Minha Irmã Viu Meu Nude e Agora Tudo Mudou - PARTE 5

Um conto erótico de irmaoincesto
Categoria: Heterossexual
Contém 2873 palavras
Data: 17/01/2026 00:17:56

Acordei com o som de alarme menos digno que existe: "Radar" no volume máximo, configurado pra tocar às 6:45 da manhã, o que significava que tinha que dar tapa no celular no escuro total até acertar o soneca ou quebrar a tela. Imediatamente fiquei ciente de três coisas:

(1) tava tão frio no meu quarto que minhas bolas tinham encolhido pro tamanho e densidade de bolinhas de gude

(2) eu já tava duro, graças ao desfile subconsciente infinito da Manda naqueles shortinhos

(3) não conseguia tirar a imagem da calcinha de ontem da minha cabeça.

Fiquei ali por um minuto, deixando meu cérebro fazer sua previsível espiral de culpa. Se a Manda deixou as calcinhas de propósito, isso significava que ela sabia que eu ia encontrar? Era uma jogada, ou só hábitos preguiçosos de lavanderia? E qual era minha jogada, exatamente, além de "ser esquisito" e "me masturbar"? Tirei as cobertas, me vesti como um homem prestes a ir pra guerra. Camiseta térmica, calça de moletom, moletom, e depois uma jaqueta forrada por cima disso, mais luvas, gorro, cachecol. Até coloquei a balaclava que a Manda me deu ano passado de brincadeira, aquela que me fazia parecer que eu deveria estar roubando celulares em Londres. Tinha que limpar a calçada e a garagem da chuva da noite, o que era um saco, mas ia deixar a mãe feliz, e mais importante, ia me dar algo pra fazer que não fosse pensar nas coxas da minha irmã.

Lá embaixo, entornei um shake de proteína, quase vomitei, e então enfrentei a garoa fina. O vento tava cortando de lado, jogando pingos direto no meu rosto como uma luta cósmica de bexiga d'água que eu tinha zero chance de ganhar. Consegui dez minutos antes dos dedos ficarem dormentes mesmo com as luvas. Ainda era cedo, a rua toda morta exceto pelo golden retriever ancião e sua dona ainda mais anciã, avançando pela nossa casa numa velocidade glacial. Dei uma acenada pequena. O cachorro mijou na caixa de correio e então me encarou, julgando.

*Até o cachorro sabe que sou um pervertido.*

Varrer é uma daquelas coisas que parece que vai ser boa pra limpar sua cabeça, mas o tempo todo meu cérebro tava rodando um reel de destaques de cada momento constrangedor com a Manda da última semana: o pé dela no meu pau, a tanga no meu quarto, o jeito que ela continuava me observando quando achava que eu não tava olhando. Tentei focar na água, na física da ação de alavanca, no ângulo de cada vassourada, mas minha mente era basicamente uma playlist de Meu Deus, E Se Isso Tudo Tá Na Minha Cabeça? mixado com E Se Não Tá?

Quando terminei a calçada e a garagem, joguei aquele pó absorvente caro pra não ficar escorregadio. O vento queimou meus olhos e fez meu nariz escorrer. Parecia bom, de certa forma, só me destruir fisicamente antes do resto da casa acordar.

De volta no carro, com o motor ligado pro aquecimento, lembrei da reserva de dinheiro de emergência no porta-luvas—três notas de cinquenta, todas novinhas, que tinha guardado pra emergências literais mas nunca realmente precisei. Tirei elas, encarei por um minuto inteiro, e então dobrei num envelope que tinha arrancado do manual do carro.

Escrevi do lado de fora: "Aproveita seu dia de spa, espero que isso ajude a deixar especial." Debati desenhar uma carinha feliz, mas achei que só ia parecer coisa de serial killer.

Entrei de fininho de volta, botas fora, cuidadoso pra não acordar a mãe ou a Manda. A casa ainda tava naquele silêncio esquisito de antes do amanhecer onde até as saídas de ar condicionado soavam críticas. Deixei o envelope no balcão do banheiro onde a Manda veria durante a rotina matinal. Tava fazendo isso pra ser um bom irmão? Talvez. Ou tava tentando comprar o perdão dela pela esquisitice? Ou tentando escalar o jogo? Tudo acima, possivelmente. Me disse que era só um gesto legal e tentei não pensar no jeito que meu coração batia forte enquanto fazia isso.

Com meus deveres cívicos cumpridos e nada sobrando pra ocupar minhas mãos ou cérebro, fiz o que qualquer brasileiro de sangue vermelho faria: fui pra academia.

A academia já tava aberta e cheia do tipo de gente que parecia que malhava pra viver. Entrei, escaneei minha tag, e fui direto pro bar de smoothie por um suco prensado—abacaxi, espinafre, gengibre, alguma outra coisa verde que tinha gosto de guerra química mas custava R$25. Bebi mesmo assim.

Três horas na academia. Primeiro, destruí minhas pernas no agachamento. Depois parte superior, depois um circuito que deixou meus braços tremendo. O tempo todo, observei os outros ratos de academia, alguns dos quais reconheci do colegial mas nunca conversei. Tinha uma mina com cabelo platinado e uma manga de tatuagem com quem dei match no Tinder uma vez, mas fingi não conhecer porque nenhum de nós respondeu depois da primeira troca. Ela tava na esteira, correndo numa velocidade que parecia sobre-humana, ouvindo alguma playlist alta o suficiente pra eu ouvir os drops de bass de três metros de distância.

Em algum momento, me peguei encarando a bunda dela, o que me mandou direto de volta pro território da Manda. O que me fez malhar ainda mais forte, porque aparentemente vergonha é meu motivador primário.

Depois de ter me destruído completamente, fui pros chuveiros. O vestiário tava vazio, o que apreciei. Tomei um banho longo e escaldante, esfregando o cabelo com o sabonete de força industrial que a academia fornecia (um produto pra cabelo, rosto e corpo, porque homens são lixo). Saí, me sequei, e me vesti em calça de moletom limpa e meu segundo moletom favorito. Até passei pente no cabelo, o que era raro pra mim.

No estacionamento, me senti espremido, mas de um jeito bom. Decidi me presentear e fui na cafeteria pequena perto de casa, aquela com as plantas grandes e os baristas que nunca sorriam mas sempre lembravam seu pedido. Peguei um Americano gigante e um croissant de chocolate. O lugar já tava cheio de zumbis de laptop, a maioria fingindo estudar, todos na verdade no TikTok ou jogando Hearthstone.

Tomei café e comi o croissant em mordidas lentas e deliberadas, me sentindo quase humano de novo. Meu celular vibrou com uma mensagem da mãe—ela tava acordada, queria me agradecer por ter limpado a calçada. Respondi com um joinha e voltei a observar as pessoas.

Por vinte minutos, não pensei na Manda. Não na calcinha dela, não nos pés, não no jeito que os olhos dela faziam aquela faísca quando fazia uma piada. Só sentei, bebendo café, observando a luz lentamente rastejar pelo piso conforme o sol subia aos poucos. Me perguntei se ela ia encontrar o envelope. Se ia ficar irritada, ou constrangida, ou secretamente feliz.

Me perguntei se ela ia dizer algo sobre isso.

Quando minha xícara tava vazia, joguei na lixeira e fui pra casa, me preparando pra qualquer esquisitice que a próxima rodada traria.

A casa tava vazia, ou pelo menos parecia—sem passos, sem som de alguém abrindo armários ou batendo a geladeira por efeito dramático. Os tênis da Manda tinham sumido do tapete da frente, o que significava que ela tinha saído cedo pro negócio do spa, ou sido arrebatada pra alguma dimensão onde eu não era o pior irmão do mundo.

Lá em cima, a porta do quarto dela tava entreaberta. O banheiro, vazio exceto pelo cheiro fraco do body spray dela, agora tava limpo tanto de calcinha quanto de envelope. Sem bilhete de agradecimento, sem mensagem irritada, só a ausência tanto do presente quanto da garota. Pairei na soleira por um segundo, estranhamente desapontado que não tinha reação, mas de novo, era assim que a Manda operava: arquiva, processa na própria linha do tempo.

Fui pro meu próprio quarto e colabei na cadeira do computador, ligando o PC e deixando os LEDs arco-íris pulsarem na configuração padrão porque não podia me importar em mudá-los. Lofi Girl Synthwave Radio já tava na fila.

Passei a próxima hora arrumando. Era o tipo de bagunça que acumula em camadas: meias e camisas sujas perto do cesto de roupa mas nunca bem dentro, pratos com crosta de pizza fossilizada, latas vazias arrumadas numa pirâmide acidental. Fiz minha cama com o tipo de intensidade que você reserva pra uma discussão não dita, puxando os cantos do lençol até o colchão ameaçar virar.

A escrivaninha tava pior. Embalagens de bala, post-its com senhas meio lembradas, uma fatia fossilizada de bergamota embaixo do meu segundo monitor. Joguei tudo no lixo e limpei a superfície com uma microfibra úmida, e tentei não imaginar que germes tavam vivos no meu mousepad da LTT.

A mãe enfiou a cabeça pra dentro. Ela usava calça social e uma camisa abotoada que parecia que tinha dormido nela.

"Oi," ela disse. "Você tem algum plano hoje?"

"Só lavar roupa. Talvez um cochilo."

Ela acenou, olhando por cima do meu ombro pra tela, mas não comentou no loop da Lofi Girl. "Vou pro escritório. Me chamaram pra uma reunião."

"Numa sexta?"

"É, querem meu debriefing completo daquela última viagem."

Dei de ombros, como se me importasse de qualquer jeito. "A Manda já saiu?"

"Ela disse que ia ficar fora o dia todo. Algo sobre máscaras faciais e brunch."

"Beleza," disse. "Diverte no trabalho."

A mãe sorriu daquele jeito vidrado que fazia, aquele que significava que já tava planejando os próximos cinco movimentos. "Tenta não botar fogo na casa," ela disse, e saiu.

Carreguei o cesto de roupa com tudo que consegui encontrar, incluindo algumas toalhas que podiam estar crescendo coisas. No porão, a luz sobre as máquinas tava piscando feito filme de terror, mas ignorei e liguei a máquina no extra quente.

Por um minuto só me encostei na secadora e deixei o zum-zum do ciclo preencher minha cabeça. Pensei na Manda, sobre o que ela tava fazendo, sobre se o envelope fez ela sorrir ou fez ela sentir que me devia algo. Pensei em como semana passada éramos só irmãos, e agora cada minuto separado parecia segurar a respiração por uma reação.

Queria mandar mensagem pra ela, mas não mandei. Queria correr, mas minhas pernas ainda tavam de gelatina da academia. Em vez disso, voltei lá pra cima, subi na cama completamente vestido, e deixei a trilha da Lofi Girl embalar minha lenta dissolução num cochilo acidental.

Acordei com o assalto mais suave do mundo: lábios, mal ali, roçando o lado da minha testa. Era gentil o suficiente pra escorregar num sonho, mas real o suficiente pra me fazer sentar com uma urgência estranha que arrepiou a pele. Meus olhos meio abriram, todos embaçados e grudados, e vi uma forma borrada se movendo pela minha porta—uma garota de preto, cabelo pra cima, algo pendurado no ombro. Por um segundo quente achei que era a mãe, em casa do trabalho e aleatoriamente sentimental, mas então lembrei que a mãe nunca tinha me beijado assim, e também, ela não estaria andando pelo banheiro compartilhado pro quarto ao lado.

Rosnei, "Manda?"

Teve o clique da porta dela trancando, depois a voz dela, abafada mas brilhante: "Você tava babando, a propósito."

Tentei juntar por quanto tempo tinha ficado apagado. Meu celular disse 17:12. Tinha dormido por um bom tempo, tempo suficiente pra ir de luz do dia ofuscante branca pro tipo de pôr do sol dourado e abafado que te fazia sentir que tinha acabado de nascer e já tava atrasado.

"Você... você tava aqui agora?" gritei.

Uma pausa, depois a voz dela de novo, mais perto dessa vez: "Relaxa, cara. Foi só um obrigado. Pelo envelope."

"Não precisava, sabe," disse, limpando o lado da boca.

"Bem," ela disse, e enfiou a cabeça no meu quarto. "Você não precisava me deixar dinheiro, também."

Ela tava usando roupas novas—calça jeans skinny preta, um suéter verde claro que era basicamente uma segunda pele, e algum tipo de tênis plataforma branco chunky que a deixava quase da minha altura. Tinha preso o cabelo num coque bagunçado e tava com um pouco de maquiagem, só o suficiente pros olhos dela parecerem super afiados. Segurava uma sacola de papel numa mão, celular na outra, e parecia... porra, ela tava linda.

*Ele tá me olhando diferente. Bem diferente. Isso é bom? Isso é BOM.*

Ela entrou, não perguntou, só se jogou na ponta da minha cama e caiu pra trás com os braços abertos, encarando meu teto. "Dia de spa foi excelente, caso você tivesse curioso. A gente fez sauna, depois faciais, depois voltou pra casa da Júlia pras máscaras. Também, eles tinham essa parada estranha de lâmpada de sal que supostamente realinha seus chakras, que, tipo, não acredito, mas era quente e fez minha pele formigar. Enfim. Agora sou a pessoa mais lisa dessa casa de longe, então nem tenta me tocar a menos que queira ser esfoliado até a morte."

Ela disse tudo isso sem me olhar, como se tivesse narrando pra uma câmera invisível.

Sentei, piscando, e a absorvi. O suéter, especialmente, agarrava nela de um jeito impossível de ignorar. A calça jeans também. As panturrilhas dela pareciam mais longas, mais esculpidas. As unhas tavam pintadas de verde claro, quase o mesmo tom da camisa.

"Então você se divertiu," disse, tentando não soar esquisito.

Ela rolou a cabeça pro lado e me olhou, olhos estreitados como se pudesse ver o que eu tava pensando. "Você se divertiu na academia?"

Dei de ombros. "Três horas de masoquismo, depois uma cafeteria e um croissant. Voltei pra casa, limpei tudo, e morri na minha cama por um tempo."

Ela sentou, de pernas cruzadas. O suéter se amassou, mostrando uma faixa da barriga. "Você tá realmente comprometido com essa coisa toda de 'ser um bom menino'."

"É uma fase. Vou voltar a ser preguiçoso logo."

Ela sorriu. "Bom. Você é mais divertido quando é preguiçoso."

Por um segundo, era como se nada tivesse mudado entre nós—só irmãos, sentados no meu quarto, debriefando o dia. Mas a tensão ainda tava ali, como uma carga estática esperando por uma maçaneta de metal.

Ela começou a mexer com a sacola de compras. "A propósito, o dinheiro ajudou. Comprei umas coisas pra mim. Roupas, principalmente. Umas paradas pro cabelo. E, tipo, um creme facial que custa mais que seus AirPods."

"Tá bonito," disse, e instantaneamente quis comer minha língua.

Ela me deu um olhar de lado. "Você é tão gado," ela disse, mas não com maldade.

Então, num gesto raro, ela se aproximou um pouco mais na cama, pra ficarmos ombro com ombro. "Quer ver o que comprei?"

Acenei, embora sentisse que tava quebrando algum tipo de código.

Ela alcançou a sacola e puxou uma camiseta dobrada, segurou pra inspeção. Era rosa, com algum desenho anime japonês esquisito na frente. Jogou na cama, depois puxou algo preto, mas imediatamente colocou de volta na sacola. Depois, um pote de creme branco que parecia que pertencia a um laboratório de ciências.

"O que é isso?" perguntei.

"Hidratante," ela disse. "Quer experimentar?"

Antes que pudesse dizer não, ela tinha pegado uma bolinha minúscula no dedo e esfregado na minha bochecha. Tava frio, mas derreteu num segundo, e então ela esfregou com o polegar. Congelei, tentando não me encolher. O cheiro era forte, limpo, quase floral. Me lembrou de algo que não conseguia nomear.

"Pronto," ela disse, dando um tapinha na minha bochecha. "Agora você é um menino bonito."

Ela tava perto o suficiente pra eu ver as pequenas partículas douradas nos olhos castanhos dela. Por um segundo, nenhum de nós se moveu. Ela segurou meu olhar, como se tivesse me desafiando a dizer algo, e quase disse. Quase contei pra ela como tinha sido esquisito sem ela por perto, como parecia que a casa tava perdendo um órgão vital. Em vez disso, só sorri, tentei fazer uma piada, mas nada saiu.

*Ele quase disse algo. Quase. Merda, o que eu faço? O que eu FAÇO?*

Ela recuou, pegando a sacola e ficando de pé. "Bem. Preciso tirar tipo, mil selfies e mandar pra Júlia, porque ela tá morrendo de ciúme. Também, a mãe mandou mensagem e disse que vai pegar jantar. Você quer alguma coisa?"

Balancei a cabeça. "Sem fome."

Ela começou em direção à porta, depois virou, ainda no batente. "Sabe," ela disse, "talvez você não seja o maior nerd do mundo afinal." Ela sorriu, meio dentuda, depois se curvou pra pegar o celular, me dando uma visão sem filtro da calça jeans nova por trás.

Tentei não encarar, mas meus olhos tavam basicamente no piloto automático naquele ponto.

Ela se endireitou, me pegou no flagra, e piscou. "Te peguei," ela disse, e então tinha ido, deixando o cheiro do hidratante dela e o calor do corpo dela na minha cama.

Deitei de volta, mãos atrás da cabeça, encarando o teto. Minha bochecha formigava onde ela tinha me tocado.

Me senti como se tivesse acabado de perder uma rodada de um jogo que não sabia que tava jogando. Nem me importei, sabia que ia perder. Nada mais realmente aconteceu no resto da noite. Então vou deixar vocês saberem se eu ficar corajoso e tentar algumas das suas sugestões, ou só ficar com medo. Dedos cruzados que não seja a segunda.

***

[CONTINUA]

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