os dois amigos gays do meu marido

Um conto erótico de Morgana
Categoria: Heterossexual
Contém 1024 palavras
Data: 30/12/2025 18:01:55
Última revisão: 06/04/2026 13:59:44

​Os Dois Amigos do Meu Marido: O Acerto de Contas

​Isto aconteceu há dois anos, em janeiro de 2022.

​Quando conheci o Roger, eu era praticamente virgem; só tinha tido um namorado e não passou de beijos e toques tímidos. Tinha um medo irracional da "primeira vez", enquanto minhas amigas já colecionavam experiências. Eu era o "bichinho da goiaba": gordinha, de óculos, vestindo roupas de doação. O Roger, por outro lado, namorava a Rosana, a deusa do bairro.

​Tudo mudou quando fui morar com minha tia para cursar a faculdade. Ela me repaginou. Ganhei roupas de grife, emagreci, troquei os óculos por lentes e virei frequentadora assídua de salões de beleza. De "menina do campo", me tornei uma mulher elegante e imponente.

​Reencontrei todos no aniversário da minha melhor amiga, em um sítio. O choque foi geral; a inveja das mulheres era palpável e os homens babavam. No meio de uma confusão na festa, o Roger me puxou pela mão e saímos de moto. No caminho, a moto estragou em uma rua deserta e gelada. Ali, entre o frio da noite e o calor do desejo acumulado, nos beijamos loucamente.

​Quando chegamos na frente da minha casa, às duas da manhã, eu estava decidida. Ele sentou na calçada, escorado no muro, e tirou o pau para fora. Eu montei nele, sentindo aquela rigidez desconhecida, e me entreguei ali mesmo, na rua. Foi surreal, excitante e proibido. Casamos cinco meses depois.

​A Realidade do Casamento

​A vida com o Roger, porém, não era o conto de fadas que imaginei. Ele nunca foi carinhoso ou romântico. Na cama, era um animal egoísta: apenas metia e gozava, sem preliminares. Nunca me chupou — dizia que era "coisa de vagabunda" —, mas exigia que eu o chupasse até ele descarregar na minha boca.

​O Roger é um homem absurdamente atraente: corpo bruto, braços fortes, aquele bigode de macho alfa. Ele provia tudo em casa, mas me deixava faminta de afeto e prazer real. Por 15 anos, nunca soube o que era ter um homem entre as minhas pernas me fazendo subir pelas paredes.

​A Noite da Traição e da Redenção

​No nosso aniversário de 15 anos de casados, 23 de julho, achei que ele finalmente faria algo. Quando ele mandou entregar salgados e cerveja, me emocionei. Me arrumei toda: vestido sexy, salto alto e uma gargantilha que eu mesma me dei de presente. Ele disse que chegaria às 20h e que alguns amigos iriam antes.

​Chegaram o Felipe e o Lúcio. O Felipe é gay, um doce de pessoa, e o Lúcio é o parceiro dele. Eles eram os únicos amigos que o Roger "permitia" que eu tivesse. Bebemos, conversamos, e o Roger não aparecia. Às 22h, liguei para ele. A resposta foi um balde de gelo:

— Letícia, resolvemos ficar no bar. O jogo tá bom demais. Amanhã eu te fodo, safada.

​O ódio borbulhou. Eu não era a prioridade dele nem no nosso aniversário. Comecei a chorar na frente dos meninos. O Lúcio me abraçou forte, o Felipe também. Decidimos celebrar o meu aniversário ali.

​Bebemos muito. A música subiu de tom. O Lúcio começou a dançar comigo e senti o pau dele, rígido, roçando na minha coxa. O Felipe apagou as luzes e sussurrou:

— Quero te dar o meu marido de presente. Tá afim?

​O Trio Inesquecível

​O Felipe saiu para buscar mais cerveja e me deixou sozinha com o Lúcio. Ele me levou para o sofá, levantou meu vestido e, pela primeira vez na vida, senti uma língua quente e habilidosa na minha buceta. Eu gritava de prazer; era um mundo novo. O Lúcio me chupava com uma sede voraz, saboreando cada gota do meu gozo.

​Quando o Felipe voltou, estava pelado. O pau dele era enorme, grosso e latejante. O Lúcio também se despiu; era igualmente dotado, com uma cabeça imensa. Eu estava entre dois deuses. Comecei a chupar o Felipe enquanto o Lúcio voltava a lamber meu clitóris.

​O Lúcio se posicionou atrás de mim e, sem camisinha, enterrou aquele cacete enorme na minha buceta. Ele metia com uma força bruta, mas entremeada de beijos no pescoço e elogios: "Gostosa, você é perfeita". Enquanto ele me estraçalhava por trás, eu engolia o pau do Felipe na minha boca.

​A diversão só estava começando. Eles me fizeram sentar no colo do Lúcio e, enquanto eu quicava naquele pau atolado até o útero, o Felipe se posicionou atrás. Sem aviso, ele forçou a entrada no meu cuzinho. Eu dei um grito que misturava dor e um prazer proibido. Eles pararam, me beijaram, me acalmaram... e então começaram a socar juntos. Dois paus enormes me preenchendo completamente, um em cada buraco. Eu estava no céu.

​Eles se revezaram, me fuderam de quatro, me chamaram de safada e me fizeram gozar vezes sem conta. Quando foram embora, cada um voltou para me dar um último beijo roubado na porta. Eu estava realizada.

​O Troco

​Às 6h da manhã, o Roger chegou bêbado e chapado de pó.

— Tá afim de uma brincadeira diferente? O Léo e o Tadeu estão lá embaixo — ele disse.

Pela primeira vez, eu disse NÃO. Ele ficou furioso.

​Desci mais tarde e vi a cena: os três de cueca, cheirando cocaína na sala. Peguei o celular dele e descobri tudo: vídeos deles batendo punheta juntos, festas com outras mulheres e até um vídeo de um garoto chupando os três. O Roger não era gay, mas tinha fantasias que nunca dividiu comigo, preferindo me tratar como um objeto de descarte.

​Hoje

​Minha vida agora tem um equilíbrio secreto. Duas vezes por mês, me encontro com o Felipe e o Lúcio. Nós transamos, rimos e viajamos. No último aniversário de casamento, eles me levaram para jantar e dançar enquanto o Roger nem percebeu minha ausência.

​Mantenho o casamento pelo status e pelo conforto, mas minha alma e meu corpo pertencem àqueles dois. O Roger continua achando que sou a esposa submissa, enquanto eu sei de todos os segredos dele. Alguns podem me julgar, mas pela primeira vez em décadas, eu sou uma mulher completa e feliz. Se ele quer brincar de segredos, eu sou a mestre do jogo.

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Comentários

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Fiquei sabendo que o nosso amigo o Hero está hospitalizado.

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