Não Resisti à Puta Preferida do Meu Pai

Um conto erótico de Pietro Ward
Categoria: Heterossexual
Contém 2424 palavras
Data: 12/12/2025 20:20:55

Meu pai faria aniversário no domingo e, na tarde anterior ele disse que ia uns amigos lá para casa, fazer um almoço e comemorar. Estranhei um pouco, pois não conhecia muitos amigos dele, e muito menos ele costumava levar alguém em casa. Mas, claro que era algo normal a qualquer pessoa, e logo tirei da cabeça.

No domingo tomamos café da manhã e falei para o coroa que ia jogar meu futebol domingueiro, mas estaria em casa antes do almoço. Ele me olhou meio desconfiado — já que as vezes eu saia cedo para o futebol e, de lá, esticava para as rodas de cerveja com os amigos, só retornando a tarde —, mas não disse nada. Entreguei o presente — um relógio automático, simples, mas do gosto dele —, peguei a mochila com as chuteiras e saí.

Retornei por volta das 11:30hs e encontrei uma estranha na cozinha: mulher alta, na faixa dos 40, pele clara, cabelos longos e cacheados, castanho aloirados, rosto e corpo bonitos e um sorriso simpático. Vestia uma calça branca bem justa — que valorizava as curvas bem desenhadas — e uma blusa cinza de malha, leve e confortável.

— Você é o Pietro, né? — ela perguntou, logo após responder ao meu “oi”.

— Sim — respondi simplesmente.

— Eu sou a Roberta. É um prazer conhecê-lo.

— O prazer é meu.

— Eu pai e nossos amigos foram ao supermercado, logo estarão de volta.

Fui a geladeira pegar um copo d’água e passei bem rente a mulher, que mexia uma panela no fogão. Encostei-me na pia para beber devagar, e Roberta parou o que fazia para me olhar de cima abaixo, sem nenhuma discrição. Parece ter notado que me deixou constrangido, mas, como se fosse a dona da casa, sugeriu com voz firme:

— Por que não vai tomar um banho? O pessoal já deve estar chegando e o almoço está quase pronto.

O suor tinha secado em meu corpo e estava mesmo precisando de um banho. Limitei-me a sorrir e caminhar para o banheiro. Fazia calor e mudei o chuveiro para o frio. Ensaboei e, quando estava me enxaguando, vi a porta sendo aberta. Roberta entrou sem qualquer cerimonia, com uma toalha limpa na mão. Pensei em tampar a genitália com as mãos, mas já era tarde demais. Como na cozinha, ela ficou me observando de cima abaixo, com atenção especial em meu pinto flácido, enrugado pela água fria. A mulher atrevida abriu um sorriso largo (e lindo?), esticou o braço me entregando a toalha, juntou minhas roupas sujas no chão e colocou no sexto, e saiu, puxando a porta atrás de si.

Quando entrei no quarto para me trocar, achei melhor passar o trinco na porta. Não demorou muito para ouvir vozes no portão. Quando cheguei na sala, meu pai conversava animadamente com seu amigo Olímpio e uma mulher morena, também muito bonita. O nome era Sueli.

Olímpio me ofereceu uma latinha de cerveja e aceitei com prazer, estava com sede, por sugestão de meu pai, fomos para a arejada varanda da cozinha, onde ficava a máquina de lavar. Roberta terminou o almoço e se juntou a nós nos drinques. Sueli preparou um drinque de vodca com pêssegos delicioso, mas preferi ficar na cerveja e um pinguinha de engenho da reserva especial do meu pai.

Com exceção do meu pai — que era ponderado em tudo —, ficamos de fogo. De vez em quando Roberta se sentava no colo do meu velho e o beijava — o que o constrangia, talvez por estar perto do filho.

Almoçamos e jogamos baralho boa parte da tarde. Meu primo chegou e pedi que sentasse no meu lugar, porque precisava ir ao banheiro. Por via das dúvidas, passei o tronco na porta, para urinar em paz. Mas assim que a abri para sair, dei de cara com Roberta ali, em pé, com um sorriso safado no rosto bonito. A bebida a deixará bem “alta”. Aproveitando-se da minha surpresa, ela me empurrou para dentro e fechou a porta. Escorando de costas no lavatório, senti a mão dela forçando o elástico da minha bermuda e a boca buscando desesperadamente a minha. Consegui me livrar do beijo, mas a mão achou meu pau flácido e o apertava.

— Quero ele! — a voz saiu rouca e baixa.

— Está doida!? — esbravejei baixinho, temendo ser ouvido lá fora. — Você é namorada do meu pai!

— Namorada??? Não seja bobo, garoto, sou só a puta preferida dele!

Pareceu-me captar algo de tristeza na voz dela, mas aproveitei o vacilo e me desvencilhei, saindo rapidamente do banheiro. Na varanda o truco estava animado e me despedi rapidamente, queria sair antes de Roberta voltar. Olímpio se levantou e me seguiu rapidamente até o portão.

— Percebeu que a loira está a fim de você?

— Todo mundo enlouqueceu hoje!? — respondi, indignado. — Roberta é namorada do meu pai, e…

— Namorada não, Pietro — ele sorriu da minha indignação. — Ela é garota de programa, as duas são. Ontem estávamos na Casa Rosa e quando mencionei o aniversário do seu pai, insistiram para vir comemorar, e ele não teve como dizer não.

Saí o portão para fora, meio sem rumo, e de repente percebi que estava com tesão. Cogitei ir à casa da tia Zulma — afinal, eu sabia que meu tio não estava —, mas achei melhor não dar sopa para o azar. Rumei para o bar, onde os amigos costumavam se reunir, e só voltei para casa tarde da noite. Meu pai despertou do seu costumeiro sono leve e disse que tinha sobras do almoço na geladeira. Demorei a pegar no sono, pois a danada da loira não saia da minha cabeça. Bati uma punheta e adormeci.

Quando acordei na manhã seguinte, meu pai tinha saído para o trabalho. Eu tinha um compromisso as 09:30hs, o que dava tempo de tomar café sossegado. Tia Zulma disse, por cima do muro, que tinha alguém no portão. Esperava o mecânico, para fazer um orçamento, mas qual foi minha surpresa ao ver Roberta de pé la fora. Quem não a conhecia, jamais diria que era uma garota de programa, pois estava vestida sóbria e discretamente com uma saia até acima dos joelhos, blusa e sandálias discretas.

— Oi Pietro. Ontem esqueci minha bolsa, posso entrar para pegar?

— Claro, entre por favor.

Quando ela passou por mim, senti que usava um perfume diferente. Diferente também era sua atitude, fria e distante, que nada tinha da ousadia do dia anterior. A segui de perto até a varanda, sob o olhar perscrutador de tia Zulma. A bolsa estava sobre uma poltrona, ao lado da máquina de lavar.

— Estava tomando o café da manhã, está servida?

— Não, obrigada. Comi bem cedo, para amenizar a ressaca. Bebida doce é foda, ontem me tirou dos trilhos.

— Lembra-se do que aconteceu no banheiro? — perguntei, meio debochado.

— Claro que lembro!… Na verdade, do que “quase” aconteceu, né? Pois você me deixou na mão.

— Tinha muita gente na casa, inclusive meu pai. E sei que ele te come.

— Querido, muitos homens me comem. Mas você tinha razão, não era a hora nem o lugar. Acho que fiquei louca, quando te vi nu no banho.

Enquanto conversávamos, foi pintando um clima e meu pau já estava duro, estufando a bermuda. Olhei para o quintal da tia Zulma e não a vi, provavelmente tinha voltado aos afazeres da casa.

— Isso tudo é pra mim? — ela perguntou, com um de seus belos sorrisos, apontando o volume na minha bermuda.

— Se ainda quiser, é sim.

— Uau! Não acredito! — ela se aproximou e apoiou as duas mãos no meu peito. — Sabe, ontem comentei da sua rejeição com Sueli. Ela me disse que o fato de você acreditar que sou namorada do seu pai, pode ter te dado a sensação de traição… como se fosse o enteado comendo a madrasta. E, na hora e como ela disse, fez muito sentido.

Eu não queria ouvir mais nada e cobri a boca dela com um beijo longo e apaixonado. Ela correspondeu à altura, e nossas línguas buscaram uma a outra com sofreguidão. Roberta baixou minha bermuda e apertou meu pau delicadamente, dizendo que era mais gostoso do que ela tinha imaginado, quando o viu flácido. Ajoelhou e beijou a glande inchada carinhosamente, causando um calafrio de prazer na minha espinha. Lambeu as bolas e toda a extensão do cacete, antes de abocanhá-lo e iniciar um vai e vem delicioso. Era surreal ver aquela mulher gostosa devorando meu pau, e comecei a meter com força, sentindo a cabeça bater na garganta dela. Os gemidos brotavam espremidos da minha garganta e fui tomado por uma sensação de medo e prazer, quando vi tia Zulma nos observando por cima do muro, com cara zangada. Claro que ela sabia que eu comia outras mulheres além dela, mas saber é uma coisa e ver é outra.

Na ausência do meu tio, minha tia era minha puta, e estava muito gostoso foder a boca da Roberta sob o olhar dela. Mas pintou um pouco de remorso e puxei a loira para dentro, trancando a porta por dentro. No quarto, tirei toda a roupa da loura, me deliciando com aquele monumento. O corpo da coroa era mais modelado do que muitas ninfetas. A sentei na beirada da cama e me ajoelhei entre suas pernas, caindo de boca na buceta lisinha e encharcada. O mel dela era transparente e espesso, e eu lambia e chupava com gosto, arrancando gemidos fortes dela.

— Quero gozar com você, meu gostoso — ela disse, entre gemidos. — Quero que encha a buceta da mamãe de porra! Enfia esse cacetão em mim…

Enquanto falava, ela me fez levantar e tirou uma camisinha da própria bolsa e vestiu meu pau com destreza. Subi na cama e a coloquei na posição “frango assado”, pincelando os grandes lábios da buceta e ouvindo as suplicas para ser comida. De uma estocada enfiei o pau até o talo e a fêmea urrou de prazer. Passou pela minha cabeça que ela — sendo garota de programa — poderia estar fingindo, mas e daí!? Eu estava comendo aquela loira gostosa e iria gozar horrores.

Roberta continuava proferindo frases como “enche sua mamãe puta de porra”, “mete na mamãe”, “filhinho roludo” e outras... A mão direita esfregava rapidamente o grelo duro na horizontal, e as unhas arranhavam meu soquete duro, que martelava o interior da racha sem parar, produzindo o peculiar ruído de charco. Concluí que ninguém no mundo conseguiria fingir tão bem, pouco antes de anunciar que ia gozar. Roberta acelerou os movimentos no clítoris, e quando comecei a despejar meu sêmen, ela trancou as pernas no meu pescoço e começou a estremecer e gemer alto.

Quando relaxamos, deitei meu peso sobre o corpo dela e ficamos nos beijando, sentindo o suor escorrer. Liguei o ventilador e tornei a me aninhar, o pau meio mole escorrendo para fora da gruta rosada, o preservativo cheio de leite.

— Nossa, loira! Você é uma mulher incrível! — elogiei sinceramente.

— Gostou de gozar na buceta da mamãe?

Ia responder que sim, quando ouvi a voz de tia Zulma no portão. Ela conversava com alguém, e, daí a nada, bateu à porta, dizendo que o mecânico estivera lá e ela pediu para que voltasse mais tarde. Agradeci e perguntei à titia se queria entrar, já esperando uma resposta negativa. Seria interessante ter as duas na minha cama.

Roberta sorriu e me beijou longamente. Enfiei três dedos na buceta melada e ela gemeu alto, levando a mão ao meu pau, que começou a reagir. Em seguida debruçou sobre minha pélvis e tirou a camisinha usada, abocanhando meu pau e limpando toda a extensão com a língua. Com a boca no pirulito, ela me olhou nos olhos e — com o habitual sorriso sacana — disse que “coisa boa é a juventude” — se referindo à nova ereção.

Puxei roberta e a posicionei de quatro, a bunda generosa arrebitada e o caldo da buceta escorrendo. Segurei as nádegas com as mãos comecei a lamber o gozo dela, a ponta do nariz batendo propositalmente no cuzinho, que piscava feliz. Lambi com força o cu, com a língua cheia de gozo e tentei introduzir a ponta da língua, arrancando gemidos altos da fêmea.

— O filho guloso quer comer o cuzinho da mamãe? — ela perguntou entredentes, com o rosto mergulhado no lençol.

Não respondi, apenas continuei trabalhando o buraquinho lindo, revezando língua e dedos, meu pau pulsava, como se fosse explodir. Quando dois dedos entravam com facilidade, ajoelhei-me atrás da “mamãe” e guiei o pau para a entrada, ignorando seu “enfia devagar, amor, é muito grande”. Com alguma dificuldade enfiei a cabeça, apertando para baixo com o polegar. Roberta deu um gritinho e disse que estava doendo. O cuzinho tentando expulsar o invasor e fiquei quieto, segurando na cintura dela com força. Depois de um tempinho, engatados, senti o buraquinho relaxando e esparramei cuspe no pau, enfiando mais um pouco. Roberta dizia entre gemidos que estava doendo, mas gostoso. Bem devagarinho eu tirava um pouquinho e enfiava um pouco mais. A metade estava dentro e o cuzinho “mastigava” minha vara, causando ondas de prazer impossíveis de narrar em palavras. O cu relaxou mais e passei e entrar e sair devagar. A loira gemia, xingava, rosnava e friccionava o grelo com força e rapidez. Quando o pau entrou todo, recomecei o vai e vem, cada vez mais rápido.

— Rasga o cu da mamãe, filho roludo! Me empala, me come, enfia tudooooooo!!!

Ela não tinha percebido que já tinha entrado tudo, e continuava implorando. Eu socava o pau ininterruptamente, que entrava justo nas paredes do cu e saia puxando as pregas para fora. Eu urrava alto de prazer, não importando que transeuntes pudessem ouvir, e tendo quase certeza que tia Zulma ouvia tudo, atrás da parede lateral. “Saber” que ela estava ouvindo me excitava ainda mais, se é que era possível.

Comecei a urrar e despejar jatos de gala no reto da loira, estremecendo e sentindo as pernas bambear. Totalmente esgotado dentro dela, deitei para frente e fiquei engatado, com o pau ainda pulsando e sentindo as apertadelas do esfíncter. Roberta começou a estremecer e gozou ruidosamente, com três dedos atolados na buceta. Foi só então que lembrei que não usei camisinha.

Estávamos cansados e adormecemos pelados, nos braços um do outro, sob o forte cheiro de sexo no quarto. Acordei horas depois e encontrei Roberta na cozinha, terminando de comer um sanduíche. Os cabelos úmidos evidenciavam banho tomado. Também entrei no chuveiro e, quando saí, ela tinha ido embora. Sobre a Tupperware com o sanduba que deixara para mim, um pequeno bilhete com beijo de batom, um número de celular, e os dizeres: “Mamãe amou! Me liga!”

pietroward@gmail.com

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 18 estrelas.
Incentive PietroWard a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil de viuvinha

Me diverti lendo tu rechaçando os ataques da Roberta. Nos tempos de garota de programa certa vez atendi três garotos virgens, um deles, o dono da casa filho de um cliente meu. Lendo este lembrei daquilo. Eles meteram tanto que acabei indo embora esfolada. Rsrs. Beijocas.

2 0
Foto de perfil genérica

Viuvinha, minha delícia, meu sonho de consumo. Então, no dia eu não tinha entendido direito a situação e acreditei que ela namorada do meu pai. Eu e ele somos melhores amigos, mas não temos muita liberdade um com o outro, quando se trata de intimidades; para ele é difícil se abrir, pois teve uma criação muito rígida. Mas, quando soube que Roberta era garota de programa, portanto, livre, fiquei com medo de perdê-la, de que tivesse ficado com raiva e se afastasse... ainda bem que não. Algo que me fez experimentar um prazer inusitado, meio perverso, mas delicioso, foi tia Zulma ver ela me chupando e depois nos espreitar. Naquela tarde mesmo meti muito na minha tia, para compensa-la. Posteriormente trepei muito com Roberta, inclusive na Casa Rosa, e ela só me cobrava a porcentagem da casa. Amo te ler, Viuvinha. Beijo gostoso.

0 0
Foto de perfil de Júlia (Professora)

Hummm, eu fiz com um virgem, deu um tesão iniciar o barato, o melhor é que está sempre duro.

1 0
Foto de perfil genérica

Eu li os seus com o virgem, e, como sempre, me deixou louco de tesão.

0 0

Listas em que este conto está presente