Depois de uma noite mal dormida devido à falta de energia elétrica — e o calor parece que combina com a falta de luz —, restou saltar da cama na alvorada, gastar o resto da energia correndo alguns quilômetros na rua e colocar o treino de costas em dia.
Uma hora de treino, mais vinte e sete minutos para cinco quilômetros de corrida em um belo dia ensolarado. Era meu day off no trabalho e minha esposa estava animada em não fazer nada, vencida pela preguiça e pelo sedentarismo. De fato, a noite foi complicada. De volta para casa, a encontrei caída no sofá, mexendo no celular. O almoço precisava ser feito e a escala do dia recaía sobre mim; eu ainda tinha que ter a criatividade de pensar no que cozinhar. Como tinha tirado o frango do freezer, comecei o preparo, já que pretendia fazer um ensopado.
Esta história verídica ficará marcada na minha memória eternamente, já que amei a surpresa. Comecei a descascar o alho e a cortar a cebola — essa última sempre maltrata as nossas vistas. Tirei a blusa e lavei os olhos no intuito de amenizar o ardor. Voltei para a cozinha e percebi a aproximação da minha mulher. Logo senti a mão dela passeando pelas minhas costas, entre elogios de que eu estava gostoso, que os treinos estavam produzindo efeito e que eu realmente estava lindo. Agradeci, lembrando que ela era suspeita para falar, e voltei à tarefa de preparar o tempero, com o frango já em cubos armazenado na vasilha.
Minha esposa começou a apalpar meu pau e a alisar meus mamilos, falando safadezas no meu ouvido e pedindo para eu não errar na quantidade de sal. Tentei explicar que conseguiria atender a cada exigência, desde que não fosse "atacado" daquele jeito. Em vez de atender ao meu pedido, ela ousou mais: enfiou a mão dentro da minha cueca e, enquanto me masturbava, beijava minhas costas. Percebendo o quanto eu estava excitado, ela se abaixou na minha frente e puxou meu short. Aproveitando que meu pau já estava teso, passou a lambê-lo.
A cadela teve a coragem de dizer que não tinha noção de que "a coisa" estava daquele jeito. A essa altura, ela já não usava só a mão, mas felava engolindo meu pau, que continuava crescendo conforme ela chupava. A boca e a língua estavam maravilhosas, um sincronismo sem igual, enquanto eu continuava na pia preparando o frango, cortando tomates, batata-inglesa e inhame para acompanhar o almoço.
Sempre me lembro que meu amor nasceu para chupar a minha piroca. Com a boca quente, ela apertava minha bunda, puxando meu corpo contra si, com os olhos lacrimejando. Na pausa para respirar, pedia para eu gozar em sua boca; seria uma espécie de "entrada" antes do prato principal.
A fdp estava animada, pedia leite e já dava mais tarefas para a noite, já que, segundo ela, a reciprocidade seria inevitável — com direito a cuzinho também, se eu a fizesse gozar só na chupada, como ela pretendia fazer comigo.
Era impossível não gozar daquele jeito. Sua boca estava no vai e vem e, quando não era a mão, eram os pedidos me olhando com cara de safada; até as bolas foram chupadas. Depois de algum tempo, o gemido deu o tom e o jato de porra foi o prêmio pelo boquete bem executado, realizado pela minha boqueteira predileta.
O mais impressionante é a preocupação que minha safadinha tem em não perder nenhuma gota. Nem mesmo depois que para de sair porra pelo canal, ela mantém firme a árdua tarefa de sugar tudo. Ela se levantou, me beijou, disse que minha porra estava saborosa e ainda deu ordem para eu não perder o foco e não deixar a comida queimar.
Foi marcante. Foi a primeira vez que recebi um boquete enquanto preparava o almoço e, o melhor de tudo, de forma inesperada. Almoço realizado com sucesso e com a promessa reforçada de que a noite teria mais sexo.
Ansioso pela noite. Até a próxima!
