Nunca imaginei que os meus dois homens juntos fariam tudo pra me satisfazer.

Um conto erótico de MORGANA A CIGANA
Categoria: Heterossexual
Contém 2626 palavras
Data: 21/12/2025 15:44:44
Última revisão: 18/04/2026 01:43:32

Sou nova escritora, estou enviando os meus relatos pra este cigano maravilhoso íntegro, respeitador e inteligente que já está trabalhando há alguns meses pra poder dar entretenimento erótico a nós todos.

Obrigada pelo carinho, Gipsy.

​Beijuuuu, seus safadinhos. Espero comentários.

​Descobrimos que o meu ex-marido, o Eduardo, estava precisando de ajuda.

​Ontem, o Artur, meu atual marido, e eu fomos visitar o Eduardo, pois estava muito doente. A sua atual mulher estava em uma viagem de negócios e ele estava sozinho em casa. Como sempre foi um homem que não aceitava ser protegido, mas sim proteger, não falou nada pra ninguém que estava passando por graves problemas de saúde.

​Quem descobriu que ele estava com problemas e estava sozinho foi um amigo do seu marido.

​Os dois são muito amigos, nunca tiveram nem uma desavença por um ser o atual e o outro ser o ex. Sempre diziam: "se acabou, acabou e ponto". Assim todos os homens pensam por serem gêneros da inteligência, elegância, ética, respeito, paz, proteção. Só agora descobri que os homens realmente amam sem querer nada mais; amam pelo que a mulher tem a oferecer na personalidade, não têm interesse algum no que elas têm de valor físico. Só querem uma mulher que possa amá-los e respeitá-los como um parceiro, não como um líder, mas sim como um apoio eterno enquanto a mulher cumpra a sua parte feminina. Não existe um melhor entre um casal, mas sim um com mais conhecimento na sua área, tanto o homem com a sua forma bruta, protetiva, leal e justa, quanto a mulher com a sua sabedoria, tranquilidade pra solucionar os mais graves problemas e sua integridade. Isso unidos forma uma muralha imbatível contra qualquer coisa que as invejas possam querer atacar.

​Quando chegamos na sua casa, Eduardo estava jogado no sofá, pelado, todo vomitado, sujo. Artur já foi ajudá-lo. Antes de eu conseguir reagir, já estava com o seu amigo nos braços levando-o pro banho. Estava paralisada vendo a situação do meu ex. Artur deu banho, vestiu-o e me coordenava no que precisava pra ajudá-lo.

​Nem tenho coragem de relatar o que estava pensando em vê-los juntos; sabia que não era momento pro que estava passando pela minha cabeça.

​Estava muito excitada vendo os seus dois homens juntos, unidos, sem deixar a situação de atual e ex no mesmo ambiente. Fiquei pensando nos dois juntos me fazendo a mulher mais realizada do mundo; realmente seria essa mulher. Como tinha que ir trabalhar, deixei-os sozinhos. Saí pensando em nós três fudendo, não tinha outro pensamento a não ser esse. Quando cheguei no escritório, não consegui fazer nada; era só imaginando-os me fudendo juntos. Sei que estava sendo a pior pessoa do mundo só pensando no prazer e esquecendo o problema do Edu e da nobre atitude do Artur.

​Eram 18 horas, eu saía às 19. Liguei pro Artur perguntando como o amigo estava. Falou que teve que trazê-lo pra nossa casa, mas já estava praticamente bem; que comeu, dormiu, não tinha febre e agora estavam conversando na sala. Eduardo disse enquanto eu falava com o Artur:

​— Obrigado, Letícia, tu é uma mulher incrível mesmo.

​Me senti muito mal, pois quem fez tudo foi o seu marido. Mas sei que os homens não precisam ser paparicados; sabem o que fizeram e não têm a necessidade de serem reconhecidos como o benfeitor.

​No caminho pra casa, os pensamentos safados voltaram. Sabia que não poderia tentar fazer nada com o Edu, seria a pior traição perante a um homem tão íntegro. Mas o tesão estava me controlando a esquecer qualquer regra, ética ou respeito pelo homem que sempre foi dedicado, fiel, transparente, como é o Artur. Quando entrei em casa, o Edu estava deitado no sofá, só de cueca. Perguntei do Artur; falou que estava tomando banho. Na hora pensei que nem tinha perguntado como o doente estava, só pensei em saber se poderia ficar admirando aquele homem de cueca sem temer ser descoberta. Que lixo de pessoa estava sendo.

​Fui pro nosso quarto, o Artur estava se vestindo. Fiquei olhando pra aquele homem gostoso, bonitão, pelado na minha frente. Estava tendo pensamentos só de sacanagem, me imaginando chupando o seu marido e o ex entrando pela porta e nos flagrando.

​Realmente estava sendo uma mulher egoísta, trapaceira, vadia como tantas de nós somos, só pensando em mim. Não estava disposta a respeitar nenhuma regra, só queria ser fudida sem respeitar aqueles dois homens tão justos. Estava disposta a usar as mais baixas formas naturais de mulher de nível inferior; ficaria me exibindo pra um homem na frente do marido que sempre me respeitou acima de qualquer coisa. Não tinha ética e queria ser apenas a sua mulher naquela noite, ser fudida feito uma vadia vagabunda, baixa e traidora. Ser uma mulher fácil, submissa, me entregando pra outro cara dentro da nossa casa. Mas não adianta, estava determinada a fazer qualquer coisa pra realizar os seus desejos, não avaliando o que os outros pensariam, se iria machucar, ofender ou humilhar o seu marido. Não tenho ética masculina. Sou mulher, mulher.

​Subi pro quarto e tomei um banho. Fiquei pensando como tentar fazer alguma coisa com o Eduardo. O Artur entrou no banheiro, sentou no vaso e falou que ficou muito chateado comigo, pois quando cheguei não lhe dei um beijo e muito menos atenção; que só estava interessada no Eduardo, mas me entendia muito bem, como sempre entendeu.

​Aquelas palavras foram como um punhal no peito, não tinha palavras pra responder. Percebi que é muito mais especial do que imaginava, inteligente e me conhece muito melhor que eu mesma. Falou olhando pro chão que sabia que estava desejando o cara. Na hora me senti um lixo perante ao seu marido.

​Artur falou que, se eu quisesse mesmo e se fosse a minha vontade, iria dar uma volta pra eu resolver o que estava precisando fazer. Que me entendia, me ama muito, me respeitaria sempre, e não iria admitir que a situação me fizesse tornar um homem humilhado por querer realizar uma fantasia exclusiva. Mesmo sabendo que estava sendo invejosa, ingrata e trapaceira, sabia que o seu amor por mim era muito maior que o que estava fazendo com ele.

​Meu senhor, que situação horrível pra uma mulher que sempre teve um guerreiro implacável ao lado, e o tornando o que sentia ser um mero homem.

​Saí peladinha do banho, abracei-o bem forte e pedi mil desculpas. Disse que tinha toda razão, que estava sendo injusta e baixa. Expliquei o que estava pensando, mas a única coisa em que não estava correto era que não queria que ficasse fora da fantasia; o seu marido era o ator principal do desejo. Me perguntou o que realmente queria fazer. Não tinha coragem de revelar, mas como me conhece muito bem, falou que iria falar com o Edu pra ficar a noite na nossa casa e depois iria decidir o que fazer, mas falaria antes com o convidado.

​Sabia que já tinha descoberto o que eu queria. Artur me olhava com uma cara de quem realmente é um homem superior, um alfa, um homem ético.

​Quando estava saindo, se virou pra mim e falou que era pra descer em 20 minutos. Fiquei pensando no que iria fazer. Quando descesse, será que iria me humilhar na frente do Edu? Será que falaria que estava indo embora? Será que os dois iriam me colocar no lugar de uma mulher casada?

​Ou será que os dois iriam realizar a minha vontade e me realizar como a mulher mais feliz do mundo, estando com os seus dois homens tão justos, honestos e fascinantes? Na verdade, sabia que ambos iriam tentar fazer o melhor pra mim.

​Vesti uma roupa bem sexy, coloquei uma calcinha muito excitante, perfume, arrumei o cabelo, fiz uma maquiagem básica e desci nervosa, ansiosa e preocupada.

​Quando cheguei na sala, os dois estavam sentados lado a lado, ambos de cuecas. Deram um lindo sorriso pra mim. O Artur levantou, pegou a minha mão sem dizer uma única palavra e me levou até o Edu. Este levantou e ficou parado na minha frente, segurou a minha cabeça e me deu um longo beijo apaixonado. Artur estava com um sorriso de alegria; sabia que estava assim por estar realizando mais uma vez o meu desejo, não estava se importando consigo, mas sim comigo.

​Saí da frente do Edu e me abracei ao seu marido. Beijei-o de uma maneira tão apaixonada e sussurrei no seu ouvido:

— Nunca na minha vida vou achar um homem tão especial como você, meu amor. Tu é realmente o melhor homem do mundo, tu é a minha vida, meu maior desejo, meu macho eterno. Te respeito tanto que não sei como retribuir o que tu está fazendo pra mim.

​O Edu se abraçou nas minhas costas e falou que agora poderia subir conforme tinham combinado. Fiquei impressionada com os dois; estavam em uma sincronia perfeita pra me realizar. Artur me beijou e falou que, quando quisesse, poderia chamá-lo, mas só se eu quisesse mesmo; estaria no quarto à espera.

​Estava pensando no que falou. Não era o que desejava; sabia que ainda estava sendo uma pessoa injusta e egoísta, sem respeito por ele. Mas, como todas nós sabemos, o nosso desejo não é nunca dividindo com ninguém, mesmo sendo respeitada pra sermos felizes. É, sou uma mulher, e é assim que nós somos na realidade: gêneros egoístas.

​Eduardo ficou me olhando, esperando o que tinha decidido... Realmente não estava nem um pouco a fim de chamar o meu marido; queria ficar sozinha com o ex.

​Comecei a tirar a roupa na sua frente. Estava fascinado, eufórico e cheio de vontade de me entregar totalmente.

​Quando já estava totalmente nua, ele se abraçou nas minhas costas, ficou chupando o meu pescoço e com a mão na minha buceta. A sua barba e bigode roçando no meu pescoço estavam me enlouquecendo. Estava pronta pra deixá-lo fazer tudo que quisesse. Precisava ser uma mulher submissa, frágil, fêmea perante a um garanhão tão viril. Senti nitidamente o seu pau roçando na minha bunda. Queria pegá-lo pra sentir logo o segundo pau na mão, mas deixei que conduzisse tudo.

​Me virou, segurou pela cabeça e me deu um beijo tão gostoso, tão cheio de vontade, como uma mulher precisa receber de um macho cheio de testosterona, virilidade e masculinidade. Sempre sendo áspero, bruto, malvado e com aquela pegada de proteção, estava entregue ao que quisesse fazer; me levou ao patamar de mulher fêmea.

​Me levou pro sofá com um toque agressivo, me deixou de joelhos e começou a me chupar. Era muito bom, mágico, perfeito. Não queria que nunca mais parasse. Ficou de pé, pincelou o pau na minha buceta. Precisava ver o seu membro, mas ainda estava deixando que conduzisse. Quando achei que iria meter, subiu no sofá e ficou sentado na cabeceira. Eu vi o seu maravilhoso, lindo, perfeito e muito, muito grande pau. Era reto, cabeçudo, com bolas enormes, sem pelos. Era incrível tudo que aquele homem tinha. Comecei a chupar de uma forma que nunca fiz com o seu marido; chupava as bolas, o pau, a virilha. Não sabia onde era melhor. Fiquei ali por um longo tempo.

​Ele falou baixinho:

— Se levanta agora, não fala nem uma palavra e vem comigo! Agora!

​Estava gostando da sua forma de falar comigo. Pegou com força a minha mão e me puxou pra subir pro quarto. Sabia o que estava querendo fazer. Não era isso que eu buscava no momento, mas fui. Entramos no quarto, as luzes estavam apagadas. O Artur estava dormindo peladão; no seu lado tinha a minha calcinha. Olhei pro Edu, sorri, dei um beijo e, quando fui acordar o meu marido, o ex segurou a minha mão. Falou que não era pra chamá-lo. Ficou de pé ao lado da cama, de lado pro Artur, e mandou me ajoelhar e chupá-lo. Percebi que estava tentando me fazer ficar chateada, mas foi o contrário: fiquei muito mais excitada. Fiquei chupando-o enquanto segurava a minha cabeça, forçando-me a engolir todo o seu pau. Olhava pro meu marido dormindo enquanto chupava o Edu. Ele disse baixinho: "chupa vadia, chupa as minhas bolas, vai safada, chupa!". Enlouqueci e tentava engolir tudo. Começou a gozar segurando a minha cabeça, socava tão forte na minha boca como se fosse uma buceta. Quando terminou, mandou deitar ao seu lado e beijá-lo. Ficou atrás do Artur. Dei um beijo no meu marido; acordou e me olhou surpreso, perguntou se eu não quis ficar com o outro. Não disse nada, dei um longo beijo na sua boca. Acho que percebeu algo diferente, mas correspondeu. Ficamos nos beijando. Olhando pro Edu, Artur não tinha percebido que estava ali atrás. O ex fez um sinal pra eu continuar beijando o seu marido, que sairia do quarto.

​Quando o Edu estava fechando a porta, o seu marido o viu e o chamou. Disse pra ficar com nós na cama. Eduardo me olhava, olhava pra ele. Chegou à porta sem dizer nada. Artur me disse pra ir atrás dele; que nós só teríamos alguma coisa se ele voltasse.

​Me levantei correndo e saí atrás. Quando estava descendo as escadas, falei:

— Edu! Eduardo! Espera, por favor! Ei, ouça, ele não vai querer fazer nada se você não voltar. Tanto o seu amigo como eu queremos muito que você fique até amanhã com nós.

​Me olhou com uma cara surpresa. Repeti o que tinha falado. Ficou pensando. Nisso o Artur chega:

— Ei, Edu, não faça isso com nós, amigão. Você hoje é a pessoa mais importante pra nós, precisamos de você. Queremos você com nós dois.

​Ficou olhando pra nós, sorriu e falou que somos um casal muito louco, mas que é igual a nós. Subiu e, quando chegou na minha frente, me deu um beijo delicioso. O seu marido ficou olhando com um sorriso de aprovação.

​Entramos no quarto. Artur falou que iria buscar cervejas e que ficaria fora por uns minutos pra nos deixar se acertar.

​O Edu ficou me olhando, sorriu e falou que agora está como queria. Me segurou pela cintura, me puxou contra o seu corpo, ficou chupando o meu pescoço, mordendo a minha orelha e os lábios. Estava entregue aos seus desejos. Quando o seu marido entrou no quarto, o outro estava no meio das minhas pernas me chupando. Artur ficou olhando pra mim, realizada com o ex.

​Eduardo olhou pra ele e falou que era pra os dois me chuparem juntos. Pensando comigo mesma, achei que o seu marido não iria aceitar. Ele tirou a bermuda, ficou de cueca e sentou no lado do Edu. O ex deu espaço pra ficar ao seu lado, deitado no meio das minhas pernas. Não estava acreditando que iriam me chupar juntos. O Edu me deixou de lado e ergueu uma perna; o Artur chupando o meu cuzinho e o Edu a minha buceta. Nunca imaginei que isso era tão excitante; o tesão disparou. Sentia as suas línguas me lambendo e as pontinhas entrando. Não conseguia olhar pra eles, mas sabia que as línguas se tocavam enquanto me chupavam. Estava no céu, satisfeita e orgulhosa das suas atitudes.

​O seu marido se levantou, segurou a outra perna, falou algo pro Edu e se encaixou já metendo no meu cuzinho. Eduardo sentou no meu peito, se inclinou e meteu o pau na minha boca. Artur estava socando enquanto o Edu metia todo o cacete na minha boca.

​Eduardo saiu e o Artur parou. Me puxaram juntos. O seu marido me beijou, logo o outro também. Não estava acreditando como os dois estavam aceitando o que faziam. Ambos sempre foram rígidos; quando eu chupava os seus paus, eles não brigavam mais comigo.

​Segunda parte em poucos dias.

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Foto de perfil de  Gipsy sexy Gipsy sexyContos: 110Seguidores: 236Seguindo: 23Mensagem Casado, 45 anos, branco, hetero, tenho boa criatividade, tenho um filho gay, não tenho problema de escrever nem um tipo de conto..

Comentários

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olá pessoal tive que fazer algumas alterações no conto.

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Bem interessante,curioso, diferente, realista, trabalho diferente de tanto que são iguais e cansativo de ler,

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Olá, com certeza eu entendi o que você quis apresentar com a primeira parte, MORGANA, se vc continuar neste padrão de conto, com certeza vai ser um dos melhores relatos,o mais diferente de todos os que lemos que sempre são a mesma história com algumas palavras pra diferenciar, li ele com muita atenção, vi os pequenos detalhes que vc não esqueceu de relatar pra nós entende, imaginar o cenário, as pessoas envolvidas, tu não se tornou uma escritora de vídeos pornôs, vc escreveu, detalhou uma história facinante, boa de ler, não tem tamanho de cacete, formas de corpo,idade e, ficou tudo libertado pra nós criar na nossa imaginação, sinto muito pra quem não tem fantasias,mas admito perante todos, que acredito que vc vai fazer o final ALGO direfete da putaria estilo filme e pornô Pornochanchada dos anos 70.

Parabéns.

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obrigada obrigada vc não sabe o quanto essas palavras me fizeram bem, vc foi o primeiro que comentou o meu primeiro conto, não tenho palavras pra agradecer o carinho.

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