeza alguém estava f******, já que a mulher gemia alto. Para completar, não tive sucesso nem com o banho, pois a água do chuveiro não descia como devia. Restou-me masturbar sentada no vaso sanitário, usando a escova de cabelo, alisando meus seios e lembrando do sonho. Como fui apalpada, penetrada e desejada no melhor sonho da minha vida! Sonhei que eu era mais jovem e tinha um namorado; aquilo era um mix de loucura que sempre desejei e nunca realizei. Acredito que meu subconsciente pregava uma peça; gozei gostoso com a escova e o sabonete.

​Pela manhã, fui acordada pelo lindo do meu marido. Achei que seria para chupar seu pau antes de ele sair para o trabalho — é maravilhoso acordar tomando "leite de saco" —, mas o Jefferson me levantou pedindo para chamar o marido de aluguel para consertar o chuveiro, já que o problema persistia. Ainda tentei mamá-lo, mas, mais uma vez, ele alegou que precisava ir, que estava atrasado e que mais tarde resolveria minha "pendência". Eu ali, peladinha, ouvindo aquilo com o sonho ainda martelando na cabeça... Dormi na esperança e na certeza de que conseguiria realizar o resto do sonho.

​Passava das onze da manhã quando levantei para tomar café. Enquanto me alimentava, solicitei o profissional para fazer o reparo. Agendei para a tarde, como um encaixe de urgência. Fui treinar, porque sem treino a vida não fica perfeita; aproveitei que não gastei energia como queria e descontei tudo puxando ferro.

​Sou Jéssica, casada com Jefferson há vinte e cinco anos. Sou morena de cabelo encaracolado, bem no estilo dançarina de axé dos anos 90. Sou alta, com uma bela bunda arrebitada, seios turbinados por próteses e lentes verdes nos olhos. Sou desejada e sei que chamo atenção por onde passo.

​O treino de glúteo e abdominal foi pesado. Detonei a garrafa de água enquanto assistia a vídeos rápidos nas redes sociais, pedalando no cardio. De volta para casa, ainda muito suada — gosto de voltar caminhando para me exibir —, eu vestia uma calça legging branca, top verde-limão e tênis preto. Ouvi algumas gracinhas; a que mais gostei foi de um rapaz obeso que disse: "Deixa eu livrar o sedentarismo em você?". Ele parou para falar e me "comia" com o olhar. Não resisti, ri e continuei andando.

​Chegando em casa, o rapaz do conserto já me esperava no portão. Coloquei-o para dentro, visivelmente sem jeito. Peguei-o olhando para minha bunda duas vezes; impossível não olhar, eu andando na frente. Deixei a garrafa de água cair da mão propositalmente e me abaixei duas vezes para pegar. Ofereci água, estava muito calor; ele aceitou e bebeu três copos. O marido de aluguel era maravilhoso: um negão de respeito, de cavanhaque, cara de mau — adoroooo! — alto, com uma barriguinha de chope, mas braços fortes. Conduzi-o até o banheiro do meu quarto. Após uns cinco minutos, o cheiro de homem que ele exalava, misturado ao suor, estava me deixando mole. Pedi para não reparar na cama bagunçada; ele disse que só olharia para o chuveiro.

​Enquanto ele resolvia o problema, arrumei a cama, deixando o lençol esticado. Ele precisou voltar ao carro para pegar uma peça e, nessa hora, dei uma de maluca: tirei a roupa, coloquei apenas uma toalha e fiquei esperando sentada na cama, assistindo a vídeos pornôs sobre flagrantes de traição. Eu estava com um tesão mal resolvido, e o Marcos preenchia todos os requisitos para me ajudar.

​Já passava das quatro da tarde. Ofereci lanche, mas ele recusou, alegando que tinha outra casa para ir. Tentou explicar a demora do serviço, mas eu não estava nem aí; disse apenas que geralmente terminava rápido o que vinha fazer. Eu queria que ele acabasse logo para eu tomar banho, pois estava muito suada. Quando o serviço terminou, Marcos guardou as ferramentas e a escada. Ligou a água para mostrar que o fluxo estava forte. Eu tirei a toalha, revelando meu corpo nu e a "periquita" depilada. Ele nem viu de imediato; eu disse que iria testar no banho e entrei sem olhar para trás, imaginando o olhar dele para mim.

​De costas, deixei a água cair. De repente, senti as mãos do Marcos nos meus seios, por trás. Sua piroca roçava na minha bunda. Sem dizer uma palavra, olhei para ele; o negão pegou o sabonete, passou na minha bunda e foi encostando o pau. Fui me inclinando para facilitar a entrada. Ele perguntava se o chuveiro estava melhor, e eu só sabia me empinar e pedir para socar com força. O negão é obediente: meteu com força. Pedi para não gozar, pois queria no rabo também. Soltei frases picantes, dizendo que meu marido era corno e meu cu era guloso. Marcos estava prestes a explodir; agachei e deixei ele gozar tudo na minha cara, enquanto ele me chamava de vagabunda e piranha deliciosa.

​Chupei o pau dele gostoso e ainda deu tempo de transar na cama, eu já com um vestidinho solto e ele de uniforme. Descemos e ele, finalmente, aceitou o lanche. Nesse momento, vi o Jefferson limpando o quintal; a ventania da noite anterior tinha deixado a varanda imunda. Fiz café e misto-quente. Apresentei o marido de aluguel ao meu esposo e eles lancharam juntos enquanto o Marcos explicava o problema técnico para o corno. Eu olhava para ele pensando como um negão gostoso daquele não estava no meu sonho original, kkkkkk.

​Atenta à explicação dele para o babaca do meu marido, aquela voz máscula vibrando na minha orelha fez minha ppkinha molhar. Meu olhar estava firme nele. Terminando o café, Jefferson o levou ao portão e, na volta, disse que deu uma gorjeta. Eu, na verdade, queria era o contato dele. Perguntei se o Jefferson tinha guardado o número; o marido resumiu dizendo que era só acionar o seguro da casa que eles enviavam outro, e subiu para tomar banho sem nem me dar um beijinho.

​Mandei mensagem para minha amiga Suzane e fiz um breve relato. A piranha só sabia me incentivar a encontrar o marido de aluguel novamente. Também, fui me aconselhar com quem não presta, kkkkk! Mas gostei da sugestão.

​Jefferson voltou pelado do banho e perguntou se a mamada da manhã ainda estava na validade, pois estava estressado e o dia foi agitado; disse que meu boquete o relaxava. Lembrei do ditado sobre não negar água nem boquete a ninguém e agachei ali mesmo na cozinha. Ele em pé, revirando os olhos, e eu trabalhando na boca e nas bolas. Olhando para as reações do meu "corninho", resolvi contar por que estava tão excitada na madrugada. Fui falando enquanto chupava. Ele ficou ainda mais excitado, pedindo detalhes do sonho. Eu já massageava o cuzinho dele com o dedo médio enquanto ele enterrava o pau na minha garganta. Nas pausas para respirar, eu dizia que participei de uma orgia, que não era casada com ele e que os homens maltrataram meu rabo. O Jeff não resistiu e gozou na minha boca. Aproveitei para fazer um fio-terra; ele urrava de prazer. Foram três jatos bem dados; como boqueteira experiente, não perdi nada.

​Levantei e dividi o resto da porra com ele em um beijo caliente, mantendo o pau dele teso na mão. Debruçada na pia, ainda fui privilegiada com uma bela chupada, enquanto ele pedia para eu repetir o sonho. O pior vocês não sabem: eu olhava para a torneira da pia e pensava em quebrá-la para o Marcos voltar. Algo útil tem que ser feito nas férias! Depois, saímos para jantar.

​Na madrugada, sonhei com o Marcos. Impossível não sonhar com aquele cara. Pela manhã, o Jefferson perguntou se eu tive mais algum sonho, pois à noite ele queria ouvir. Tolinho, querendo apimentar o momento com meus sonhos. Ele avisou por mensagem que chegou bem ao trabalho. Aproveitei que estava cedo, fechei o registro de água da casa e avisei que a torneira da pia da cozinha quebrou. O Marcos irá à tarde consertar.

​Meu "corninho" disse que sou uma esposa versátil, que resolvo os problemas sem depender dele. Mal imagina ele a razão da torneira ter quebrado, kkkkkk. Prometo contar como foi o conserto. O problema será contar o sonho para o Jefferson, já que nele o marido mamava o Marcos a meu pedido. Será que ele vai gostar? Na verdade, essa é minha fantasia sexual e o marido de aluguel encaixou perfeitamente. Amaria ver meu Jeff mamando aquela rola preta enquanto eu assisto e filmo, claro.

​Contarei. Até a próxima!

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