Diz o dito popular que "quem está na chuva é para se molhar". O engraçado dessas sabedorias populares é que elas têm fundamento para o que se está vivendo, e comigo não foi diferente. Sou Márcio, mais conhecido como Marcinho entre os íntimos. Sou muito amigo do Jefferson, uma amizade de longa data; se não estou enganado, estudamos juntos desde o jardim de infância.
Hoje, homens feitos, ele se casou com uma morena que mais parece índia, dona de uma beleza exótica. Além disso, ela é muito amável e inteligente. Sempre que posso e sou convidado, estou com eles. Saímos juntos; eu ainda não me relaciono com ninguém e, sinceramente, não estou à procura. Curto os amigos, e a amizade deles é muito importante para mim.
O casamento deles foi um dos dias mais marcantes e alegres da minha vida. Eu os amo. Foi tudo perfeito e lindo. Eles são tão loucos que me chamaram para a lua de mel e eu quase fui. A louca da Jéssica insistia para eu ir e ainda disse que deixaria o Jefferson "me comer" um pouco... "Filha da puta", eu pensei. Rimos, e eu comentei que iria se fosse para comer ela. Nos abraçamos e, obviamente, não fui, já que entendi tudo como uma brincadeira pós-excesso de álcool, natural para quem estava casando.
Nesse relacionamento íntimo, diário e dependente — pois não consigo ficar longe deles —, registro que meu trabalho é próximo ao deles. Sou administrador de empresas; meu casal preferido é de advogados, e o escritório deles fica na mesma rua do meu labor. Esse entrosamento permite que almocemos juntos quase diariamente. Próximo à comemoração de oito meses de casamento, justamente em um almoço, fui convidado a participar de uma resenha onde o traje seria minha cueca preferida. Achei estranho, mas aceitei.
No término do expediente, fui ao shopping. Em uma sex shop, comprei aquelas cuecas engraçadas; escolhi a que tinha uma gravata borboleta. Embora a de tromba de elefante fosse mais engraçada, faltava "pau" para preencher todo o espaço. Reconheço que meu pênis é pequeno e fino, mas represento quando me dão a oportunidade.
No dia da resenha, chegando à casa deles, a Jéssica abriu a porta do apartamento vestindo uma lingerie mega transparente. Estava depilada e muito cheirosa. Foi um baita susto. Eu paralisei; ela mandou eu entrar. Meu amigo também estava com uma cueca transparente. Quando ele foi me abraçar, pedi para se afastar, para não roçar em mim; já ela fez questão de mostrar o mamilo enrijecido depois do abraço. Eles estavam bebendo e eu fui obrigado a tirar minha roupa também. Rimos muito da minha cueca e tive que atuar como garçom, servindo-os.
Assim que sentei no sofá, Jéssica sentou no meu colo. Eu tentava entender o que estava acontecendo quando ela disse no meu ouvido que iria abusar do garçom e que, se eu não atendesse bem, não pagaria os dez por cento de direito. Retruquei dizendo que a cobrança era de quinze por cento. O Jefferson tomou a vez e disse que eu teria que fazer por merecer. Concordei com a cabeça. Era inevitável não ver: a piroca do meu amigo estava enorme, literalmente com a "barraca armada". Jéssica perguntava a ele se estava daquele jeito porque ela sentou no meu colo. No primeiro copo, deduzi que eles já estavam "para lá de Marrakesh".
Jefferson levantou, pegou mais bebida e nos serviu. Quando foi colocar no meu copo, roçou o pênis no meu braço. Eu olhava para ele enquanto a esposa beijava meu pescoço e dizia que o garçom era eu, e que eu deveria estar servindo. Jéssica rebolava no meu colo; impossível não ficar excitado. Ela narrava para o marido que sentia minha "piroquinha" roçando nela, e ele perguntava se eu estava gostando. A música era envolvente, havia mais bebida nos copos, e a Jéssica retirou a parte de cima da lingerie. Os seios saltaram na minha cara.
Eu estava inerte, sem saber como reagir. Jéssica falava para o Jeff que o serviço estava ruim, o atendimento fraco. Sinceramente, eu estava muito desconfortável. Ela esfregava as mamas na minha cara, acatando as ordens do meu melhor amigo. Coloquei a boca e ele mandou eu chupar. Colocaram o corpo na mesa; ela abriu as pernas ficando de frente para mim, e eu chupando os dois seios, enquanto meu amigo assistia e se masturbava ao lado. Até que a Jéssica pediu para ele colocar na boca dela.
Jefferson perguntava se eu estava gostando; eu concordava com a cabeça. Jéssica mamava meu amigo, que gozou na boca dela. Ela cismou de me beijar, dividindo o esperma que tinha recebido. Depois disso, ela levantou, tirou minha cueca e me chupou enquanto o maridão a penetrava. Ela narrava para mim o que ele fazia com ela. A "puta" exigia esperma — e como resistir a uma mulher que pede "leitinho" com voz melosa e olhar de vagabunda?
Gozei, lógico. Desta vez, ela dividiu o gozo com o meu amigo, novamente com beijos calientes. Eles estavam em pé e ele fez sinal com o dedo para eu vir atrás dela. Assim fiz, penetrando-a, enquanto ela novamente narrava o que acontecia.
Fomos para o quarto. O Jefferson ia de mãos dadas com ela e eu "engatado" na Jéssica. A safada pedia para não "descarrilar o trenzinho". No quarto, ela ficou na cama e eu mantive a penetração. Jefferson começou a passar a mão em mim, beijar meu pescoço por trás, com o pau dele tocando na minha bunda. Eu me arrepiava a cada toque; não conseguia reagir. Jéssica observava pelo espelho e pedia para o marido "engatar" em mim. A vadia falava: "Mete nele, amor!"
E eu, sinceramente, não fiz nada. Jefferson alisando, apertando e até dando palmadas na minha bunda. Jéssica perguntou onde estava a pomada KY. Jefferson pegou e começou a passar no meu ânus e no pau dele. A vadia passou a dizer que o maridinho dela ia me comer. Jefferson encostou o pau duríssimo no meu cu e empurrou. No início foi difícil — o pau dele é maior que o meu e doeu muito. Jéssica saiu da posição, passou a me beijar em pé e a massagear minhas bolas. Ela dizia que eu ia gostar; eu só sabia gemer. Ela me beijava e falava para o marido me comer. O pau entrou e senti como se fosse rasgar; parecia que eu estava sendo esquartejado. Jéssica amenizava meu sofrimento com palavras, beijos e carinhos manuais no meu pênis. Bastou o Jefferson começar o vai e vem no meu rabo para eu gemer; ela agachou e passou a me chupar. De forma instantânea, eu gozei. Nunca tinha gozado daquele jeito: sendo chupado e penetrado ao mesmo tempo. Jefferson também gozou dentro de mim, e a Jéssica comemorava beijando o esposo e dizendo que eu tinha uma bunda linda.
Voltamos para a sala e bebemos mais cervejas. Jéssica estava alucinada — acho que ela tomou algo, estava diferente. Pediu para eu comê-la na posição de papai e mamãe e, quando comecei, meu amigo subiu em mim e me comeu de novo. Eles estavam combinados, só pode. Fui comido pelo meu amigo várias vezes; ele nem tocava na mulher. Eu era o "sanduíche" da brincadeira, a verdadeira marmita do casal. Jéssica também pediu para o marido me chupar; nessa hora, ela filmou e disse que era para eles assistirem depois.
Foi diferente. Jamais imaginei que eles fossem tão safados. Foi excitante e muito gostoso. Dormi com eles. Essa loucura já se repetiu várias vezes, sempre comigo sendo comido pelo meu amigo e ele me chupando a pedido da esposa. Não nego que hoje me vejo bissexual. Ainda não fiquei com outra pessoa, mas gosto de dar a bunda para o meu amigo sob as ordens da minha amiga.
Estamos querendo chamar outro amigo. A Jéssica quer ver nós três nos pegando sob as ordens dela. Ela já adiantou que haverá rodízio: quer ver todos sendo penetrados e mamando também. Fiquei animado. Torço para que seja o Manolo, nosso amigo angolano.
Com certeza contarei como foi. Até a próxima!
