“Fricção”
A chuva caía fina e insistente em Curitiba naquela segunda-feira de fevereiro. Tiago acordou cedo, o alarme tocando às 6h15. O coração já disparado antes mesmo de abrir os olhos. Ele se vestiu rápido — uniforme impecável, mochila nas costas —, pegou o guarda-chuva preto e saiu de casa ainda escuro, o ar úmido grudando na pele.
Caminhou os dez minutos até o colégio com passos apressados, a chuva tamborilando no guarda-chuva. Chegou antes da maioria dos alunos, o pátio vazio e molhado. Subiu as escadas com cautela, entrou no corredor silencioso e foi direto para a sala da direção.
Bateu de leve.
— Entra — a voz grave de Johnny veio abafada.
Tiago empurrou a porta, sacudiu o guarda-chuva para tirar o excesso de água no corredor e o colocou no canto da sala, junto com a mochila no chão. Girou a chave na fechadura com um clique definitivo.
Johnny estava de pé atrás da mesa, radiante, como se a semana inteira tivesse sido só espera por aquele momento.
Ele vestia uma camisa social azul-clara bem cortada, as mangas dobradas até os bíceps definidos, revelando os pelos aparados nas axilas. Calça social preta justa nas coxas, cinto de couro preto, sapato social brilhante. Sem gravata. O primeiro botão da camisa aberto, mostrando o início do peitoral musculoso.
— Meu garoto chegou cedo… — Johnny disse com um sorriso largo, os olhos azuis brilhando.
Tiago sorriu tímido, aproximando-se.
— Não aguentei esperar mais.
Johnny deu a volta na mesa em dois passos largos, agarrou Tiago pela cintura e o puxou para um beijo faminto. Línguas se encontrando de imediato, mãos subindo pelas costas um do outro. O beijo era molhado, urgente, como se os dois dias separados tivessem sido uma eternidade.
Johnny começou a desabotoar a camisa do uniforme de Tiago devagar, botão por botão, beijando o pescoço enquanto fazia. A camisa caiu aberta, depois deslizou pelos ombros e para o chão. Calça e cueca vieram em seguida, Johnny se ajoelhando para puxar tudo para baixo, deixando Tiago completamente nu.
— Porra, olha esse corpo… — Johnny murmurou, passando as mãos pela barriga macia, pelas coxas grossas, subindo até as tetas cheias. — Tão gostoso… tão macio… essas tetas são perfeitas, sabia? Redondas, pesadas, mamilos rosados que ficam duros só de olhar.
Tiago corou, mas sorriu.
— Você que é perfeito…
Ele levou as mãos à camisa de Johnny, desabotoou rápido, tirou a peça e jogou de lado. Ficou admirando o peitoral definido, os músculos marcados de academia, os mamilos pequenos e escuros.
— Caralho… esse peito é incrível — sussurrou Tiago, alisando devagar com as duas mãos, depois dando tapas leves, fazendo os músculos saltarem. — Duro… gostoso… eu amo isso.
Johnny riu baixo.
— Bate mais forte se quiser.
Tiago deu mais dois tapas, rindo junto.
Johnny terminou de se despir: calça, cueca, tudo no chão. O pau de 20 centímetros já duro balançou livre quando ele se endireitou. Ele segurou a base e balançou devagar, provocador.
Tiago riu alto, os olhos brilhando.
— Você é maluco.
— Quero brincar com essas tetas hoje — Johnny disse, voz rouca. — Deixa eu te deixar bem molhadinho.
Ele abriu a gaveta da mesa, pegou um frasco pequeno de óleo corporal inodoro e voltou. Espremeu um pouco nas mãos, aqueceu e começou a massagear as tetas de Tiago, espalhando o óleo devagar, apertando, circulando os mamilos com os polegares.
— Tá vendo como elas ficam brilhando? — murmurou Johnny. — Tão lisas… tão gostosas pra foder.
Tiago gemeu baixinho.
— Faz o que quiser comigo…
Johnny apontou o sofá de couro no canto da sala.
— Deita de costas aí.
Tiago obedeceu, deitando no sofá comprido, a cabeça apoiada no braço. Johnny se inclinou sobre ele, acariciando as tetas oleadas, apertando-as juntas, abrindo e fechando.
Depois subiu no sofá, ajoelhando sobre o peito de Tiago, posicionando-se com cuidado.
Tiago segurou as próprias tetas, apertando-as bem juntas, criando um canal macio e quente.
Johnny colocou o pau entre elas, gemendo ao sentir a pele lisa e oleada envolver o membro.
— Isso… aperta mais… vou foder essas tetas gostosas.
Ele começou a mexer os quadris devagar, o pau deslizando entre as tetas, a glande aparecendo e sumindo na ponta.
Tiago esticou a língua, lambendo e chupando a glande toda vez que ela surgia. Depois deixou a língua para fora, parada, e Johnny fodia ritmado, a cabeça do pau batendo na língua a cada avanço.
— Caralho, sua boquinha aí embaixo… — Johnny rosnou.
Tiago guardou a língua e Johnny diminuiu o ritmo, fodendo devagar, saboreando o atrito.
— Tá gostando, minha putinha? — perguntou Johnny.
— Muito… continua… me usa…
Johnny pegou o pau com a mão, bateu forte no mamilo esquerdo, esfregando a glande oleada ali, circulando.
Tiago tremeu inteiro, gemendo alto, o corpo se contorcendo de tesão.
Johnny repetiu no mamilo direito, batendo e esfregando.
— Olha como eles ficam vermelhinhos… tão sensíveis…
Voltou a colocar o pau entre as tetas. Agora Tiago começou a mexer as mãos, esfregando-as no pau de Johnny, apertando e soltando.
— Diretor… por favor… me fode mais rápido… — Tiago pediu, voz rouca.
Johnny acelerou, fodendo as tetas com velocidade, o som molhado do óleo e da pele se misturando aos gemidos.
Tiago gemeu sem parar, o corpo inteiro tremendo. Gozou forte, o sêmen jorrando na barriga, sem nem tocar no pau.
— Gozou só com isso, safado? — Johnny riu, excitado.
Ele bateu o pau na língua de Tiago, que abriu a boca e chupou a glande com fome.
Johnny voltou a foder as tetas, agora mais rápido. Tiago inclinou a cabeça para frente, abrindo a boca: a cada avanço, a glande entrava e saía da boca dele, um vai e vem perfeito.
— Porra… isso é demais… — Johnny grunhiu.
Ele se masturbou rápido, segurando a base, e gozou forte nas tetas de Tiago. Jatos quentes, grossos, cobrindo a pele clara e oleada, escorrendo pelos mamilos.
— Toma tudo… olha como ficou lindo… — murmurou Johnny, ainda ofegante.
Ele bateu e esfregou o pau ainda duro nas tetas meladas de porra e óleo, espalhando o gozo.
Depois se abaixou e beijou Tiago profundamente, língua invadindo a boca que ainda tinha gosto de pré-gozo.
Johnny se levantou do sofá, puxando Tiago para cima com cuidado.
— Vem cá, meu garoto… — disse, voz suave agora.
Eles se abraçaram forte, corpos colados, suados, oleados, o cheiro de sexo e óleo preenchendo a sala.
Tiago enterrou o rosto no pescoço de Johnny, respirando fundo.
— Eu não quero que isso acabe nunca…
Johnny apertou mais o abraço.
— Nem eu. Nem eu.
Continua…