Não Basta Ser Pai 40

Um conto erótico de Xandão Sá
Categoria: Gay
Contém 6992 palavras
Data: 16/01/2026 14:03:57

A chegada a Fortaleza foi tranquila, mas estávamos muito cansados, apesar de que tanto eu quanto Dan e Juan até dormimos um pouco no avião. Quando chegamos em casa me despedi da dupla antes que viessem me atentar com alguma putaria. Eu não tinha mais os vinte anos deles para foder toda hora. Antes de desfazer a mala, liguei para Patty para dizer que chegamos bem, conversamos mais um pouco, ela ainda sob o impacto emocional e psicológico da nossa ida a casa de swing no dia anterior e assumindo pra mim que também estava assustada, mas muito animada com essa nova mulher que tinha surgido dentro dela, eu brinquei que a Patty puta sempre esteve ali, ela que não dava passagem. Rimos um pouco e nos despedimos reconhecendo que nossa parceria tinha se ampliado para algo ainda mais profundo e íntimo. Antes e acima de qualquer coisa éramos amigos e amantes.

Tomei um belo banho e botei uma cuequinha samba canção de algodão, bem gostosinha, para dormir. Então, mandei msg pra Wellington que imediatamente me ligou. Ele estava excitado mas apreensivo que sua aventura com o primo no interior causasse algum estranhamento entre nós. Ao contrário disso, assumi que tinha sentido ciúmes e tesão, tudo junto e misturado, e que a ideia de imaginar vê-lo metendo rola no primo me deixava num fogo da porra. Ele mudou a chamada pra vídeo e me mostrou seu pau duro de tesão ao falar sobre o assunto e eu mostrei minha rola também dura e a cueca toda melada de tanto que a pica estava babando. Ele não se conteve:

- ah, Du, não se aguento esperar até amanhã, como é que eu vou dormir agora vendo isso e com meu pau trincando de tão duro?

- já deviam ter inventado o teletransporte, assim você piscava e já estava aqui me dando teu pau pra eu chupar….

- porra, Du, faz assim não, tô louco aqui querendo chamar um Uber e ir pra ai…

- vem…

- faz isso não, mozão… você me deixa louco demais, cara… a gente não é assim, a gente não pode ser assim…

Ele viu meu sorriso maroto e não entendeu e perguntou:

- cê tá rindo do que, Du?

- você me chamou de mozão

Well ficou da cor de um tomate. Dava para perceber que tinha ficado assustado e envergonhado com a confissão espontânea que fez…

- desculpa, Du…

- desculpar o que? De ver o homem que eu amo me chamar de mozão?

- você também me ama…

Ele disse aquilo mais em tom de constatação que questionamento:

- amo, amo sim, amo muito, tô apaixonado por você, Tonzinho…

Ficamos em silêncio por longos segundos, apenas nos olhando pela tela do celular, procurando ler no outro os sinais que a declaração recíproca que a gente tinha feito poderia sugerir, até que Well falou:

- te amo, tô morrendo de tesão mas não vou porque é loucura demais ir agora e se há algo que eu admiro no homem que me fez eu me apaixonar por ele, é a sensatez de avaliar com calma e clareza para não fazer nada apenas por impulso. Amanhã a gente se pega no banheiro da empresa…

Óbvio que a última frase que ele falou foi em tom de gozação e a gente começou a rir mas eu não perdi a chance de manter a provocação:

- então, meu lanche amanhã vai ser leite de macho… só não sei se quero na boca ou no cuzinho, ah que dúvida…

- para, Du, vou desligar, bater uma punheta pensando em você, gozar gostoso e amanhã, depois do trabalho e da academia, a gente se come, cheiro, te amo!

Desligamos e eu, apesar de estar de pau duríssimo, decidi me segurar e me guardar pro outro dia. Tinha trepado tanto e gozado tanto no fim de semana que minha rola tava um pouco dolorida e eu queria deixá-la se recuperar para fazer com ela todas as delícias que tinha pra fazer com Wellington. Desliguei as luzes, ainda mexi um pouquinho no celular mas o sono chegou de vez e eu apaguei.

No outro dia, acordei bem disposto, tomei um banho gostoso, caprichei no look executivo, botei meu Terre d’Hermes e desci cheiroso e bonitão pra tomar café. Dalvinha, maravilhosa, já estava na cozinha, quando me viu fez festa e associou minha cara boa ao fato de ter passado o fim de semana com Patty em Sampa. Avisei a ela que os rapazes estavam no quarto e ela brincou: desse jeito, vão terminar se casando… é, nossa querida empregada, saca das coisas. Ela se sentou pra tomar café comigo e lhe contei como Patty estava bem, trabalhando muito, mas feliz com a vida em Sampa. Depois dessa resenha, fui ao lavabo escovar os dentes e finalmente saí para trabalhar.

Cheguei no escritório e Wellington já estava lá. Trocamos uma discreta piscada de olho e a manhã seguiu no fluxo intenso de trabalho, chegamos a ter breves reuniões de trabalho sempre mantendo a distância profissional. Perto de meio dia, o cliente do projeto novo enviou um briefing com novas demandas e reuni a equipe para realinhar o escopo do projeto e saber quais eram os próximos passos e encargos cada um. Quando o meeting terminou, minha secretária avisou que o CEO queria falar comigo. Foi uma reunião rápida para me informar que ele estava prospectando um novo negócio e que, a depender do avanço das negociações, eu poderia ter que contratar mais gente pra equipe, mas a melhor notícia veio no final: como minha diretoria seria a responsável pela elaboração do projeto/plano de negócios, caso os potenciais clientes fechassem eu iria receber uma comissão de taxa de sucesso, assim como um bônus para a equipe. Era um percentual bacana e que nos renderia uma grana boa, sobretudo a minha.

Aquilo me deixou animado e ao voltar pra minha sala, cruzei com Wellington no corredor e o puxei pra falar comigo. Dei uma breve pincelada sobre o assunto e comentei que se tudo desse certo, a gente poderia fazer uma viagem juntos para algum lugar massa pra curtir muito. Well, com sua simplicidade de sempre, falou que se a gente fosse até pra Quixadá ele ia gostar, o importante era estar comigo. A gente ficou se olhando e se roendo de vontade de se agarrar ali mesmo. Pra não dar sorte ao azar, murmurei: vai pro banheiro do andar de baixo e me espera, chego lá em 3 minutos. Ele me olhou com um pouco de medo e dúvida, mas foi. Dei o tempo programado e fui atrás dele. Quando entrei o banheiro estava vazio, mas a última cabine estava com a porta fechada. Dei 3 batidinhas, ele abriu e entrei como um raio. Não fizemos nada demais, apenas nos beijamos muito por uns dois minutos ou mais. Matei um pouco da saudade que eu tava daquela boca macia e gostosa. Com dificuldade paramos de nos beijar, ele se ajeitou como deu, segurou e apertou meu pau duro e saiu da cabine com a rola estufando sua calça. Ouvi ele lavando as mãos demoradamente enquanto esperava ter condição de sair do banheiro. Quando a porta abriu e fechou, entendi que ele tinha saído, respirei mais um pouco e sai com a rola ainda semi endurecida. Wellington me deixava aceso. Impressionante como eu ficava com tesão com o cheiro, o gosto, com tudo dele.

Na hora do almoço, ele saiu com os colegas e eu fui almoçar com Guga que me ligou me convidando pra descer e ir com ele no Português que a gente gosta. Tive um almoço leve e gostoso com meu irmão, ele me contou de um cara que ele tinha conhecido num barzinho, tinha curtido o final de semana e tava dando um match legal. Fiquei feliz por ele e na hora de nos despedirmos, meu irmão me abraçou e me disse:

- não é porque passei o fim de semana fodendo com esse gostoso que deixei de sentir tesão no irmão mais puto e maravilhoso do mundo. Essa semana, bora marcar algo?

Só de ouvir Guga falar assim, meu pau deu uma estremecida, meu tesão pelo meu irmão seguia forte e nem mesmo a paixão por Wellington ia mudar isso, até porque se há algo que aprendi nos últimos meses foi a viver o amor livre:

- bora sim, programa de irmãos…

Rimos, nos despedimos e vi pelo canto do olho o manobrista do serviço de vallet do restaurante dando uma conferida no volume que se formou em minhas calças pelo tesão que a conversa e o abraço com Guga tinha me causado, o safadinho catou tudo!

A tarde foi tão corrida que nem tive tempo de falar direito com Wellington mas, como já tínhamos combinado tudo no dia anterior, final da tarde ele me falou que tava pronto pra encerrar o expediente dele e ir pra academia. Sugeri que ele fosse na frente ou então me esperasse porque eu ainda levaria uma meia hora pra terminar o que estava fazendo. Well falou que ia na frente, até para pedir ao instrutor para criar o treino dele e assim fizemos. Cheguei na academia quase uma hora depois e meu gato gostoso já estava lá todo suado fazendo as séries dele. Hoje, eu ia fazer ombro e costas, então ia ser mais curto, de modo que pouco mais de uma hora já estávamos no meu carro indo pra minha casa.

Assim que chegamos, fomos direto pro chuveiro do meu quarto e tão logo começamos a tomar banho, começamos também a nos curtir. Tava com saudade do beijo de Wellington mas do beijo pra chupada foi um trajeto de segundos, e nosso banho virou um misto de se banhar, namorar e fazer putaria, até que preferi interromper o amasso e ir pro quarto, afinal tinha minha cama king size pra fuder gostoso com conforto. Nos enxugamos e fomos pro quarto. Sem combinar nada, nos deitamos em posição contrária. Intuitivamente, o desejo mútuo de se chupar nos levou automaticamente a um meia nove delicioso. Abocanhei aquele pau grossinho e gostoso e engoli de uma bocada só enquanto Tonzinho foi me saboreando aos poucos. E foi assim que, cada um no seu ritmo, voltado pro próprio tesão, a gente curtiu os primeiros minutos da nossa foda. Lamber, cheirar e mamar aquele pau e aquele saco me transportava para outro lugar, não queria mais nada na vida, só aquela pica na minha boca. Quando a fissura acalmou um pouco a gente enfim entrou na sintonia de se ligar mais no outro e o que estava sendo um tesão mais animalesco, virou outra coisa, veio a conexão de fazer e ver como o outro reage. Well lambia meu saco e eu afundava meus dedos em seus cabelos sedosos, devolvendo na forma de carinho o tanto de tesão que sua carícia me causava.

O modo como Well lambia meu saco, a delicadeza e, ao mesmo tempo, volúpia com que ele saboreia meus ovos é de outro mundo. Caralho que delícia e eu tratei de repetir nele as mesmas carícias. Só que o saco dele caiu na minha cara quando ele se virou por cima de mim e a visão daquele cuzinho moreno me deixou doido. Levei a língua até lá, comecei com lambidinhas e linguadas delicadas mas pouco a pouco fui aumentando a intensidade, beijando, sugando, literalmente metendo a língua no cuzinho do meu amor que se rendeu ao tesão:

- me come, fode meu cu, quero teu pauzão todo dentro do meu rabo…

O modo como Wellington me pediu foi tão apaixonado e entregue ao tesão que, na hora, me veio outro impulso. Aquele homem, que até algumas semanas nunca tinha feito sexo com outro homem, tinha me entregado sua virgindade, tinha se entregue a mim em todos os níveis, sexuais e afetivos. Resolvi surpreendê-lo e fazer o contrário. Ele estava deitado de costas, achando que eu ia pegar ele de frango assado, uma posição que a gente gosta muito de foder, pois assim, enquanto a gente fode, se beija, mas, sem ele esperar, peguei um bocado de saliva e ao invés de aplicar no cuzinho dele, passei no meu e antes que ele tivesse tempo de entender, subi em cima dele e sentei no seu pau. Claro que doeu pra caralho, ele não tinha me preparado, nem eu estava suficientemente lubrificado e relaxado, mas eu tinha sido só ativo nos últimos dias, daí que minha vibe na hora foi: vou dar meu cu pro meu amor, vou cavalgar o pau dele como um puta e fazer ele gozar no meu rabo, encher meu cu de leite, deixar ele me engravidar.

A medida em que meu cu se abria pro pau duro de Well, ele gemia e eu gemia junto. Quando finalmente encostei meu rabo nos pentelhos aparados de Wellington, desabei sobre o corpo dele e ficamos nos beijando enquanto ele acariciava minhas costas, sussurrando palavras amorosas e tesudas sobre como ele me amava, como era gostoso sentir meu cuzinho quentinho envolvendo o cacete dele, sobre como ele desejava me pegar no escritório quando olhava minha bunda, querendo me enrabar ali mesmo na minha mesa… que ele gostava de mim todo, que lhe dava um tesão do caralho meu pau e minha bunda. Fato: foder pode ser uma delícia mas foder com a pessoa que você gosta é delicioso demais.

Quando sentiu que eu tinha acostumado com aquela piroca toda atolada no meu rabo, Well ergueu meus quadris com suas mãos pra começar a socar rola no meu cu. Só que isso transferia pra ele um esforço que devia ser meu. Eu que tinha que cavalgar aquela pica, eu que tinha que rebolar engatado naquela pomba e foi isso que eu fiz. Empurrei seu tronco na cama e comecei a quicar no seu pau, subindo e descendo suave, pra ele sentir meu cuzinho envolvendo seu cacete inteiro. Cada subida e descida ele gemia gostoso, ainda mais que na descida meu pauzão duro batia na barriga sarada dele, espalhando líquido lubrificante que jorrava sem parar da cabeça da minha rola babona. Quanto mais eu sentava naquela pica, mais tesão me dava e mais baba eu soltava. A barriga de Well já toda melada e ele olhava maravilhado pelo efeito que aquilo causava, tanto que resolveu segurar meu pauzão e ele próprio esfregar meu cacete em seu abdômen. Só que ele se empolgou e começou a bater punheta no meu pau mas eu pedi pra parar porque senão eu gozava logo. Levantei e me coloquei de quatro. Queria ser enrabado pelo meu amor, queria sentir ele me dominando e me usando, fazendo de mim seu depósito (três meses atrás era impensável eu (me) imaginar fazendo tal coisa…).

Wellington me torturou um pouco, esfregou a cabeça da rola no meu cuzinho já arregaçado e começou a empurrar e tirar, me atiçando. O sacana queria me fazer pedir pica e eu pedi, disse ali pra ele o que ele tinha pedido minutos atrás:

- me come, mozão, soca essa rola no meu cu…

Ele ainda fez charminho passando a rola pra cima e pra baixo nas minhas pregas já laceadas até que, sem avisar, encostou a cabeça da rola bem no meio e enfiou de uma vez. Doeu pra caralho mas foi gostoso porque junto veio o tesão de sentir o saco dele batendo contra as beiradas do meu cuzinho. Além disso, a maneira com que suas mãos me prenderam pela cintura, agindo como meu macho, meu dono, me deixaram ainda mais louco de tesão. Impressionante como o desejo tem dinâmicas absurdas e a mesma coisa que te dá tesão causar no parceiro, pode ser a fonte do teu próprio tesão. A versatilidade é o paraíso, estou cada dia mais certo disso.

Wellington me deu uma enrabada de macho, judiou do meu cuzinho, deixou ele bem machucado com as socadas viris que ele tava dando no meu rabo até que sem eu controlar, meu gozo veio e eu encharquei os lençóis com a esporrada que eu dei levando pica no cu. Meu amor notou, claro, pelas contrações do meu rabo na sua pica que eu tava gozando, esperando eu gozar tudo que tinha direito e quando eu finalmente parei de soltar porra e desabei na cama, ele me virou de costas, pegou minha rola ainda dura e sentou nela. Como minha rola tava toda esporrada, entrou no cuzinho dele sem dificuldade. O puto rebolou um pouco, piscou o cuzinho no meu pau enquanto batia sua punheta dizendo putarias gostosas:

- porra, Du, teu pau é gostoso demais, tava com saudade de sentir essa tora lascando meu cu, caralho. Acho que viciei nessa porra… que delicia, arde mas é gostoso, ai, tô sentindo ela toda dentro.

E foi assim nessa tocada que Well levou quase um minuto rebolando na minha rola até gozar. Encheu minha barriga de porra quentinha, fiquei todo melado. Meu boy tinha se tornado um puto safado convivendo comigo. Ele, simplesmente, começou a lamber a própria porra do meu abdômen e peitoral, e quando juntou o que achou, veio pra cima de mim e me beijou com a boca cheirando a porra, com o gosto levemente ácido de sua gala. A gente ficou se beijando por longos minutos e quando falei em tomar banho, Wellington me fez um pedido inusitado:

- mozão, vamos deixar pra tomar banho só amanhã de manhã? É que eu tenho vontade de mamar tua rola esporrada… então, amanhã, quando tu acordar, esse pauzão vai tá com maior cheiro de porra e eu vou acordar mamando ele…

- caralho, mozão, assim meu pau nem vai baixar direito, me deu tesão só de pensar nisso…

Voltamos a nos beijar, até que minha barriga deu sinais de que a fome era inadiável. A gente foi do trabalho pra academia e de lá pra casa sem comer nada. Puxei Well pro banho e tomamos uma chuveirada rápida com ele reclamando que não atendi o pedido dele mas prometi que outra vez eu deixava a rola toda melada o dia inteiro pra ele ficar sentindo cheiro e gosto dela esporrada, pra ele ver como era.

Quando descemos, Dan e Juan estavam na sala. Chamei os dois pra cozinha pra fazer um lanche mas Juan não demorou muito, foi embora pouco depois porque o pai andava pegando no pé dele. Em seguida, Dan se despediu e subiu pro quarto dele, queria jogar um pouco no computador. Fomos pra sala e ficamos vendo TV quando a campainha tocou. Estranhei porque aquilo era raro de acontecer e, mais uma vez, era Alfredo, o vizinho. Convidei ele a entrar mas quando viu que eu tava com Wellington ficou constrangido e disse que a gente se falava outro dia. Insisti que ele ficasse porque percebi certa apreensão em falar no seu olhar, mas ele chegou mais perto de mim e, num quase sussurro, me falou que o assunto era complicado:

- Depois eu volto e a gente conversa, Duda, não vou incomodar teu amigo com meus problemas…

- Alfredo, relaxa, cara. Wellington é meu namorado. Tudo bem se você não quiser falar na frente dele. Não tem problema mas se for algo que você se sinta confortável de partilhar na presença dele, Well é da minha mais profunda confiança e intimidade, tanto que ele acabou de meu comer…

Escancarei logo a situação porque eu sabia que Alfredo precisa tomar uns trancos para largar de frescura. Ele foi do vermelho ao roxo em segundos, por eu ter apresentado Well como meu namorado e por ter escancarado que a gente tinha acabado de fuder. O pobre do Alfredo gaguejou tentando responder:

- tu..tu…tudo bee bemm então…

Well também ficou encabulado com o rumo da conversa e fez menção em se levantar e nos deixar à vontade mas Alfredo se desculpou e pediu que ele ficasse, que não era nada tão sigiloso assim, apenas que, como ele não o conhecia, tinha ficado encabulado de falar na presença dele. Aproveitei para situar Alfredo sobre quem era Wellington e sobre nossa história, inclusive quanto a Patty nesse rolo. Foi aí que ele teve coragem de se abrir, finalmente:

- Então, Duda, fico feliz por você, quer dizer, por vocês e por conta de questões assim e pelo que vem acontecendo decidi me separar. Meu casamento já não vinha bem há muito tempo, a gente se acomoda… mas com os últimos acontecimentos…

O interrompi para deixar claro que Wellington sabia sobre mim e Dan, para dar a ele a possibilidade de, se quiser, falar sobre a conexão dele com Alfredinho, Jr, o filho.

- pois então, Du. As coisas entre eu e Juninho estão bem, bem demais mesmo, a mãe dele é que se tornou um problema pra gente. Claro que ela nem sonha sobre o que rola entre nós dois mas ela sempre foi muito ciumenta de tudo, agora passou a ter ciúmes da minha proximidade com meu filho, o nosso filho. Tava reclamando até que a gente tem ido ao Castelão, coisa que sempre fizemos desde que ele era mlk. O ciúme dela sempre me incomodou mas eu relevava, deixava pra lá, sou da paz, não gosto de briga, detesto confusão… Só que agora que eu e Junior passamos a fazer mais coisas juntos, até pra gente ter oportunidades de… você sabe… independente disso, amigo, o fato é que eu não quero viver preso a uma mentira, então tô decidido a me divorciar e seguir minha vida sem ela, com ele…

- Alfredo, é uma decisão e tanto, que vai envolver muitas coisas… mas se é o que seu coração este pedindo, tem mais é que seguir em frente.

- Estou me preparando pra isso, sei que não vai ser fácil mas está decidido. Ela foi pro encontro anual das ex-alunas do Doroteias, quando voltar vou chamá-la pra uma conversa, vou me mudar pro quarto que era da Aninha, nossa filha que casou, e comunicar que quero a separação. Vamos ver como ela vai reagir e como decidiremos o resto. Alfredinho já disse que vai morar comigo, então, seja o que Deus quiser…

- te desejo sorte, amigo, e que tudo ocorra da forma menos traumática possível…

- pois é, preciso mesmo de sorte, mas o que eu preciso mesmo é viver a vida, passei tempo demais fazendo de conta que tava vivo e, agora… (enrubesceu) a vida me deu motivos para querer viver tudo que tenho direito.

- vá fundo, Alfredo!!!

Então ele se levantou, nos abraçamos demoradamente, ele deu os parabéns a Wellington por ter me conquistado e a mim por ter conseguido organizar minha vida desse jeito, lamentou que esse tipo de arranjo na vida dele nem em sonho seria possível e foi se despedindo, pedindo desculpas por ter interrompido e invadido nossa intimidade. Assim que ele saiu, expliquei melhor a história dele com o filho para Well, que ficou embasbacado:

-Du, isso é demais, cara. Duas histórias de incesto entre pai e filho assim, nem em sonho eu podia imaginar uma porra dessas… se bem que você é padrasto de Daniel, isso muda um pouco as coisas, mas, mesmo assim, eu fico besta. Sei lá, é que nunca me passou pela cabeça ter tesão pelo meu pai, continuo olhando pra ele da forma mais assexuada que existe, então é um universo muito específico pra eu conseguir imaginar como funciona, enfim…

Ouvi o desabafo de Wellington e assegurei a ele que mesmo para mim era algo difícil de compreender racionalmente:

- pois é, Well, eu lutei muito e me debati muito porque o tesão me dizia uma coisa e a razão dizia outra. Os últimos meses foram os mais alucinantes da minha vida, a sensação que tenho é que estou numa montanha russa, a adrenalina entrou na minha vida de vez, primeiro com Dan, depois com Guga, meu irmão... Essa estabilidade de estar com você me traz outra vibração. O desafio vai ser equilibrar as duas coisas: a aventura e o romance e você parece ser o parceiro ideal pra isso…

Nos beijamos cheios de paixão por uns bons minutos até que o celular de Wellington vibrou com uma mensagem chegando, ele viu a hora e falou que tava tarde e a gente precisava dormir pra acordar cedo e trabalhar no dia seguinte. Então subimos e namoramos mais um pouco antes de dormir, a gente ficou se beijando, fazendo planos, claro que de pau duro e com tesão mas meu namorado falou pra gente sossegar e assim foi.

Acordei no outro dia com Wellington me abraçando e fazendo carinhos na minha barriga. Aquela rola dura me pinando estava tão delicioso que não queria me mexer, o mundo cabia ali… mas a vontade de mijar exigiu que a gente se levantasse e fomos fazer xixi, tomar banho, etc.… No chuveiro, o tesão se manifestou, óbvio, começamos a sarrar pica com pica, não resisti, ajoelhei e chupei aquele pau gostoso, até Well gozar na minha boca, ele retribuiu com paixão me pedindo pra dar leitinho pra ele. Só que eu gozo muito sempre, ele quase se engasga, mas o puto engoliu o máximo que deu e ainda guardou um pouco pra dividir comigo se beijando, até que ele comentou:

- caralho, Du, por mais que eu ache que tô preparado, é sempre uma enxurrada de gala que esse pauzão solta, isso dá pra alimentar uns 4 gays…

Eu não perdi a chance de provocar:

- não me dê ideia, cê sabe que eu já gosto da putaria…

- se sei, como eu sei…

Em meio a risos e muita cumplicidade, saímos do banho, nos vestimos e descemos pra tomar café da manhã. Dalvinha ainda não havia chegado, então comecei a preparar tudo com ajuda de Wellington. Claro que a gente junto fazendo as coisas, se esbarrando, sarrando e se beijando, estávamos a um passo de começar a foder ali mesmo na cozinha, por isso o susto foi grande quando ouvimos o barulho da porta de serviço se abrindo. Era dona Dalva chegou e a expressão que ela fez quando vi Well foi bem engraçada porque ela percebeu que era alguém com intimidade para estar de avental fazendo tapioca na cozinha “dela” mas era alguém que ela nunca tinha visto. Não perdi tempo e já fiz as introduções:

- Dalvinha esse é Wellington, ele trabalha comigo e é um amigo muito querido, então vá se acostumando que você vai começar a ver ele por aqui outras vezes.

- Oi, Doutor Wellington…

- Doutor não, Dona Dalva, pode me chamar só de Wellington

- Então, tire o Dona e me chame só de Dalva…

Ambos riram e já senti ali uma sinergia sendo estabelecida. Ufa!!!! Acho que vai dar liga entre os dois, o que é muito bom porque ela é uma funcionária que faz parte da intimidade da vida da gente, sempre foi de confiança e muita discrição. Cheguei a imaginar o dia que ela encontrasse Patty e Well dentro de casa porque esse dia ia chegar…

Fomos trabalhar e no caminho Guga me ligou, tinha acabado de dar aula numa primeira turma da Escola e estava a caminho da Academia. Queria saber se eu tinha programa para mais tarde. Respondi que depois do trabalho, a gente ia pra academia e só. Quando eu falei “a gente”, meu irmão logo sacou a situação e já articulou o convite:

- Pois então, Duda, depois que você e Wellington saírem da academia podiam vir aqui em casa. Queria que vocês conhecessem o Pedro…

- Ah, tá, o Pedro, né… as 8 tá bom?

- pode ser mais cedo? Tipo 7, 7 e meia no máximo?

Olhei pra Well que deu em ombros, concordando e confirmei com Guga. Hoje, a noite terminaria na casa do meu irmão, conhecendo o novo namoradinho dele…

O dia foi tão corrido que, quando olhei ia dar seis horas e Wellington estava na porta da minha sala com a mochila pendurada no ombro. Fechei o computador e larguei algumas coisas pelo meio, nada inadiável, apenas meu vício sistêmico de deixar tudo fechado, concluído, sem pendências.

Treinamos por cerca de uma hora, tomamos banho e perto das sete e meia estávamos chegando no prédio onde meu irmão morava. Interfonamos e subimos. Quando meu irmão abriu a porta, tinha um cara muito bonito sentado no sofá, que logo se levantou e nos cumprimentou com genuína simpatia:

- Pedro, muito prazer!

Tanto eu e Wellington respondemos:

- o prazer é todo nosso!

E algo me dizia que ia ser. Mesmo!

Guga nos convidou a ir pra sala de jantar, onde uma bela barca de sushi nos esperava. Aceitamos apenas suco pra beber e meu irmão começou a contar, com apartes de Pedro, como eles se conheceram e as risadas foram inevitáveis:

- pois, então, eu tava de bobeira, comecei a caçar alguma pegação pelo Grindr mas não tava rolando nada de interessante. Então, decidi que ia dar um rolê pela Varjota e lá fui eu, quando cheguei num barzinho encontrei uns amigos e Pedro estava com eles.

- teu irmão já chegou me comendo com os olhos…

- sei bem como é que é o safado do Guga…

- bem, papo vai, papo vem, o meu amigo chamou a gente pra subiu pro apto dele, ali perto e continuar a festinha lá…

- lá vem coisa…

(risos)

- é isso mesmo que você tá pensando, Duda, a festinha era uma suruba

(risos)

- só que quando começou o agarra agarra, a gente grudou um no outro e não se largou mais…

- teu irmão me puxou pela mão, deixamos o povo trepando lá na suíte do Jonas, e viemos curtir na sala, só oseu não queria dividir esse gostoso com aquela ruma de gente e desde então, a gente está junto, se curtindo…

- que delícia, vocês dois…

- o que não significa que a gente não queira curtir com outras pessoas…

Quando Pedro falou isso, eu e Wellington nos olhamos. Nem poderíamos dizer que Pedro estava dando uma indireta. Aliás, a sensação que deu foi que aquele convite tinha exatamente essa intenção. Como o olhar de Well foi de que estava achando aquilo divertido e excitante, e conhecendo o irmão que eu tenho, não hesitei em botar as cartas na mesa:

- outras pessoas tipo eu e meu namorado?

- juro que não tinha pensado nessa possibilidade, mas você falando disso agora…

Caímos na risada porque Pedro não tinha vocação pra ser cínico, era óbvio que a cantada estava dada e aceita por mim e meu namorado:

- é melhor fazer do que falar…

Até Guga se surpreendeu quando Wellington falou, mas meu irmão não se fez de rogado. Se levantou, deu a volta na mesa, puxou meu namorado pra cima e lhe deu um beijo de cinema. Senti uma pontinha de ciúmes e outra, muito maior, de tesão com a cena. Pedro parecia fotografar tudo, tamanho a intensidade com que olhava entre o fascínio e o tesão. Nos entreolhamos, sorrimos e ele veio na minha direção. Já fui beijando metendo a não naquela bunda durinha e gostosa. Ele tinha um rabo de cinema.

Ficamos em dupla, de pé, no meio da sala, atracados, se beijando, se agarrando e se tocando de tudo quanto era jeito. Guga e Well já tinham se pegado, então não era novidade a liga entre eles, mas eu e Pedro era 100% novidade. O beijo dele era gostoso, a pele era macia e sua pegada tinha atitude. Nosso amasso foi evoluindo, Pedro não se acanhou em pegar meu pau que logo tratou de tirar com dificuldade de dentro da calça. O comentário que se seguiu foi precioso:

- nossa, que pauzão, aliás, que família

Pedro disse isso se ajoelhando e caindo de boca no meu cacete. Antes de fechar os olhos de tanto tesão que aquela boquinha de veludo tava me dando, vi meu namorado se preparando para fazer a mesma coisa no meu irmão e de novo senti o misto de ciúme com tesão. Alguns segundos desfrutando daquela boca macia, que envolvia minha rola como veludo mas uma maciez úmida, quentinha, gostosa, abro os olhos, vejo Well mamando Guga, que olha pra mim com olhar de tesão e paixão. Eu e meu irmão nos olhamos, nos admiramos e nos desejamos a ponto de que, sem combinar nada, interrompemos os boquetes deliciosos que Well e Pedro nos faziam para nos abraçarmos e nos beijarmos. Nossos namorados não perderam tempo lamentando. Enquanto eu e Guga nos beijávamos cheios de paixão, Pedro atacou Well que correspondeu na mesma intensidade. Em menos de um minuto estavam arrancando as roupas e se beijando e se chupando loucamente. O pau do meu namorado é lindo, como já descrevi inúmeras vezes. Uma pica grossinha, morena, gostosa, ligeiramente torta pro lado esquerdo. Pica que Pedro tratou de mamar gostoso enquanto Well chupava sua rola. Os dois engataram um 69 no sofá enquanto Guga me puxava para a poltrona, fazendo eu me sentar nela. Meu irmão ajoelhou-se entre minhas pernas, puxou minha calça e minha cueca, me deixando pela da cintura pra baixo, segurou minha rola como quem tem um objeto sagrado nas mãos e começou a mamar com devoção. Desfrutei da mamada de Guga uns bons minutos enquanto via pelo rabo de olho que Well agora tava fazendo um cunete em Pedro enquanto este seguia engolindo o pau do meu namorado com fome. Puxei Guga pra cima, fiz ele tirar a bermuda e a cueca e chupei a pomba gostosa do meu irmão mas o puto não se controlou em receber, segurou minha cabeça e começou a foder minha boca como se fosse uma buceta. O pauzão dele ia até a goela e voltava, chegava a dar ânsia algumas vezes mas o tesão do saco batendo no meu queixo compensava.

Achei que Guga ia me dar leite na boca mas o puto tinha outros planos. Tirou o pau da minha boca, me empurrou de volta pra poltrona, subiu nos braços da cadeira e veio de cócoras se encaixar no meu cacete. Guga ia cavalgar minha rola de frente pra mim. Tremi internamente porque eu adorava me encaixar com ele daquele jeito. O pauzão dele batendo nas nossas barrigas enquanto ele subia e descia, sua boca procurando a minha enquanto eu arqueava meus quadris tentando entrar mais fundo no cuzinho do meu irmão.

Enquanto Guga rebolava na minha rola, ouvi um gemido forte vindo do sofá e por cima do ombro de meu irmão, vi Wellington de pé, pegando Pedro de 4 e socando rola no peguete de Guga. Era muito tesudo ver como meu namorado tinha atitude tanto dando quanto comendo. A socada de pica que ele tava dando em Pedro era de macho cobrindo outro macho, uma socada reta, dura, com força, de domínio, de quem diz “esse cuzinho é meu!”. Fiquei com mais tesão ainda e com vontade de estar no lugar de Pedro. Meu irmão teve a intuição de sentir que eu tava querendo levar pica pois do nada se levantou da sentada no meu pau, pegou minhas pernas, dobrou na direção dos ombros, ajeitou a rola na entrada do meu cuzinho e meteu. Caralho que delícia. Um metida gostosa, indo até o fundo, sentindo os ovos pesados de Guga batendo na portinha do meu cu.

A intensidade dos gemidos aumentaram quando ouvi Pedro quase gritando:

- ah, caralho, porra Wellington, que delícia, fode meu cu, fode. Porra, vou gozar com esse pau lascando meu cu, fode, porra…

E ele gozou gostoso mas Wellington não, seguiu metendo até Pedro parar de gozar e pedir pra ele dar um tempo. Meu namorado tirou o pau do cu de Pedro, deu uma limpada com a própria cueca e trouxe sua pica durona pra eu chupar. Pronto. Eu tava no paraíso, meus dois amores me dando pica. Meu irmão comendo meu cu e meu namorando me dando de mamar. Intensifiquei a punheta e gozei gostoso enchendo minha barriga e a de Guga de porra. Meu irmão tirou sua rola do meu rabo, fez Wellington se apoiar de 4 sobre mim e meteu rola no meu namorado. Enquanto ele socava eu beijava Well e o safado do Pedro, que tinha se recuperado da gozada, veio por baixo e abocanhou a pica de Wellington. Meu amor não aguentou nem três minutos de tanto estímulo e gemeu forte na minha boca: eu sabia que ele tava gozando, enchendo a boca de Pedro de porra, que engoliu tudinho guardando um pouco pra dividir com Guga que, num beijo com seu namoradinho, deu mais umas socadas e encheu o rabo de Wellington de porra.

Deixei meu irmão terminar de leitar o rabo do meu namorado para fazer uma das coisas que mais tem me dado tesão em fazer mas só faço com parceiro de total intimidade como meu namorado, meu irmão e meu filho. Deitei no chão e fiz Wellington se acocorar sobre meu rosto pra eu chupar a porra do meu irmão de dentro do seu cuzinho. Pedro ficou mesmerizado, sem acreditar:

- caralho, nunca fiz isso e nunca fizeram em mim!!!!

Foi uma reação tão surpreendente que rolei pro lado e convidei ele a fazer o mesmo. Ele pareceu hesitar um segundo mas se rendeu à novidade: tomou meu lugar e buscou com a língua os vestígios de porra que Wellington expelia pelo rabo. Meu namorado ainda deu umas contraídas pra sair o restinho e Pedro ficou com tanto tesão que seu pau ficou duro de novo. Guga, mesmo com a rola amolecendo, sentiu vontade de aproveitar a ereção do seu boy, foi lá e se sentou na rola de Pedro que, como não era grande e eu já tinha alargado o rabo de Guga minutos antes, entrou sem dificuldade.

Vendo toda aquela putaria, meu tesão foi voltando, algo que não é tão simples pra mim, levo meia hora em média pra rola ficar dura de novo mas meu pau não tinha amolecido completamente, então vendo o tesão de Pedro ainda chupando o cu, o saco e a pica de Wellington que desfrutava de olhos fechados, enquanto Guga cavalgava na rola de Pedro, não quis ficar de fora, peguei as pernas de Pedro, suspendi e com a ajuda de Guga botei pra cima. Então, Pedro ficou de frango assado, Guga sentado no pau dele e eu comecei a meter. O calibre do meu cacete foi sentido por Pedro:

- porra, bicho, que pau é esse? Tá me lascando! Caralho, vou ficar todo arregaçado.

Como a posição tava barril pra Guga e o tesão não tinha batido o suficiente pra o pau dele ficar duro de novo, ele saiu de cima de Pedro, deixando eu comer o boy dele com total liberdade. Guga e Well se largaram no sofá enquanto assistiam eu socar rola em Pedro deitado de frango assado no tapete. Meu futuro cunhado ia levar a foda da vida dele. Soquei com gosto, dei a ela a pirocada que ele merecia e precisava. Foram longos minutos comendo seu cu e quando fiz menção em pegar o pau dele, Pedro afastou minha mão pedindo:

- não toca senão eu gozo e eu só quero gozar quando você leitar meu rabo

Eu ia demorar, havia gozado fazia pouco tempo, mas se era uma surra de rola que ele queria, ia ter. Mudamos de posição, botei ele de 4, depois sentei na poltrona e fiz ele cavalgar minha pica, até que voltamos pro tapete, com ele de bruços e uma das pernas dobradas, enquanto eu montava sobre ele meio de lado e metia gostoso até que finalmente a vontade de gozar veio e eu avisei:

- toma, cunhadinho, toma porra no seu cu, vou te leitar safado!

Pedro ergueu o rabo pra levar minha rolada ainda mais fundo e eu cravei a pica toda, esporrando naquele cu faminto. Ele sentiu o tranco:

- caralho, tá inundando meu rabo. Tô sentindo tua porra quentinha enchendo meu cu, porra, vou gozar…

E gozou gostoso, eu senti as contrações do seu rabo enquanto gozava no meu pau. Quando ele finalmente parou e eu tirei minha rola melada de seu rabo, Guga se levantou do sofá e caiu de boca no cu do namorado, da mesma forma que eu e Pedro tínhamos abocanhado o cu de Wellington para buscar a porra de Guga. Fui pro sofá e beijei meu amor que tava com uma carinha linda de saciedade. Wellington fez uma confissão divertidamente intima:

- que tesão ver você lascando um cu, seu puto safado…

A gente riu e se beijou enquanto Pedro e Guga se levantavam nos chamando para tomar um banho. Pedro pediu desculpas a meu irmão por ter gozado e manchado o tapete dele mas Guga logo acabou com o constrangimento dele:

- ei ei ei, pode parar com isso. Daqui a pouco eu passo produto de limpeza e tá tudo certo, só não vou lamber o tapete porque não pega bem, né?!

Rimos e fomos pro banheiro do quarto de hospedes enquanto meu irmão e Pedro foram pra suíte de Guga. Uns quinze minutos depois, pelados mas de banho tomado, voltamos pra sala e Guga estava dando uma limpada nas coisas enquanto Pedro recolhia as sobras do jantar e levava pra cozinha. Catamos nossas roupas espalhadas pela sala e quando começamos a nos vestir, Guga quis que a gente ficasse mais um pouco, ver um filme, mas já ia dar dez da noite e a gente trabalha cedo no dia seguinte. Nos despedimos da dupla que tinha toda cara que ia virar casal e fui levar Wellington em casa. Pelo nosso acordo, ele dormiria comigo alguns dias na semana, mas não todos, até para não ter que dar muita explicação em casa. Ele dividia apto com os primos e não queria perguntas indiscretas enchendo o saco dele.

Deixei meu amor em casa e ele aceitou que eu parasse na porta, nos beijamos e tudo e fui pra casa. Quando cheguei, vi que o carro de Dan tava na garagem mas não esperava encontrar ele na sala. Normalmente, ele chega e vai pro quarto dele. Meu filho tava com o rosto inchado, vermelho, de tanto chorar. Quando me viu, correu pra me abraçar e afundou o rosto no meu peito, chorando e balbuciando:

- pai, a mãe do Juan pegou a gente junto, fez o maior escândalo. Foi horrível!

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Foto de perfil de Xandão SáXandão SáContos: 43Seguidores: 224Seguindo: 120Mensagem Um cara maduro, de bem com a vida, que gosta muito de literatura erótica e já viu e viveu muita coisa para dividir com o mundo.

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