Corna submissa da minha namorada - parte 1

Um conto erótico de Grazi
Categoria: Lésbicas
Contém 2201 palavras
Data: 16/01/2026 20:15:37

Então, gente, eu sou a Grazi, tenho 18 anos, e tipo... eu sempre gostei de menina, mas sempre fui mais na minha, sabe? Tenho um jeitão mais “bruto”, um pouco mais musculosa e cheinha, mas não chego a ser gorda. Ando e sento mais de qualquer jeito, uso roupas largonas, camisa de banda, cabelão cacheado comprido tipo metaleiro, e não sou de me arrumar muito. Eu era inexperiente pra caramba nunca tinha nem beijado na boca. Mas aí tem a Carol, minha amiga de infância. A gente cresceu juntas, e ela é o oposto: Linda, feminina, extrovertida, dança balé, super em forma… Tipo, onde ela chega, conquista todo mundo. Eu sempre fui afim dela, mas zero coragem de falar.

A gente as vezes dormia na casa uma da outra, e isso rolou numa sexta-feira que eu fui dormir na casa dela. Só nós duas no quarto dela, com luz baixinha, cama bagunçada, e a gente de pijama assistindo Netflix. Eu tava nervosa pra caralho, meu coração batendo forte, porque eu decidi que ia tentar falar algo. Mas não ia chegar declarando, né? Eu sou tímida, ia sondar o terreno devagar, pra ver se tinha chance. Enrolei até dar sono e não consegui entrar no assunto kkk

Fomos dormir, ela na cama dela, e eu num colchonete no chão, logo abaixo. Aí com luz apagada, eu juntei toda a minha coragem e falei:

"Ei, Carol, você já pensou em... tipo, você namoraria alguém que você conhece há muito tempo? Tipo, amizade antiga ou algo assim?"

Ela respondeu rindo "Por quê? Tá querendo me pedir em namoro ou é só curiosidade?"

Eu corei na hora, sorte que tava tudo escuro. "Ah, sei lá... É que às vezes a gente tem amizade com alguém e... pode acabar rolando algo, né?"

Carol sentou na beirada da cama, me olhando de cima. Ela tava com uma camisola curtinha, e calcinha, com as pernas de fora, e eu ali, com minha camiseta velha do Metallica e shorts largos. Ela falou "Olha, depende. Se fosse com uma amiga tipo você, por exemplo... eu até pensava. Você é fofa, Grazi. Mas eu não sei se você ia querer."

Meu estômago revirou. Ela tava mordendo a isca? Eu engoli em seco e continuei sondando, sem me expor total. "Tipo... hipoteticamente... por que eu não iria querer?"

Ela riu de novo, mas dessa vez mais séria. "Olha, Grazi, vou ser sincera. Se fosse você declarando pra mim agora... eu toparia. Mas teria umas condições. Eu não sou muito normal com essas coisas. Se eu fosse namorar uma menina, ela teria que ser muito obediente. Eu ia querer mandar em tudo, ia ser tudo do meu jeito. Se eu disser pula, você pula. Se eu quiser algo, você faz. Sem questionar muito."

Eu fiquei surpresa. "Obediente? Tipo... como assim?"

"Exato como eu disse. Eu mando, você obedece. Pra namorar com menina, eu só aceito assim, Grazi. Se você for do tipo que topa isso, a gente pode tentar."

Eu tava chocada, mas estranhamente, aquilo me deu um frio bom na barriga. Tipo, excitada. Sim, eu tava sentindo um calor subindo. Mas continuei: "Só isso?"

"Não, tem mais. Nada de ciúmes, tá? Eu vou continuar ficando com quem eu quiser. Pode ser menina, menino, quem for. Mas você ia ser só minha, entendeu? Ia ser minha corninha bem mansa e fiel. Você ia ser só minha, mas eu não ia ser só sua. Entendeu? Se você aguentar isso, a gente namora. Senão, melhor ficar só na amizade."

Eu fiquei muda por uns segundos, processando. Corninha? Fiel enquanto ela fica com outros? Meu Deus, que loucura. Eu sempre imaginei a gente de mãos dadas na rua, tirando foto de casal, dormindo de conchinha, essas coisas. Era pra eu falar “não” e pular fora, mas aí eu olhava pra silhueta dela ali na cama, as pernas lindas balançando devagar, o perfume dela ainda no ar… e alguma coisa dentro de mim simplesmente derretia. Minha autoestima baixa gritava que o acordo era bom até demais. Perto da Carol, eu aprendi cedo que eu era sempre a que ficava do lado, nunca no centro. E parte de mim queria experimentar aquilo. Queria ser dela, mesmo desse jeito torto.

“Mas como vai ser isso? Tipo… As pessoas vão saber que a gente namora, e vão te ver ficando com os outros?” eu perguntei preocupada. “Não pô… Ninguém de fora vai saber de nada, vão achar que a gente namora normal. Mas já tô avisando que vou ficar com outras pessoas, sem dar na cara pros outros. Mas se eu te contar ou você ficar sabendo por conta própria, tu vai aceitar na boa. Só isso.”

Eu pensei tipo, se eu falar não agora, amanhã ela vai continuar sendo a Carol de sempre: linda, livre, beijando quem quiser na minha frente, e eu vou continuar sendo a amiga meio machona que só fica olhando. Se eu aceitasse o acordo, pelo menos assim eu ia ser alguma coisa dela. Mesmo que fosse só a corna obediente. Mesmo que doesse. E o pior: quanto mais eu pensava nisso, mais quente eu ficava. Minhas coxas tavam apertadas uma na outra sem eu perceber, e tinha um calor molhado ali embaixo que eu tava tentando ignorar. Eu tava com vergonha de mim mesma. Mas tava excitada também. Muito.

"Tá... tipo…", eu gaguejei. "Eu topo... Eu quero tentar. Eu controlo o ciúme." Minha voz saiu tremendo, quase um sussurro. Eu sentia meu clitóris pulsar dentro do short largo, latejando de um jeito que eu nunca tinha sentido tão forte só de conversar sobre o assunto.

Ela riu baixo, aquele riso meio debochado que me dava arrepio.

"Então me pede em namoro direito."

Eu ajoelhei no colchonete devagar, as pernas moles, bem na frente dela. A luz que entrava pela fresta da cortina batia de lado no rosto dela, deixando ela ainda mais bonita, tipo aquelas vilãs de filme que a gente sabe que é má, mas não consegue deixar de querer.

"Carol… você quer namorar comigo?" Minha voz saiu pequena, quase sumindo.

Ela inclinou a cabeça, me olhando de cima como se estivesse avaliando uma mercadoria.

"Não. É pra pedir DIREITO. Ajoelha direito, endireita as costas e pede de novo. E pede por favor."

Eu endireitei as costas na hora, sentindo o rosto queimar.

"Carol… por favor… você quer namorar comigo?"

Ela esticou uma perna devagar, o pé pequeno pairando na minha frente. "Beija meu pé que eu respondo."

Eu hesitei uns dois segundos. Depois abaixei a cabeça. O primeiro beijo foi tímido, só encostei os lábios na parte de cima do pé. Tinha um cheirinho leve de sabonete e só um pouquinho de suor. A pele era macia, mas dava pra sentir os calinhos na lateral do dedão e do mindinho, por causa do balé.

"Mais. Beija os dois. Fica beijando sem parar."

Eu obedeci. Fui passando os lábios de um pé pro outro, beijando devagar, às vezes encostando a língua meio “sem querer querendo”, sentindo o gosto levemente salgado. Ela mexia os dedinhos de leve, como se estivesse testando, brincando comigo. Eu sentia meu cabelo caindo no rosto, o coração na garganta, e uma vergonha tão grande que quase dava pra chorar… mas ao mesmo tempo eu não queria parar.

Depois de um tempo que pareceu que não acabava mais, ela enroscou os dedos no meu cabelo, bem na nuca, puxando minha cabeça pra ela com firmeza. Olhei pra ela, e ela tava sorrindo, satisfeita, quase predadora.

"Eu aceito."

E aí ela me puxou pra cima com força e me deu o beijo. Meu primeiro beijo! Eu não sabia bem como corresponder, então só deixei minha boca acessível, disponível, e ela foi beijando, chupando, mordendo, explorando com a lingua, as vezes de leve nos lábios, as vezes socando a lingua no fundo, quase na garganta. Eu quase não conseguia respirar, tanto de nervosismo quanto pela intensidade do beijo que não dava espaço pra nada, o coração parecia que ia explodir no peito.

“Agora volta lá pro meu pé, deita no colchonete”. Eu deitei de costas no colchonete, e ela colocou os dois pés na minha cara. “Fica beijando, chupa os dados, lambe…” ela dizia com a mesma naturalidade que se tivesse pedindo um copo d'água. Eu nunca tive fetiche por pé nem nada assim, mas tava achando muito gostosa a situação. Aquilo era tão vergonhoso que dava um tesão monstro, e eu tava ali chupando os dedos dela, as vezes um de cada vez, as vezes tentando enfiar o pé na boca, sentindo os calinhos na lingua, e doida pra me masturbar. “Tá gostando de chupar os pés da sua namorada?” ela perguntou. Caramba, MINHA NAMORADA. Ela agora era minha namorada. E sim, eu tava adorando chupar os pés dela. “Responde!” ela falou mais ríspida, mas sem gritar. “Tô” eu falei. “Tá o que?” ela insistiu. “Eu tô gostando de chupar os pés da minha namorada.” Verbalizar aquilo foi demais pra mim. Senti a buceta contraindo e cuspindo pra fora um monte de baba grossa.

Depois de sei lá quanto tempo, a ponto de eu já estar com o maxilar doendo e a lingua cansada, ela me chamou pra deitar com ela. Me virou de costas pra ela, abraçou de conchinha. Enfiou a mão por dentro da minha camisa, procurando meus peitos, enquanto lambia minha orelha. Meus peitos são outra parte do meu corpo que não são necessariamente motivo de orgulho. Mesmo sendo pequenos, são meio flácidos. Me deu vergonha quando senti ela agarrando um deles por dentro da camisa, enquanto socava a lingua o mais fundo que conseguia dentro do meu ouvido, ao mesmo tempo que torcia e puxava um mamilo. Aquela lingua na orelha era um lance muito esquisito pra mim.

Ao mesmo tempo que estar com a orelha toda babada dava tipo uma gastura, era uma agonia gostosa, que dava frio na barriga e aquele tesão inexplicável. Parece que ela sabia que eu tava gostando, por que socava a lingua cada vez mais fundo. A mão soltou, deixando meu peito cair, e desceu rápido pra dentro do short, enquanto a lingua na minha orelha não parava. Deslizou os dedos nos meus pelos ensopados encontrando fácil meu grelo. Gemi e apertei as pernas involuntariamente. Ela falou baixo, num tom irritado por entre dentes serrados: “Abre a porra da perna. Agora.” Eu abri, e ela “Mais. Abre o máximo, quero essa buceta bem aberta, bem oferecida. Ai de você se fechar.” e voltou a socar a lingua na minha orelha e explorar minha buceta com os dedos. Eu comecei a gemer quase que instantaneamente, a beira do orgasmo. “Goza, piranha. Goza pra tua dona, vai. Anda!”

Quando meu orgasmo começou ela tapou minha boca com força usando a mão livre. “Geme baixo, se não minha mãe vai ouvir.” Enquanto a com a outra mão continuava manipulando meu clitoris. Eu me debatia tentando não fechar as pernas involuntariamente, tentando segurar os gemidos que mesmo de boca tapada, eram mais barulhentos do que eu queria. A boca dela continuava na minha orelha, hora lambendo, hora me mandando gozar, falando coisas como “Goza puta. Goza pra tua dona, anda.”

Quando terminei, estava suada, cabelo grudado na cara, com a orelha toda melada da saliva dela, e a buceta parecendo que eu tinha me mijado de tão ensopada. Ela pegou com os dedos um monte da minha lubrificação, e limpou na minha bochecha falando “Olha como minha namoradinha se molhou toda”. Era estranho ela me chamando de “namoradinha”. Quer dizer, agora eu era… Mas tão diferente do que eu imaginava. Não era ruim, só diferente. Ela cheirou os dedos, fazendo um som de contentamento, e lambeu. Eu precisava ir no banheiro fazer xixi e me limpar, eu tava acabada. Disse que ia e ela falou “Por acaso eu deixei?” e eu entendendo o jogo perguntei “Posso ir ao banheiro?”. Ela falou “Vai, mas não limpa o rosto. É pra voltar com a cara melada e a orelha babada.”

Fui, de pernas bambas, acabada. Fix xixi, sequei bem a buceta, e voltei com a cara melada dos meus líquidos, e a orelha molhada da saliva dela. Como que lendo meus pensamentos, ela disse “Hoje eu não quero gozar. Vamos dormir”. “Por que?”, eu perguntei. “Depois que eu gozo e o tesão diminui, eu fico muito boazinha. Quero continuar bem malvada com você nesse final de semana. Agora, bora dormir.”

“Cara… Onde é que você aprendeu essas coisas?” perguntei mais pra expressar meu espanto e satisfação do que pra saber mesmo, mas ela disse “Então… Lembra que quando te falei da condição do namoro, que “pra namorar com menina, eu só aceito assim”? - ela disse dando ênfase no “com menina” - pois é, tem um cara com quem eu fico, um cara mais velho, que me ensinou um monte de coisa. Mas com ele, eu que obedeço.” Senti na hora o ciúme, a insegurança, a curiosidade… Um cara? Mais velho? Ela obedecendo? Mas antes que eu perguntasse, ela disse “Mas lembra, sem ciúmes, hein? Amanhã te conto mais. Agora cala a boca e dorme, corninha.”

Fui dormir com a cabeça a mil, com ela me abraçando por trás, passando a mão pelos meus peitos, buceta, bunda… Apaguei.

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