É sua culpa!

Um conto erótico de contosx
Categoria: Heterossexual
Contém 1845 palavras
Data: 05/12/2025 17:44:00

Esta é uma história de ficção, com descrição de atos que não são aceitáveis de forma alguma na vida real.

Esta história se baseia em um ato que cometi na época da faculdade e me arrependo muito, porém na época gostei. Não tenho como negar.

Eu estava cursando faculdade, tinha 23 anos, quase fazendo 24 anos. Tinha 1,85 cm de altura, porte físico normal, dote de 18 cm.

Eu já tinha namorado antes, porém durou pouco, 11 meses. Tive minhas primeiras experiências sexuais etc.

Depois de um tempo, no condomínio no horário do intervalo, eu sempre percebia uma garota chamada "Isabela". Ela estava cursando o 3º ano do ensino médio. Sabia disso pelas amigas dela, com quem eu tinha conversado. Eu já tinha mostrado interesse nela, porém não tive resposta. Na época, eu estava namorando e de vez em quando minha namorada ia no meu condomínio para ficarmos por lá. Descobri que a Isabela morava no mesmo condomínio que o meu. Ela nos encontrou enquanto eu estava com minha namorada e conversamos um pouco.

Descrevendo um pouco a Isabela: ela tinha por volta de 1,66 de altura, era branca de cabelos cacheados, tinha uma cara juvenil, os dentes dela eram pequenos (eu reparava isso quando ela sorria), tinha um pouco de sardas nas bochechas, tinha peitos pequenos e não era gorda, era normal. Porém, o que mais importava, a bunda dela era gigante e desproporcional para o corpo dela. Mais para frente na história, eu perguntei quanto era o tamanho da cintura e ela disse que era 109 cm. Era impossível não reparar. O corpo dela fazia um estilo de "violão" por conta do tamanho do quadril. Eu ficava impressionado por conta da idade dela, e isso mexia comigo na época. Qualquer tipo de calça que ela usava marcava a bunda dela, e isso me dava um tesão indescritível. Por isso, comecei a puxar assunto com ela.

Depois de uns meses, terminei o namoro com minha namorada, não por conta da Isabela, mas porque estava dando errado por uma série de coisas. Mas aproveitei a deixa para começar a conversar ainda mais com ela, puxar assuntos bestas, peguei o WhatsApp dela e começamos a conversar muito. Ela tinha umas conversas meio bestas, mas eu suportava para que um dia eu tivesse algo com ela (quem nunca kk). Depois de semanas conversando, nos decidimos no condomínio para ficar andando e conversando. Até que um dia, através de conversa no celular, ela deu a entender que poderia ficar comigo, e eu dei a entender que aceitaria, e ficamos.

Chegando em um canto do condomínio sem câmeras, começamos a nos agarrar. Eu comecei a pegar na bunda grande dela, isso me excitava demais. Ficamos nos beijando até que uma hora dei uma forçadinha para baixo nos ombros dela e deixei ela na frente do meu pau, e tirei da calça. Assim que tirei, como estava muito próximo e muito duro, o pau bateu na bochecha dela.

— Ai!

ela falou com um tom manhoso e rindo. Eu disse logo em seguida:

— Você vai fazer ou não?

Ela nem respondeu e já começou a me chupar. Como a boca dela era pequena, era incrível a sensação, o que fazia meu pau ficar que nem pedra. Ficava enfiando cada vez mais, mas não abusava muito porque era primeira vez. Até que gozei muito, mais que o normal, e ela conseguiu engolir tudo. Ela continuou com a boca no meu pau enquanto punha a mão no meu saco e ficava massageando. Incrível.

Continuamos conversando. Minha crítica moral estava abaixando, estava querendo curtir somente, me deixei levar.

Ela queria continuar e continuamos nos encontrando e fazendo esse evento várias vezes, até que um dia ela me convidou para sua casa. Eu disse que não queria porque os pais dela iriam achar estranho um rapaz de quase 24 anos com a filha deles, mas ela disse que estava tudo bem. Então, depois de muito insistir, eu fui.

No dia era quase noite, umas 17:00 horas. Cheguei lá e estava a mãe dela na cozinha. Ela ouviu nós chegando e bateu um papo comigo. Ela foi muito legal, foi educada e puxou assunto. Ela não achou que eu tinha 23 anos, então nem falei minha idade. Depois disso, Isa me chamou pro quarto dela. Entrando, nós sentamos e já começamos a nos pegar. Eu ficava preocupado com a mãe dela ouvir, mas ela nem se importava.

Eu já estava mais solto nessa época e eu gostava de falar coisas no ouvido dela, ela gostava também, coisas como:

— Você é minha puta?

— Sou sim.

— Você é só minha?

— Sou.

— Você é o quê?

— Sua puta!

Ela dizia isso com uma voz fina típica de moça manhosa, gemendo baixo. Eu fazia ela me chupar, agora com mais agressividade, passando minhas bolas na cara dela, enquanto eu estocava meu pau na boca dela. Meu saco batia no queixo dela e fazia barulho. Eu amava. Meu pau não ia inteiro na boca dela, eu gostava de tirar ela da boca e comparar com o rosto dela, enquanto ela olhava para mim de baixo para cima, com a boca babada.

— Essa bunda grande é de quem?

— Sua.

etc.

Terminamos, o pai dela chegou pouco depois, conheci também, e fui embora.

Um dia, conversando, descobri que ela tinha insegurança com o tamanho da bunda dela, não gostava de usar legging nem calça jeans porque marcava muito. Eu, de começo, compreendi, mas achei contraditório. E, além disso, ela me falava de um rapaz que ela conheceu no curso e que achava bonito, e dizia que amava ele. Eu pensava: "nossa que puta, ama e está ficando comigo?". Mas me deu um tesão fazer ela falar isso enquanto eu fazia ela me mamar ou ver meu pau.

— Você ama ele?

— Amo!

Poucos minutos depois eu estava mostrando uma foto do meu pau e ela desejando.

— Você ama aquele rapaz?

— Sim!

etc.

Achava ela uma mini puta. Agora chega a parte que me arrependo, mas a parte mais "energética".

Um dia ela me convidou novamente para a casa dela. O pai não estava em casa, nem a mãe, então fui.

Estava com pensamento de foder ela. Ela era virgem, por incrível que pareça, e eu queria tirar isso dela e foder aquela bunda gigante. Estava obcecado nisso.

Chegando lá, fui para o quarto junto com ela e começamos. Eu estava cansado um pouco porque ela era uma moça legal, mas não fazia meu tipo de amizade, estava lá somente para aquilo, e ela estava atrasando. Eu estava mais grosso e dominador que o normal. Ela começou a achar bom de começo, e eu já disse:

— Posso tirar sua virgindade?

— Não, não! — ela disse com voz brincalhona.

Eu virei ela a força com a bunda pra cima. Ela estava sem calça naquele momento, comecei a esfregar meu dedo na vagina dela e ela começou a gemer.

— Você gosta disso, né, sua puta?

— Sim!

— Sabia que você fica me tentando com essa sua bunda?

Eu começava a bater forte na bunda dela.

— Para de bater tão forte! — e eu batia mais.

— Cala a boca!

coloquei a mão na boca dela e ficava enfiando meu dedo na vagina dela com a outra mão. Ela estava desconfortável, era perceptível.

Eu pensava as vezes "isso é errado", mas continuava, já tinha começado...

— Vou te foder hoje sim.

Tirei minha calça e mantive ela na posição, e ela tentou resistir.

— NÃO!

Ela gritava muito, mas eu continuei, ignorando todo princípio moral que eu tinha.

Tirei meu pau da calça e enfiei nela. Aquela bunda gulosa engolia meu pau inteiro, naquela vagina apertada de moça. Eu estava em êxtase, um animal.

Ficava enfiando muito forte, fazendo barulho muito alto, enquanto ela gemia e gritava as vezes.

— Isso é sua culpa!, sua culpa!

eu falava, e sabendo que ela tinha problema com o tamanho da bunda, eu gostava de falar sobre.

— Sua bunda é gigante, uma garota como você ter essa bunda é impossível resistir! É sua culpa!

Ela chorava muito e gemia muito enquanto eu estocava meu pau nela.

— Seus pais criaram uma menina puta!, com esse corpo, o que você esperava? É pra isso que você serve!

— Você serve para ser fodida, seu corpo foi feito pra isso. Desde que te conheci, só queria fazer isso com você!

— Sua mãe adoraria saber que a filha dela é uma puta!, com esse corpo exagerado, sendo fodida!

Fodia ela mais forte porque me dava muito tesão falar essas coisas.

Virava ela e começava a beijar ela enquanto fodia.

— É sua culpa por eu estar fazendo isso.

— Desculpa!

Ela disse, nisso eu fiquei com mais tesão ainda, ela admitindo uma culpa que obviamente não era dela, submissa.

— Fala que você merece!

— Eu mereço, por favor, para!

— Vou gozar dentro de você!

— Não!

Comecei a jorrar dentro dela. Meu pau inchava na vagina dela e meu saco se contraía. Era muita porra, mas eu ainda estava duro.

— Vou gozar de novo no seu rosto, vem.

Puxei ela com força para fora da cama para se ajoelhar. Coloquei o pau na cara dela, fiquei esfregando aquele pau babado na carinha dela branca, com cara de choro.

— Você é linda.

eu disse enquanto esfregava.

— Língua para fora.

ela colocou a língua para fora e eu fiquei batendo meu pau na boca dela. Incrível. Meu pau fazia contraste com o tamanho da língua e boca.

— Um pau grande para minha bunda grande, repete isso.

—pau grande para minha bunda grande.

— Repete, eu sirvo pra isso.

— Eu... sirvo pra isso — com voz chorosa.

Nisso fiquei com o pau duro totalmente de novo, e enfiei devagar meu pau na boca dela. Meu saco batendo no queixo dela, fazendo barulho molhado.

Até que eu gozei de novo, e muito. Nunca tinha acontecido comigo.

— Engole essa porra, é pra isso que você nasceu, tá ouvindo? Para engolir porra. Moças como você servem para isso!

Eu não segurava a cabeça dela porque queria que ela ficasse lá com meu pau na boca por conta própria, mostrando dominância e submissão.

Meu pau ficava se mexendo enquanto eu gozava, inchando. Dessa vez, ela não engoliu tudo, ela saiu tossindo, eu gozei no rosto dela. Assim que ela saiu, eu peguei a cabeça dela e mirei meu pau no rosto para continuar gozando. Eu gemia muito, estava satisfeito. Bati meu pau na cara dela mais um pouco, fiz ela limpar e falei:

— Você é linda, sabia?

Não sei porque falei isso, provavelmente para confundi-la com um talvez amor que eu tivesse. Após isso, saí.

Dia seguinte, bateu o maior arrependimento da minha vida. Eu tinha estragado uma relação sincera com uma moça boa e legal, por conta de um desejo carnal inútil. Minha moral que, antes, eu tanto me vangloriava, está no chão. Eu me achava o lixo mais lixo de todos. Ela obviamente parou de falar comigo. Fiquei com medo dela denunciar algo, mas nunca fez. E só paramos de nos falar. Ainda encontro ela pelo condomínio e sempre bate uma sensação muito ruim. Então, essa foi a história!

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Comentários

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Você é um babaca inútil, um filho da puta desprezível, eu espero que ela ainda te denuncie e que te arrebentem na cadeia. A culpa é sua, você é uma vergonha que suja a imagem de quem gosta do sexo sub/dom! 20 anos no 9⁰ ano... escroto do caralho, burro, imbecil!

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Amiga, esse é um conto inventado, como 99% dos contos deste site

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