“O Armário do Zelador”
Quinta-feira amanheceu cinzenta e chuvosa, o céu despejando água sem parar desde a madrugada. Tiago acordou cedo, o celular vibrando com a mensagem que Marlon havia enviado na noite anterior: “Amanhã cedinho, armário do zelador. Não falte.” O coração do garoto disparou só de ler. Ele se arrumou depressa, pegou um guarda-chuva e correu para a escola quase vazia àquela hora.
O corredor dos fundos estava silencioso, o cheiro de piso molhado misturado ao de produtos de limpeza. Tiago abriu devagar a porta do armário do zelador — um espaço apertado, cheio de prateleiras com vassouras, baldes e produtos químicos. Marlon já estava lá dentro, encostado na parede, camisa social roxa colada no corpo musculoso por causa da chuva, um sorriso safado no rosto bronzeado.
Tiago entrou, trancou a porta com cuidado e os dois começaram a tirar a roupa sem trocar uma palavra, só olhares famintos. Em segundos, estavam pelados, corpos se chocando no espaço pequeno.
Marlon puxou o aluno para um beijo intenso, línguas brigando, mãos explorando. Tiago apertou com força o peitoral grande e depilado de Marlon, sentindo os músculos duros sob os dedos.
Tiago desceu a boca para o pescoço do professor, chupando forte, deixando marcas vermelhas, enquanto Marlon agarrava e apertava a bunda gorda de Tiago, dedos afundando na carne macia.
Tiago lambeu todo o peito dele, língua traçando cada definição, do centro até os mamilos.
Abocanhou o peito esquerdo, mamando com vontade enquanto a mão descia e masturbava o pau já duro de Marlon.
— Porra, Tiago... mama gostoso, sua vadia — grunhiu Marlon, voz rouca de tesão.
Tiago mordiscou o mamilo de leve, depois chupou com força, sugando como se quisesse leite.
Desceu mais, lambendo o abdômen tanquinho, cada gomo brilhando de saliva, até chegar à glande grossa e bronzeada.
Tiago lambeu a cabeça devagar, circulando a língua.
— Esse pau é uma delícia, professor... tão grosso — murmurou Tiago, olhos erguidos para Marlon.
— Então chupa, sua putinha. Mostra o quanto me quer — respondeu Marlon, segurando o cabelo dele.
Tiago abriu a boca e chupou a glande com força, sugando o pré-gozo salgado.
— Isso... engole tudo, sua safada — gemeu Marlon.
Tiago desceu mais, chupando o pau inteiro, garganta relaxada acomodando o comprimento. Ao mesmo tempo, masturbava a base com a mão molhada de saliva.
Cuspiu no membro, saliva escorrendo pelo comprimento, e voltou a chupar mais forte.
— Caralho, que boca quente... você é viciado em rola, né? — perguntou Marlon, quadris se movendo levemente.
Tiago se virou, apoiando as mãos numa prateleira baixa, empinando a bunda gorda.
Marlon se ajoelhou atrás dele, apertou as nádegas com força e deu tapas sonoros, fazendo a carne tremer.
Em seguida, lambeu e chupou o cuzinho rosado, língua quente abrindo caminho.
— Ahh, professor... come meu cu com a boca, come — gemeu Tiago, empinando mais.
— Esse cu é uma delícia... sempre pronto pra mim — respondeu Marlon, voz abafada entre as nádegas.
Marlon sugava o rego com força, barulho alto no espaço fechado.
Chupou dois dedos, molhando bem, e enfiou devagar no buraco apertado.
Tirou, chupou de novo deixando tudo melado, e enfiou mais fundo.
— Por favor... mais fundo... me abre todo... Marlon! — implorou Tiago, voz tremendo.
Marlon começou a foder com os dedos, dois de uma vez, abrindo e esticando.
— Vou te preparar pro meu pauzão, sua piranha... vai tomar tudo hoje.
Marlon tirou os dedos, esfregou a cabeça do pau no cu molhado de saliva e penetrou devagar, centímetro por centímetro.
Quando estava todo dentro, começou a foder com estocadas firmes.
— Toma rola, Tiago... sente como eu te encho, filho da puta! — rosnou Marlon.
Ele segurou o quadril do gordinho e socou mais forte, bolas batendo na bunda.
— Me fode bem gostoso... me usa, me arromba, porra! — gritou Tiago, sem se importar com o barulho da chuva lá fora.
Marlon continuou fodendo enquanto Tiago se masturbava freneticamente, pau duro latejando.
Marlon virou a cabeça de Tiago para o lado direito, beijando-o com fome, a língua invadindo a boca do garoto enquanto as mãos apertavam firme sua cintura.
As estocadas não paravam — profundas, ritmadas, fazendo Tiago gemer contra os lábios do professor.
De repente, Marlon desacelerou, saindo devagar até a cabeça do membro escapar com um estalo molhado. Tiago soltou um gemido frustrado, o cuzinho piscando vazio por um segundo.
Antes que pudesse protestar, Marlon o ergueu no colo com facilidade, as mãos grandes e fortes agarrando firme as coxas de Tiago, abrindo-as.
Tiago reagiu rápido: entrelaçou os braços no pescoço de Marlon e as pernas na cintura dele, colando o corpo suado ao peito musculoso do professor.
Os dois se olharam por um instante, ofegantes, o pau duro de Marlon roçando a entrada ainda escorrendo.
— Agora sim — murmurou Marlon, sorrindo safado, antes de descer Tiago devagar, empalando-o novamente de uma só vez.
Tiago arqueou as costas, cravando as unhas nas costas de Marlon, enquanto o professor voltava a meter com força, agora de pé, segurando-o no ar como se não pesasse nada.
Acelerou, socando rápido, o corpo suado dos dois colados.
Tiago gemia sem parar, alto e descontrolado.
Numa estocada forte, o pau escorregou para fora. Tiago agarrou rápido e colocou de volta no rabo, gemendo ao ser preenchido novamente.
Marlon fodia enquanto beijava Tiago, línguas se misturando.
Deu mais algumas estocadas profundas e gozou forte dentro do cu, jatos quentes enchendo Tiago, gemendo contra a boca dele.
Cuidadoso, Marlon colocou Tiago no chão, pernas trêmulas.
Se ajoelhou na frente dele, peitoral musculoso à mostra.
Tiago se masturbou rápido, mirando o peito de Marlon, e gozou jatos grossos e brancos que sujaram os músculos bronzeados.
Depois, ainda duro, esfregou a piroca nos mamilos de Marlon, espalhando a própria porra, melando tudo.
Os dois se olharam, ofegantes, sorrindo no escuro do armário. A chuva lá fora continuava forte, mas dentro, o calor entre eles era muito maior.
Tiago sabia que a semana ainda reservava surpresas. E ele mal podia esperar pela próxima.
Continua...