A descoberta

Um conto erótico de Bbwdom
Categoria: Heterossexual
Contém 1266 palavras
Data: 16/01/2026 22:59:40

Era uma noite comum, como tantas outras nos últimos três anos. Eu, Sofia, deitada na cama ao lado do Gabriel, meu namorado fofo e dedicado. Ele sempre foi tão atencioso, me levando pra jantar em lugares que eu amo, massageando minhas costas depois de um dia cansativo no trabalho. Eu sou uma mulher curvilínea, do tipo que os caras chamam de BBW – peitos fartos que transbordam dos sutiãs, quadris largos que balançam quando ando, uma bunda macia e redonda que enche qualquer cadeira. E ele adora isso, me elogia o tempo todo, diz que sou perfeita, que meu corpo voluptuoso o deixa louco. Mas naquela noite, enquanto ele dormia profundamente depois de uma rapidinha sem graça – ele mal me penetrou por dois minutos antes de gozar –, eu fiquei acordada, encarando o teto, sentindo um vazio que ia além do emocional. Meu corpo ainda latejava de frustração, minha buceta úmida mas insatisfeita, ansiando por algo que preenchesse de verdade.

Tudo começou a se desenrolar umas semanas antes, durante uma conversa boba com as amigas no happy hour. Elas falavam sobre suas aventuras, rindo de ex-namorados e comparando experiências. Uma delas mencionou casualmente o tamanho do pau do atual dela, algo como "ele me preenche de um jeito que eu nem consigo explicar, me estica até o limite e me faz gozar só de sentir ele pulsando lá no fundo". Eu ri junto, mas por dentro, uma faísca acendeu. Meu Gabriel... bem, ele tem só uns 12 centímetros quando duro, fininho como um dedo mindinho. No começo do namoro, eu nem ligava tanto – o beijo dele era doce, as carícias gentis. Pensava que o amor compensava, que a conexão emocional era o que importava. Mas conforme os anos passavam, aquela sensação de "algo faltando" crescia, virando uma coceira constante. Eu me lembrava dos caras de antes – normais, nada exagerados, mas com paus que realmente me faziam sentir cheia, esticada até gemer alto, desejada de um jeito primal que me deixava molhada só de pensar.

Lembro vividamente do meu ex, o Pedro. Ele era médio, uns 16 ou 17 centímetros, grosso o suficiente pra me abrir devagar, me fazendo sentir cada veia latejando contra minhas paredes internas. Quando ele entrava em mim, era como se meu corpo inteiro acordasse – eu montava nele, meus peitos balançando pesados, e sentia ele batendo no fundo, me dominando com estocadas profundas que me levavam ao orgasmo em ondas, deixando minha buceta escorrendo e tremendo. Com o Gabriel, é diferente. Ele tenta tanto, se esforça, mas é como se estivesse cutucando a entrada da minha buceta com um pauzinho que mal roça as laterais. Eu finjo que gozo, contraindo em volta dele pra ele se sentir bem, sorrio e digo que foi incrível, mas na real, fico frustrada, escorregando pro banheiro depois pra me tocar sozinha, enfiando dois ou três dedos enquanto imagino algo maior me invadindo.

Naquela noite, deitada ali, comecei a fantasiar. E se eu dissesse a ele? Não de forma cruel, claro – eu o amo, de verdade. Mas talvez de um jeito carinhoso, brincalhão, pra ver como ele reage, pra transformar essa frustração em algo excitante. No dia seguinte, durante o café da manhã, eu testei as águas. Ele estava de cueca, preparando o café, e eu o abracei por trás, minhas curvas macias pressionando contra as costas dele, meus peitos esmagando contra ele. "Amor, você é tão bonitinho", eu disse, baixinho, minha mão descendo devagar até sua virilha, sentindo o volume pequeno se mexer debaixo do tecido. Ele sorriu, achando que era flerte. Mas eu continuei: "Sabe, eu adoro como você é... delicadinho aí embaixo. Tipo, cabe direitinho na palma da minha mão, como um brinquedinho fofo que eu posso apertar". Ele congelou um pouco, o rosto corando, mas eu beijei seu pescoço, lambendo devagar, tornando aquilo suave, como um elogio disfarçado de tesão.

Ele corou mais, e eu vi um brilho nos olhos dele – era vergonha misturada com algo mais, talvez excitação? Aquilo me deu um arrepio, minha buceta pulsando só de imaginar. Pela primeira vez em meses, eu me senti molhada de verdade, meus mamilos endurecendo contra o pijama. À noite, na cama, eu levei mais longe. Ele me beijou, descendo pra chupar minha buceta – ele é bom nisso, pelo menos –, lambendo meu clitóris inchado enquanto eu gemia, mas ainda sentindo falta de ser preenchida. Quando ele subiu e tentou entrar em mim, eu segurei seu pauzinho com dois dedos, sentindo como era curto e fino, mal preenchendo minha mão. "Vai devagar, amor, não quero que acabe rápido demais com esse seu pauzinho fofo – é tão pequeno que mal sinto você me abrindo". Ele gemeu mais alto, e percebi que ele estava mais duro do que o normal, pulsando na minha palma como se a humilhação o excitasse. Ele entrou, mas era superficial, roçando só a entrada, me deixando louca de vontade de mais. Eu gozei fingindo, mas depois, enquanto ele arfava, eu sussurrei: "Foi bonitinho, amor, mas sabe... eu sinto falta de ser esticada de verdade".

Os dias seguintes viraram um jogo sutil, mas cada vez mais quente. Eu comecei a comparar, mas sempre com carinho, minhas mãos grandes e macias explorando ele. "Lembra quando eu te contei do meu ex? Ele era maior, me deixava tão preenchida, batendo no meu colo do útero até eu gozar squirting... mas com você é diferente, é como um carinho suave com esse seu pintinho adorável, que mal chega no meio do caminho". Eu via ele se contorcendo, o pauzinho tremendo, mas ele continuava, pedindo mais, se masturbando na minha frente enquanto eu descrevia. Uma vez, comprei um brinquedinho maior, daqueles vibradores realistas de 18cm, grosso e venoso, e mostrei pra ele. "Olha, amor, isso aqui é do tamanho que eu costumava ter – grosso o suficiente pra me fazer gritar". Ele assistiu, olhos vidrados, enquanto eu me deitava, abrindo minhas pernas grossas, enfiando o vibrador devagar na minha buceta molhada, gemendo alto de verdade pela primeira vez em anos, sentindo ele me esticar, pulsando contra minhas paredes até eu gozar de verdade, meu corpo voluptuoso tremendo. Depois, eu o abracei, suada e satisfeita: "Agora vem cá, meu menininho, me mostra o que você pode fazer com o seu pauzinho – talvez eu te deixe roçar na entrada enquanto eu descanso".

A dinâmica crescia devagar, natural, virando parte do nosso sexo. Eu o chamava de "meu pequeno" em momentos íntimos, elogiava como ele era "fofo e inofensivo", mal capaz de me satisfazer sozinho, e ele respondia se esforçando mais, chupando minha buceta por horas como se quisesse compensar, ou me deixando montar no rosto dele enquanto eu fantasiava alto. Mas no fundo, eu sabia que aquilo o excitava tanto quanto a mim – via o pauzinho dele vazar pré-gozo só de eu rir carinhosamente do tamanho. Eu me sentia poderosa, com meu corpo voluptuoso dominando o dele, esmagando ele debaixo de mim enquanto eu sentava na cara dele, sentindo sua língua trabalhando. Às vezes, eu fantasiava em forçar uma "redução" – brincando com ideias de castidade, trancando seu pauzinho em uma gaiolinha minúscula que o deixasse ainda menor, encolhido e inútil, ou remédios hipotéticos que o fizessem murchar pra 8cm, só pra ver ele implorar pra me tocar, vulnerável e exposto enquanto eu gozava com algo maior. Mas por enquanto, era isso: um amor com um toque de humilhação gentil, me fazendo lembrar do que eu perdia com paus normais me enchendo até o talo, mas ganhando algo novo no processo, como o tesão de vê-lo corar e endurecer com a vergonha.

E assim, nosso relacionamento evoluía, um sussurro – e um gemido – por vez.

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