# PARTE 17B (Continuação)
A cena mudou rápido. A Clara levantou do chão e afastou a mesa de centro com um empurrão do pé, arrastando ela pro canto da sala. Abriu um espaço no meio, tipo palco. As três meninas ajeitaram as posições - a Dani puxou a poltrona dela uns trinta centímetros mais pra frente, claramente querendo ver tudo de perto. A Andréia cruzou as pernas e os braços, mas a postura dela era de quem tava prestando atenção total. A Carla ficou mais quieta, mais atrás, mas os olhos dela não desviavam.
"Tira a roupa," eu disse, e minha voz saiu diferente. Mais rouca. Mais autoritária. Algo tinha mudado dentro de mim quando a Clara me deu permissão total. A hesitação, a culpa, o medo de brochar - tudo evaporou. O instinto assumiu. E o Tadalafila correndo nas minhas veias garantia que meu pau ia funcionar perfeitamente, não importava o quão nervoso eu tivesse.
A Clara obedeceu sem hesitar. Primeiro a regata branca - ela puxou por cima da cabeça num movimento fluido, os peitos dela aparecendo, mamilos já duros como pedra apontando pra frente. Depois a calça de couro - ela desabotoou, desceu o zíper devagar (aquele barulhinho metálico ecoando na sala silenciosa), e deslizou o couro apertado pelas pernas, revelando que tava sem calcinha. A buceta dela já tava molhada, dava pra ver o brilho mesmo de longe.
Ela ficou ali, no centro da sala, nua, sob a luz amarela do lustre, cercada pelas três melhores amigas e por mim. Vulnerável mas poderosa ao mesmo tempo. O corpo dela tremeu levemente - nervosismo ou excitação, provavelmente os dois.
"De joelhos," eu ordenei.
Ela caiu de joelhos no tapete felpudo, as mãos no colo, olhando pra cima pra mim.
Eu levantei do sofá e tirei minha roupa. Camiseta primeiro, jogando no chão. Depois calça e cueca num movimento só. Meu pau saltou pra fora, já completamente duro, latejando. Eu vi os olhos da Clara se arregalarem um pouquinho - não de medo, mas de antecipação. Ela sabia o que vinha.
"Engatinha até mim," eu disse.
Ela obedeceu. Colocou as mãos no chão e veio devagar, tipo gatinha, as costas arqueadas, a bunda empinada balançando levemente a cada movimento. Ela parou aos meus pés e olhou pra cima de novo, esperando a próxima ordem.
"Abre a boca," eu disse. "E quero profundo. Quero te ver engasgar."
Ela abriu a boca, a língua saindo um pouquinho, e eu não fui gentil. Eu segurei o cabelo loiro dela com as duas mãos, fazendo um rabo de cavalo improvisado no meu punho, puxei a cabeça dela pra trás expondo a garganta, e enfiei meu pau até o fundo de uma vez.
"Gluck!" Ela engasgou na hora, o corpo dela se contraindo, os olhos lacrimejando instantaneamente. Mas as mãos dela foram pros meus quadris, não me empurrando, me puxando pra mais perto.
Eu comecei a foder a boca dela. Não era um boquete. Era uma fodida mesmo. Eu segurava a cabeça dela firme e estocava, batendo a base do meu pau nos lábios dela, a cabeça do pau batendo lá no fundo da garganta dela a cada entrada. O som preencheu a sala na hora - aquele *gluck gluck* molhado, sujo, obsceno, misturado com os engasgos dela e a respiração pesada dela tentando puxar ar pelo nariz.
"Engole tudo, minha vadia," eu grunhia, forçando ela a aceitar cada centímetro. "Engole até babar."
E ela babou. Caralho, como ela babou. A saliva começou a escorrer pelos cantos da boca dela, pingando no queixo, descendo pelo pescoço e pingando nos peitos dela. Fios grossos de baba conectavam a boca dela ao meu pau cada vez que eu tirava um pouco pra deixar ela respirar. O batom nude dela tinha borrado completamente, manchando o pau, e o rímel começou a escorrer com as lágrimas.
Foi quando a Dani se levantou da poltrona.
"Deixa eu ajudar," ela disse, vindo até nós. Ela se ajoelhou ao lado da Clara e, sem tocar em mim, colocou a mão atrás da cabeça da Clara e empurrou. Empurrou a cabeça da amiga pra frente, forçando meu pau a ir ainda mais fundo na garganta dela.
"Isso," Dani disse, sorrindo maliciosa. "Engole tudo, Clara. Mostra pra ele."
A Clara engasgou mais violentamente, o corpo dela convulsionando, mas ela não recuou. A mão da Dani mantinha pressão na nuca dela, me ajudando a foder a garganta da namorada.
"Olha como ela aguenta," Dani comentou pra mim, excitada. "Só ela consegue engolir você assim."
A Andréia levantou também e veio se juntar. Ela ficou do outro lado e, enquanto a Dani segurava a cabeça da Clara, a Andréia pegou a mão da Clara e colocou na minha bola. "Aperta," Andréia instruiu. "Massageia enquanto ele fode sua boca."
A Clara obedeceu, apertando minhas bolas enquanto eu continuava estocando, e a combinação da boca quente e molhada dela com a massagem e a ajuda das amigas era intensa demais.
Até a Carla se aproximou, hesitante no começo, mas quando a Clara olhou pra ela com aqueles olhos lacrimejados, implorando apoio, a Carla se ajoelhou também. "Você consegue," Carla sussurrou pra Clara, acariciando as costas da amiga. "Você é a única dele. Prova isso."
Eu aumentei o ritmo, fodendo a boca da Clara com mais força, mais rápido, minha pélvis batendo no rosto dela, e a Dani continuava empurrando a cabeça dela, não deixando ela recuar, fazendo ela engolir tudo. Mais saliva escorria, fazendo uma porra de bagunça molhada nos peitos dela, na barriga, pingando no chão.
Quando eu senti que ia gozar se continuasse, parei. Tirei o pau da boca dela com aquele barulho de sucção *pop*. Um fio grosso de saliva misturada com pré-gozo conectou a glande do meu pau com o lábio inferior dela por uns dois segundos antes de estourar e cair no peito dela.
Ela ofegou, puxando ar, a boca escancarada, o rosto uma bagunça linda de saliva, lágrimas e maquiagem borrada.
"Levanta," eu ordenei. "Mãos na parede."
Ela levantou nas pernas trêmulas, as amigas ajudando ela a ficar de pé, segurando os braços dela, e foi até a parede da sala. Colocou as duas mãos espalmadas na parede branca, abriu as pernas, empinou a bunda pra trás. A buceta dela tava pingando - literalmente pingando de molhada, um filete escorrendo pela coxa.
A Dani veio atrás dela e se agachou. "Deixa eu ajudar," ela disse de novo, e com as duas mãos ela abriu as pernas da Clara ainda mais, forçando ela a ficar numa posição mais exposta, mais vulnerável. "Assim fica melhor pra ele entrar fundo."
A Andréia veio do outro lado e segurou um dos quadris da Clara, estabilizando ela. "A gente tá aqui, Clara. Você não tá sozinha."
Eu cheguei por trás, segurei meu pau (que tava brilhando de saliva dela) e encostei na entrada da buceta dela.
E meti de uma vez. Até o talo.
"AAAH PORRA!" A Clara gritou, a voz ecoando pela sala, o corpo dela se curvando pra frente, a testa encostando na parede.
A Dani soltou as pernas dela e ficou de lado, observando de perto onde a gente tava conectados, fascinada. "Caralho, olha isso. Ele tá te enchendo toda, Clara."
Eu não dei tempo dela se acostumar. Comecei a meter forte, rápido, os ossos da minha pélvis batendo na bunda macia dela fazendo aquele barulho de carne batendo contra carne - *plap plap plap* - que preencheu o apartamento inteiro. A buceta dela tava apertada pra caralho, quente, molhada, me sugando pra dentro a cada estocada.
"Tá doendo?" eu perguntei no ouvido dela, sem parar de meter.
"Tá..." ela gemeu, a voz quebrada, "mas não para... por favor não para..."
Eu dei um tapa estalado na bunda dela. A marca dos meus cinco dedos apareceu vermelha na pele branca na hora. Ela gemeu mais alto.
A Andréia, ainda segurando o quadril da Clara, decidiu participar também. Ela deu um tapa na outra nádega da Clara, sincronizando comigo. "Você aguenta mais," Andréia disse, firme. "Mostra pra ele que você aguenta tudo."
"Diz pra elas," eu ordenei, acelerando ainda mais o ritmo. "Diz pra elas de quem você é."
"EU SOU SUA!" a Clara gritou, a voz falhando. "EU SOU SUA, LIAM! SÓ SUA!"
"Diz que você é minha puta."
"EU SOU SUA PUTA!"
"Diz que você é minha vadia."
"EU SOU SUA VADIA!"
"Diz que ninguém fode você assim."
"NINGUÉM!" Ela tava chorando agora, mas eram lágrimas de catarse, de libertação. "NINGUÉM ME TOCA ASSIM! SÓ VOCÊ! SÓ VOCÊ PODE ME FODER ASSIM!"
A Carla, que tinha ficado mais quieta, finalmente se aproximou e ficou na frente da Clara. Ela segurou o rosto da amiga com as duas mãos, limpando as lágrimas com os polegares. "A gente sabe," Carla disse, gentil mas firme. "A gente sempre soube. Você é a dona dele, Clara. E isso aqui prova."
Eu mudei o ângulo, saindo da buceta dela (um barulho molhado de sucção), e mandei: "No chão. Deita de costas."
As três amigas ajudaram a Clara a se deitar no tapete. A Dani segurou um braço, a Andréia segurou o outro, e a Carla guiou ela pra posição certa. Ela deitou de barriga pra cima, o corpo suado brilhando sob a luz, e as meninas abriram as pernas dela, segurando uma perna cada uma (Dani numa, Andréia na outra), expondo completamente a buceta inchada, vermelha, escorrendo uma mistura de fluidos dela e saliva minha.
"Assim você consegue ir mais fundo," Dani explicou pra mim, segurando a perna da Clara aberta. "Ela aguenta."
Eu me ajoelhei entre as pernas dela. "Me olha," eu disse.
Ela me olhou. O rosto tava uma bagunça linda - cabelo grudado na testa de suor, rímel escorrido, lábios inchados, saliva seca no queixo e pescoço.
Eu entrei nela de novo, devagar dessa vez, olhando direto nos olhos azuis dela. Vi ela morder o lábio, o corpo dela se ajustando pra me receber.
"Eu te amo, Clara," eu disse, alto e claro, pra todo mundo ouvir.
"Eu te amo, Liam," ela respondeu, a voz quebrada, soluçando.
E aí eu perdi o controle. Esqueci que tinha gente assistindo. Esqueci tudo. Eu só sentia ela. Fodi ela com uma intensidade primitiva, animal, puro instinto. As amigas mantinham as pernas dela abertas, me dando acesso total, facilitando cada estocada.
O tapete tava ficando molhado embaixo dela de tanto fluido. O som era pornográfico - *shlock shlock shlock* - carne molhada deslizando, batendo, gemidos, gritos.
"Mais forte!" ela pediu, ou exigiu, sei lá. "Mais fundo! Me arrebenta!"
A Andréia soltou a perna da Clara por um segundo e empurrou meus quadris, me forçando a ir mais fundo. "Assim," ela disse. "Vai até o fim."
Eu obedeci. Cada estocada batia no fundo da buceta dela, possivelmente batendo no colo do útero, e ela gritava a cada uma.
A Dani tinha largado a outra perna e tava se tocando abertamente agora, mas ainda ajudando. "Vira ela," Dani sugeriu, ofegante de tesão. "Deixa a gente ajudar a abrir ela mais."
Eu saí dela e ajudei a virar. As três amigas agiram rápido - colocaram a Clara de quatro no tapete, e dessa vez a Dani e a Andréia fizeram algo diferente. Elas se posicionaram dos lados e, com as mãos, abriram as bochechas da bunda da Clara, expondo completamente os dois buracos - a buceta escorrendo e o cuzinho apertado, piscando.
"Olha isso," Dani disse pra mim, excitada, mantendo a bunda da Clara aberta. "Toda dela é sua. Escolhe."
Eu peguei o lubrificante que a Clara tinha deixado discretamente perto do sofá. Passei no meu pau e ia passar no cu dela quando a Carla se aproximou.
"Deixa eu fazer," Carla disse, pegando o lubrificante. Ela esguichou bastante no cu da Clara e com o dedo espalhou, preparando a amiga. "Relaxa, Clara. A gente tá cuidando de você."
Depois de espalhar o lubrificante, a Carla fez algo que me surpreendeu. Ela cuspiu. Cuspiu direto no cu da Clara, adicionando mais lubrificação. A Dani fez o mesmo do outro lado, cuspindo também. E até a Andréia, sempre a mais reservada, cuspiu na entrada do cu da amiga.
"Pronta," a Dani anunciou, mantendo as bochechas da bunda abertas. "Agora vai."
Eu encostei a cabeça do pau no cu da Clara, fazendo pressão devagar.
"Relaxa," eu disse.
Ela respirou fundo, relaxou, e eu empurrei.
A cabeça entrou. Ela gemeu, não de dor exatamente, mas de invasão, de estar sendo preenchida de um jeito diferente.
"Continua," ela pediu.
Eu empurrei mais. Centímetro por centímetro, devagar, e as mãos da Dani e da Andréia mantinham a bunda dela escancarada, facilitando a entrada, deixando eu ver tudo.
Quando finalmente eu tava todo dentro, os dois a gente ficamos parados por uns segundos, respirando.
"Caralho," a Dani sussurrou, ainda segurando. "Ele tá todo dentro. Ela tá aguentando tudo."
E então eu comecei a meter.
Devagar no começo. Saindo quase completamente e voltando, deixando ela sentir cada entrada, cada saída. O cu dela era mais apertado que a buceta, obviamente, e mais quente também.
"Mais rápido," Clara pediu, a voz abafada porque a cabeça dela tava afundada no tapete.
Eu acelerei. O ritmo foi ficando mais frenético, os quadris dela batendo pra trás pra me encontrar, as bolas batendo na buceta molhada dela a cada estocada - *tap tap tap*.
As amigas largaram a bunda dela finalmente e se afastaram um pouco, deixando a gente no nosso ritmo. A Dani voltou a se tocar, gemendo. A Andréia observava com respiração pesada. A Carla tinha lágrimas nos olhos, mas não de tristeza - era intensidade, compreensão.
Eu dei mais tapas na bunda dela, alternando entre as duas nádegas, deixando marcas vermelhas por todo lado. Clara gritava a cada tapa, o cu dela apertando reflexivamente em volta do meu pau.
"Vou gozar de novo," eu avisei.
"No meu cu," Clara implorou. "Goza no meu cu, me enche."
Eu acelerei ainda mais, fodendo o cu dela sem piedade, e quando o orgasmo veio foi intenso pra caralho. Eu gozei fundo dentro do cu dela, enchendo, sentindo a porra preencher cada espaço enquanto eu pulsava dentro dela.
Clara gritou e gozou também, o corpo dela convulsionando, a buceta esguichando fluido no chão (ela tinha esguichado, caralho), tremendo inteira.
A Dani gozou junto, o corpo dela tremendo na poltrona enquanto se dedava.
Quando finalmente acabou, eu saí devagar. O cu dela ficou meio aberto por uns segundos antes de se fechar, um pouco de porra escapando.
Mas eu ainda não tinha terminado com a prova.
"Deita de costas de novo," eu disse, ofegante mas determinado.
As amigas ajudaram a virar a Clara mais uma vez. Ela deitou de costas no tapete ensopado, exausta, o corpo marcado.
"Se masturba," eu ordenei. "Quero te ver gozar de novo."
Clara levou a mão pra buceta e começou a se tocar, os dedos deslizando na bagunça molhada de porra e fluidos, gemendo baixinho.
Eu fiquei de pé na frente dela, as três amigas ao redor observando, e comecei a bater uma punheta, olhando pra ela, pro corpo dela usado, perfeito.
A Carla se ajoelhou ao lado da Clara e segurou a mão livre da amiga, entrelaçando os dedos, dando apoio. A Dani se ajoelhou do outro lado e acariciou o cabelo da Clara. A Andréia ficou aos meus pés da Clara, observando tudo.
"Abre a boca," eu disse quando senti o último orgasmo chegando.
Ela abriu a boca, estendeu a língua, os olhos fixos no meu pau, esperando. As amigas seguravam ela, apoiavam ela.
Eu gozei. Jatos voaram no rosto dela, no cabelo loiro, nos peitos, na barriga. Foi surpreendentemente muito pra ser a terceira vez. Ela ficou coberta, literalmente coberta de porra.
E aí ela fez algo que me destruiu por dentro.
Ela riu. Um riso de felicidade pura, quase maníaca, de alívio total. Ela passou as mãos no rosto, pegou a porra fresca, lambeu os dedos fazendo sons obscenos, e depois enfiou os dedos sujos de esperma na própria buceta, se masturbando freneticamente com a minha porra.
"Minha," ela sussurrava enquanto se dedava. "Tudo meu. Ele é meu."
As três amigas observavam, respeitosas, compreendendo.
Clara gozou mais uma vez, o corpo arqueando, as costas saindo do chão, um gemido longo e gutural, misturando tudo numa bagunça completa no tapete.
E então ela colapsou.
Eu me abaixei e a peguei nos braços. As amigas se afastaram, dando espaço, mas mantiveram presença próxima.
"Eu te amo," eu sussurrei.
"Eu te amo," ela respondeu, exausta.
O silêncio na sala era absoluto agora.
Andréia foi quem quebrou o momento. Ela foi até a cozinha, voltou com um copo d'água e me entregou. "Pra ela."
Eu ajudei a Clara a beber.
Carla se aproximou e se ajoelhou perto. "Vocês entenderam?" Clara perguntou, olhando pras três.
Carla assentiu. "Entendemos. Você é a dona dele. E ele é seu dono. A gente... a gente só orbitou. Mas o centro sempre foram vocês."
Clara sorriu e tocou o rosto da Carla. "Obrigada por entender. Por ajudar."
Dani finalmente falou, ainda meio ofegante. "Isso foi... transcendental. E eu nunca me senti tão unida com vocês como agora. É estranho dizer isso, mas... foi lindo."
Andréia assentiu. "É isso. A gente tá junto nisso. Todas."
"E agora?" eu perguntei.
Clara respirou fundo. "A regra muda. Mas o tesão fica. Com todo mundo cuidando de todo mundo. Liam e eu somos o centro. Vocês podem participar, mas sempre sabendo disso."
"Eu topo," Dani disse.
"Eu também," Andréia concordou.
Carla olhou pra mim e pra Clara. "Se for assim... eu topo tentar de novo. Devagar."
"Devagar," Clara confirmou. "E na segunda você e o Liam conversam. Sem medo."
A noite terminou com pizza, risadas e reconstrução.
Quando elas foram embora, eu e a Clara tomamos banho juntos. Deitamos limpos e ela apagou rápido.
Eu fiquei acordado pensando. Pensando na loucura da noite. No café com a Carla. No futuro.
Mas por agora, tava tudo bem.
A regra tinha mudado. E pela primeira vez em semanas, tinha equilíbrio.
Abracei a Clara e dormi.
Até a próxima.
***
Nota do Autor: Eu realmente acho que aqui se encerra essa série, pessoal. Vou deixar o que a Carla conversou com ele no dia seguinte pra imaginação de vocês… pensarei, pensarei…
Enfim, obrigado por acompanhar essa série até aqui! Foi bem extensa e realmente deu um trabalhão pra escrever (acho que foi a sequência mais extensa que já fiz). Acompanhem as outras séries já lançadas e, por favor, comentem: devo escrever o capítulo especial, a conversa com Carla? Eu já sei a resposta de vocês, provavelmente. Mas realmente estou na dúvida. Obrigado e até a próxima!