Desde que meu pai faleceu, ainda quando eu era mais novo, a vida da minha família mudou completamente. Minha mãe, para sustentar a casa sozinha, passou a trabalhar em dois empregos, praticamente o dia inteiro fora. Como irmão mais velho, senti que precisava assumir tarefas e deveres mesmo que não fossem comuns para alguém da minha idade. Comecei a trabalhar também, conciliando isso com os estudos e, além disso, cuidando da minha irmã mais nova, que só estuda. Minha rotina era puxada, e eu sentia que precisava dar o meu melhor — física e mentalmente — para manter tudo em equilíbrio.
A relação com minha irmã mais nova sempre foi de cuidado e proteção. No entanto, tudo mudou em um dia específico que ficou marcado para mim. Eu tinha acabado de chegar em casa após cumprir minhas obrigações, e já estava anoitecendo — por volta das seis e pouco. Estranhei o fato de ela ainda não ter chegado. Fui checar o celular para ligar para ela, mas antes disso, vi um status que me deixou em alerta: uma foto com a legenda “curtindo”, onde ela aparecia com algumas amigas e uns caras bem mais velhos. Na mesa, dava para ver latas de cerveja. Aquilo me preocupou de imediato, pois ela nunca tinha feito algo assim.
O local não era muito longe de casa, então fui até lá. Quando cheguei, encontrei minha irmã aparentemente embriagada, e um dos caras estava com a mão na cintura dela. Aquilo me tirou do sério. Virei a mesa, derrubando as bebidas, e peguei um pedaço de ferro que estava no chão. Falei que a brincadeira tinha acabado. Os caras perceberam que eu não estava para brincadeira e saíram correndo. Peguei minha irmã pelo braço e disse que iríamos embora, mas ela mal conseguia ficar de pé. Então, a peguei no colo e a levei para casa.
Quando cheguei em casa com minha irmã, levei-a direto para o quarto. Pedi que pegasse algumas roupas e fosse tomar um banho, pois minha mãe não iria gostar nada de vê-la naquele estado — com cheiro de bebida — e, conhecendo o jeito dela com essas coisas, provavelmente ficaria muito brava.
Foi então que algo me deixou profundamente surpreso. Ao sair do quarto, minha irmã teve um comportamento completamente fora do normal. Ela me puxou pelo braço com força, me fazendo cair na cama, e em seguida tentou subir em cima de mim. Consegui me afastar rapidamente e, sem entender direito o que estava acontecendo, pedi com mais rigidez ainda para que ela fosse tomar banho logo.
Fiquei em choque com aquela atitude. Aquilo não parecia vir dela. Passei um tempo tentando entender se aquele comportamento era efeito do álcool ou se havia algo mais por trás. Foi um momento confuso e perturbador, que me deixou com muitas dúvidas e preocupações se minha irmã estava sentindo atração por mim ou não.
Depois de tudo, minha irmã finalmente foi tomar banho. A casa estava em silêncio, e por um momento achei que as coisas tinham se acalmado. No entanto, pouco tempo depois, comecei a ouvir barulhos fortes vindos do banheiro. Fui até a porta e perguntei o que havia acontecido. Ela respondeu que algumas coisas tinham caído e, com naturalidade, pediu que eu pegasse a toalha que havia deixado cair.
Fui buscar a toalha e, ao me aproximar para entregá-la, ela me puxou para dentro do banheiro. Disse que foi “sem querer”, mas o sorriso debochado no rosto dela deixava claro que não era bem assim. Aquilo me deixou mais pensativo ainda. O comportamento dela continuava estranho, e eu não sabia se era efeito do álcool ou se havia algo mais acontecendo. Fiquei sem saber como reagir, ainda processando a situação, mas tudo foi pro caralho quando eu olhei aquele corpo.
Mesmo me segurando, ela de fato tinha um corpo muito bonito ainda mais para a idade e não teve como não ficar olhando aquela coisa linda. Aquilo me deixou com um tesão, que não teve como não subir. Para tentar mudar o foco da situação, percebi que ela ainda estava com sabão no corpo, como se nem tivesse tomado banho direito. Chamei sua atenção por isso, e ela respondeu que estava se sentindo indisposta e pediu ajuda.
E aquele banho foi um verdadeiro teste para cardíaco, ali eu não conseguia a olhar como irmã, enquanto fui esfregando os seus peitos, a sua cintura e até a sua bunda, enquanto ela ria, ali eu perdi completamente o controle e enfiei o dedo na buceta dela, fazendo ela gemer, porém o meu celular que sempre tinha um despertador para quando minha mãe ia chegar, justamente para deixar a casa arrumada tocou e ali eu sabia que não poderia continuar, então me apressei e voltei a focar em dar banho nela e depois fechei a porta saindo de lá e pedi que ela fosse se secar bem rápido.
Aquilo ali mexeu completamente comigo num nível que eu fiquei deitado depois pensando e o meu pau não amolecia de jeito nenhum, eu tentava dormir mas nada, foi então que quando era umas meia noite já, eu peguei no celular e quando fui olhar mensagens dela eram de hoje, mas já de umas horas atrás e quando eu abri eram fotos dela pelada no banheiro e assim não resisti e bati gostoso pra ela, porém no outro dia fiquei fudido para estudar, trabalhar e ainda tinha jogo, mas tive que ir mesmo assim.