Fuderam eu e o meu amante machão.

Um conto erótico de Hero
Categoria: Heterossexual
Contém 1871 palavras
Data: 05/12/2025 21:52:49
Última revisão: 03/05/2026 01:26:34

FUDERAM EU E O MEU AMANTE.

O meu marido, o Cláudio, sempre foi um homem muito reservado na hora das nossas transas. No início até gostava da sua maneira romântica de foder, ele me acariciava por um bom tempo, e só após alguns minutos metia em mim. Mas as metidas eram muito tranquilas, não tinha aquela pegada de homem bruto, agressivo. Era sempre muito calmo, às vezes dava vontade de parar de transar.

Os anos foram passando, e ele sempre daquele jeito. Eu queria ser tratada como uma puta, uma vadia, uma mulher submissa naquele momento, mas não. Comecei a ficar com necessidade de ter um homem viril, que me maltratasse, me mordesse, me chamasse de vagabunda, mas o Cláudio não fazia isso. Apesar de tudo, ele sempre foi um excelente marido, um homem íntegro, trabalhador e que me amava de verdade, por isso eu nunca quis deixá-lo, só precisava de mais fogo na cama.

Já estávamos casados há 14 anos, e eu sempre esperando e pedindo para ele agir de forma mais agressiva, mas nunca mudava.

Há alguns meses, comecei um relacionamento com um amigo, o Douglas. Ele era exatamente o que eu precisava: másculo, forte, agressivo, um cara rústico, com uma pegada maliciosa e firme. Era romântico e violento ao mesmo tempo. Ele era muito safado, metia com muita força, me chamava de tudo, me comia por horas. Fodíamos em qualquer lugar: no mato, construções, banheiros. Já chupei ele em restaurante, fomos até numa casa de swing enquanto o Cláudio estava viajando, kkk. Ele pagou para um cara vigiar enquanto nós fodíamos no estacionamento, e o cara ficava olhando pro Douglas me comendo. Éramos muito loucos.

Fizemos tudo isso na minha casa também, depois que o Cláudio saía para trabalhar, fomos muitas vezes em motel, na casa dele, ou na casa de amigos que ficavam nos assistindo. O Douglas é insaciável, não tinha limites nem horário para me foder. Eu estava viciada nele, mas sabia que ele era irresponsável, mentiroso e sempre quebrado, e que eu jamais trocaria o meu marido por ele.

O Cláudio, com toda a sua bondade, eu tinha certeza que nunca me traiu, nem em pensamentos.

Era sexta-feira, estava morrendo de vontade de foder, liguei para o Douglas e combinamos uma fodinha rápida no carro, no estacionamento do shopping. Ele veio na hora. Fodemos por quase uma hora, ele disse que tinha um cara olhando tudo, e perguntou se eu queria ir embora ou continuar com plateia.

Fomos para o estacionamento do prédio onde trabalho, foi incrível. Ele me pegava com força, me beijava com vontade, mordia meu lábio, puxava meu cabelo. Enfim, ele me deixava nas nuvens.

Eu e o Cláudio já não transávamos há duas semanas, não por culpa dele, mas por minha causa. Eu não sentia mais desejo por ele daquela forma, sentia falta de ser dominada, de ser usada como uma mulher precisa.

O Cláudio iria viajar para a praia, sairia na sexta e voltaria na segunda. Avisei o Douglas e chamei ele para ficar comigo em casa. Ele topou na hora, mas disse que queria realizar uma fantasia: queria me foder com outro cara. Eu sempre quis isso também, mas nunca tive coragem de falar. Disse que sim, mas pedi para ver a foto do cara primeiro. Ele mandou as fotos, e o homem era um monstro: peladão, muito gostoso, lindo, e com um cacete enorme, maior que o do Douglas, mas ainda menor que o do Cláudio.

O Cláudio tem um pauzão descomunal, muito grosso e cabeçudo, já medi uma vez, são 21 centímetros. Ninguém tinha nada comparado a ele. O Douglas tem uns 15, e esse novo cara uns 18.

O nome dele é Rogério, 44 anos, branco, barbudo, peludão, separado, e muito gostoso mesmo.

Marcamos para as 16h. Cheguei em casa às 14h e comecei a me arrumar toda: depilei, fiz a limpeza para eles meterem no cuzinho, me maquiei, vesti uma calcinha bem safada, perfume forte, gelo e música no ar.

Às 15h30 o Douglas chegou, mas sozinho. Disse que o Rogério não vinha. Fiquei chateada, mas ele deu aquela risada safada e foi buscar o cara no carro. Quando vi Rogério entrando, minhas pernas tremeram: homem enorme, corpo perfeito, educado e com uma energia dominadora.

Ficamos conversando na sala, o Douglas disse que ia subir para tomar banho. Eu sabia o que ele queria, e eu queria mais ainda.

Fiquei ali com o Rogério, sentados lado a lado, ele não tirava os olhos dos meus seios. Eu estava ansiosa para ser tocada. Ele segurou minha mão, me puxou para um beijo, e a merda ficou preta. Ele era muito mais safado que o Douglas, suas mãos já estavam abrindo minhas pernas, e eu já sentia o cacete dele latejando.

Ele tirou a camisa e a calça, ficou só de cueca, me levantou e tirou minha saia e calcinha de uma vez. Ele sabia tocar em mulher. Começou a me chupar ali mesmo, e eu senti prazer como nunca, era o terceiro homem na minha vida.

Ele mandou eu ficar de quatro no sofá, e eu obedeci na hora, era o que eu mais queria.

Foi quando o celular dele tocou. Olhei e o nome na tela era: Cláudio. Fiquei gelada, que coincidência do caralho, o nome era igual ao do meu marido. Ele atendeu, falou que não estava em casa, mas que podia encontrar ele onde estivesse, e perguntou o endereço para ele. Eu, meio sem saber o que fazia, falei:

— Fala que é na Rua Gaurama, 1222, Bairro Valença, em Porto Alegre.

Ele repetiu o endereço, desligou e disse que o amigo dele estava chegando em 15 minutos. Se vestiu rápido e disse que ia esperar na porta.

Fui espiando pela janela, e quando o carro parou, eu quase desmaiei: ERA O MEU MARIDO, CLÁUDIO!

Meu Deus, eu estava ferrada! O Rogério era amigo de infância dele! Ele não tinha viajado, tinha armado tudo ou era o destino? Eu entrei em pânico, tremia toda, com certeza eu ia levar uma surra ou ia acabar o casamento ali.

Subi correndo para avisar o Douglas. Quando eu estava na escada, os dois entraram: o Cláudio e o Rogério. O Rogério me olhou e disse:

— Pode deixar, ele é meu amigo, só veio usar o banheiro.

Eu estava branca, sem conseguir falar nada, só apontei para o banheiro. Subi correndo e falei para o Douglas:

— É o meu marido! Ele descobriu tudo!

O Douglas ficou louco, tentou pular a janela, mas era muito alto. Não tinha saída. Ele me mandou descer para distrair o Cláudio enquanto ele tentava fugir.

Desci a escada morrendo de medo. O Cláudio me olhou, me deu três beijinhos calmamente e sussurrou no meu ouvido:

— Tu sabe que eu vou dar um jeito nesse teu amante, né?

Eu não entendia nada! Ele estava calmo, sorrindo? O Rogério ofereceu cadeira, pediu cerveja para mim. O Cláudio estava totalmente diferente, não era o homem manso que eu conhecia, parecia um leão, dono do pedaço, tramando tudo.

Ele olhou para o Rogério e perguntou:

— Vocês são casados?

— Não, somos só amigos — respondeu o Rogério.

— Então pode me chamar o Douglas aí embaixo — ordenou o Cláudio.

Eu gelei. Ele sorriu e falou:

— Essa casa é minha, e essa mulher aqui é minha esposa. Eu sei de tudo, e agora vocês vão me pagar.

O Rogério, vendo a situação, falou:

— Relaxa, parceiro, eu não sabia de nada. Eu ajudo você a dar uma lição nele.

A merda estava feita. Eles subiram para o quarto, e eu fiquei lá embaixo ouvindo os gritos do Douglas. Depois de um tempo, o Rogério me chamou:

— Sobe aqui, Débora.

Quando entrei no quarto, eu não acreditei: o Douglas estava pelado, de joelhos, chupando o cacete do Cláudio! O meu marido mandou eu sentar e ficar quieta. O Douglas não olhava para mim, só sabia lamber o pau e as bolas do dono. O Rogério entrou com whisky, obrigou ele a beber tudo.

Depois, o Rogério também tirou a roupa e mandou o Douglas chupar os dois ao mesmo tempo. Ele não tinha escolha, tinha que fazer com vontade, senão apanhava. Eu olhava tudo e senti um tesão absurdo, percebi ali que o meu amante na verdade era viadinho, pois estava duro chupando homem, ele amava aquilo.

O Rogério mandou ele ficar de quatro. Ele disse que não, levou um tapa na cara e ficou lá, de bunda pra cima. O Rogério passou muita baba e meteu o cacete todo de uma vez. O Douglas gritou, mas foi logo gemendo de prazer.

O Cláudio olhou para mim, percebeu que eu estava toda molhada, e mandou:

— Vem aqui, de quatro do lado dele.

Era para ser castigo, mas era o meu paraíso. Ele enfiou o cacete todo no meu cuzinho de uma vez só! Nossa, ele era enorme, me esticava toda, metia com uma força que eu nunca imaginei. Ele era o verdadeiro machão!

Foi ali que aconteceu a DUPLA PENETRAÇÃO! O Cláudio metia no meu cu com toda violência, enquanto o Rogério me comia a buceta ao mesmo tempo! Eu estava sendo aberta por dois homens enormes, gritava de prazer, sentia cada centímetro me invadindo, era a coisa mais incrível do mundo! Eles se revezavam, me usavam como queria, e eu amava cada segundo.

Depois de me usarem muito, mandaram eu descer um pouco. Quando desci, vi o Douglas de novo de joelhos, agora chupando os dois ao mesmo tempo. Ele ficou ali, engolindo porra dos dois, limpando tudo com a boca, virou o putinho deles.

Depois daquela noite, tudo mudou. O Cláudio se tornou o homem dos meus sonhos na cama, bruto, dominador, exatamente como eu pedia. Nós, eu, o Cláudio e o Rogério, ficamos muito amigos, muito próximos. O Douglas também vai lá de vez em quando, mas só para servir os dois, ele virou o bichinho da casa.

Dias depois descobri que estava grávida! Fiquei assustada, quem seria o pai? Fui correndo contar para o Cláudio.

Ele me olhou, deu uma risada alta, me levantou, me beijou com amor e falou:

— Calma minha vida, minha safadinha, não se desespera não. Eu e o Rogério já fizemos vasectomia há anos. Então esse bebê é 100% meu, certeza absoluta.

Eu fiquei tão aliviada e feliz! Então só o meu marido podia me engravidar, os outros só me davam prazer, mas a semente era só dele. Ele me marcou para sempre.

Ele me apertou forte e falou:

— Viu só? Por mais que tu dê para quem quiser, teu útero é meu. Tu carrega minha filha, minha safadinha.

Hoje eu sou a mulher mais feliz do mundo. Decidimos que eu e o Cláudio nunca mais fizemos nada com outras pessoas, e combinamos de nunca mais tocar nesse assunto, é nosso segredo eterno. Aliás, nós três, eu, Cláudio e Rogério, fomos morar juntos numa casa enorme, vivemos numa felicidade sem igual, como uma família.

A nossa filha, a Cláudia, já tem nove meses. Ela é a coisa mais linda do mundo, a cara do Cláudio, idêntica! E o melhor: ela tem a mesma marca de nascença que ele tem nas costas, uma mancha linda que parece uma borboleta. É a cara do pai, cópia fiel! 🖤🔥🍆💦🦋👧

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Foto de perfil de  Gipsy sexy Gipsy sexyContos: 122Seguidores: 237Seguindo: 23Mensagem Casado, 45 anos, branco, hetero, tenho boa criatividade, tenho um filho gay, não tenho problema de escrever nem um tipo de conto..

Comentários

Foto de perfil de Amandha CD Putinha Sul de Minas

Nossaaaa... que tesão de foda... amei... vontade de ser putinha dos 4

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Foto de perfil de  Gipsy sexy

Bha você não sabe o quanto o que você escreveu é tão importante pra mim. Obrigado mesmo.

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Curti muito,seu contos são muito bons, você está sempre trazendo novidades pra nós. Valeu mesmo amigo

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