[…]
*TAPA! TAPA!*
— Osvaldoooo! Ai meu Deus!! Porraaa! Para, por favor! — Bruna se agarrou forte nele, as tetas escapando por baixo dos braços e do maiô.
— Vai ser uma boa menina agora?
Ela assentiu sim, os olhos suplicantes.
*TAPA!*
— Sim!! Sim!! Vou ser uma boa menina! — Bruna choramingou.
— Boa menina — Ele deu uma massagem leve em cada nádega antes de puxar Bruna para o colo dele. Ao fazer isso, vi flashes do maiô branco dela que tinha sido engolido pela bunda gulosa. Bruna finalmente olhou para mim. Vi que o rosto dela estava completamente corado. Estava imensamente excitada. Bruna enlouquecia sendo tratada assim na minha frente. Cada tapa mandava um choque elétrico pelo corpo dela. Assisti a bunda dela tremendo nas mãos de Osvaldo enquanto ficava cada vez mais vermelha.
— Caralho, Bruno. Você pegou uma especial. Talvez um dia ela deixe você bater nela. Acha que deixaria o maridão fazer isso?
Bruna olhou para mim e balançou a cabeça que não.
— Eu não ia gostar do meu marido me tratando assim...
— Mas gosta quando eu faço, né? — perguntou movendo a mão entre as pernas dela.
Bruna olhou para baixo mas assentiu sim enquanto via Osvaldo tocar ela, mantendo os braços cruzados inutilmente contra ele. Meu estômago era um poço de ciúmes naquele momento.
— Fala. Seu marido quer ouvir — As mãos dele começaram a esfregar a buceta dela por cima do maiô.
— Gosto quando você bate em mim.
— Mais alto! — Acelerou o movimento da mão.
Bruna enterrou a cabeça no ombro dele.
— EU ADORO QUANDO VOCÊ BATE NA BUNDA QUE EU MALHO PRO MEU MARIDO!! — Gozando ali mesmo. Osvaldo e eu ficamos surpresos com o quanto Bruna estava selvagem. Bruna virou a cabeça, olhando para mim, depois para Osvaldo com olhar vidrado.
— Pronta pra dar o show da vida dele? — Osvaldo sussurrou.
Bruna assentiu e sussurrou de volta:
— Só não goza rápido demais... — Dando um beijo selvagem nele, a língua dela mergulhou fundo na boca. Saiu da boca dele beijando o pescoço, o peito, depois a barriga grande. Finalmente, caiu de joelhos entre as pernas dele.
Fiquei olhando a bunda redonda dela saindo da água virada para mim enquanto ajoelhava, olhando para cima para o rosto gorducho de Osvaldo prestes a chupar o pau dele. Eu lembraria dessa imagem pelo resto da vida.
— Ela fica linda entre minhas pernas, acha não, Bruno? — Osvaldo disse com um sorrisinho.
— É... — mal consegui crocitar.
Bruna virou para mim e deu um sorriso safado.
— Gosta disso??
Só assenti.
Ela sentiu uma onda de energia percorrer o corpo.
— Vou caprichar tanto pra você! — disse, dando uma reboladinha fofa no corpo e na bunda.
Tive medo de tocar o pau com medo de gozar ali mesmo. Flutuei para outro canto da banheira. Agora tinha uma visão lateral clara de Bruna olhando para cima para Osvaldo, masturbando o pau dele com as duas mãos. Não falei nada além de assistir a cena tabu na minha frente.
— Caralho, Bruna, você gosta de masturbar esse pauzão enquanto seu marido assiste?
Ela não respondeu.
— Fala pra gente! — ordenou.
— Deus, Osvaldo! Você é tão chato às vezes.
— Você adora... agora responde minha pergunta.
— Nãooo! Não posso, meu marido tá assistindo a gente. Não me faz agir safada.
— Tarde demais — Ele envolveu as mãos no cabelo dela e puxou o rosto para o pau dele.
— Fala o quanto ama o gosto do meu pau. Você sabe como é... o cheiro e o gosto. Nem sabe como é o gosto do seu próprio marido, né?
Bruna mal ouviu ele. O rosto tão perto do pau que sentiu a cabeça girar com o calor e o cheiro. O pulso batia nos ouvidos. Mal conseguia pensar. Lambeu os lábios de antecipação. O que havia de errado com ela? Mal podia esperar para ter aquele pau na boca de novo. O marido ia ver o quanto ela podia ser safada de verdade.
Depois de esfregar o rosto todo no pau de Osvaldo, nós dois finalmente ouvimos um gemido alto e suspiro dela.
— Porraaaa! Osvaldo!! Seu pau me enlouquece.
Ele não disse nada mas descansou o pau na bochecha dela.
— Adoro masturbar ele. Fazer ficar tão grande e duro. Fazer meu marido assistir eu agradando ele. Você é um homem tão mau...
— Isso aí, sou mau mesmo — disse, me dando um sorriso e piscadela.
Bruna também olhou para mim enquanto Osvaldo esfregava o pau no rosto dela.
— Um homem tão mau... com um pau tão mau. Transformando uma esposa inocente numa vadia.
Eu via estrelas ouvindo eles falarem assim um com o outro.
— Inocente? — Osvaldo finalmente soltou ela. — Mostra pro Bruno o quão inocente você é de verdade.
Bruna me deu uma última olhada:
— Não me odeia por isso, amor... — antes de mergulhar no pau de Osvaldo.
Chupou a cabeça sem tirar os olhos de mim.
— Mmmmm, porra, que gosto bom.
— Caralho, Bruna. Nunca vou cansar dessa sensação. Ah, desculpa, Bruno. Esqueci que você ainda não sentiu isso.
Comecei a ficar bravo com as palavras dele mas não fiz nada para parar ele ou ela. No fundo, me excitava ouvir isso.
Bruna ficou irritada ouvindo as palavras dele. Mas só continuou a encarar com olhos pesados de tesão para o marido. Ele não fez movimento para parar Osvaldo então ela continuou. Rodopiou a língua na cabeça do pau dele e fez barulhos altos de sucção, nunca quebrando o contato visual comigo.
Osvaldo só curtia a sensação com a cabeça inclinada para trás e continuava provocando Bruno.
— Caralho, ela tá ficando cada vez melhor nisso. Tenho que me segurar pra não gozar rápido hoje. Quero dar um bom show pro amigo. Vai, Bruna. Mostra pra ele o quanto eu te ensinei.
Bruna respondeu engolindo o pau inteiro dele, nosso contato visual sumindo quando passou da coxa dele. Quando tinha tudo na boca balançou a boca nele, apertando com a garganta.
Os olhos dela olhando para cima para Osvaldo. Eu não via por causa da coxa dele bloqueando a cabeça dela. Só ouvia ela engasgando no pau gordo dele. Assim que deslizou a cabeça para cima os olhos dela viraram de volta para mim dando outro show. Era o pau molhado dele, todo com a baba dela.
— Gosta do gosto? — perguntei.
Bruna ficou surpresa que eu perguntei, mas sabia o quanto eu estava louco de tesão agora. Entrou na brincadeira.
— Mmm, é tão gostoso. Tô começando a viciar. Não é grande, amor? — Enquanto balançava o pau dele de um lado pro outro.
Minha boca abriu com as palavras dela me dando um olhar sexy. Ela sorriu e beijou o pau dele.
— Talvez um dia eu veja quem tem gosto melhor. Mas por enquanto... ele tem gosto melhor! — Mostrou a língua para mim.
Porra. Ela estava me provocando pra valer hoje. Osvaldo sorriu vendo Bruna provocar o marido. Adorava ver o pauzão dele levando a fantasia deles a novos patamares. Osvaldo balançou o pau de um lado pro outro batendo nela.
— Vai. Ele quer você de novo...
Sem usar as mãos, Bruna tentou pegar com a boca enquanto ele marcava ela com ele. Errou três vezes tentando encaixar na boca antes de descer para as bolas e base do pau dele. Usou a língua e subiu o pau finalmente pegando. Realmente tinha aprendido técnicas em tão pouco tempo.
— Não se mexe... — disse sedutora, ofegante.
Feliz por finalmente pegar o prêmio. Juro que vi olhinhos de coração nos olhos dela enquanto mergulhava no pau dele. Não provocava mais a gente e deu o boquete que todos queríamos ver.
Fiquei chocado de estar tão perto. Não era do outro lado do quintal onde mal ouvia eles. Não era um vídeo ou minha imaginação. Era bem na minha frente. O cabelo loiro de Bruna caía ao redor. O maiô branco valorizava o corpo tonificado e molhado dela. As luzes iluminando o rosto lindo perdido no tesão. A água dos movimentos vigorosos dela espirrava no meu peito, e os sons da garganta dela massageando o pauzão de Osvaldo enchiam meus ouvidos.
Osvaldo estava no paraíso. Via Bruno assistindo chocado a esposa dele. Osvaldo olhou para baixo e sorriu para Bruna, piscando para ela. Ela se perguntou o que ele pensava antes dele apontar com os olhos para Bruno. Quando olhou com a boca cheia de pau, achou que o marido ia foder ela ali mesmo.
— Pode ter uma visão melhor se quiser — Osvaldo riu, batendo ao lado dele.
Aceitei a oferta na hora e saí da banheira sentando ao lado dele. Bruna estava entre as pernas dele ainda metade na água enquanto nós sentávamos fora com só os pés na água. Ela olhava direto para mim, não parando um momento, chupando o pau dele. Brincalhona cobriu o rosto para bloquear minha visão.
— Não faz isso, Bruna. Deixa seu marido ver a vadia em você — Osvaldo riu. Tirando a mão dela.
Ela lançou um olhar bravo para ele e “punição” engolindo o pau inteiro de novo. Balançando a cabeça.
Quando tirou a garganta, olhou para cima. Osvaldo e Bruna travaram os olhos enquanto ela sorria com os olhos.
— Porraaa. Você aprendeu mesmo a engolir esse pau inteiro, hein? — falei incrédulo.
Bruna deslizou devagar os lábios no pau dele, fazendo um barulho alto de pop. Baba e pré-gozo pingavam dos lábios dela.
— Foi o único jeito de calar esse babaca — Lambeu a ponta do pau dele de novo com a língua toda. Ainda encarando o marido.
— Não mente. Você sabe que aprendeu a gostar também — Osvaldo desafiou ela.
— Hmm, taaalvez — disse com um sorrisinho pequeno.
— Porra, Bruna, você tá tão sexy agora — Não aguentei. Puxei o pau para fora e comecei a masturbar. Bruna gemeu de aprovação vendo as ações do marido e continuou o boquete em Osvaldo. Osvaldo olhou para mim e ficou genuinamente chocado. Achava que eu seria pequeno, mas eu era maior que a maioria dos homens. Acho que Bruno realmente quis dizer que tinha sorte de ser abençoado com um pau tão fora da curva.
— Então ela nunca te chupou, né? — Osvaldo perguntou, colocando a mão na cabeça de Bruna.
Balancei a cabeça que não.
— Então nada de boquete. Nada de tapas. Imagino que nunca gozou no rosto dela ou na boca.
Nem respondi. Ele já sabia. Riu e sorriu.
— Bom, hoje à noite vou pintar o rosto da sua esposa com minha porra antes de fazer ela engolir o resto.
Engoli seco ouvindo as palavras dele e vi Bruna ainda me encarando enquanto agradava o vizinho feio com um boquete profissional. Bruna estava pegando fogo. Não acreditava no que estava fazendo. Chupando aquele pauzão na frente do marido. Encarava direto nos meus olhos. Queria garantir que eu visse tudo. Trabalhava tanto para o gozo dele.
*CHUP... CHUP... SLURP... SLURP*
— Isso, vadia. Tira toda a porra do papai. Mostra pro seu marido que vadia você é.
Ela parou um segundo e começou a masturbar Osvaldo com as duas mãos.
— Bruno... porra, amor. Tô bonita agora? Tô fazendo direitinho pra você??
Falava comigo como se eu estivesse recebendo o boquete. Só consegui formar com a boca “porra do céu” para ela. Isso arrancou um sorriso dela. Voltou a lamber todo o pau dele, que estava absolutamente coberto de baba dela. Osvaldo perdeu a paciência. Agarrou o cabelo dela num rabo de cavalo e forçou de volta no pau. Precisava da garganta dela.
— Isso! — grunhiu — Engole essa porra!!
*GLUG GLUG GLUG!* Bruna não acreditava que deixava aquele gordo babaca tratá-la como brinquedo sexual pessoal. Deu olhos suplicantes para o marido.
Eu estava congelado assistindo Bruna. Os olhos dela tinham um ar de pedir ajuda, mas as mãos e a boca traíam ela. Trabalhava furiosamente no pau de Osvaldo. Era o boquete mais safado dela com ele. Sabia que precisava da minha confirmação para se soltar.
— Caralho, Osvaldo. Você tá fazendo ela engolir mesmo. Porra do céu.
Isso arrancou um gemido profundo da boca cheia de pau de Bruna. Bruna estava metade na água mas ainda sentia a buceta molhada pulsar.
— Isso! Porra! Vou gozar todo na sua esposa do caralho — Osvaldo mal respirava. Tirou e começou a jorrar enquanto as mãos de Bruna espremiam para fora no rosto dela e na boca aberta.
Pensei que Osvaldo estava morrendo do jeito que gozava sem parar, olhos revirados. Bruna sentiu que era demais no rosto então avançou e cobriu o pau com a boca. Engolindo o resto.
— Caralho, vadia. Engole toda minha porra... deixa seu marido ver — Bruna me encarou com o rosto coberto de porra limpando o pau de Osvaldo. Vi a garganta dela engolir várias vezes.
Saber que ela engolia a porra de outro homem me enlouquecia de ciúmes. Queria tanto que ela fizesse isso pra mim. E em vez de pegar pra mim, Osvaldo chegou primeiro. Os grunhidos dele ecoavam na minha cabeça enquanto esvaziava a carga enorme na minha esposa linda.
Bruna me deu um sorriso enquanto terminava de lamber o pau de Osvaldo.
— Amor, pode pegar uma toalha pra mim?
Assenti e saí da banheira. Fui rápido pegar toalhas que tínhamos dentro de casa. Voltei minutos depois e vi Osvaldo de pé assistindo Bruna ainda devagar, carinhosamente beijando o pau dele, olhos fechados com expressão vidrada. Bruna encontrou meus olhos e finalmente soltou o pau gordo dele.
O rosto de Bruna estava molhado de água e porra de Osvaldo. Levantou, pingando e saiu da banheira. O corpo molhado dela ficava incrível no luar e nas luzinhas que tínhamos. Entreguei a toalha que ela pegou com um sorriso. Diria que se secou mas era mais limpando. Ele realmente cobriu ela de porra.
Osvaldo também saiu. Começou a pegar as roupas. Sabia que era hora de ir.
— Bom, obrigado pela noite do caralho. Mal posso esperar pela próxima — Osvaldo chegou perto de Bruna. Ela acabara de terminar de secar as pernas antes de olhar para ele.
— Também um grande obrigado. Você é a vizinha perfeita — Inclinou e deu um beijo longo e molhado nela. Se beijaram um tempo antes de parar. Osvaldo me deu um sorrisinho antes de bater na bunda de Bruna e sair pelo portão lateral ainda molhado da nossa banheira.
Silêncio pairou no ar ao ouvir o portão fechar. Bruna olhou para mim.
— E aí...
Sorri de volta.
— E aí?
Ela me deu um olhar safado.
— Preciso me limpar mais... me encontra lá em cima — Enquanto ia para a porta.
Segurei ela antes de chegar e empurrei contra a porta.
— Amor... não!! Tô suja...
— Cala a boca. Faço o que quero com minha esposa!
O corpo de Bruna arrepiou ouvindo minhas palavras. Antes de sentir meus lábios travarem nos dela. Ainda sentia gosto de Osvaldo mas agora o marido tentava tomá-la de volta.
Segurei Bruna e ela envolveu as pernas em mim. Tropeçamos para dentro e carreguei ela para o quarto.
Aquela noite tivemos o melhor sexo que qualquer um de nós já teve na vida. Bruna perdeu a conta de quantas vezes gozou. Eu era um animal. Toda vez que lembrava das ações dela na noite, não conseguia tirar as mãos dela.
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Continua!!