A noite na casa de Ricardo começou com uma calma enganosa, sob a luz baixa da sala e o sabor de um vinho caro. Minha esposa, Camila, usava um vestido de seda azul que realçava sua beleza, mantendo uma postura recatada e pernas cruzadas que exalavam uma timidez quase virginal. No entanto, o jogo começou quando Ricardo e eu fomos à cozinha por um instante; ele retornou antes e, num sussurro autoritário que eu não ouvi, ordenou que ela tirasse a calcinha. Quando voltei, a timidez dela já estava trincada por um brilho de ansiedade. Mais alguns goles de vinho foram o pretexto para que eu começasse a beijá-la no sofá, mas ao subir a mão pelo vestido, o choque de encontrar sua pele nua e úmida me paralisou. Enquanto eu a possuía, Camila mantinha o teatro de resistência, dizendo que não queria que Ricardo participasse, mas suas mãos, escondidas pelas sombras, buscavam freneticamente o volume rígido na calça do meu amigo ao nosso lado.
A máscara de timidez caiu por completo quando a luxúria assumiu o controle. Camila passou a me humilhar com o olhar, questionando se eu era mesmo o homem da casa ou apenas um espectador de sua entrega. "Vai ser meu corno? Vai deixar ele fazer o que quiser com sua esposa?", ela provocava entre gemidos, enquanto Ricardo a acariciava com brutalidade. Quando pedi desesperadamente que ele usasse camisinha, ambos riram da minha tentativa de autoridade. Ricardo ignorou o pedido, afirmando que a sentiria de verdade, e Camila celebrou a desobediência, entregando-se a ele sem proteção alguma, clamando para ser marcada. Após ele gozar dentro dela diante dos meus olhos, o ato final de submissão foi imposto: Ricardo ordenou que eu limpasse a intimidade dela com a minha língua, e Camila, com um sorriso de triunfo e deboche, deu um tapinha na própria coxa, chamando-me para cumprir meu papel.
Na manhã seguinte, o cenário era de uma normalidade assustadora. Camila despertou doce e carinhosa, vestindo o mesmo vestido azul agora amassado, e desceu para o café como se nada tivesse ocorrido. À mesa, Ricardo agia como o anfitrião perfeito. Enquanto levava a xícara de café aos lábios, Camila observava o marido pelo canto do olho, sentindo um prazer secreto. Ela saboreava a dualidade: o contraste entre o calor que ainda sentia no corpo e o frio calculista com que agora fingia normalidade. Ver o marido ali, tentando agir como se não tivesse se ajoelhado horas antes, era sua vitória. Ela sorriu para ele, um sorriso doce e vazio, sabendo que a timidez era sua arma para manter o jogo vivo.
Três dias depois, o silêncio da rotina foi quebrado pelo som de uma notificação no meu celular. Era uma mensagem de Ricardo, acompanhada de um frame de vídeo em alta definição da noite anterior. O texto dizia: "Olha o que eu tenho aqui: você limpando a minha sujeira da sua esposa com a língua enquanto eu te chamava de nada. Ficou ótimo. A Camila parece tão... satisfeita. O que será que o pessoal do seu trabalho ou a sua família achariam se vissem como você é o nosso brinquedinho? Se não quiser que isso circule, você já sabe: na próxima sexta, ela vem aqui em casa sozinha. Ela já sabe o que fazer, e você vai ficar em casa esperando, sabendo exatamente o que eu vou estar fazendo com ela sem proteção nenhuma. Não me obrigue a mostrar pra todo mundo quem você realmente é."
