Olá, irei usar o nome de Rodrigo. Tenho 1,95 de altura, na época tinha 25 anos, sou magro, moreno, com cabelos sempre descoloridos e barba. Chamo bastante atenção.
Já a “Alice”, com seus 1,66 de altura, é preta, mas com traços indígenas, cabo-verdiana, 29 anos. Ela trabalhou comigo em uma empresa de telemarketing do comércio em 2024.
Nos conhecemos na empresa, fizemos a triagem juntos e acabamos passando. No início foram apenas olhares, já que não fomos para a mesma equipe. Após o período de experiência, algumas pessoas foram dispensadas e outras continuaram, incluindo nós dois.
Resolveram fazer uma confraternização em um bar para comemorar quem havia passado da experiência. Lá fui eu para um bar duvidoso, com uma galera totalmente diversificada. Porém, Alice não foi, pois a amiga que ela havia feito na empresa não poderia ir, então ela também acabou desistindo.
Papo vai, papo vem, depois de algumas cervejas e doses de cachaça, começou o ápice da noite: perguntas sobre quem tinha interesse em quem. Fui questionado com quem eu ficaria e acabei dizendo que ficaria com a Alice.
Passado o final de semana, já na segunda-feira, uma colega minha que estava no bar foi falar com a Alice e contou sobre as conversas. Com isso, Alice também confirmou que tinha interesse. Logo após essa fofoca, não rolou nada, pois eu estava em processo de separação e não dei muita corda ao assunto.
Cerca de duas semanas após a confraternização no bar, chegou o Carnaval de Salvador. Nunca fui muito de ir ao carnaval, pois geralmente estava em relacionamentos e elas não gostavam da ideia. Mas, dessa vez, eu estava solteiro, então fui com um amigo às 23h acompanhar um artista que gostávamos, no Relógio de São Pedro, na Avenida Sete/Lapa.
Ficamos na praça, apenas bebendo, jogando conversa fora e acompanhando os trios que passavam.
Após algumas horas, no momento em que passava o trio do artista que fomos curtir, tirei uma foto sem pretensão alguma e postei no WhatsApp. Não demorou nem cinco minutos e quem respondeu meu status foi a Alice, perguntando se eu estava gostando do trio que tinha acabado de passar em frente à janela dela.
Questionei:
— Em frente à sua janela?
Ela confirmou, dizendo que morava no Corredor da Vitória, em uns apartamentos antigos que ficavam no fundo de algumas lojas. Comentei que ela era privilegiada por morar perto e poder assistir sem sair de casa. Falei também que teria que ir embora, pois meu iPhone estava descarregando, Ela, então, me convidou para ir ao apartamento dela para carregar o celular. Me despedi do meu amigo, que ficou sem entender nada, e fui.
Chegando lá, subimos as escadas conversando coisas aleatórias. Ao entrarmos no apartamento, ela me ofereceu água, eu aceitei e perguntei sobre o carregador, ela olhou pra mim com uma cara de safada e sorrindo mostrou o celular da samsumg e falou, '' eu acho que o meu carregador não pega no seu celular''.
Me aproximei, agarrei ela na cintura e a beijei, parecia que não via um homem a bastante tempo, ela tinha um beijo gostoso, intenso, que me deixou de pau duro na mesma hora, deitei ela na cama e tirei o shortinho, a vagabunda já estava sem calcinha com a buceta lisinha toda molhada, comecei a chupa toda a buceta dela enquanto sugava o mel que escorria de tanto tesão, coloquei dois dedos dentro da buceta dela enquanto eu chupava com vontade, ela se contorcia de prazer e ela acabou gozando enquanto eu socava o dedo e chupava a buceta dela.
O gozo dela começou a escorrer e eu prontamente fui limpar com a língua e aproveitei pra chupar o cuzinho, ela se arrepiou toda e começou a gemer, chupava e colocava o dedão, até que ela esguichou, nunca tinha transando com alguém que esguichava, ela ficou com vergonha, mas eu fiquei fascinado, ela me puxou pra cama me colocou sentado e começou a chupa meu pau, que chupada gostosa com ela tentando engoli todo o meu pau e acabava se engasgando, mas continuava forçando, babou todo, ela sabia oque fazia com a boca, quase me fez gozar, coloquei ela de quatro na cama dei uma chupada na buceta e no cuzinho dela e comecei a penetrar meu pau em sua bucetinha, e que bucetinha apertada, realmente ela não via rola a bastante tempo, comecei a metendo devagar, a buceta escorria gozo e fazia aquele barulhinho de quando está bem lubrificada.
Em seu apartamento ela tinha um espelho na sala que ficava em frente ao quarto, mandei ela ficar em pé e comecei a soca nela em frente ao espelho, ela se tremia enquanto eu socava a pica em sua buceta, até que apertou meu pau e deu outro esguicho molhando o chão do quarto e deitou de bruços na cama.
Comecei a beijar o pescoço dela e soquei dois dedos em sua buceta, ela me xingava, mas perdia pra eu continua, então eu subir na cama coloquei o travesseiro em baixo da sua cintura e comecei a socar a pica na bucetinha dela enquanto ela gemia no travesseiro pra abafa o barulho, meti gostoso sussurrando putaria no ouvido dela, como já estava por cima aproveitei pra pincelar o cuzinho dela com a cabeça do meu pau, ela colocou as mãos pra trás e abriu as bunda pra eu meter, fiquei maluco!
Fui colocando aos poucos, mas foi entrando com facilidade com tanto gozo e ela já estava relaxada, sentia ela apertando meu pau com o cuzinho enquanto eu socava com força em cima dela ela se tremia e gritava no travesseiro, sentir que ia gozar e peguei no pescoço da vagabunda e comecei a socar forte no cuzinho dela, avisei que iria gozar ela gemendo pediu pra não parar que ela também ia gozar, soquei forte enquanto ela gemia e fui enchendo o cuzinho dela de gala, sentia meu pau sendo exprimido enquanto ela gozava e apertava minha pica, quando acabou a loucura, tomei banho pra voltar já que o dia já tinha amanhecido e meu celular estava descarregando, sair de la era 6 da manhã, cheguei em casa morto, mas com uma história pra contar.
Vou deixar meu email para contato, moro em salvador, hétero, sigam pra mais contos, e quem sabe uma aventura.
Email: rodrigocontos@outlook.com
