O Barman e o Confeiteiro 31

Um conto erótico de R. Valentim
Categoria: Gay
Contém 3349 palavras
Data: 17/01/2026 12:57:03
Assuntos: Gay

ADRIANO 31

— Madrinha a senhora está nas grades e digo isso com todo o amor que posso sentir no meu coração gelado.

— Obrigado Caio!

— Mulher o Breno disse que vai trazer pizza, porque a senhora quer fazer um bolo, nem vai está pronto quando ele chegar — ele está certo, mas é que aniversário tem que ter bolo e não posso comprar um presente, essa é minha forma de mostrar pro Breno o quanto sou grato por tê-lo na minha vida.

— Não é só um bolo, é o presente dele.

— Te garanto que ele iria preferir outra coisa — Caio solta despretensiosamente.

Primeiro Caio disse que não vinha, mas do nada foi o primeiro a chegar — ele chegou junto comigo na verdade — Ykaro ainda não chegou, mas vai atrasar um pouco de qualquer forma, porque ficou de ir buscar o Luan, não é uma festa surpresa nem nada disso, mas o Breno vai ser o último a chegar, o que é engraçado afinal ele quem marcou.

Nem tive tempo de tomar um banho, assim que entrei larguei minha mochila no sofá e já vim para cozinhar começar o bolo de chocolate com recheio de ganache, é o favorito do aniversariante, por sorte ainda tinha os ingredientes no armário. Caio trouxe duas garrafas de vinho e já abriu uma, assim que chegou a cozinha.

— Hoje é sexta feira mulher, você pode por favor tomar uma taça de vinho comigo? — Caio diz sendo dramático.

— Eu trabalho amanhã, Madrinha.

— Você está sempre trabalhando agora Madrinha, olha pensei que você odiasse esse trabalho.

— Eu não odeio — ele me encara com sua sobrancelha arqueada — tá não está sendo como eu pensei que seria satisfeita?

— Não, já falei que não sinto prazer na sua dor Madrinha.

— Só em está certo — completa ele, recebendo um aceno de cabeça confirmando.

— Quer uma fofoca para te deixar feliz? — Ele diz mudando de assunto.

— Se um dia a minha resposta for não, você pode me martar — Caio riu da minha piada.

— Descobri quem é a pessoa secreta do Luan — quase deixei a tigela que estou batendo os ovos cair.

— Como assim?

— Lembra no dia que você nos expulsou da sua casa? — Acho que nem é relevante para a história, mas ele não vai deixar esse episódio passar sem antes passar na minha cara horrores.

— Lembro vagamente — respondo fingindo indiferença.

— Vaca!

— Quem é mulher, fala — nem consigo mais fingir que isso não está me deixando pilhado, pois nem o Luan quis me contar quem era.

— Ué, pergunta para ele — eu odeio o fato de que ele vai me fazer implorar.

— Você sabe que ele não me contou — digo — e quer saber não quero saber quem é.

— Nem se eu te falar que é um cara?

Agora precisei colocar a tigela em cima da mesa, minhas pernas falharam e meu coração acelerou, Caio jamais mentiria sobre isso ou me faria esse tipo de piada, tem mil coisas na minha cabeça agora, eu sei que ainda sim deveria questionar o Caio sobre, mas ser um cara meio que resolve todo o mistério dele durante o último mês. Ele tem se aproximado do Ykaro, fez até mais sentido, os dois são héteros, ou eram né, e estão passando por essa novidade, mas me deixa meio puto o fato do Luan não ter confiado em mim para me contar.

— Tá puta né Madrinha?

— Claro que eu tô, porque ele não me contou, tipo sou eu o cara mais gay que ele conhece, eu sou a última pessoa que o julgaria e será que ele contou pro Ykaro? — Caio solta uma risada muito maliciosa agora.

— Madrinha, acho que ele não precisou — o veneno de Caio escorre pelos lábios.

— Como assim Caio?

Luan está com um cara e não me contou, o que isso significa para mim? Tipo eu superei ele a muito tempo, “porque ele é hetero” uma voz diz na minha cabeça, mas ele ficou com um homem e não me falou nada, caralho ele não me contou, não sei como me sentir, o que pensar, estou com um gosto ruim na boca, como ele fez isso comigo? Mas tipo ele tinha que me contar? Caralho!

— Madrinha eu te amo e te digo isso com todo o amor que sou capaz de sentir no meu coração gelado, mas a senhora é muito burra.

— O Ykaro está ficando com um cara, ele não está solteiro — o julgamento do Caio recai sobre mim — não.

— O próprio Luan falou para uns gays amigos meus que o Ykaro era namorado dele.

— Mas isso foi há mais de um mês, ele ainda estava namorando com a Stella — digo incrédulo.

— E o que foi que aconteceu poucos dias depois? — Caio está adorando me contar isso, mas agora estou muito confuso para brigar com ele.

— Não, eles dois são só amigos — não são eu sei, puta que pariu.

— Pega amiga, acho que agora você vai querer o vinho — pego a taça e viro de uma vez só — Luan está pegando seu colega de casa gato a mais de um mês, e deve ter sido incrível já que o Luan trocou a Stella por ele sem nem pensar.

— Eles não falaram nada para ninguém — estou totalmente sem chão.

— Não, o Breno até sabia de uma parte, mas não de tudo.

— Ele te falou?

— Claro que não né Madrinha, mas eu conheço vocês e eu não sou boba, quer saber da melhor parte, o Ykaro foi amante do Luan enquanto ele namorada com a Stella, lembra do piti que ele deu por causa da chave, dizendo que tinha certeza que o Ykaro não se importava?

— Não tem nada haver uma coisa com a outra.

— Madrinha, pela amor de Deus, os dois usam o mesmo perfume, e desde do seu aniversário que eles dois ficam estranhos quando ficavam juntos na nossa frente toda aquela tensão, vai dizer que eu tô maluca?

— Luan reagia estranho só da gente falar sobre o Ykaro.

— E quando ele praticamente expulsou a Pamela aqui da sua casa, enfim a lista de provas é imensa e hoje eu tive a certeza, quando vi minha amiga e perguntei sobre aquela noite, que eu já estava com a pulga atrás da orelha há muito tempo.

— Como assim?

— Não lembra que o Ykaro foi buscar o Luan bêbado na boate, naquele dia o Ykaro falou que estava passando por lá e que tinha reconhecido o Luan, mas na verdade o Luan ligou para ele ir buscá-lo e ainda o chamou de namorado.

Meu mundo caiu oficialmente, perdi a força nas pernas e nas mãos, eu gosto do Luan a nem sei quanto tempo e não pensar sobre isso foi fácil, afinal ele era hetero, mas então isso aconteceu e eu não devia, mas estou me sentindo traído e até meio desprezado sei lá. Ele nunca teve curiosidade comigo, nunca rolou nada que pudesse ser interpretado dessa forma, eu sei que estou só pirando sozinho, mas não consigo evitar.

— Então Madrinha, o que você vai fazer?

— Nada — digo voltando a preparar o bolo do Breno — não é da minha conta.

— Se você disse — Caio volta a tomar seu vinho como se não tivesse jogando uma bomba atômica no meu colo.

— Caio não fala nada para eles, por favor, não estrague o aniversário do Breno! — Digo com toda a seriedade que consigo transparecer agora.

— Sim senhora.

Fico em silêncio enquanto Caio começa a falar sobre outra coisa, mas não consigo focar em mais nada que não seja terminar o bolo de aniversário que estou fazendo. Depois de um tempo ouça a campainha — Breno acabou chegando antes do Ykaro e Luan. Uma merda que agora na minha cabeça só consigo pensar no que eles estão fazendo para não terem chegado ainda, do nada sou tomado por um sentimento amargo e não gosto nem um pouco de me sentir assim.

— Oi gente, espera isso é o que eu estou pensando que é? — Breno pergunta ao me ver colocar seu bolo no forno.

— Seu bolo favorito, foi ideia da Madrinha preparar ele para você hoje — Caio revela e recebo um sorriso seguido de um abraço em forma de agradecimento.

— Não precisava — ele diz feliz.

— Você merece, parabéns Breno — falo depois do nosso abraço.

— Então Madrinha, porque você não vai tomar um banho e trocar de roupa, enquanto a gente pede as pizzas e eu fico de olho no seu forno — Caio diz em seu tom mandão habitual.

— Beleza, não vou demorar.

Estou tentando me manter firme, mas saber que Luan e Ykaro está namorando isso me pegou completamente desprevenido. No quarto pego uma calça de moletom e uma camiseta cavada que tenho e que gosto de vestir quando estou em casa, levo tudo para o banheiro para tomar um banho é já me trocar lá dentro mesmo. Ligo o chuveiro e deixo que as gotas de água levem minhas lágrimas — porque estou chorando?

Fico um tempo apenas parado debaixo do chuveiro, quero entender meus sentimentos, porém já ficou bem claro para mim que não vou ser capaz de fazer isso agora. Que merda sentir isso, me sinto mau por está puto com eles, ao mesmo tempo que também estou muito puto com ele. Não devia está pensando nisso, mas eles não me falaram nada e agora me sinto um bobo, Luan não confiou em mim para me contar e não consigo entender o porquê dele não ter feito isso.

Teria sido uma merda menor para mim ficar sabendo disso pelo Luan e não pelo Caio como uma fofoca qualquer que a gente compartilha sempre, eu sei que o Caio só me contou porque sabe que eu iria reagir dessa forma e ele nunca escondeu que não gosta da minha amizade com Luan. Nossa, o que eu faço, não consigo pensar em nada que não seja nos dois me fazendo de otário debaixo do meu nariz, eles deviam ter me contato, Luan me devia isso como melhor amigo, a coisa mais diferente aconteceu na vida dele e ele não compartilhou isso comigo, essa relação claramente não é uma coisa passageira, ele terminou com a Stella por conta do Ykaro, conheço Luan, ou pelo menos eu achava que conhecia.

Por mais que eu queira não posso me esconder no banheiro então desligo o chuveiro, me enxugo e vista a roupa que separei. Voltando para a sala vejo que Luan e Ykaro já chegaram, mas apenas Luan está com o pessoal na sala, Ykaro deve está tomando banho provavelmente por está vindo direto do trabalho assim como eu.

— Oi Adriano, olha a gente trouxe uma torta, não sabia que você ia fazer o bolo — diz ele indicando uma torta de chocolate em cima da mesa.

— Tô falando para ele que quanto mais melhor — responde Breno genuinamente feliz e um pouco mais animado do que de costume.

Queria não saber, pelo menos não hoje, agora tudo que consigo pensar é que o Luan disse “a gente” é isso que ele e o Ykaro são agora um “nós”, um casal, eles estão apaixonados, será que foi amor à primeira vista, Luan sempre foi hetero e até onde eu sei Ykaro também, então como isso aconteceu. Como eles foram de dois caras que pegavam a mesma mulher para dois caras que agora se pegam — droga agora estou pensando em quem está sendo o que? Isso é tão errado e droga, sou um péssimo amigo.

— Pois é o Adriano falou que era seu presente né Madrinha? — Caio fala comigo, mas não faço ideia do que eles estão conversando.

— O que?

— Mulher, eu tô falando do bolo ser o presente para o Breno.

— Ah, sim é, eu quis fazer por isso — digo sem jeito.

— Você tá bem amigo? — Luan pergunta, mas me irrita ele ter me chamado de amigo, “se sou seu amigo porque não me contou?” Pensei.

Eles voltam a conversar, porém não consigo pensar em outra coisa, nem o Nathan tá conseguindo me fazer esquecer que meu melhor amigo não me contou algo tão importante, ele talvez acho que estou apaixonado por ele até hoje e por isso não falou nada, ou só simplesmente não confiou em mim para me falar, agora faz todo sentido ele ter passado aqueles dias agitado, deve ter sido assustador começar a gostar de um homem, mesmo assim ele não confiou em mim, essa é uma traição pior do que a que sofri com Nathan.

As pizzas chegam e Ykaro finalmente se junta a nós, ele senta ao lado do Luan no sofá de dois lugares, enquanto estamos no maior com Breno no meio, olhando para os dois juntos é como se um nó se amarra-se dentro de mim. Olho para eles e quero chorar, eles não estão mesmo juntos, como pude ser tão cego? Não posso mais ficar aqui.

— Eu vou no posto comprar mais refrigerante — digo a primeira coisa que me vem à cabeça.

— O que tem aí dá para gente — Breno diz.

— É que estou querendo São Gerardo e só tem Coca — falo.

— Então beleza, a gente vai lá rapidinho — Breno já vai levantando para sair, mas não quero que ninguém fique comigo agora, preciso ficar sozinho.

— Você é o aniversariante, você fica e eu vou — forço um sorriso para parecer que tá tudo bem.

— Eu vou com você então — Luan se prontifica, mas isso só me irrita ainda mais, então acabo reagindo um pouco mais exaltado do que deveria.

— Porra eu não sou alejado e nem tão sensivel assim que não consegue fazer nada sozinho, a porra do posto fica na esquina! — Todos ficam me encarando um pouco assustados — Desculpa, eu já volto, podem ir comigo.

Agora estou morrendo de vergonha, então só saio sem dizer mais nada — merda — não devia ter explodido daquela forma, agora estou me sentindo mal, mas é que todo esse excesso de cuidado deles comigo agora parece meio hipócrita, já que quando algo acontece com eles não sou cogitado como um apoio, como alguém que pode ajudar, no fundo acho que não é só sobre meu ego ferido, de não ter sido o cara que despertou esse lado da sexualidade dele, mas nem como amigo confidente eu fui escolhido.

Eu sou gay, eu entendo o sentimento de ficar no armario, o medo do julgamento, mas porra, eu daria qualquer coisa — qualquer coisa mesmo — para ter tido uma rede de apoio quando me assumi, ser gay, ou bi, ou simplesmente fazer parte da sigla já te torna um ser humano mais corajoso que a maior parte das pessoas, saber que ser quem você é pode te por em perigo, até te expulsar de casa, isso é de mais para quanquer pessoal, então ter apoio nessas horas é muito importante.

Não fui o porto seguro dele, ele passou por todo o processo sozinho, se martirizando, se culpando por conta da sua culpa cristã, nem posso imaginar o quanto deve ter sido complicado entender seus próprios sentimentos, pela Stella, pelo Ykaro, ele não tava bem, eu notei isso, caralho será que eles me veem assim tão fragio e burro que não posso perceber as coisas, que não posso ajudar, eu entendo que sou muito desligado das coisas, porém me esforço para caralho para ser um bom amigo para eles.

Não vou pro posto, acho que meu mecanismo de defesa entrou no controle e me levou até o ponto de ônibus onde me sento para resolver para onde vou agora. essa avenida passa ônibus de instante em instante, estou com meu celular então posso ir para onde eu quiser, nessas horas que eu queria ter um lugar para refletir, tipo ser essas pessoas que vão para praia e ficam sentadas na areia esperando que o mar as acalme ou que lhe dê as respostas da vida. Mas não sou essa pessoas, na verdade cozinhar é o que me faz feliz — porra meu bolo no forno, droga.

— Eu deixei o Luan de olho, Madrinha relaxa — Caio aparece do nado sentando do meu lado.

— Como você — ele nem me deixa terminar.

— Eu sei de tudo mulher, quando a gente vai superar essa parte — ele diz se sentindo ofendido por suas habilidades estarem mais uma vez sendo postas a prova — então para onde a gente vai, tem uma balada ótima de aniversário do Breno que ele me fez cancelar.

— Como assim, ele disse que o plano era pizza lá em casa.

— Ele mentiu para você.

— Parece que está na moda meu amigos mentirem para mim ultimamente, não só meus amigos, meus namorados também né — digo voltando a ficar irritado.

— Tá Madrinha, eu admito que às vezes a gente te poupa das coisas por achar que a senhora já tem tanta coisa na cabeça que não vale a pena se preocupar mais.

— Eu não sou de vidro Caio — digo ainda irritado.

— Certo, tá bom — tem algo diferente no seu tom agora quando ele me olha, Caio parece até um pouco vulnerável — vou dizer só uma vez, então é bom que você escute, entendeu?

— Sim senhora.

— Não era para ter te contado sobre o Luan, era para ter esperado ele te falar.

— Até parece que ele iria — falei em tom debochado.

— Você só está com raiva, mas sabe que ele iria sim, aquele crente do shopper não consegue comprar nem cuecas sem você mandar.

— Mas ele agora tem outra pessoa para ajudar ele nisso — o pesar na minha voz é palpavel.

— Madrinha homem nenhum na vida do Luan vai te substituir, o Ykaro é o boy dele, mas você é o irmão, o Luan te ama e não existe ninguém no mundo que possa ocupar seu lugar.

— O Ykaro já ocupou, ele não me contou o Caio.

— Talvez ele tenha tentado, já parou para pensar nisso? — olho para o Caio surpreso por ele está mesmo defendendo o Luan agora — Madrinha a senhora é uma porta às vezes e sabe muito bem disso.

Pensando no que Caio me falou teve alguns momentos em que Luan estava estranho e como se estivesse buscando as palavras certas para me falar algo, agora me sinto pior pois talvez tenha sido muito injusto com ele. Sou um amigo horrível afinal.

— Olha eu não gosto do Luan namorando o Ykaro, o Luan é burro e não sabe nem a metade dos problemas que vai ter que enfrentar, mas ele não vai me ouvir, pelo menos ele ouve você, por isso te contei.

— Você finge que não gosta do Luan, mas no fundo eu sei que gosta — digo.

— Não, Madrinha eu realmente não suporto esse cara, mas você gosta dele e eu gosto de você, então me sinto na obrigação de ajudar ele também, por você.

— Você é fofo, Caio.

— Não sou não e se disse para alguém eu vou negar — Caio é o melhor amigo do mundo, nem sempre ele acerta, mas eu sei que sou uma prioridade para ele o que para mim já uma baita prova de amor.

— Eu não sei o que me deu.

— Ciúmes, do seu amigo e um pouco de ego ferido dele ter se descoberto bi com outro cara que não foi você — odeio quando ele está certo — quer ouvir outra fofoca?

— Eu devia dizer não, mas não consigo.

— Breno cancelou a festa dele porque queria passar um tempo com você hoje.

— Porque ele faria isso, na festa a gente também iria ficar junto um tempo — Caio me encara completamente perplexo com minha falta de sexto sentido e percepção.

— Mulher o Breno é apaixonado pela senhora desde o dia em que vocês se conheceram, ele só se aproximou de mim para te conhecer.

— Isso não é verdade.

— Ele só fala de você, por isso me enche de presentes, para mim não me cansar da ladainha dele de sempre, ai será que ele gosta de mim também.

— Mas ele é tão bonito e até rico eu acho, o que ele viu em mim?

— Mulher eu vou dar na sua cara — Caio diz puto — eu sabia que você tinha esquecido, deveria ter apostado dinheiro.

— Esqueci de que?

— Madrinha presta atenção que eu vou te contar uma história sobre a senhora morta de bêbada naquela festa logo depois de ter tomando outro pé de um cara que nas suas palavras era perfeito para você.

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Comentários

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meu ódio ao Caio pelo veneno dele já estava na estratosfera, arrogante, prepotente, acha que sabe mais sobre os outros que as próprias pessoas, ainda bem que na terça parte final do capítulo a ficha dele caiu e resolveu se redimir.

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Capítulo 99% perfeito, só não é mais perfeito pq acabou! Queremos mais!!

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MDS o Caio resolveu intervir e consertar a vida de geral kkkkkkkk

Muito obrigado Caio! Sua existência é uma dádiva! A senhora é diva demais! Sensatíssima!

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