O Vizinho HORRÍVEL Fudeu a Gostosa Da Minha Esposa - PARTE 8

Um conto erótico de fodocasadas
Categoria: Heterossexual
Contém 4318 palavras
Data: 17/01/2026 02:08:21

[…]

Osvaldo finalmente sorriu e disse:

— Eu aceito.

Bruna apertou minha mão.

Osvaldo riu:

— Sabe, antes de tudo isso acontecer, eu pensei em aparecer hoje e finalmente foder essa sua esposinha linda! — Jogou a cabeça para trás e deu uma gargalhada forte, de olhos fechados.

Fiquei sem palavras por um segundo. Pelo canto do olho, vi Bruna dar uma olhada avaliadora em Osvaldo, como se instintivamente o medisse para ver se ele seria capaz.

— É, bom, agora isso nunca vai acontecer — respondi com um sorriso defensivo.

Talvez, se as coisas tivessem sido um pouco diferentes, ele tivesse tentado foder Bruna hoje mesmo. Por um breve momento, ao ver aquele olhar dela, uma pequena parte de mim se perguntou se ela teria deixado. O olhar de Bruna endureceu rapidamente em puro desprezo ao ouvir aquela ideia ridícula. Ri por dentro por ter duvidado dela — e do nosso plano —, mesmo que por um segundo.

— Entendi. Heh. Beleza — Osvaldo reconheceu.

O garçom voltou exatamente nessa hora.

— Sobremesa hoje à noite?

Olhei para Bruna e Osvaldo.

— Não, acho que vamos pegar uma depois. Só a conta, por favor.

O garçom assentiu e saiu. Bruna olhou para mim e para Osvaldo.

— Então... vamos tomar uns drinks hoje ou não?

Ri e assenti.

— Vim de táxi. Vocês como vieram? — Osvaldo perguntou.

— Pegamos Uber.

— Ah, legal. Podemos ir juntos?

Bruna e eu nos entreolhamos e demos de ombros.

Depois que paguei o jantar, saímos. No Uber, Bruna sentou no meio, colada em mim, cabeça no meu ombro. Osvaldo sentou na outra ponta. Os olhos dele fixos nas pernas dela. Ela não percebeu, mas o vestido subiu, deixando a maior parte das coxas cremosas à mostra.

Notei que o motorista do Uber, um cara jovem, ajustou discretamente o retrovisor para ver melhor minha esposa. Como no restaurante, me enchi de orgulho vendo Bruna ser devorada com os olhos.

— Te amo, amor — sussurrei para ela.

Bruna olhou para cima e virou um pouco de lado para mim.

— Também te amo — sorriu radiante.

Segurei o rosto dela e colei os lábios nos dela. Beijei com paixão e ela correspondeu. A língua dela encontrou a minha. Enquanto nos beijávamos, Bruna deu um suspiro e parou o beijo.

Sussurrou nervosa:

— O Osvaldo tá me tocando.

Respirava pesado. Osvaldo tinha se aproximado e a mão áspera dele estava nas coxas macias dela.

— Deixa — respondi com voz rouca.

Puxei ela mais para mim. Agora ela estava de lado, de costas para ele.

— Amor, não!... o motorista vai ver — reclamou baixinho.

— Deixa ele ver... deixa ele ver o quanto minha esposa é gostosa — eu estava louco para exibi-la.

Ela abriu a boca para protestar, mas cortei com outro beijo. Beijei com vontade. Osvaldo se animou e apalpou sem cerimônia. Pelo canto do olho, vi ele puxar o vestido para cima, expondo a bunda redonda perfeita. Bruna usava uma calcinha turquesa, e agora o motorista devorava aquela bunda pelada com os olhos.

— Não, Osvaldo!... para — de alguma forma, Bruna saiu do transe sexual, esticou a mão para trás e segurou a dele. Empurrou a mão dele e se endireitou, puxando a barra do vestido para baixo. Cobrindo-se.

— Você é tão safado, Bruno... não acredito que deixou isso acontecer — estava bem envergonhada por ser apalpada em público com um estranho vendo. Também estava surpresa com o quanto o corpo dela reagiu.

— Desculpa... me empolguei — respondi brincando. — Você é gostosa pra caralho, amor.

— Se controla — disse num tom fingidamente sério.

Olhei para Osvaldo, que me deu um sorriso convencido que me irritou pra valer.

***

Reservei um reservado pequeno numa área mais isolada do clube. Como era sexta, sabia que ia estar lotado.

Fomos levados a um sofá em C. Ela deslizou para dentro e eu fui atrás. Osvaldo entrou pelo outro lado. Bruna ficou entre nós, mas colada em mim, como no Uber.

A garçonete veio e anotou os drinks.

— Ainda não acredito que você deixou o Osvaldo me apalpar e subir meu vestido no Uber! — sussurrou surpresa. — Imagina o que aquele motorista pensou.

— Aposto que ficou de boca aberta vendo o gordo feio apalpando a mulher mais linda que ele já viu na vida — respondi. — Aposto que ficou de pau duro vendo uma gostosa assim se entregando fácil.

— Você é mais pervertido que o Osvaldo — beijou forte.

— Dá uma atenção pro Osvaldo... me deixa louco de ciúmes. Esse barril de banha não tira os olhos de você, amor — falei com desejo.

Odiava aquele homem, mas queria ver minha esposa linda e amorosa nos braços dele.

— Tem certeza? — perguntou apreensiva, querendo confirmar se eu ainda queria.

Apenas assenti.

Bruna parecia relutante ao deslizar mais perto de Osvaldo. Meu pau endureceu imediatamente ao vê-la encostar nele enquanto ele passava o braço ao redor dela. Osvaldo sorriu convencido para mim enquanto cheirava o pescoço dela. Depois disse:

— Que bom que você gosta de passar a esposa pros outros.

Abraçou forte com os braços grandes e beijou a bochecha e o pescoço dela.

Ela estreitou os olhos para mim e deixou, relutante, Osvaldo puxá-la ainda mais perto. Fiquei feliz por estarmos num canto escuro do clube lotado. Ninguém notava minha esposa linda sendo apalpada por aquele velho que nunca teria chance com ela. Vi Osvaldo passar a mão para baixo e pegar um punhado das nádegas de Bruna. Ela se inclinou mais para frente para facilitar. Ele apertou forte, fazendo Bruna soltar um gemido audível.

Eu estava muito excitado vendo Osvaldo apalpar minha esposa bem na minha frente. Vendo ela se mexer para facilitar ele pegar a bunda. Acho que ela sabia o quanto me enlouquecia vê-la agir assim com ele.

Osvaldo se inclinou no ouvido de Bruna, olhando para mim, e começou a sussurrar. Sorria enquanto falava, encarando-me o tempo todo. Bruna só ouvia e tinha as mãos embaixo da mesa. Depois soube que ele tinha colocado a mão dela no pau dele e ela massageava enquanto ele acariciava a bunda perfeita dela.

Ficaram sussurrando um com o outro por um tempo. Estavam tão colados que meu estômago se apertou ao ver.

Ficar imaginando o que ele dizia me deixava louco. Depois de uns minutos, Bruna virou para Osvaldo com cara de irritada. Algo que ele disse a irritou.

Osvaldo riu, tirou o braço dela e se afastou. Olhou para ela e para mim. Só esperando. Bruna estava agitada e olhou para mim:

— Amor, vamos dançar.

Fiquei surpreso — não dançávamos num clube assim desde o primeiro ano de namoro. Mesmo assim levantei, ajudando Bruna a sair do reservado.

Fomos para a pista e olhei para trás: Osvaldo sorria vendo a bunda de Bruna balançar no vestido enquanto ela andava comigo.

Na pista, Bruna me puxou para um lugar lotado, virou de frente para mim e me beijou.

Beijei de volta antes de sussurrar:

— Você tá bem safada hoje...

— Tô tentando... pra você. Tá bom assim?

Empurrei o quadril nela, deixando ela sentir meu pau.

— Acho que isso responde — deu risadinhas.

— O que vocês tavam sussurrando?

— Aff. Ele é tão arrogante às vezes.

— Não me surpreende. Achei que ele ia piorar depois de saber tudo. Pra ser honesto, ele tá testando nossos limites.

Bruna assentiu.

— Concordo. Ele disse que quer que eu te conte em particular: se for pra seguir nossas regras, ele tem três condições próprias.

— Sério? Quais? — levantei a sobrancelha.

Ela respirou fundo.

— Primeira: uma vez por mês, ele quer um dia de piscina/banheira. Nesse dia você pode assistir e, dependendo do clima, eu teria que chupar ele. Mas falei que não pode virar toda vez por causa das regras. Então ele disse que, mês sim mês não, quer boquete na piscina. Nos outros, só nadar e me apalpar.

Minha boca ficou aberta ouvindo. Ela continuou enquanto dançávamos devagar.

— Segunda: todo dia ele quer que eu mande uma foto sexy.

Essa não era ruim comparada à primeira, pensei.

— Terceira: no último domingo de cada mês, eu tenho que ir na casa dele e acordar ele com um boquete de bom dia. Antes, cozinhar café da cama pra ele comer enquanto eu chupo. Depois, tomar banho juntos e deixar ele me apalpar. Nesse dia, você não poderia assistir nem gravar.

Essa foi a que quase fez Bruna explodir com Osvaldo mais cedo.

Bruna estava vermelha contando as condições de Osvaldo para o marido. A última especialmente a deixava extremamente envergonhada. Como se acordar ele com boquete e café não fosse humilhante o suficiente, tomar banho juntos? Era íntimo demais. Quem sabe o que Osvaldo faria ou tentaria.

Osvaldo tinha culhões. Pensei isso na cabeça. Comecei a pensar se aceitávamos ou não.

— O que acha que a gente deve fazer? Você toparia mesmo? — perguntei.

Bruna não respondeu. Só deu de ombros. Vendo a reação dela, percebi que não estava confortável. Se fosse assim, sabia que devia parar.

Quando ia dizer que não devíamos, ela respondeu:

— Eu faço... se você realmente quiser. Sei o quanto isso te enlouquece. Quero fazer pra você! Quero te deixar feliz! — Olhou direto nos meus olhos e me beijou.

Era evidente que, mesmo odiando a ideia, ela faria só para me agradar.

— Bruna... não precisamos. Você já foi além do que eu poderia pedir pela minha fantasia. Eu não...

Ela interrompeu:

— Nossa fantasia! Eu gosto do que faz com você, então agora é nossa. Sei o quanto te excita imaginar. Dá pra sentir literalmente — disse brincando.

Sorri e beijei de novo.

— Tá bom. Você me pegou.

Finalmente perguntei:

— Mas te excita também? Ficar com ele?

Bruna ficou quieta um instante, depois assentiu.

— Não é ele, é a ideia de ser safada. Brincar com um pau que não é do meu marido... é tão errado.

— Um pau maior também — provoquei.

Bruna revirou os olhos, tentando esconder o sorrisinho.

— Vamos achar aquele babaca — disse, me puxando.

Saímos da pista e voltamos ao reservado. Osvaldo estava lá, ainda sorrindo. Bruna deslizou para dentro e eu a segui. Notei o vestido dela subindo, mostrando mais das pernas. Bruna olhou tímida para mim e depois para Osvaldo. Ele casualmente colocou a mão na coxa da minha esposa e ela estremeceu sem querer ao sentir a mão dele. Ela não falou nada, nem eu.

— Então você tinha condições, né? — perguntei num tom neutro.

Osvaldo riu e acariciou a coxa macia e cremosa dela.

— Só pensei que, já que tô fazendo algo por vocês, talvez eu ganhe algo também.

— Então antes você não ganhava nada?

— Não é isso — Osvaldo riu olhando para Bruna. — Sua esposa é a mulher mais gostosa com quem já fiquei na vida. Vou seguir todas as regras à risca. Se eu ganhar umas condições, vou ficar ainda mais grato. Sei o que vocês curtem. Vou entrar na fantasia de vocês, mas tratar com sinceridade e respeito. Quando vocês cansarem dessa aventura, vou entender também.

Ele subiu mais o vestido dela. A calcinha apareceu. Bruna fechou as coxas.

Não sabia se ele falava sério ou só para nos agradar. Encarei Osvaldo com olhar duro. Me irritava o quanto ele era casual apalpando minha esposa e expondo ela enquanto negociava limites para mexer com ela. Eu estava muito excitado.

Osvaldo me deu um sorriso superior que me deu raiva. Mas de alguma forma sabia que ele era sincero. Só queria pegar o máximo possível de Bruna antes de nós cairmos na real. Sabia o quanto ela me amava. Sabia que não tinha chance com ela além de através do marido — e o mesmo marido queria outro homem apalpando ela, mexendo com ela.

Olhei para a mão nodosa dele nas coxas macias da minha esposa. Os dedos dele agora batucavam de leve na calcinha. Os dedos eram grossos e eu desejei que ele só puxasse a calcinha de lado e enfiassem na buceta da minha esposa, que com certeza já estava ensopada.

— E aí, o que vocês acham? — perguntou convencido, notando meu olhar vidrado.

— Aceitamos — mal consegui falar.

— Ótimo... que tal comemorar vendo eu dedar sua esposa vadia — disse insolente.

Sabia que me tinha na mão.

— Abre as pernas da sua esposa pra mim e puxa a calcinha dela de lado.

Num transe, segurei a coxa exposta da minha esposa e puxei. Bruna olhou nervosa para mim. Resistiu por um segundo e depois deixou eu fazer o que queria. Ela abriu as coxas, escancarando para outro homem. Puxei a calcinha de lado. Expondo a bucetinha depilada e rosada da minha esposa para aquele homem detestável que nós dois odiávamos.

Osvaldo sorriu convencido ao ver isso.

De repente Bruna colocou a mão sobre a buceta exposta e disse:

— A gente aceita suas condições, mas... muda as fotos para quinzenal e o banho junto para mês sim mês não, igual à primeira condição — disse com firmeza, como se não houvesse negociação.

— Tudo bem — respondeu ele com voz rouca e afastou a mão dela da buceta. Passou a ponta dos dedos entre os lábios inchados, úmidos e pegajosos dela. Bruna gemeu baixinho e virou para me olhar. O rosto dela tinha todos os sinais de excitação. Os olhos se arregalaram e ela gemeu quando Osvaldo enfiou o dedo grosso com força na buceta dela.

— Porra! — gemeu ela e depois colocou a mão atrás da minha cabeça, puxou meu rosto para baixo. Me beijou com força enquanto Osvaldo começava a meter e tirar o dedo da buceta encharcada dela. Acrescentou mais um dedo nodoso e começou a dedar minha esposa.

— Isso, vadia... beija seu maridão enquanto eu dedo essa buceta safada — Osvaldo rosnou. — Tá feliz, Bruno?... é isso que você queria ver? Queria ver sua esposa abrindo as pernas pra outro homem? — provocou enquanto dedava minha esposa.

Osvaldo então agarrou um punhado do cabelo dela e puxou para longe de mim. Inclinou-se para beijá-la. Bruna colocou as mãos no peito dele, ia virar o rosto, mas ele era forte demais. Plantou os lábios nos dela e a beijou com força. Forçou a língua na boca dela. Depois ela simplesmente aceitou o beijo enquanto eu assistia.

Osvaldo estava tomando ela na minha frente pela primeira vez enquanto eu via de tão perto. Fez o beijo lento e sensual. Passou um braço mais apertado ao redor do corpo dela enquanto o outro se movia entre as pernas escancaradas. Bruna ainda tinha as mãos no peito dele, mas acabou passando-as ao redor do pescoço enquanto as tetas e o corpo perfeito se esmagavam contra o peito e a barriga dele.

Era uma visão e tanto: minha esposa linda, corpo malhado, loira, 29 anos, se pegando com aquele homem baixo, obeso, feio, cinquenta e cinco anos enquanto ele dedava a buceta casada dela. Olhei rapidamente ao redor para ver se alguém mais assistia ao espetáculo. Fiquei aliviado que o clube estava lotado e com luz baixa. Ninguém via a submissão da minha esposa.

Eles se pegaram pelo que pareceu uma eternidade, mas foram uns dez minutos. Osvaldo só curtia o abraço e o beijo. Ela tentou se afastar algumas vezes, mas ele a segurava com força, lábios colados nos dela. Finalmente deixou ela se afastar. Ela estava sem fôlego, rosto corado e agarrou o pulso dele.

— Meu Deus!!... porraaa... eu vou gozar — disse ofegante.

Osvaldo escolheu exatamente esse momento para tirar os dois dedos da buceta dela. Minha esposa gemeu de frustração.

— Por favor, não para!

Os quadris dela se ergueram como se tentassem colocar os dedos de volta na buceta. Ele me deu um sorriso satisfeito. Não queria que Bruna gozasse ainda.

— Você é um babaca, Osvaldo — disse ela com raiva. As pernas tremiam.

— Cedo demais, baby... vou deixar você gozar depois que for boazinha comigo — respondeu nonchalante. — Vamos dançar, dar um show pro seu maridão. Afinal, foi por isso que ele te trouxe aqui — puxou a calcinha de volta no lugar, cobrindo a buceta dela.

Bruna encarou Osvaldo com raiva.

— Vai, amor... dança com ele — sussurrei no ouvido dela.

Ela me olhou frustrada. Via que estava muito excitada e irritada com Osvaldo por negar o orgasmo dela.

— Tudo bem, você goza depois — Osvaldo riu, notando a frustração dela também.

Eu estava excitado que minha esposa estivesse tão louca de tesão.

Osvaldo saiu do reservado e Bruna saiu atrás. Virando para mim, notou minha cara de atordoado. Deu um sorriso safado.

Bruna colocou as mãos na mesa e se inclinou para frente. Deu um arco incrível nas costas e apertou as tetas perfeitas. Estava de tirar o fôlego. Sexy. Quando Bruna entrou — e especialmente nessa pose —, todo homem no lugar tentava dar uma olhada.

O jeito que o corpo dela arqueava. A bunda empinada. As tetas pendendo por baixo. Me beijou com carinho.

— Tá bom, vou dançar com ele e te dar um show...

— Bruno, faz anos que não danço, fico feliz que você tá me emprestando a esposa pra dançar — Osvaldo comentou enquanto agarrava a bunda dela e apertava sem cerimônia por cima do vestido.

Bruna me deu um olhar ardente antes de ir embora com Osvaldo. Fiquei olhando a bunda dela balançar enquanto andava. Osvaldo virou e me deu um sorriso arrogante enquanto passava o braço na cintura da minha esposa.

Bruna levou Osvaldo para a pista e logo foi engolida pela multidão. Tinha tanta gente que quase perdeu ele de vista. Ele seguiu atrás e agarrou a cintura dela na multidão.

Pararam num ponto da pista. Bruna virou de frente para Osvaldo e deu um olhar expectante. Ele sorriu e virou ela pela cintura. Sussurrou no ouvido dela:

— Seu marido vai vir nos procurar depois de algumas músicas. Quando ele aparecer, vou te dar um tapinha pra você saber que ele tá por perto. Quando receber o sinal, começa a dançar comigo mais safado do que nunca dançou com ele. Finge que não sabe que ele tá lá. Quando vir ele, finge surpresa mas não para. Ele vai vir até a gente e você vai ver ele mais excitado do que nunca.

Bruna virou a cabeça e disse:

— Você age como se já tivesse feito isso antes. Como saberia?

— Nunca fiz, mas ouvi falar de gente como seu marido. Ele quer te proteger mas também quer te ver se submetendo a outro. Ele nem sabe ainda o que o excita de verdade. Por que não faz e vê o que acontece?

Bruna não respondeu. Virou a cabeça e começou a rebolar no ritmo da primeira música. Pensou em esperar para ver se o marido aparecia e talvez dar um showzinho.

Osvaldo agarrou os quadris dela e puxou a bunda para ele. Pelo tecido fino do vestido, ela sentiu ele.

Nem estava totalmente duro e já parecia enorme. Bruna quis provocar Osvaldo por não deixá-la gozar. Rebolou a bunda nele. Devagar, subindo e descendo. Bruna arqueou as costas, ficando com uma pose sexy, tetas apertadas e mãos no peito.

Olhava para trás para Osvaldo. Ele só encarava a bunda dela se mexendo nele. Sentindo as nádegas macias e empinadas se esfregando sem parar. Osvaldo empurrou contra ela até Bruna sentir o pauzão entre as nádegas. Isso lembrou a vez que esfregou o pau de Osvaldo entre a bunda. A única proteção era um biquíni fino na época. Sentir o pauzão dele pressionando contra a buceta deu arrepios no corpo dela.

Bruna queria provocar Osvaldo, mas também estava curiosa para saber como seria dançar nele. Rebolou e esfregou a bunda no pau dele. O vestido fino e a calça dele não tinham muito tecido entre eles.

Quando a segunda música começou, Osvaldo sussurrou de novo no ouvido dela.

— Caralho. Você sabe mesmo mexer esse corpo.

Bruna ficou irritada ao ouvir a voz dele. Revirou os olhos. Sentindo ele quase totalmente duro. Bruna resolveu mesmo provocar. Tirou as mãos do peito e começou a mexer a bunda de verdade nele. Primeiro devagar, depois acelerou o movimento. Logo Osvaldo apertou mais os quadris dela, empurrando Bruna para frente. Em retaliação, ela arqueou as costas e caprichou mesmo.

Osvaldo sentiu o que o marido dela só tinha sentido. Teve os mesmos pensamentos imediatamente, imaginando como ela seria incrível mexendo assim no pau dele na mesma posição.

Osvaldo deslizou as mãos dos quadris para a bunda. Pegou uma nádega em cada mão. Bruna olhou ao redor e viu algumas pessoas encarando ela e Osvaldo. Não sabia se era pelos drinks ou porque estava excitada a noite toda, mas adorou a atenção. Olhares de estranhos por todo lado. Os homens pingavam de inveja vendo um cara como Osvaldo dançando com uma mulher como Bruna. As mulheres, por outro lado, tinham olhar de curiosidade. Bruna não era só uma mulher linda. Parecia sofisticada, não uma vadia qualquer. Elas se perguntavam o que um cara como Osvaldo tinha para pegar uma mulher como ela. Algumas pensavam em dinheiro. As mais próximas notaram o volume enorme na calça de Osvaldo que Bruna balançava toda em cima. As mulheres sexy perto o suficiente coraram enquanto algumas enrolavam o cabelo.

Bruna continuou rebolando a bunda toda em Osvaldo e nas mãos dele. Em certo momento Osvaldo fez uma concha com as mãos espalmadas ao redor da bunda dela. Bruna só deixou balançar nas mãos dele. Depois de um tempo a segunda música acabou e Bruna desacelerou e se endireitou. Só rebolava devagar em Osvaldo enquanto ele admirava a bunda dela. As pessoas ao redor trocaram olhares cúmplices.

Alguns homens esperavam talvez ter uma chance. Enquanto as mulheres tinham interesse em sentir Osvaldo elas mesmas. Infelizmente para eles, Bruna e Osvaldo nunca se separaram.

Finalmente a terceira música começou. E Bruna começou a rotina de novo. A pista estava ficando ainda mais lotada, então poucas pessoas conseguiam notar eles. A maioria estava no próprio mundo bêbado.

Durante a terceira música mudaram a iluminação e o clube ficou ainda mais escuro que o normal. Bruna rebolava a bunda em Osvaldo quando levou um tapa. Bruna sabia que o marido devia estar perto e vendo ela rebolar nele. Algo que só ele tinha experimentado até então. Ela caprichou mais. Lembrou das palavras de Osvaldo. Devia agir ainda mais safada? Já estava dando um show para as pessoas ao redor.

Finalmente, tomou o risco para ver se o marido enlouqueceria de tesão. Virou, agarrou a camisa de Osvaldo e puxou para baixo para um beijo. Ele correspondeu com força. Ela só rebolava na perna dele enquanto se beijavam.

Osvaldo parou o beijo por um segundo:

— A cara do Bruno não poderia estar mais chocada.

Bruna sorriu sabendo como estava enlouquecendo os dois homens. Um o marido amoroso. Outro, um babaca com um pauzão. Só puxou ele de volta para o beijo e continuou mexendo o corpo nele.

Meu rosto estava puro desejo. Não acreditava no que acabara de ver. Encontrar Bruna dançando loucamente com Osvaldo antes dele de repente bater na bunda dela e ela pular, virando para beijá-lo enquanto continuava rebolando nele. Finalmente cheguei bem perto deles.

Fiquei olhando o lado dos corpos deles, Bruna agarrada no pescoço suado de Osvaldo enquanto rebolava na coxa dele. A postura de pernas abertas de Osvaldo virada para mim e eu via o contorno da ereção dura na perna da calça. Bruna equilibrada numa perna só e usava a perna livre para massagear o pau de Osvaldo. As pernas macias e bronzeadas dela eram como seda contra a perna de Osvaldo. Ela sabia o que estava fazendo com ele. O que estava fazendo comigo. Bruna fez contato visual comigo, sorriu rápido, depois se endireitou antes de subir para morder a orelha de Osvaldo enquanto continuava esfregando o pau dele com a perna. Virou a cabeça de Osvaldo para longe dela e lambeu o pescoço suado dele, subindo até a bochecha onde terminou com um beijo. Vi os olhos de Osvaldo revirarem enquanto ele sorria um sorriso idiota. Filho da puta...

Osvaldo queria sentir a bunda de Bruna nele de novo e virou ela para mim. De repente eu e Bruna ficamos cara a cara. Ela me deu um sorriso antes de subir para beijar minha bochecha e colocar as mãos nos meus ombros. Começou a rebolar em Osvaldo de novo enquanto se apoiava em mim.

Olhei ao redor e notei alguns olhares tentando entender o que Bruna estava fazendo. Mas por causa da pista lotada e luz baixa agora era difícil ver qualquer coisa. Não sabia se isso decepcionava Bruna ou não. Acho que ela estava começando a gostar de dar show. De ser exibida. O fato de serem todos estranhos que não a conheciam dava coragem para ser mais ousada. Bruna deslizou as mãos até meu peito e olhou para cima enquanto dançava toda em Osvaldo. Via o fogo nos olhos dela. Ser provocada a noite toda estava enlouquecendo ela e a nós.

De repente, uma visão passou na minha cabeça. Éramos nós três na mesma posição mas na nossa cama de casados. Bruna me chupando enquanto Osvaldo fodia a buceta dela. Ela nem conseguia chupar direito porque ele metia tão forte na buceta dela enquanto batia na bunda perfeita. De repente voltei ao presente, afastando a visão dos pensamentos.

Bruna ainda tinha as mãos no meu peito, mas agora a cabeça virada olhando para Osvaldo. A bunda literalmente balançando e rebolando toda nele. Em todos os anos de namoro, acho que ela nunca ficou tão selvagem na pista ou pareceu tão sexy. Sempre foi uma dançarina incrível mas isso era diferente. Era tão sexual.

Osvaldo não acreditava no quanto a bunda da esposa gostosa parecia incrível agora. Travou os olhos com ela enquanto apertava a bunda e deslizava as mãos até os quadris, repetindo o processo.

Bruna estava ficando muito excitada. Ter o marido bem na frente enquanto se apoiava nele e Osvaldo a apalpava enquanto dançava com ela. Por algum motivo sentia que isso era ainda mais íntimo que o boquete só porque o marido estava bem ao lado. Fazia ela querer caprichar para o marido e agradar Osvaldo.

Depois que a música acabou, Bruna pulou para mim.

— Foi safado o suficiente?

Assenti.

— Vamos sair daqui.

Ela assentiu de volta:

— Nós três? — olhando para Osvaldo.

Respirei fundo e soltei o ar.

— Sim. Nós três.

Chamei um Uber na hora.

~~~~~~~~~~

[CONTINUA!]

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Querocasada69 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários