Depois da teoria vem a prática, né vovô?

Um conto erótico de Franckyaba
Categoria: Heterossexual
Contém 1312 palavras
Data: 16/01/2026 18:39:43

Episódio três de aprendendo com vovô

Minha neta de dezoito anos, falou que eu tinha dito muitas coisas que só dava para entender fazendo, e ela queria que eu explicasse direito. Na hora em que ela falou isso, me bateu um pouco de preocupação, pois teoria é uma coisa; já a prática é totalmente diferente, pois requer algo mais intenso e profundo.

Mas, ao mesmo tempo, isso também me deixou excitado pois serei o primeiro dela em tudo.

Falei que ela não se preocupasse, pois sua mãe voltaria em uma semana e aquele era apenas o primeiro dia. Deveríamos descansar e, nos outros dias, ensinaria tudo aquilo que ela quisesse; porém, ela não podia ser apressada, pois as coisas que ensinaria para ela precisavam de muito cuidado, já que ela apesar dos dezoito anos era muito inexperiente sobre o sexo real apesar de ser muito inteligente.odwatia a parte minha filha e linda e soube fazer uma filha mais bonita que ela.

Esse pensamento não me saiu da cabeça a noite toda, tanto que sonhei que estava comendo minha neta. Como a empregada chega muito cedo, aproveitei e pedi para minha neta ir para o quarto dela, pois a mulher poderia ver e falar para alguém. Assim, ela fez, mas antes de sair, deu um leve sorriso e disse: "Não vai se masturbar, segura esse bicho.".

Fui só banheiro e novamente a cena em que me masturbei usando o suvaco dela como buceta .

Fui até a cozinha, dei as ordens para a empregada, tomei meu café e fui para o trabalho, voltando somente às 17:30h. A empregada disse que minha neta estava elétrica, passou o dia todo perguntando que horas eu chegaria..

Após isso, ela se retirou. Minha neta só esperou a mulher sair e correu para os meus braços, segurando-me pelo pescoço. Em tom forte, perguntou por que eu tinha demorado tanto. Falei que aquele era meu horário normal de serviço e pedi para ela se controlar, pois a empregada notou a aflição dela pela minha chegada. Ela me pediu desculpas, mas tinha pressa de aprender tudo comigo porque sua mãe podia voltar. Falei a ela que, mesmo que a mãe dela voltasse, como ela só vivia mais comigo do que com a mãe, nada mudaria; só teria de ter mais cuidado.

Então ela perguntou: "Vô, por que estou ficando nervosa e tensa com sua ausência, se não sentia isso quando meu pai ia trabalhar?" Falei que era só saudade. Ela disse: "Então, por que meu peito dói como se faltasse algo?" Perguntei se ela sentia isso pela mãe. Ela respondeu: "Não." Falei que isso era perigoso, pois eu era avô dela e o que ela estava sentindo era coisa que mulher sente por homem..

Sorrindo, ela falou: "Você está tentando me fazer esquecer do nosso trato, mas eu não esqueci. E já que vamos tomar banho, é melhor começar logo."

Falei que ela não ia tomar mais banho comigo. Ela perguntou por qual motivo, e eu disse que não era certo, pois ela estava me deixando confuso e eu poderia ter uma ereção só de ver ela nua.

Sorrindo, ela respondeu: "Você já fudeu meu suvaco, já chupei sua rola e você já me chupou, Por que esse medo agora? Eu quero que você me ensine tudo sobre sexo e, se for preciso, será meu primeiro homem." Meio ao medo e ao pudor, deram as mãos e dirigiram-se ao quarto, onde retiraram todas as suas roupas e ficaram se acariciando por um bom tempo.

Então perguntei se ela sabia beijar. Ela respondeu que tinha beijado uns moleques, mas nunca um homem de verdade. Então, expliquei como se fazia e toquei meus lábios nos dela, que recebeu com uma intensidade impressionante. Nossas línguas se entrelaçavam em nossas bocas; ora eu sugava sua língua, ora ela a minha, em uma louca demonstração de tesão.

Naquele momento, o banheiro e o banho já não importavam mais, pois as súplicas dela já dominavam meu inconsciente. Ela dizia: "Vemmmm, vovozinhoooo, me mostra tudoooo o que eu preciso saber para te agradar." Seu corpo jovem tremia de desejo e eu também já não me controlava, pois ah, mordia levemente e sugava forte sua língua numa demonstração de tesão. Deixei aqueles lábios deliciosos e passei para o pescoço, sempre com a mesma intensidade, que era totalmente recíproca, pois os gemidos dela eram mais fortes e seu corpo se agitava mais enquanto ela me abraçava forte, arranhando minhas costas.

Baixei a boca para seus seios que, apesar de estarem em desenvolvimento, eram lindos. Dois limões rosados, com bicos intocados, cabia totalmente dentro da minha boca. Meu descontrole era tanto que mordia mais forte, enquanto ela nada falava, apenas afundava mais as unhas nas minhas costas enquanto eu sugava forte.

Quando um dos seios dela estava totalmente em minha boca, ia aliviando a pressão até chegar onde era o bico, passando a rodear com a língua e dar beijos.

Ela falava com a voz trêmula e ofegante: "Ahhhhh, vovozinho, isso é deliciosoooooo! Ahhhhhhhhh, que maravilha!".

Fui descendo rápido, sempre tocando sua pele macia com beijos, até chegar às suas coxas, que chupava e lambia até perto daquela buceta linda e intocada. Eu a levava à loucura; ela já usava palavras desconexas e até vulgares.

Vendo que ela já estava com sua buceta toda melada, pedi que ela sentasse em minha boca.

Ela perguntou se não me sufocaria; respondi que não e continuei dizendo que, quando ela se sentisse bem confortável, começasse um leve vai e vem, mexendo os quadris.

Deitei-me, e ela veio por cima, toda aberta, toda minha. Comecei dando leves lambidas em seu clitóris, que a fez tremer de imediato. Após provar aquele clitóris maravilhoso, passei a dar atenção aos lábios vaginais, que eram perfeitos, rosa, lindos e pequenos. Ela já, louca, se retorcia toda, como se já soubesse o que fazer. Finalmente, toquei seu hímen com a língua e fiquei alisando-o, enquanto ela, já aos berros, dizia: "Vozinhoooooo, você é um filho da putaaaaa, tá me deixando loucaaaaaaaaa, issoooooo, ahhhhhhhhhhh, vôôô vozinhoooo."

.Percebendo que ela já estava a ponto de gozar, passei a sugar seu clitóris, o que a levou à loucura. Ela segurou minha cabeça e, como uma louca, gemia, rebolando a buceta em minha boca, até que finalmente chegaram os tremores e ela gozou abundantemente em minha boca, gritando: "Filho da putaaaaa, safadooooo, você é maravilhoso, vozinhoooooo, estou gozandoooooo, aaaahhhhh que maravilhaaaaaa, você é demais, vozinhoooooo."

Ainda gozando, ela dava estocadas para frente até cair exausta sobre minha barriga, ainda tendo uma espécie de convulsão. Minha rola estava toda melada do tesão extremo causado por tudo aquilo, então pedi que ela continuasse com a buceta na minha boca, só virando para chupar minha rola. Para estimular as chupadas dela, voltei a sugar seu clitóris. Ela gritava: "Paraaaaa, seu safadooooo, ainda estou tremendooooo", e, ao mesmo tempo, sugava forte meu cacete, punhetando com as duas mãos e apenas sugando forte a cabeça. Em pouco tempo, enchi aquela boca linda com meu esperma, segurando sua cabeça, enquanto a fazia gozar novamente. Ela, sufocada pelo esperma em sua garganta, empurrou o corpo, ficando sentada em minha boca até terminar seu gozo. E não economizou palavrões para me xingar, perguntando se eu queria matá-la. Fiz uma cara de coitado e falei: "Eu queria gozar na sua boca." Ela deitou novamente, após terminar os espasmos, voltando a sugar minha rola até sorver todo o esperma espalhado pela minha Rola e barriga.

Ao fim de tudo, nos abraçamos, nos beijando, nos acariciando

Então, perguntei se ela tinha gostado.

"Foi maravilhoso! Estou muito feliz por ser você que está me ensinando a descobrir o que é o amor. Você é maravilhoso, faz tudo com calma, é maravilhoso! Obrigado, não vejo a hora de ser sua por completo.

Mas isso fica para a próxima vez. Por hoje, tá bom, fiquei exausta!"

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