- NÃAAO POOOR FAVOOOR... AHAHAHAHAHAHAHAAHAHAHAHA... A GENTE NÃAAO AGUENTAAAA… AHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHA... MAAAAIS... AHAHAHAHAHA...
- DE NOVO NÃAAAAAO... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA SENHORAAAS PAREEEM... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... POR FAVOOOR... AHAHAHAHAHA AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...
Eram Sophia e Marcelly exaustas, desesperadas, rindo como se não houvesse amanhã, presas nuas em duas cadeiras de cócegas que estavam lado a lado deixando as irmãs uma do lado da outra, fazia uma semana já que as malvadas professoras coordenadora e vice coordenadora do curso Amanda e Daniele, as torturavam sem piedade com muitas, muitas cócegas nos seus corpos nus, mas principalmente, nos pezinhos, as cócegas nos pezinhos tamanho 36 largos e carnudos de Marcelly eram focadas no meio das solas enquanto as cócegas nos pezinhos tamanho 38 finos e magros eram focadas na região entre os dedinhos longos dos seus pezinhos, quando as irmãs pensavam que teriam algum descanso, as cócegas nos seus pés recomeçavam:
- NÃAAAAAAO... AHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... A GENTE VAI... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... FAZER TUDO COMO... AHAHAHAHAHAHAHA PROMETIDOOOO... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHA A GENTE JURAAAA... AHAHAHAHAHAHAHAHA PAREEEM POR FAVOOOR... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... NÃAAO AI NOS DEDOS NÃAAAAAO... AHAHAHAHHAAHAHAHAAHAAHAUHAHAUAHAUAHAUAAHAHAHA...
- A gente ainda não tem certeza se vocês duas entenderam o plano e se vão realmente cumprir direitinho o nosso acordo, queridas, lembre-se, dando tudo certo, no final, depois de brincarmos algumas horas, vamos libertar as três! – falou Amanda enquanto ela e Daniele não paravam por nenhum segundo de fazer cócegas nas coitadas das irmãs presas ali naquele quartinho escuro do calabouço no subterrâneo da faculdade, ela e Daniele criaram um plano onde Marcelly e Sophia iriam se encontrar com a mãe e iniciar o plano para reunir as três numa divertida brincadeira de podolatria e cócegas nos pezinhos da família, claro, o pai seria distraído, a promessa era que depois de algumas horinhas, as três iriam ser libertas finalmente e Marcelly e Sophia poderiam ir com a mãe e o pai para casa no final se desse tudo certo, mas era um plano perigoso e arriscado.
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... A GENTE VAAAI FAZEEER... AHAHAHA AHAHAHAHAHAHAHA PAREEEEM... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... – implorou Marcelly já toda molhada com sua urina de tanto rir, Daniele questionou mais uma vez:
- Quanto calça mesmo a mamãe de vocês e ela tem cosquinhas também?
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA CALÇA 35... AHAHAHAHAHAHA ELA É TÃO SENSÍVEL... AHAHAHAHAHAHAHA QUANTO A GENTE... AHAHAHAHAHAHAHA PAREEM POR FAVOOOOR... AHAHAHAHAHAHAHAHA...
Por um instante as cócegas pararam, Amanda pegou um frasco de vidro cheio de óleo e o abriu, derramou bem sobre as mãos e deu a companheira Daniele que fez o mesmo, então as duas começaram a passar o óleo com suas mãos nas solas dos pezinhos de Marcelly e Sophia com movimentos suaves alisando e massageando os pezinhos, Amanda então falou:
- Queremos detalhes, teve alguma vez que vocês brincaram de cócegas juntas nos pezinhos da mamãe? Daremos dez minutos para ouvir vocês, depois disso, as cócegas recomeçarão!
- ESPERE! EU CONTO! Teve uma vez... – Começou a falar Marcelly.
***
Aquela era uma lembrança de quando Marcelly ainda estava no inicio do ensino médio, um sábado, o seu Jose, pai das meninas, estava ausente, tinha saído cedo para pescar com uns amigos e só voltaria na hora do almoço, Sophia ainda morava com Marcelly e os pais ali na mesma casa, as irmãs estavam dividindo os afazeres da casa, Marcelly passando o pano e varrendo, enquanto Sophia preparava o almoço.
Dona Maria estava cansada naquela manhã por causa de um inicio de gripe que tinha a pegado de surpresa, ela descansava deitada em sua cama no quarto principal, quando Sophia terminou o almoço, ela e a irmã Marcelly foram no quarto chamar a mãe, mas assim que entraram, viram a cena – sua mãe deitada na cama de bruços, com o rosto e barriga para baixo, braços agarrados num travesseiro e os pés, ah os pezinhos da mamãe, tão lindos e fofos, de solas cor de creme clarinhas, cheinhos, meio gordinhos, estavam ali cruzados um sobre o outro, bem expostos, as irmãs que de vez em quando brincavam entre si de cosquinhas, olharam uma para a outra e Sophia, a mais velha deu um largo sorriso e falou primeiro:
- Vamos?
- A mãe vai ficar puta com a gente, com raiva! – respondeu Marcelly.
- É só uma brincadeira, só uns minutinhos, logo ela esquece! Bora? – continuou Sophia a incentivar, logo Marcelly não resistiu e concordou:
- Tá bom, mas por pouco tempo!
- Três minutinhos e paramos! – disse Sophia, então estava feito o acordo, as irmãs se aproximaram bem devagar da cama ali onde a mãe dona Maria estava deitada, então cada uma sentou na beira da cama ao lado de um dos pezinhos, bem devagar elas descruzaram os pés de dona Maria e os colocaram em seus colos, então cada uma segurou firme um dos pezinhos da mamãe pelo tornozelo com uma mão e com a outra começou a fazer cosquinhas que foram começando bem devagar, aos poucos dona Maria foi se remexendo, puxando os pés e rindo baixinho até acordar de vez gargalhando alto desesperada com as cócegas que as filhas lhe faziam nos seus pés:
- AHAHAHAHAHAHAHAHA... EI MENINAAAS... AHAHAHAHAHAHA NÃAO TEM GRAÇA... AHAHAHAHAHAHA PAREEEM... AHAHAHAHAHA SOLTEM MEUS PÉEES OU EU VOU... AHAHAHAHAHAHAHA CASTIGAAR VOCÊS... AHAHAHAHAHAHAHAHA...
- Ah mamãe é igual a gente, sente cócegas nos pezinhos! - falou Marcelly ali bastante empolgada com a brincadeira sem se importar com os apelos da dona Maria que se remexia desesperada na cama gargalhando, Sophia respondendo a mãe falou para deixar a coitada ainda mais desesperada:
- Iria ser só três minutinhos mãe, mas só porque a senhora nos ameaçou, agora vai ser cinco!
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA NÃAAO QUERIDAAAAHAHAHAHAHAHAHA ME DESCULPEEEM... AHAHAHAHAHAHA A MAMÃAAAE TAVA BRINCANDO... AHAHAHAHA PAREEM POR FAVOOOR AS CÓCEGAAAS... AHAHAHAHAHAHAHAHA SOLTEM MEUS PÉEES... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...
Dona Maria tinha uma peculiaridade, o canto nos pés onde mais sentia cócegas conforme as filhas perceberam, era na ponta dos calcanhares e na almofadinha, a parte fofa abaixo dos dedinhos, o auge das cócegas foi quando as filhas cada uma sentou-se sobre os tornozelos dos pés da mãe e usando as duas mãos foram fazendo cócegas concentradas nesses dois lugares, os pezinhos de dona Maria encolhiam os dedos se engiando e formando ruginhas nas solas com dobrinhas enquanto se balançavam sem parar, as gargalhadas da mãe nesses momentos eram descontrolada e beirando a insanidade:
- AHAHAHAUAHAUAHAAUAHAHAAHAHAAUAHAUAHAAHAHAHAAAUAHAAHAHAAHA AHAHAHAHAAHAHAAUAHAUAAAAHAHAHAHAAHAHAUAHAAUAHAHAHAHA... MENI... AHAHAHAHAHAHAAUHAAUAHAHAHAHAAHAHAHAAHAHAHA...
No final realmente foram apenas três minutos de cócegas nos pés da mãe dona Maria, mas o suficiente para a coitada se mijar toda na roupa.
Enquanto Marcelly contava a Amanda e Daniele aquela história, ela se tocou que naquele dia, naquele momento, ela e a irmã sentiram um real prazer em torturar a mãe com cócegas nos pezinhos e aquilo fez ela entender um pouco as suas torturadoras ali.
- Hum que história deliciosa, agora a gente quer ver vocês fazendo cosquinhas na mamãe, vamos mudar um pouco o plano – falou Daniele, Sophia já ia começar a falar quando ela e Marcelly são bruscamente interrompidas pelas professoras que recomeçam as cócegas, agora com Amanda deslizando escovas de cabelo no meio das solas dos pezinhos de Marcelly enquanto Daniele passava uma escova de dente elétrica os dedos de um dos pezinhos de Sophia, as gargalhadas das irmãs vieram ao máximo histéricas e descontroladas cheias de desespero:
- AHAUAHAUAHAAHAHAAHAHAAHAAUAHAUAHAHAHAAHAHHAAHAHAHAAHAUAHA...
- AHAHAHAHAHAHAAUAHAAUAHAUAHAUAHAUAAHAHAHAHAAHAUAHAHAHA...
Em fim uma semana inteira de cócegas se passaram e as irmãs concordaram com os todos os termos do acordo e prometeram seguir à risca o plano, tudo estava preparado.
***
Dona Maria e seu Jose chegam na pequena cidade no interior, logo vão no campus, na faculdade em direção ao prédio onde foi combinado o encontro com as filhas, seu Jose de calça jeans preta, sapatilha daquelas de couro marrom e camisa de botão branca, já dona Maria vai com um lindo vestido comprido verde que chega bem perto de cobrir seus lindos pezinhos tamanho 35 gordinhos que calçam uma sandália plataforma branca daquelas que a alça central era grossa e cobria o peito do pé quase todo, um grande e lindo tamanco de plataforma, as unhas de dona Maria estavam pintadas na cor branca.
O Prédio combinado era cantina central da faculdade, logo dona Maria e seu Jose veem as filhas e as abraçam, sentam numa mesa e começam a conversa, Sophia disse que devido a compromissos de trabalho, o seu esposo da Europa não pode vim com ela, Marcelly informa que estava terminando o curso, eles lancham jutos ali, riem, se divertem em família, até que Marcelly convida a mãe e a irmã para irem no alojamento feminino para ela mostrar o seu quarto e toda a sua pesquisa, o pai quer ir junto, mas Marcelly mente dizendo que é proibido homens no alojamento feminino e pede para o pai se distrair e conhecer a cidade que na hora do almoço eles se encontrariam novamente no mesmo local ali na cantina, seu Jose concordou e deixou as filhas e a esposa seguirem sem ele. Olhando a hora, era 9:30 da manhã, eles tinham feito uma longa viagem saindo de madrugada de casa e tinha chegado as 09:00 na faculdade, o combinado foi se encontrarem de meio dia em ponto no mesmo local, então seu Jose saiu em direção ao carro e foi procurar uma loja de ferramentas para se distrair.
Marcelly e a irmã Sophia vestiam blusas e calças jeans, a mais nova, Marcelly, com uma calça jeans azul desbotada quase branca, blusa de oncinha e nos pés um lindo par de sapatos vizanno de salto 15cm na cor nude, já a sua irmã mais velha, Sophia, usava uma calça jeans azul escuro, uma blusinha branca de alcinhas finas com bolinhas pretas por todo o tecido e nos pés um sapato scarpin vermelho de salto 10cm, ambas as irmãs caminhavam com os sapatos cheios de porra das professoras ali nos seus pés, inclusive andavam com dificuldade sentindo direto os pés escorregarem dentro dos sapatos super gozados.
Dona Maria começou a estranho um pouco porque estavam andando muito e indo para uma região da faculdade cada vez mais deserta, ao questionar, Marcelly só dizia que estavam perto e assim ela seguia confiando na filha.
Depois de caminharem por quase trinta minutos andando as vezes em círculos de propósito, as irmãs chegaram num prédio velho que não tinha ninguém, lá entraram com a mãe e subiram escadas até o terceiro andar, quando finalmente entraram num quarto onde existia uma grande cama de casal, uma parede com um painel cheio de objetivos de fazer cócegas como penas, pinceis, escovas, chaves, entre outros, sobre uma pequena mesa existia vários frascos de cremes e óleos, não demorou muito e dona Maria viu que na cama tinham quatro correntes, ela finalmente se tocou, as filhas a levaram ali para uma emboscada, então tentou sair do quarto, mas Marcelly o trancou e logo ela e a irmã foram cercando a mãe, que nervosa começou a falar desesperada:
- MENINAS O QUE É ISSO? EU NÃO VOU ME DEITAR ALI NÃO, NEM PENSE! VOCÊS TÊM UMAS BRINCADEIRAS CHATAS, MAS ISSO JÁ PASSOU DOS LIMITES, POR FAVOOR PAREM!
- Desculpe mãe, mas é para o seu próprio bem, no final vai dar tudo certo e nós três vamos juntas para casa! – falou Marcelly segurando o choro e então a irmã Sophia falou junto:
- Mãe, nos desculpe, a gente prometo que vai dar tudo certo no final, só confie na gente e se deite na cama, por favor!
Dona Maria tentou correr, mas as filhas agarraram e rapidamente a deitaram na cama e foram prendendo as correntes nos pulsos e tornozelos da mãe que era baixinha de 1,60m de altura e bem mais fraca que as filhas que logo a dominaram e a prenderam, logo as correntes foram ajustadas e dona Maria estava presa em X na cama com os braços e pernas bem esticados e abertos, ali na beira cama no meio das pernas abertas da mãe se sentaram Marcelly e Sophia, a mais nova ao lado do pezinho esquerdo da mãe e a mais velha ao lado do pezinho direito, bem devagar elas foram removendo as sandálias de plataforma branca dos pés da mamãe que logo foi entendendo o que viria e implorando aos gritos:
- MENINAS POR FAVOOR CÓCEGAS NÃAAO! POR FAVOR! NÃO TEM GRAÇA! A MAMÃE TEM PÉS SENSIVEIS, POR FAVOOR MENINAS NÃO FAÇA ISSO! POOOR FAVOOR!
Cada uma das filhas tirou delicadamente a sandália que cobria um dos pezinhos da mãe e então posicionaram suas mãos com uma mão segurando o pezinho e a outra bem perto da solinha, Marcelly então deu o sinal para ela e a irmã mais velha Sophia começarem ao falar:
- Hora das cosquinhas!
- MENINAAAS ME SOLTEEEEMMMM... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... PAREEEM… AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA… POOOR FAVOOOR… AHAHAHAHAHAHA AHAHAHAHAHAHAHA… PAREEEM… AHAHAHAHAHAHA…
Por uma hora inteira as meninas fizeram cócegas ali só usando as mãos em sessões de cosquinhas que variavam de cinco a dez minutos e com intervalos de inexistentes até no máximo um minuto de pausa, os dedos das filhas dedilhavam o meio das solas, deslizavam pelas laterais, escorregavam e dedilhavam os calcanhares redondinhos lisinhos onde as gargalhadas da mãe ficavam ainda mais altas e nervosas, depois subiam pelo meio, dedilhavam a almofadinha, a região fofa abaixo dos dedinhos, onde dona Maria gargalhava ainda mais e depois escavacavam entre os dedinhos, depois voltavam para fazer cócegas na parte fofa abaixo dos dedinhos e então usavam as duas mãos com uma fazendo cócegas abaixo dos dedos no almofadinha e a outra mão dedilhando a ponta do calcanhar lisinho, nesse momento era o ápice das cócegas onde dona Maria só se mijava de tanto rir:
- AHAHAUAHAAUHAHAAHAHAHAUAAAUAHAAAHAHAHAHAHA... FILHAAAAS... AHAHA AHAHAHAHAHAAHAHAUAHAUAHAHAHAAHA... EU TO ME MIJANDOOO... AHAHAHA AHAHAHAHAAHAHAAAUAHAUAHAUAHAUAHAAAHAHAHAHAHAHAHAHA... PAREEEM... AHAHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHA...
Quanto mais dona maria implorava, mais cócegas nos seus pés as filhas lhe faziam ali, quando se completou uma hora de cosquinhas, as meninas deixaram a mãe respirar um pouco e começaram a passar um creme hidratante massageando os pezinhos e hidratando as solinhas cor de creme ali delicadas, chorando dona Maria implorou para as filhas:
- Queridas, eu perdoo vocês e não irei chamar a policia e nem falar disso para o seu pai, ainda dá tempo de parar essa loucura, me soltem por favor!
- Desculpe mãe, se a gente fizer isso, todas nós iremos sofrer, só aguente, que no final nós três vamos pra casa juntas com o pai! – avisou Marcelly, então ela e Sophia terminaram de passar o creme nas solas dos pés da mãe ali presa e então cada uma pegou uma escova de cabelo redonda de madeira e posicionou bem perto das solas agora hidratadas dos pés da dona Maria que suplicou agora aos gritos:
- NÃAAO POR FAVOOOR ISSO NÃAAAAO... ALGUÉEEM ME AJUDAAAAAAA... AHAHAHA AHAHAHHAHAAHAHAHAHAAUAHAUAHAAUAHAUAHAAAHAUAHAAHAAHAAHAHAHA AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAUAHAUAAHAHAHAHA... – e então dona Maria foi interrompida bruscamente quando as filhas começaram a esfregar as escovas de cabelo no meio das solinhas super hidratadas e sensíveis da coitada que perdeu totalmente o controle e começou a gargalhar como se não houvesse amanhã...
- AHAHAHAHAAUAAHAAUAHAUAHAHAAHAHAAHAAUAHAUAHAUAAHAHAHAAHAHA AHAHAHAHAAUAHAUAAHAUAHAUAHAHAHAHAAHAHAHAAHAHAHAHAHAHA...
Foram trinta minutos divididos em três sessões de cócegas de dez minutos cada, com intervalo de apenas um minuto entre uma sessão e outra, dona Maria sempre entre as sessões implorava chorando para as filhas pararem e a soltarem:
- FILHAAAAS POR FAVOOOR TENHAM PIEDADEEE! PAREM POR FAVOOR! SOLTEM A MAMÃAAAE... EEEI NÃAAO POR FAVOOR DE NOVO NÃAAAAAAAAAAAO... AHAUAHAUA AHAHAAUAAUAAHAHAUAHAUAAHAUAHAUAAHAHAHAHAAUAHAAUAHAHAHAHA...
No final dos trinta minutos ali, as solas dos pés de dona Maria já estavam vermelhas de tão suadas e agredidas pelas cócegas forçadas das escovas de cabelo, as filhas deixaram a mãe descansar por alguns minutos enquanto passavam um óleo bem quente e relaxante nas solas dos pezinhos da coitada ali presa, não demorou muito e logo veio o pior, cada uma das filhas segurava duas escovas de dente elétricas, elas posicionaram as escovas com uma sobe o calcanhar do pezinho e a outra abaixo dos dedos na almofadinha ali na região fofa, os dois locais onde a mãe mais sentia cócegas nos pés, Marcelly chorando olhou para a mãe e pediu desculpas mais uma vez:
- Desculpe mãe, é tudo por uma boa causa, por favor nos perdoe depois!
Então imediatamente as filhas ligaram as escovas de dente elétricas que começaram serem deslizadas vibrando e girando os pelos sem parar ali na região dos calcanhares e abaixo dos dedinhos na parte fofa, a almofadinha, logo dona Maria estava histérica gargalhando louca quase ficando doida de tanto rir:
- AHAUAHAAHAUHAUAHAUAAHAUAHAUAHAAUAHAUAAHAAAUAHAUAAHAHAAHA AHAHAHAHAAHHAUAHAUAHAUAAHAUAAHAHAHAHAAAUAHAUAHAUAAHAHAHA...
A coitada da senhora ali de 58 anos se contorcia toda na cama desesperada enquanto se acabava com as cócegas produzidas nos seus pés pelas escovas de dente elétricas ali usadas pelas suas filhas que ela nunca imaginaria que fariam tal tortura insana com ela, novamente foram trinta minutos de cócegas divididos em três sessões de dez minutos com intervalos de apenas um minuto, dessa vez de tão cansada e exausta que estava, dona Maria não conseguia mais falar nada no intervalo, apenas respirar ofegante, logo quando menos esperava o pesadelo das escovas elétricas nos seus calcanhares e almofadinhas abaixo dos dedinhos recomeçava e dona Maria voltava a gargalhar histérica como se fosse morrer de tanto rir:
- AHAUHAUAHAUAAHAUAHAUAHAAAHAHAHAAHAHAHAUAUAHAAUAHAHAHAHAHA AHAUAHAAUAHAUAHAUAHAAHAHAHAAAHAUAAHHAAUAHAUAAUAHAUAHAHAHAHA AHAHAHAHAAAHAUAAHAHAHAHAUAHAUAAHAHA...
Ali no alto de uma das paredes daquele quarto, tinha uma câmera Full HD instalada discretamente e que tinha um ângulo onde pegava todo o quarto, através daquela câmera as sádicas professoras Amanda e Daniele, assistiam numa salinha particular em seu calabouço, elas se divertiam e comentavam entre si os melhores momentos daquela longa tortura que Marcelly e Sophia faziam nos pés da mãe dona Maria.
- Ah que delicia meu Deus... – falava Amanda cheia de prazer ali tocando uma siririca enquanto assistia tudo, ao seu lado a sua companheira Daniele também se masturbava e falou:
- Estou louca para experimentar os pezinhos da dona Maria também!
- Acalme-se, daqui a pouco elas estarão aqui! – lembrou Amanda e então as duas continuaram ali a gozar enquanto assistiam Marcelly e Sophia fazerem cócegas sem fim nos pés da mãe dona Maria.
Quando finalmente as filhas pararam as cócegas, elas limparam com água e sabão os pés da mãe, a soltaram e a abraçaram, mas em questão de segundos depois disso, a porta do quarto foi arrombada e um grupo de mulheres de manto preto com capuzes entraram, então agarraram as filhas e a mãe, as sedaram fazendo as três dormirem e as levaram colocando as três numa van preta e seguindo em direção ao calabouço.
***
Lentamente dona Maria foi abrindo os olhos enquanto sentia línguas deslizarem lambendo seus pés, suas solas, logo se viu numa presa num tipo de cadeira de metal inclinável com os pés e mãos presos por fivelas de aço, ali a sua frente duas mulheres um pouco mais novas que ela, estavam nuas também, mas usando cintos de couro com pênis de borra nas suas cinturas, elas lambiam intensamente as solas dos pezinhos de dona Maria que foi acordando agoniada e aos poucos aliviada por não ser cócegas, mas então quando as senhoras a viram acordada, pararam de lamber seus pés, sorriram e se afastaram, então dona Maria viu ali a frente suas duas filhas nuas e de joelho no chão, apenas com correntes no pescoço presas a um pilar cada uma, ela desesperada olhou para os lados e tinham duas cadeiras de iguais a que ela estava presa aos seus lados, uma a sua direita e outra a sua esquerda, eram aparentemente para as meninas ali na frente, ela desesperada gritou pedindo explicações:
- O QUE É ISSO? ONDE ESTAMOS? QUEM SÃO AS SENHORAS? ME SOLTEM E SOLTEM MINHAS FILHAS POR FAVOOOR!
- Olá senhora Maria, as suas filhas fazem um tempo que são nossas escravas, hoje a senhora começa a ser também, mas se as três se comportarem, as soltaremos para seguirem livres no fim da tarde!
- MÃE, NOS PERDOE, NOS FOMOS OBRIGADAS AQUILO! – gritou Marcelly ali de quatro, Sophia falou depois:
- SÓ AGUENTE MÃE POR FAVOR E NO FINAL DO DIA ESTAMOS INDO PRA CASA JUNTAS!
- O QUE VOCÊS QUEREM DA GENTEEEEEEE? – gritou desesperada dona Maria, Amanda respondeu imediatamente:
- PRAZER! QUEREMOS QUE NOS DEÊM O MÁXIMO DE PRAZER! HORA DE COMEÇARMOS!
Daniele deu um sinal e duas outras meninas nuas apareceram e se posicionaram ali perto dos pés de dona Maria, as jovens também usavam as cintas penianas, os strapons, a professora Daniele falou:
- Enquanto nós comemos os cuzinhos das suas filhas ali de quatro, a senhora assistia recebendo cócegas nos pezinhos feitas pelas meninas aqui, depois iremos revezar e eu e meu amor aqui vamos fazer cócegas nos seus pezinhos gostosos enquanto as meninas fodem suas filhas, essa é a brincadeira inicial!
- POR FAVOOOR ISSO É SÁDICO, DOENTIO! POOOR FAVOOR NÃAAAO!
- QUE COMECEM OS JOGOS! – falou Amanda e então ela e Daniele foram se posicionar ali para enfiar os paus enormes de borracha dos seu strapons nos cuzinhos de Marcelly e Sophia e imediatamente as jovens nuas ali capangas das professoras, começaram a fazer cócegas sem piedade com suas duas mãos deslizando suas grandes unhas nas solas macias e enrugadas dos pezinhos de dona Maria que começou a gargalhar imediatamente:
- AHAHAHAHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHA... ISSO DE NOVO... AHAHAHAHAHAHA POOOOR FAVOOOR... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... PAREEMM... AHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHAHA...
Enquanto isso Marcelly e Sophia gemiam alto com os cuzinhos já bastante arregaçados sendo fodidos com força pelas professoras atrás delas:
- AAAAAAAHHHHHHH... HUMMMMMM.... OOOOOOOOHHHHH... – era Marcelly gemendo e se contraindo toda ali de quatro.
- OOOOOOOOHHHHH... HUMMMMMMMM... AAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHH... – era Sophia gemendo e revirando os olhos de quatro do lado da irmã, enquanto isso dona Maria ouvia e via as filhas ali sendo fodidas enquanto ela se acabava gargalhando com as cócegas nos pés:
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... PAREEEM... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... PAREEEM... AHAHAHAHAHAHAHAHA...
Era exatamente 12:00 em ponto naquele momento, o motor do carro do seu Jose tinha estranhamente dado problema enquanto ele andava em algumas lojas de artigos masculinos, logo mandou mensagem para a esposa dizendo que se atrasaria, mal sabia ele da verdade, do que realmente acontecia, a sua esposa e filhas estavam num verdadeiro inferno que estava apenas começando...
CONTINUA...
