🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

Aventuras de um Judoca 01 - A primeira vez!

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Diogo
Categoria: Gay
Contém 4335 palavras
Data: 20/12/2025 12:43:56
Última revisão: 13/07/2026 19:17:59
Assuntos: Anal, Boquete, Foda, Gay

Olá, eu sou o Diogo e vou contar como foi a minha primeira vez com um homem. Na verdade, foi a minha primeira vez com qualquer pessoa, já que até uma semana atrás eu era completamente virgem, mas antes vou falar um pouco sobre mim.

Nasci em uma família composta apenas por homens. Meus pais se divorciaram muito cedo e minha mãe nos deixou, a mim e ao meu irmão, com o meu pai, praticamente desaparecendo de nossas vidas. Por isso, fui criado pelo meu pai e pelo meu avô, já que meu pai nunca saiu da casa dos pais dele e meu avô é viúvo. Quando nasci, minha avó já havia falecido.

Tanto o meu avô quanto o meu pai e o meu irmão são homens muito machos e muito safados. Os três vivem cercados de namoradas; até o meu avô, que já passou dos 60 anos, vive rodeado de mulheres. Eu sou o único diferente; sendo o mais novo, fui educado para ser um “macho” como eles. Eles vivem tentando me arranjar garotas, mas eu não dou a mínima, pois, na verdade, sei que sou gay desde muito cedo. Sinto uma atração enorme por homens e, desde a adolescência, masturbo-me pensando neles. Muitas vezes sonho com os rapazes com quem luto, pois, como ainda não mencionei, sou judoca. Os três adoram esportes e, nisso, sou igual a eles. O meu pai e o meu avô são treinadores de judô, por isso não é de estranhar que eu e o meu irmão sejamos judocas. Fomos treinados por eles praticamente desde que começamos a andar e, hoje, somos lutadores profissionais.

Bem, dando início à história, tudo começou quando o meu pai veio falar comigo no final do campeonato regional de judô para termos uma conversa séria: eu tinha sido campeão regional, e ele sentia que já não conseguia ajudar-me a progredir; e me contou que, sem eu saber de nada, tinha falado com um amigo que era treinador num dos principais dojos do país e esse amigo, a pedido dele, tinha‑me observado durante todo o campeonato e viu‑me conquistar o título; ficou muito impressionado com o meu desempenho, manifestou logo o desejo de me treinar e me convidou para ir treinar no seu dojo.

Assim que o meu pai terminou de falar comigo, o tal amigo veio falar comigo e fez o convite. Eu não dei resposta, disse que iria falar primeiro com a minha família, e ele concordou. Senti‑me contente e, ao mesmo tempo, triste, pois teria que me mudar de cidade, mas eu sou muito apegado àqueles três homens da minha vida, que me criaram e sempre me protegeram de tudo. Primeiro fui conversar com o meu irmão, que é um ano mais velho; sempre fomos muito unidos, e foi ele quem começou logo a encorajar-me a ir, dizendo que era uma oportunidade única para evoluir. Já para o meu pai e o meu avô, era um sonho verem-me progredir.

No dia da despedida foi uma choradeira, pois ia morar na capital a uns 300 quilômetros da minha cidade natal, e só viria a casa uma vez por mês, mas lá fui eu começar uma vida nova, pela primeira vez, sozinho na vida.

Chegando à nova cidade, o amigo do meu pai estava me esperando; fui muito bem recebido por ele, que me levou para uma residência onde moravam outros rapazes que também treinavam no novo dojo e eram de outras cidades; fui muito bem recebido por todos. E nossa, eram todos homenzarrões musculados. Ali era tudo muito profissional, era outro nível, completamente diferente do dojo onde o meu pai era o treinador. A casa era enorme, tinha vários quartos, um ginásio, piscina, tinha tudo; daí aqueles caras estarem todos em tão boa forma física.

Ainda não me descrevi. Sou um cara bastante musculoso, já que minha vida se resume a treinar intensamente e competir; por isso, tenho um corpo bem definido, abdômen trincado, peitorais volumosos e pernas e braços muito fortes. Tenho bastante pelos no peito — embora às vezes eu os raspe — e nas pernas. Sei que me tornei um excelente judoca; mesmo sendo gay, mantenho uma postura bastante masculina e sou muito competitivo. Perdi pouquíssimos combates e o que mais amo no meu esporte é o contato físico com os meus rivais, que são sempre rapazes muito atraentes.

No dia seguinte, o amigo do meu pai chegou bem cedo à residência para me buscar e levar ao dojô. Fiquei impressionado ao chegar; o lugar era enorme e já havia muitas pessoas treinando. Ele me apresentou a todos e, desde o primeiro dia, fui muito bem acolhido pelos meus novos colegas. Naquela semana inicial, um rapaz chamado Daniel ficou encarregado de me orientar. Ele é um pouco mais velho que eu, um homem lindo e muito atraente; eu sentia um desejo intenso só de estar perto dele, mas tentava me controlar. Sempre vivi dessa maneira, mas não era fácil, já que o Daniel estava sempre me abraçando e me incentivando, sendo muito protetor. Comecei a me masturbar pensando nele, mas a ideia de ter algo com ele — ou com qualquer outro homem — nem passava pela minha cabeça; sou muito tímido e, além disso, sabia que ele namorava e até morava com a namorada. O que importava é que nos dávamos muito bem, e eu estava feliz por ter alguém como ele me dando apoio naqueles primeiros dias, já que a saudade da minha família era grande e, de certa forma, ele supria um pouco essa ausência.

Quando chegou o fim de semana, o Daniel convidou-me para treinar com ele no sábado de manhã fora do dojo; íamos correr no parque para ganhar mais resistência, e concordei na hora. Ele foi me buscar em casa no seu carro, e lá fomos nós. Pelo caminho ele estava diferente, a sua mão estava sempre sobre a minha perna, e mesmo sendo eu ainda inexperiente, percebi que ele estava a me caçar; ele me olhava de um jeito que me comia com os olhos, mas tudo bem, eu disfarcei e até estava a gostar, afinal nunca ninguém se tinha atirado assim a mim. Já no parque, estava muito calor e começamos logo de início a correr sem camiseta, só de calções. E apreciei-o melhor: ele é mesmo muito gostoso, bem musculado, alguns pelos no peito, mas muito menos do que eu, pernas de macho peludinhas, para não falar que é um cara lindo; eu até senti o meu cu a latejar, de tanta vontade que tinha de ser possuído por ele, mas isso era só na minha cabeça. Então demos uma corrida e, ao fim de uma hora, paramos exaustos e começamos a conversar, e ele foi logo dando em cima de mim de novo, eu não sabia o que pensar:

- E aí Diogo, estás a gostar do nosso dojo?

- Estou a adorar, Daniel, todos vocês estão a ser impecáveis comigo!

- Nós somos uma família, e tu és um cara muito humilde – e para minha surpresa ele começou a acariciar o meu peito, que sensação mais gostosa ter as mãos grandes daquele homem gostoso me acariciando – queremos que sejas da família também - e me abraçou, eu gostei [Riso amoroso]

- Nem sei o que dizer, Daniel… estou adorando tudo!

- Eu sei… [Riso safado] – e a sua mão escorregou bem rápido até ao meu pau, e para minha vergonha ele viu que estava meio duro – dá para sentir… [Riso safado]

- Me desculpa, cara… – fiquei sem saber o que fazer ou dizer.

- Desculpar o quê? - ele, bem sacana, pegou na minha mão e a levou ao seu pau e pude senti-lo bem duro, mas tirei logo, tive medo que aquilo fosse um teste - ando sempre assim desde que te vi lá no teu primeiro dia no dojo...

- A sério? – eu nem queria acreditar, mas podia acreditar, pois o safado já estava a agarrar o seu pau por dentro dos calções enquanto falava, e depois veio até bem junto de mim e sussurrou no meu ouvido.

- Tu nem imaginas… és gostoso demais, Diogo… e a tua bunda me deixa louco… - ele, bem à vontade, me abraçou forte contra o seu corpo, e senti o pau dele a roçar no meu e o safadão apertou a minha bunda; aí eu cedi.

- Nossa, olha, eu já bati muitas punhetas esta semana a pensar em ti!

- Caralho, e o que pensavas que eu te estava a fazer enquanto batias a punheta? – o safado começou a acariciar a minha bunda, eu fiquei calado, me senti envergonhado e ele me atirou na relva, rebolamos um pouco e ele me abraçou.

- Tenho vergonha de dizer, Daniel…

- Não tenhas, cara, fala. Eu adoro uma boa sacanagem [Riso safado]

- Aí, cara, é muito estranho, eu nunca tive esta intimidade com outro rapaz…

- Fala! Deixa de ser tímido, cara! — a mão dele escorregou pelo meu peito e apertou o meu pau, que estava já a estourar dentro dos meus calções.

- Pronto! Eu imagino tu me fodendo enquanto bato as minhas punhetas.

- Era isso que eu queria ouvir... mas vamos parar com a conversa por aqui, senão tenho de te foder aqui mesmo [Riso gozão]

- Fala sério? Tu até tens namorada… não fodes caras!

- Mais sério não posso te falar! — E ficou mesmo sério — Estou cheio de desejo para te ter desde que te vi; esta última semana, sempre que fodi a minha namorada, só te imaginava a ti. Se tu topares, vamos até a minha casa e eu dou um trato nesta delícia aqui — e apertou novamente a minha bunda.

- Não estás mesmo me sacaneando? Olha… — e mesmo ali no parque público não me deixou terminar e começou a me beijar; nossa, o meu primeiro beijo, e que beijo tão bom.

- Já podemos ir até minha casa? [Riso amoroso] — Eu tinha deslizado a minha mão bem sorrateiramente sobre o seu pau, já sem vergonha, e senti o quanto ele era grande.

- Agora podemos — e fui eu que o beijei; ele correspondeu com mais um beijo bem gostoso.

Chegamos rápido à sua casa, e por todo o caminho ele acariciava a minha perna e eu a dele, e só me dizia o quanto desejava me comer. Eu estava nervoso e com algum medo de que fosse uma emboscada; aquilo me parecia um sonho, mas nossa, eu pensava: “Finalmente ia ter um pau de verdade me fodendo, e ainda por cima de um cara fantástico”. O meu tesão nem baixou; o meu pau ficou duro o caminho todo.

Já dentro da casa dele, os meus receios desapareceram; ele me agarrou logo e começamos a nos beijar, cheios de tesão um pelo outro, e a sua mão foi logo para a minha bunda. Uhmmm… nossa, como era bom senti‑lo me apertando a bunda, que tesão.

- Tu és muito gostoso…

- Tu também…

- Adoro esse teu jeitinho tímido. Vai, tira logo essa roupa; eu só vou pegar uma água para a gente, porque está muito calor.

Me despi bem rápido; estava muito nervoso. Quando ele regressou, eu estava no sofá, deitado de barriga para baixo, com a minha bunda toda empinada. Ele adorou me ver assim.

- Nossssaaaa… Diogo!!!! Que bundão delicioso… tu vais ser a minha perdição [Riso cheio de desejo]

Eu não falei nada, só sorri de satisfação; eu o admirava, pois ele também estava nuzão, tinha um puto de um pau grande e delicioso no meio daquelas pernas peludas. Ele é bem relaxado e veio logo se sentar sobre as minhas pernas, começando a acariciar a minha bunda.

- Vou ser mesmo eu o primeiro a estrear esta maravilha? [Riso safado]

- Vai ser a minha primeira vez…

- Uhmmm nossaaaa… Diooogooooo!!! Que tesãooooo que estou porraaaa…. Vou cuidar bem dela - ele não parava de passar a mão nela, eu adorava - Vem logo cuidar do meu pau, que tu estás a me deixar louco para te foder, caralho!!!

Nós nos levantamos logo daquele sofá e depois ele me deu um beijo bem tesudo e mais uns bons amassos na minha bunda. Ai, como eu adorava sentir aquelas mãos grandes nela; eu me contorcia de prazer e ele estava mesmo cheio de tesão por ela, pois não a largava até que me virou de costas e encostou o seu pau na minha bunda.

- Estás sentindo esta piroca aqui? — e começou a rossa-la em mim.

- Sim… [Riso safado]

- Ela vai entrar todinha nesse cu gostoso! [Riso safado]

- Ai nossaaaa… - falei todo assanhado; aquilo era o que mais queria.

- Vou metê-la bem devagarinho, para sentires cada centímetro dela a alargar essa bundinha virgenzinha…

- Porra, Daniel, assim me deixas morrendo de vontade de tê-la dentro de mim…

- Já vou enterrá-la todinha neste cu gostoso, mas primeiro vais cuidar dela… [Riso safado]

Virou-me novamente para ele e começamos, então, a nos beijar de novo; senti a mão dele bem no meu rego e o dedo dele entrar no meu cuzinho; senti um calafrio maravilhoso.

- Seu putinho, este cu está mesmo precisando de vara – e jogou-me sobre o sofá e colocou o pau dele encostado aos meus lábios – mas primeiro vais mamar a minha piroca.

- Eu…

E não me deixou acabar e enfiou o seu pau pela minha boca adentro. Que delícia, dei logo uma boa sugada, e nossa, como era gostoso finalmente mamar o pau de outro cara. O pau dele era delicioso, tinha um gostinho suave, salgadinho, estava suado do treino, macio; tinha desejado tanto aquele momento que estava amando mamar aquela piroca.

- É boa a minha piroca, não é?

- Porra, é gostosa demais, uhmmm… - e voltei logo a mamá-la; eu só queria mamá-la muito.

- Então faz ela sumir nessa boquinha.

Segurou na minha cabeça e a forçou contra o seu pau, mas o pau dele é bem grande, é do tamanho do meu, que tem cerca de 20 cm, mas eu tinha tanta vontade de me sair bem a mamar aquela piroca tão gostosa que engoli o máximo que pude, e ele, bem experiente, me ensinava tudo direitinho.

- Isso mesmo, Dioguinho…. Engole a minha vara todinha, caralho! - senti ela bater bem no fundo da minha garganta e engasguei-me.

- Te engasgaste, cara! És mesmo um principiante… [Riso safado]

- Mas podes me enfiá-la goela abaixo de novo, é só eu me acostumar – não queria desiludir aquele meu primeiro macho, mas era muito difícil eu não me engasgar com aquela pirocona.

- Vais ter muito tempo para isso, mas agora quem vai se acostumar a ela vai ser esse teu cu maravilhoso. Ai, porra, como eu estou cheio de vontade de estrear esse cuzinho.

Nem sei explicar, foi tudo tão rápido: ele primeiro veio e deu-me um beijo tesudo, nossa, como é maravilhoso beijar aquele homem, depois ele me colocou no chão encostado ao sofá e deitou-me, agarrou nas minhas pernas, ergueu-as bem para cima e as empurrou depois sobre o meu peito; fiquei com a cabeça para baixo no chão e a minha bunda ao nível do sofá, e ele abriu bem as minhas pernas e as deu para eu segurar; depois, só senti o pau dele a forçar a entrada do meu cu.

- Vou estrear este cuzinho agora – a cabeça estava na portinha e o meu cuzinho latejava cheio de tesão para que ele me arrombasse. Eu estava tremendo de ansiedade; tinha sonhado muito com aquele momento.

- Estreia! Enfia essa vara toda, Daniel! Quero muito sentir essa piroca dentro de mim!

Ele forçou, e a cabeça do seu pau entrou. Nossa… foi como eu sempre sonhei, que sensação mais gostosa, sentir que o meu cu estava se abrindo para aquela piroca maravilhosa.

- Uhmmmm, isso, Daniel… enfia… enfia bem gostoso essa piroca, uhmmm…

- Assim? — ele deu uma estocada forte e o pau entrou quase todo. Senti um arrepio, pois, embora quisesse muito aquilo, o meu cuzinho era virgem e o pau dele é bem grande e grosso.

- Aiiiii… porraaaaa… Daniel!

- Que foi? – e enfiou o resto que faltava do seu, porra, sentia o meu cu todo atolado e arrebentado.

- Ai caralhooooo… que sacana que me estás saindo, porrraaaa…

- É bom que este teu cu se acostume logo ao meu pau, porque eu não tenho dó de cu de viadinhos - ele estava me mostrando o lado mais filho da puta dele, e aquele sacaninha gostoso começou logo a movimentar aquela rola bem forte no meu cu e eu senti um tesão do caralho

- Aiiii nossaaaa… Eu não estou reclamando não, só que essa piroca é muito grande, tem que entrar aí com cuidado… mas é gostoso demais tê-la assim atolada no meu cu.

- É gostoso, é?

- É!

- Então toma – tirou e enfiou tudo – e não quero ouvir mais reclamação, seu viado, cu é para foder assim…

- Ai nossaaaa… – até fiquei sem fôlego, mas era tão bom, muito melhor do que sonhava – que tesão, Daniel… - e ele repetiu o mesmo movimento - uhmmmmm porraaaaaa… como isso é bom uhmmm…

- És mesmo viado, Diogo, já estás cheio de tesão neste cuzinho, mas fica tranquilo, eu vou te dar pau como tu mereces, vou deixar este cu apertado bem arrebentado…

Ele começou então a dar estocadas bem gostosas, tirava o seu pau bem devagar e metia todo, uhmmm… como era bom sentir aquela piroca a alargar ainda mais o meu cuzinho, aquele sacana a enterrava bem fundo até as bolas dele baterem na minha bunda, era um tesão incrível que eu estava sentindo pela primeira vez na vida.

- Aiiiiii… caralhooooooooo…. Uhmmmmm… como é maravilhosa essa pirocaaaaa… aiiiiii… uhmmmm…

- Gostas de ser assim fodido, é, viadinho?

- Aiii… adoroooo… uhmmmm… mete essa piroca até ao talo uhmmmm….

- Caralhoooo… tu gostas mesmo de vara neste cu, seu safadoooo… - eu sentia um calor a subir por mim acima, que não sei explicar, e fiquei todo assanhado.

- Aiiiiiii Daniel, é gostoso demais uhmmmmmmm…. fode-me, fode-me bem gostoso….

Que tesão, nunca tinha sentido nada assim na vida, o meu pau não parava de babar. Aquela posição era maluca, mas era muito prazerosa, e eu podia ver aquele macho lindo e gostoso a socar a sua piroca maravilhosa com toda a força no meu cu, e vê-lo ali todo cheio de tesão a me foder só aumentava ainda mais o meu prazer.

- Este teu cu adora mesmo a minha piroca - [Riso Sacana] - nunca vi um pau babar tanto enquanto fodo um cu…

- É prazer demais, meu gostosão, mas essa piroca também adora o meu cu - era gostoso demais sentir aquele pau a friccionar o meu cuzinho, deixando-o bem largadinho, e o meu pau, com tamanho prazer, babava mesmo muito sem sequer que eu lhe tocasse.

- Completamente, e vais levar assim com ele até ele deixar este cu todo esfolado e melado de porra!

O meu novo colega era um garanhão e fodia maravilhosamente; a cada estocada dele, o meu pau babava ainda mais. As estocadas dele eram lentas e bem profundas, e eu sentia um tesão enorme cada vez que o pau dele ia bem no fundo do meu cu; era tanto prazer que eu comecei a ter dificuldade para conseguir segurar a minha gozada.

- Ai, Daniel, está tão gostosa essa metida que eu vou gozar, porraaaaaaaa…

- Podes gozar, viadinho, até porque eu também estou quase a encher este teu cuzinho de porra - ele então aumentou o ritmo das estocadas e pronto, não dava mais para eu me segurar.

- Aiiiiii porraaaaaaaa…. Danieeelllllll….. nosssaaaaa... assim é que eu gozo mesmo uhmmmmm…. essa piroca é gostosa demais… aiiiii enfia tudo, caralhooooo…. uhmmmm…

- Gostoso demais é este cu recém iniciado em vara por mim! Toma lá então o meu pau todo, seu viadinho gostoso…

Não me segurei mais, ele meteu pau até ao talo, aquele prazer era tão grande que o primeiro jato veio direto na minha cara e depois enchi o meu peito peludo com a minha porra.

- Uhmmmm nossaaaa isssoooo…. que tesãooooooooo uhmmmmm… me fode, meu macho, uhmmmmm…

- Issoooo, goza gostoso, seu safadinho…

- Aiiiiiiii… mete, mete tudo bem fundo, meu macho tesudo, uhmmmm… aiiii que delíciaaaaaa…..

- Caralhoooo, toma lá pica funda neste cu guloso, seu viado safado… gozaaaaaaa….

O Daniel não parava de me estocar, e aquela estava a ser a sensação mais maravilhosa de toda a minha vida; que gozada, eu nem imaginava que o meu pau tinha tanta porra assim, fiquei com o meu peito todo cheio de porra.

- Caralho viadinho, isso é que é gozar!!!!

- Aiiii… nossaaaa… Daniel. É a melhor gozada de toda a minha vida, meu macho – ele metia e tirava bem devagar aquela piroca e eu sentia um gozo enorme - uhmmm… deixa essa vara bem cravada na minha bunda, deixa – o meu pau não parava de latejar e foi então que senti o dele a pulsar.

- Vou deixar é este teu cu peludo atolado de porra… Ah, caralho, agora é a minha vez, porra!

Que tesão maravilhoso, senti logo seu primeiro jato a encher o meu cu de porra; era bom demais estar a experimentar aquilo tudo.

- Gozaaaa… goza muito, meu macho gostoso…

- Toma porra neste cu, caralhooo…

O pau dele saltou e ele então agarrou nele e continuou a gozar bem no meu buraquinho, que, sentindo a falta do seu pau, não parava de piscar; e o pau dele não parava de jorrar leitinho, e fiquei com o meu buraquinho todo melado.

- Aiiiii…. que tesãoooooo!!! Nunca senti nada assim, meu macho…

- Nasceste mesmo para ser um viado safado, Diogo! Basta olhar para este cu do caralho, que ainda está a piscar por pau. Adoras mesmo um pau, não é, seu safado?

- Para caralho, Daniel – falei a olhar bem nos olhos dele; foi bem sentido o que disse.

- Então toma, caralho!

E voltou a enfiar o seu pau todo até ao talo, aí foi tão bom, tinha o meu cu novamente atolado com aquela maravilhosa piroca, e eu ainda sentia o seu pau a ter os últimos espasmos enquanto ele me socava devagarinho; nossa, me sentia totalmente preenchido e realizado, por mim aquela piroca não saía mais do meu cu.

- Aiiiiii que delícia… issooo… fode…. Uhmmmm como é bom agasalhar essa piroca…

- Queres saber qual é o gostinho da minha porra? – os seus olhos vibravam, o pau dele não baixava e eu, claro, adorei aquela ideia. Saber qual o gosto da porra do meu macho, nossa, como eu sonhei com isso! Esbocei um sorriso enorme, todo contente.

- Quero muito!

- Então já, já, vais provar a porra do teu macho… [Riso de satisfação]

O Daniel, com aquele seu ar bem sacana, saiu de dentro do meu cu e caiu logo sobre mim, e levou a sua piroca à minha boca. Nossa, eu fiquei ali deitado com o meu cu para o ar, os meus joelhos quase a tocar o chão, todo contorcido, mas com aquela delícia toda melada ao alcance da minha boca.

- Toma a minha vara, seu viadinho, e mama gostoso; prova bem o sabor da porra do teu macho!

Não perdi nem um minuto e meti a minha boca naquela piroca. Ai, nossa, que delícia, adorei logo o sabor da porra do meu macho; era a primeira vez que provava leite de macho, nunca tinha tido curiosidade para provar a minha própria porra, mas fiquei logo louco com aquele sabor salgado, mas tão gostoso. Mamei-o cheio de vontade, engolindo cada gotinha de leite daquela piroca.

- Isso aí, seu safado, mama bem essa piroca, deixa essa vara bem limpinha.

O pau dele ainda continuava a largar gotinhas de porra, e eu continuei a mamá-lo até ficar bem limpinho, e ele continuou com o pau na minha boca, bem teso. Eu adorava aquilo e comecei a chupá-lo já bem limpinho.

- Isso aí, seu vidão, mama assim, cheio de vontade, tu gostaste mesmo de provar a minha porra, caralho!

- Uhmmmm… - gemi bem satisfeito para ele saber que eu estava a adorar, e dei uma sugada bem puxada.

- Porra, que puta de boca! Nunca tive uma boquinha tão gulosa no meu pau, assim fico já pronto para outra, mas ainda há aqui muita porrinha que não é para desperdiçar… [Riso safado]

O Daniel me surpreendeu, afastou o pau da minha boca e começou a lamber a porra que eu tinha gozado sobre o meu peito peludo.

- Bem gostosa esta tua porra!

- Tu também gostas?

Ele não respondeu nada, só sorriu bem sacana, veio sobre mim e beijou-me. Um beijo intenso, e a sua boca sabia à minha porra, uma delícia. Ele ficou a me beijar durante um bom tempo e eu, claro, estava adorando, e aproveitava cada minuto que tinha aquele cara agarradinho a mim. Mas nós estávamos exaustos, e acabamos sentados no chão, encostados no sofá, os dois bem satisfeitos.

- Que cu do caralho que tu tens, Diogo, nem acredito que nunca tenhas fodido antes. Foi incrível te foder, cara!

- Sou tímido, Daniel, nunca me deu para procurar outros rapazes, e hoje foi a primeira vez que alguém foi bem descarado e deu assim em cima de mim como tu e…

- E tu adoraste tanto, que deste logo tudo para mim! [Riso safado]

- Mas quem é que resiste a um safado gostoso como tu? [Riso safado]

- A minha namorada resiste, mas agora tenho-te a ti com esse cu gostoso que adorei foder.

- Eu adorei te ter como meu macho, quando essa tonta não te quiser, podes vir ter comigo, o meu cu é teu sempre que quiseres… [Riso sacana]

- Então te prepara porque eu vou querer sempre! – e começamos a nos beijar de novo.

Naquela tarde, ele me fodeu mais três vezes, fiquei com o cu todo ardido, mas finalmente tinha realizado o maior desejo de toda a minha vida; finalmente tinha perdido a virgindade, e foi maravilhoso sentir o prazer melhor do mundo. O prazer de um pau a entrar e a sair da minha bunda, e não podia ter tido melhor cara para me iniciar. O Daniel nunca mais me largou, eu adoro foder com ele, e cada foda que temos é melhor que a outra. E só para dizer que naquele dia, já depois de tanta foda, quando estávamos a tomar banho, ele me fodeu debaixo do chuveiro; foi a última naquele dia e foi maravilhoso…

*****************************************************************

Compartilhem suas opiniões, votem e tragam sugestões para a história. Agradeço muito pelo feedback e pela leitura.

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 26 estrelas.
Incentive Catcm82 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil de Jota_

Opa, adoro sua escrita e adoro contos envolvendo judô, o que mais eu poderia querer?? Hehehe

0 0
Foto de perfil genérica

Boa. Comigo foi exatamente ao contrario. Fui criado por 3 irmãs e minha mãe. Meu pai sempre ausente.

Não tinha nenhum trejeito, mas era muito bonitinho, branquinho, cabelos loiros encaracolados, olhos verdes, coxas grossas, cinturinha de menina e bundinha durinha bem arrebitada. Muito educado e obediente. Claro meio bobinho e muito inocente. Fui presas facil para meus primos que me apresentaram os troca-trocas, mas eles mais velhos e mais malandros, só me comiam, na minha vez saiam correndo dizendo escutar algum barulho. Demorei umas 4 vezes para perceber que eles me enganavam, mas aí já era tarde. Eles tinham se acostumado a me comer e eu não conseguia dizer não. Bastava passarem a mão na minha bunda que eu me entregava. Apesar deles serem 3 anos mais velhos, nunca foi forçado, ou violento. Eu sempre consenti. Lembro que nunca doeu, e apesar deles ficarem me comendo por 3 anos, eu nunca comi eles. Só perdi a virgindade no pau aos 19 anos, quando comi minha primeira bucetinha.

Meu telegran ; luispoa

0 0
Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →