Fiquei parado ali, atordoado depois de assistir ao que acabara de acontecer. Minha esposa tinha acabado de ficar com o vizinho e um motorista de Uber qualquer que nem conhecíamos. Que porra estava acontecendo? Sentia que estava perdendo o controle da situação. Minha mente não parava de voltar ao momento em que Bruna pediu para Osvaldo subir o vidro. Porra! Meu pau estava duro como pedra pensando nisso. O que havia de errado comigo? Ver minha esposa inteligente e sofisticada agir como uma vadia me levava ao limite. Sentia o mundo girando. Uma mão bateu no meu ombro, me trazendo de volta à realidade. Olhei para o lado e era Osvaldo. Com uma expressão nonchalante. Como se tudo fosse esperado.
— Relaxa — disse ele.
Assenti. O motorista do Uber também estava parado ali, esperando que a noite não acabasse para ele.
Osvaldo olhou para ele.
— A noite acabou, amigo. Hora de cair fora.
Ele tentou implorar e pelo menos trocar números.
— Hoje foi só um experimento. Guarda isso pra você ou eu chamo meu amigo aqui pra conversar com você — assentiu na minha direção.
Lancei um olhar duro para o motorista.
— Cai fora.
Ele suspirou e assentiu. Finalmente entrou no carro e foi embora.
— Que porra acabou de acontecer? — finalmente falei.
— O que você realmente queria. Vamos conversar nos fundos. Vou pegar um short rapidinho — Osvaldo disse, antes de ir para a casa dele.
Só balancei a cabeça e entrei em casa. Fui pegar um short de banho. Quando cheguei no quarto, Bruna ainda estava no banheiro. Depois de trocar, fui abrir a banheira de hidromassagem. Depois de preparar tudo, corri para a garagem pegar umas cervejas para nós três. Eu com certeza precisava.
Quando voltei para o quintal, vi que Osvaldo tinha entrado pelo portão e trocado para um short e camiseta branca. Entreguei uma cerveja para ele, que pegou com um sorriso. Nós dois sentamos e esperamos minha esposa.
— Então... como você convenceu Bruna a ficar com vocês no carro daquele jeito? — finalmente tive que perguntar.
— Sinceramente, você teve uma grande participação — disse com um sorrisinho.
— Como assim?
— Ela estava bem relutante até eu dizer que sabia um jeito de te deixar louco de ciúmes. Foi aí que aprendi como ligar ela: usando você. Espero que não se importe — Osvaldo disse.
Fiquei chocado ouvindo as palavras dele, mas também excitado. Confirmava o que eu já sabia: que Bruna estava se esforçando ao máximo pela minha fantasia.
— Olha — continuou ele —, não tô aqui pra destruir o casamento de vocês. Antes achava que ela era só uma vadia que precisava de um pauzão. Mas quanto mais aprendo sobre vocês, percebo que você não é o único com fantasia sombria. Ela tem também. Bruna ainda não sabe, mas está descobrindo devagar. Você dar essa liberdade pra ela está soltando um lado que você nunca viu.
— Então você acha que eu empurrando ela tá fazendo a fantasia dela sair também?
— Sem dúvida. Você provavelmente faz ela se sentir segura e dá confiança pra agir fora do personagem. Quer dizer, ela acabou de chupar eu e o pau de um estranho no seu carro com você bem ali. Você ama sua esposa. Ela te ama também. Talvez por isso você nunca pediu pra ela te chupar, como se fosse rebaixar ela. Talvez respeitasse demais. Pode ser outro motivo pra você gostar no fundo de ver ela sendo tratada bruto por mim e ela gostar também. É algo diferente da vida cotidiana de vocês.
Minha cabeça girava ouvindo as palavras dele. Ele sabia exatamente a maioria dos meus pensamentos. Sempre quis que Bruna me chupasse por iniciativa própria. Quando não aconteceu, nunca pedi. Mas o tempo todo talvez eu devesse ter mandado ela chupar. Talvez ela quisesse assim. Agora era tarde. Agora... dois homens tinham esse privilégio antes de mim. Ficava imaginando Bruna nas atividades cotidianas. Conversando com amigas, família, trabalho... ninguém imaginaria que uma esposa linda e feliz tivesse um lado vadia assim. Osvaldo trouxe um lado dela que nenhum de nós tinha visto. Ou pelo menos o pauzão dele trouxe.
— Você provavelmente tá certo. Mas agora é tarde. Isso sempre foi uma fantasia que achei que nunca ia acontecer... agora que tá acontecendo. Só queremos curtir até querer parar — finalmente consegui dizer.
Osvaldo sorriu ao ouvir isso.
— Bom ouvir. Tenho certeza que vai ser uma experiência divertida pra você. Posso ser um babaca com vocês hoje à noite, mas se eu passar dos limites, fala que eu diminuo. Mas daqui pra frente, quando você estiver me vendo com ela...
Meu pau começou a endurecer ouvindo as palavras arrogantes dele que eu sabia que eram verdade.
— ...não se arrependa. Agora, fora da cama, vou ser o melhor vizinho do mundo.
De alguma forma, não conseguia imaginar isso. Me perguntei o que estava demorando tanto para Bruna trocar.
— Vai falar com ela. Ela provavelmente precisa de você — Osvaldo disse.
Assenti e fui procurar minha esposa...
***
Assim que Bruna entrou em casa, foi direto para o banheiro se limpar. Ficou olhando para si mesma no espelho, nua. Pensou nas ações recentes e nos eventos dos últimos meses.
Estaria mudando como pessoa? Não achava. O amor pelo marido estava mais forte que antes. O ódio por Osvaldo também estava ainda mais forte.
Mas por que a excitava tanto agradar aquele babaca gordo com pauzão? Sabia que se o marido não a fizesse sentir que não havia riscos, que era só diversão, uma aventura no casamento, ela estava abraçando isso mais.
Tudo em Osvaldo a repugnava, mas quando pensava naquele pauzão, o corpo todo arrepiava. Quanto mais intimidade com aquele órgão enorme crescia, mais crescia a curiosidade. “Como seria sentir dentro de mim?”, pensou. Quase tinha medo. Mesmo se o marido quisesse ver isso, ela nem queria pensar em fazer.
Fazia ela se sentir vadia agradando aquilo, porém. Nunca tinha chupado pau na vida e Osvaldo abriu essa porta para ela. Ensinou como cuspir, lamber, engolir, chupar com baba. Estava aprendendo técnicas toda vez que brincava com ele.
Como o marido se sentia sabendo que ela agradava um homem que nem amava. De um jeito que ainda nem tinha agradado ele. Sabia que essa fantasia dele era tão errada e no começo pensou como ele podia imaginar algo assim. Mas agora... depois de fazer tantas vezes. Começou a amar o olhar no rosto do marido toda vez que fazia algo safado. No clube... no carro!
Bruna enterrou o rosto nas mãos e balançou a cabeça. O que havia de errado com ela! Osvaldo e o motorista do Uber acabaram de usar ela como se fosse uma puta qualquer. Não acreditava em si mesma. Realmente mandou o marido ficar do lado de fora e nem deixou ele assistir. A buceta de Bruna começou a molhar pensando em olhar nos olhos de um estranho com o pau duro na boca com o marido a poucos metros. Tudo enquanto Osvaldo lambia a buceta dela como um cachorro possuído.
Ainda não acreditava que deixou ele usar ela com Bruno assistindo e ouvindo. Já estava no limite por não ter gozado no clube mais cedo quando Osvaldo negou. Ouviu Osvaldo, Bruno e o estranho dizendo algo enquanto agradava o pau gordo de Osvaldo. Mas estava tão fora de si tentando cumprir a missão (fazer Osvaldo gozar) que não ouviu nada. Depois quando sentiu mãos na bunda e dedos na buceta perdeu o controle.
Virando a cabeça e vendo que eram as mãos do estranho, não do Bruno. Bruna não aguentou mais. Precisava gozar. Osvaldo cumpriu a missão e conseguiu manipulá-la. Mal hesitou em mandar Bruno sair do carro. Sabia que Bruno ficou um pouco chateado, mas como ficaria bravo se convidou Osvaldo para ficar! Deve querer me ver com ele tanto agora...
Depois do debacle constrangedor, ficou chateada no começo com Bruno por deixar acontecer. Agora porém... depois de acalmar percebeu que não fez nada para parar também. Talvez estivesse fora de controle de tesão. Talvez Bruno não conseguisse se controlar também e só deixou acontecer. Sabia no fundo que se resistisse ou não quisesse de jeito nenhum, Bruno entraria para salvá-la. Definitivamente sabia que isso não era algo que Bruno queria perseguir, ela conhecendo estranhos toda noite. Ficar com Osvaldo já era suficiente. Hoje foi só uma anomalia. Bruno e ela pensavam igual.
Os dois sabiam que era errado... mas isso não impedia de explorar também. Não achava nenhum dos homens atraente mas fazia coisas com eles que ainda não fazia com o marido. Era tão errado e safado. Bruna não achava que agiria como vadia, mas o amor do marido a fazia se sentir segura o suficiente para explorar isso. Não parava de perceber esse aspecto importante.
Bruna sabia como era o futuro dela. Muito sexo com o marido. Provocar ele com ficadas com Osvaldo. Estabelecer todas essas regras e condições era tão safado. Achava que o dia de piscina podia ser divertido, e pensava em coisas para provocar o marido. Coisas que podia fazer com Osvaldo que o enlouqueceria.
A condição de domingo a preocupava, porém. Não sabia até onde Osvaldo tentaria ir. Só afastou esses pensamentos da mente.
Bruna sabia que eles ainda esperavam por ela lá fora. Bruno mal podia esperar para vê-la de perto dessa vez na banheira de hidromassagem. Já Osvaldo... não havia explicação para a empolgação dele.
Ela procurou um biquíni sexy para vestir. O marido sempre dizia que ela ficava bem de branco...
Pegou um maiô branco sexy inteiro, que nunca tinha usado. Esquecera que tinha esse. Um sorriso safado apareceu no rosto dela. Bem antes de vestir, ouviu uma batida na porta do banheiro.
— Bruna? — veio a voz do marido.
Respirou fundo e abriu a porta devagar para ver o marido parado ali com cara preocupada.
— Desculpa! — os dois disseram ao mesmo tempo.
Dei um sorriso suave para minha esposa.
— Devia ser eu pedindo desculpa. Assim que começou a sair do controle...
— Não, amor, fui eu... me deixei levar pelo ritmo do Osvaldo. Queria ser safada pra você e nem te deixei assistir...
Ela nem terminou as palavras. Forcei a entrada, peguei ela no colo e sentei no balcão do banheiro enquanto a beijava com fúria. Lembrar dos atos safados dela me enlouquecia de desejo. Sentir o corpo macio e nu dela só de lingerie me deixava louco.
Pare de beijá-la:
— Quer saber uma coisa?
Bruna assentiu timidamente.
— Ouvir você foi tão sexy. Escutar você chupando o estranho e gozando com Osvaldo lambendo você. Foi tão safado quanto assistir!
A boca de Bruna abriu ao ouvir as palavras do marido. Nem pensava quando fez aquilo, mas subconscientemente sabia que o marido ia gostar.
— ...mas hoje à noite — continuei —, quero assistir vocês. De perto. Me enlouquece só de pensar.
Bruna sorriu.
— Você quer que eu seja sua esposinha safada. Ver ela chupando o pauzão de um babaca na nossa banheira de hidromassagem toda molhada... — sussurrou enquanto mordia minha orelha.
— Porraaa. Bruna, você tá sendo tão safada do caralho — assenti rápido.
Ela me empurrou antes de pegar o biquíni.
— Distrai nosso convidado enquanto eu troco — disse com voz cheia de sexo.
Ri balançando a cabeça. Dei um último beijo antes de sair.
***
Bruno e Osvaldo faziam conversa fiada esperando Bruna quando ouvimos a porta corrediça abrir. Nós dois olhamos e ficamos imediatamente impressionados com o que vimos.
Bruna saiu usando um maiô branco inteiro. Era aberto nas costas e tinha fundo fio dental. A frente era justa contra o corpo e fazia as tetas grandes e empinadas dela parecerem prestes a saltar. Eram apertadas juntas, parecendo melões perfeitos. Os piercings nos mamilos eram visíveis pelo tecido esticado.
Quando virou para fechar a porta, a bunda dela quase fez Osvaldo desmaiar ao ver as covinhas perfeitas nas costas. A cintura dela é tão fina mas a bunda tão grossa. Desafia a lógica. Osvaldo sabia que ela devia malhar religiosamente para manter aquele corpo. E estava certo. Se os incontáveis caras que davam em cima de Bruna na academia soubessem o que ela estava prestes a fazer e com quem, amaldiçoariam os céus pela sorte dele.
— Desculpa, não achava nada pra vestir — Bruna disse ao se aproximar de nós.
— Ah, você definitivamente achou algo — Osvaldo disse.
Ela só deu um tapa no braço dele ao passar. Sentou no meu colo e me deu um beijo longo e molhado.
Devagar se separando. Só olhei para cima para ela e sorri.
— Oi.
— Oi — sorriu de volta.
— Tá, chega dessa merda de casalzinho apaixonado. Cadê meu beijo? — Osvaldo reclamou.
Bruna revirou os olhos mas eu dei um empurrãozinho nela. Ela levantou e deu para Osvaldo o mesmo tratamento que acabara de me dar. Depois de parar o beijo deles, sentou no colo dele enquanto Osvaldo fazia conversa fiada comigo. Bruna me dava olhares sexy enquanto sentada no nosso vizinho. O braço dele ao redor dela, com a mão descansando na bunda. Ela tinha os dois braços no peito dele virada de lado mas mantinha os olhos em mim. Parecia tão pequena no abraço dele, não conseguia evitar imaginar como o corpo dela aguentaria ele metendo nela. Osvaldo era pesado com certeza, mas não obeso mórbido. Tenho certeza que era em forma nos tempos jovens e a vida cobrou o preço no corpo dele.
Quase dez minutos se passaram com Bruna no colo dele antes dela decidir levantar. Mal sabia eu que era porque sentiu o pau de Osvaldo começando a endurecer e cutucar ela.
— Tá bom, vou entrar — correu rápido para a banheira de hidromassagem como se fosse corrida. Eu e Osvaldo nos olhamos e corremos atrás. Eu já tinha trocado então só pulei. Eu e Bruna já estávamos na banheira nos abraçando enquanto tentávamos conter o riso vendo Osvaldo tentar tirar a camisa rápido para entrar com a gente.
Osvaldo ficou envergonhado vendo o casal assistir ele tentando se despir rápido.
— Tá bom, vou te pegar por essa, Bruno — pensou.
Depois que Osvaldo finalmente entrou e escolheu um canto. Eu e Bruna estávamos abraçados em outro. Osvaldo só nos encarava enquanto nos acariciávamos e beijávamos. Mal podia esperar para fazer Bruno assistir ele pegar a esposa dele. Dessa vez de perto.
Nós três fizemos conversa fiada. Devagar, conforme os drinks fluíam entre nós, a conversa ficava mais fácil. Logo acabamos as cervejas. Falei que já voltava para pegar mais na garagem. Bruna só ficou deitada no canto dela vendo Osvaldo encarar ela.
— Não vai falar nada? — perguntou ela.
— O que tem pra falar?
— Não sei. Achei que você ia tentar algum plano elaborado pra tentar ficar comigo de novo — Bruna disse. Sabia o que Bruno queria ver, mas não sabia como isso ia começar sem ser estranho. Sabia que Bruno pensava o mesmo porque por que senão ele iria pegar drinks em vez de pedir pra ela?
— Ah, eu tenho... mas tô esperando você tomar a iniciativa — Osvaldo disse com confiança.
— Você tem tanta certeza que eu vou? — disse rápido tentando esconder a vergonha.
— Com certeza. Seu marido quer que isso aconteça hoje mais que as outras vezes. Acho que ele tá tentando pegar mais drinks pra você se soltar ainda mais.
Bruna ficou vermelha ao ouvir isso, sabendo que era verdade.
— Quando notar meu sinal, vai ser escolha sua. Quer provocar seu marido, então vai ter que ser a vadia pra mim que ele quer ver. Também acho que hoje, pro seu personagem, tenta agir mais relutante. Acho que seu marido gosta quando você faz...
As palavras dele foram cortadas quando eu voltei. Depois de voltar pra banheira, acabamos rápido os drinks que trouxe.
Osvaldo e eu continuávamos provocando Bruna sobre o maiô.
— Adoro o branco na pele dela. Faz o combo cabelo loiro e olhos azuis ainda mais mortal — Osvaldo disse num borrão bêbado.
— Concordo. Também faz a bunda dela ficar sem igual. Essas tetas não são brincadeira também — respondi, claramente embriagado.
— Tá bom! Vocês dois oficialmente beberam demais. Não me surpreende o Osvaldo agindo como porco mas você também, Bruno! — Bruna riu de volta.
— Acabamos mesmo, deixa eu pegar mais — falei prestes a levantar.
— Não, não, agora é minha vez. Deixa eu pegar — Osvaldo disse tentando levantar mais rápido. — AI PORRA!
Caiu de volta agarrando a coxa de baixo.
— Caralho! Essa foi forte!!
Jogou a cabeça para trás esticando a perna tentando tirar a “câimbra” da perna.
Bruna soube na hora que era o sinal dele, mas a atuação convenceu Bruno de verdade.
— Câimbra forte? Eu tinha muito, são matadoras. Só massageando que sai — falei.
— Porra, é, tá forte — Osvaldo disse, tentando massagear.
— Aqui, deixa eu ajudar — Bruna finalmente disse.
Lancei um olhar imediato para ela, excitado que ela oferecesse ajudar ele.
Ela revirou os olhos.
— Amor, ele parece estar com muita dor. Não vou fazer nada ruim... por enquanto — me deu um sorriso malicioso, indo até Osvaldo. Sentou bem ao lado dele.
Meu estômago despencou vendo ela agir tão sexy e safada. Sabia que algo estava rolando. Minha banheira era bem espaçosa, e também por causa dos jatos eu não via nada além do tronco de Bruna e Osvaldo. O que deixava minha imaginação enlouquecer.
Assim que Bruna chegou em Osvaldo, ele agarrou a mão dela embaixo da água e colocou no pau dele. Depois colocou uma mão na bunda dela apertando embaixo da água.
Bruna esfregava o pau duro dele.
— Ooh, que nó grande — disse olhando nos olhos de Osvaldo, sorrindo maliciosa.
— Eu sei, valeu pela ajuda — respondeu jogando a cabeça para trás.
Bruna nem olhou para o marido; só encarava Osvaldo. Com a cabeça dele para trás. Sentindo o pauzão. Ele sabia exatamente como manipulá-la. Ela se perguntava como aquele babaca arrogante sempre sabia o que ela faria.
Enquanto masturbava ele pelo short, Osvaldo usou a mão livre para tirar o pau. Bruna imediatamente envolveu as duas mãos nele.
Estava masturbando ele na água. Finalmente olhou para mim e viu que eu tinha a mesma cara do clube. Estava perdido no tesão. Formou com a boca para mim: “Ele é tão grande.” Minha boca abriu ao ver isso. Agora sabia que ela estava brincando com ele. Era óbvio mesmo não vendo nada.
— Bruno, as mãos da sua esposa são mágicas. Você é um cara de sorte de curtir o toque dela.
Não respondi, só travava os olhos com Bruna enquanto ela continuava. Osvaldo finalmente não aguentou. Sentou na borda da banheira com o pauzão de fora no ar fresco da noite.
— Vem aqui, Bruna — puxou ela entre as pernas dele para ela ficar onde ele estava sentado. Ficou virada de lado para Osvaldo com linha reta olhando o pau dele e eu. — Continua brincando com ele — incentivou enquanto ela masturbava o pauzão com as duas mãos. O rosto dela se aproximou, olhando o pau de lado.
Do meu ângulo, via minha esposa com um homem arrogante e feio entre nós. Masturbando o pauzão dele enquanto as luzes da banheira iluminavam a pele brilhante e as curvas perfeitas dela, tudo enquanto olhava para mim.
— Então, Bruno. Você nunca teve sua esposa linda te chupando, né?
Silenciosamente balancei a cabeça que não, enquanto os dois me olhavam.
— Mostra pra ele.
Bruna balançou a cabeça que não.
— Osvaldo, não me manda o que fazer. Você já teve sua diversão. Vai pra casa hoje — disse sentando para longe do pau dele.
Fiquei surpreso e meio decepcionado que ela disse isso. Mas se era o que ela queria, respeitava. Não queria continuar empurrando ela. Especialmente depois do que aconteceu com o estranho hoje.
Osvaldo não, porém. Sabia que era o personagem dela para a noite.
— Como se eu ligasse, vadia? Levanta logo — Osvaldo disse, puxando Bruna contra o corpo dele. Tinha uma nádega em cada mão enquanto ela mantinha os braços cruzados contra o corpo suado e flácido dele.
— Quer que eu vá pra casa??
Ela assentiu rápido, olhando nos olhos dele com desafio ardente.
*TAPA!*
— Meu Deus, Osvaldo! Não! — gritou enquanto agarrava a cabeça dele e enfiava entre as tetas. Osvaldo só olhava para cima mantendo os olhos travados nos dela.
Quase levantei e bati no Osvaldo, mas algo me parou. Talvez fosse Bruna me provocando de novo? Ela podia escapar se quisesse mesmo. Não fiz nada além de assistir enquanto Osvaldo continuava punindo a bunda molhada e brilhante de Bruna.
[CONTINUA!]