Com a garagem subterrânea agora vazia, eu e Marcelo nos despedimos rapidamente, ambos ansiosos pelo que o futuro reservava. Desnuda, caminhei até meu quarto, a mente girando com as possibilidades.
Na manhã seguinte, acordei com uma leve dor de cabeça, mas um sorriso no rosto ao lembrar da noite anterior. Tomei um banho rápido e decidi ligar para minha amiga Simone, com quem tenho uma longa história de confidências e aventuras.
Simone atendeu no terceiro toque, a voz ainda sonolenta.
— Alô? — ela perguntou.
— Oi, sou eu, Andressa! — dissei animadamente. — Precisamos marcar um encontro urgente para hoje à noite. Tenho muito para contar.
Simone riu.
— Pelo seu tom de voz, imagino que seja algo bom. — Ela fez uma pausa. — Que tal vir para minha casa? Tenho uma garrafa de Blanton's excelente pela metade que podemos terminar.
Sorri.
— Perfeito! Vou levar outra garrafa também, mais algumas coisas. — Fiz uma pausa, então acrescentei em um tom conspiratório: — E podemos convidar alguém para se juntar a nós.
Simone ficou intrigada.
— Ah é? Quem você tem em mente?
— Acho que Marcelo vai se juntar a nós. Mas isso fica para mais tarde. Vejo você às 20h. — E nos despedimos.
Mais tarde naquele mesmo dia, tomei outro banho e voltei para meu quarto para me arrumar. Escolhi um vestido justo e sapatos de salto alto, querendo me sentir poderosa e sedutora.
Às 19h30, estava na porta de Simone, com uma bolsa contendo outra garrafa de whisky e outras surpresas. Ela abriu a porta e me cumprimentou com um abraço apertado.
— Uau, você está linda! — Simone disse, admirando meu visual. — Entre, estou morrendo de curiosidade para ouvir suas novidades.
Sentadas no sofá da sala, conversamos animadamente enquanto saboreávamos uma dose de Blanton's da garrafa com tampa de cavalo de corrida, com uma pedra de gelo grande no copo lowball. Contei a Simone sobre meu encontro com Marcelo e como foi maravilhoso estar com ele.
— Então, quando eu estava com Marcelo ontem, sugeri que poderíamos nos encontrar com você também — disse timidamente. — Para os três passarmos uma noite juntos.
Simone arregalou os olhos, surpresa, mas logo sorriu.
— Isso parece incrível! Gosto muito de Marcelo e sempre imaginei como seria com ele e outra mulher. — Tomou outro gole de whisky. — Mas e se formos mais ousadas? Você como a terceira pessoa, assistindo primeiro e se juntando no final.
Dei uma risadinha.
— Bem, eu estava pensando em você ser a outra mulher. — Olhei para Simone com desejo. — A menos que você prefira que eu seja a terceira. Estou aberta a sugestões.
Simone ponderou por um momento, então sorriu maliciosamente.
— Acho que você como terceira pessoa pode ser mais divertido. Podemos fazer você assistir primeiro, e então você se junta a nós no final.
Mordi o lábio inferior, animada com a ideia.
— Adoro essa ideia! E tenho certeza de que Marcelo também vai gostar muito.
Terminamos nossas doses de Blanton's, os copos lowball suados tilintando na mesa. Nossos olhares se cruzaram carregados de tesão, as respirações já pesadas no ar quente da sala. Marcelo lambeu os lábios enquanto me puxava para seu colo, as mãos grandes deslizando pela minha coxa. Simone se aproximou por trás, o hálito quente no meu pescoço, mordiscando minha orelha enquanto sussurrava: "Quero ver ele te foder primeiro".
A campainha tocou, anunciando a chegada de Marcelo. Nos apressamos para nos recompor e o deixamos entrar. Marcelo estava usando uma calça jeans surrada e uma camiseta justa que acentuava seus músculos. Ele me cumprimentou com um beijo profundo e apertado.
— Ei, sexy — ele disse com um sorriso. — Estou muito animado para hoje à noite.
Sorri de volta e, pegando sua mão, o levei para dentro da casa. Simone estava esperando na sala com três copos lowball cheios de Blanton's com pedras de gelo grandes. Sentamos juntos no sofá e bebemos enquanto conversávamos sobre os planos para a noite.
— Então, Andressa mencionou que vocês dois tiveram um encontro incrível ontem — Simone disse para Marcelo. — Quero ouvir todos os detalhes sujos.
Marcelo riu e deu um tapa no meu joelho, olhando para Simone com uma piscada provocativa.
— Não sei se devo contar todos os detalhes na frente da sua amiga aqui — brincou para ela. Então olhou para mim — A maneira como você me seduziu e me levou para aquela garagem subterrânea… Eu nunca havia sentido tanto tesão na minha vida.
Senti-me orgulhosa do elogio e olhei para Simone com um sorriso malandro.
— E eu tenho certeza de que hoje à noite será ainda melhor com você aqui também.
Marcelo sorriu, recostando-se no sofá com aquele ar confiante.
— Então qual é o plano exato, meninas? — perguntou, girando o copo lowball com a pedra de gelo derretendo.
Levantei-me devagar, o vestido justo subindo pelas coxas, e fui até minha bolsa jogada no canto da sala.
— Lembram das minhas "outras surpresas"? — disse com um sorriso malicioso, puxando um pacotinho plástico e o espelhinho que sempre carrego.
Simone arregalou os olhos, batendo palmas.
— Porra, Andressa! Você trouxe o pó?!
Voltei pra mesa de centro, despejando o pó branquinho e usando o cartão de crédito pra montar três linhas perfeitas ao lado dos copos de Blanton's.
— Claro que trouxe. Pra gente aguentar a noite inteira — pisquei, oferecendo o canudo de prata pra Marcelo primeiro.
Ele aspirou com calma, saboreando a queimação, depois passou pra mim. O fogo subiu pelas narinas, coração disparou, e de repente cada toque da roupa no corpo virou eletricidade. Simone fungou a dela com um gemido baixo, jogando a cabeça pra trás.
— Caralho, que isso... tô sentindo tudo mil vezes mais.
Marcelo lambeu o resto do dedo, os olhos vidrados nas minhas coxas.
— Agora sim. Vem cá, Andressa.
Ele me puxou pro colo, as mãos rasgando o vestido justo, seios livres enquanto chupava meus mamilos com urgência química. Simone se jogou do outro lado, língua na minha boca, unhas cravando minha bunda. A coca amplificava tudo – o gosto do Blanton's na boca dela, o calor da pele dele, meu clitóris latejando só com o tecido da calcinha.
Senti o volume duro da ereção dele pressionando minha buceta através da calça jeans. Simone agarrou meu cabelo, empurrando minha cabeça pra baixo com firmeza.
— Desce aí e abre essa calça. Chupa ele pra mim primeiro — sussurrou rouca, os olhos vidrados de tesão químico.
Desci do colo dele devagar, ajoelhando entre suas pernas abertas, os olhos fixos no volume da calça jeans esticada ao limite. Meus dentes agarraram o zíper devagar, o som metálico cortando o silêncio pesado da sala enquanto eu o abria centímetro por centímetro. O pau saltou livre como um animal, grosso e pesado, a cabeça roxa brilhando com pré-gozo, veias saltadas pulsando com o coração acelerado da coca. Segurei a base com firmeza, sentindo o calor escaldante da pele esticada, e engoli a cabeça primeiro – o gosto salgado explodiu na língua, misturado com o amargor químico que ainda pairava na minha boca. Desci mais fundo, lábios bem fechados ao redor do tronco, até sentir o pelo púbico roçar meu nariz. As veias grossas pulsavam contra minha língua como cabos vivos, o cheiro animalesco de tesão masculino invadindo minhas narinas hipersensíveis. Chupei com fúria possessiva, garganta completamente aberta, babando no pau enquanto subia e descia em movimentos longos e molhados. Marcelo gemia rouco, uma mão agarrando meu cabelo com força, fodendo minha boca em resposta.
— Porra, Andressa... engole tudo, sua puta.
Simone se contorcia ao lado, dedos enfiados na própria buceta, o som molhado dos dedos acompanhando o barulho obsceno da minha garganta sendo arrombada.
— Olha como ela engole... caralho, que boquete perfeito.
Levantei a cabeça do pau de Marcelo, saliva escorrendo pelo queixo, os olhos ardendo de tesão químico. Engoli em seco, sentindo o gosto dele ainda queimando na garganta, e olhei pra Simone se contorcendo ao lado.
— Marcelo — ofeguei, voz rouca de tanto chupar — vai lá foder a Simone agora. Quero ver você arrombando ela.
Ele sorriu predador, pau brilhando com minha saliva, e se virou pra ela num movimento fluido. Simone já abria as pernas, buceta pingando no sofá, olhos implorando.
— Era isso que eu queria ouvir — Marcelo grunhiu, agarrando os quadris dela com violência.
Ele a penetrou num golpe só, fundo e seco, arrancando um grito gutural dela. Os quadris batiam com força, pele contra pele, enquanto Simone cravava as unhas nas costas dele. Me arrastei pro lado, boceta latejando, e chupei os mamilos duros de Simone, mordendo de leve enquanto ela gemia alto.
Virei o rosto e beijei Marcelo com fome, língua invadindo a boca dele, provando o Blanton's misturado com coca e suor. Ele devolvia o beijo violento, uma mão no cabelo dela, a outra me apertando os seios, sem perder o ritmo da foda selvagem.
Enquanto eles se destruíam, rastejei até a mesa de centro, peguei o cartão e o resto do pó. Com mãos trêmulas de tesão, montei três carreiras perfeitas, o pó branquinho reluzindo sob a luz baixa da sala.
— Mais uma pro casal aí — provoquei, canudo pronto na mão.
Aspirei minha carreira primeiro, o fogo líquido subindo pelas narinas, coração explodindo no peito. Levantei-me cambaleando de tesão químico, boca seca, corpo elétrico.
Beijei Simone com violência, língua invadindo sua boca melada de gemidos, provando o suor dela misturado com Blanton's. Ela gemia no beijo enquanto Marcelo a fodia sem piedade.
Empurrei Marcelo com força pelos ombros – ele saiu dela com um pop molhado, pau brilhando – e mergulhei minha boca na buceta aberta de Simone. Lambeu o clitóris inchado, chupando o mel misturado com pré-gozo dele, língua enfiada fundo enquanto ela gritava agarrando meu cabelo.
Marcelo fungou sua carreira ao lado, o som do canudo cortando o ar, e na volta me agarrou pelos cabelos com violência. Apertou minha cabeça mais fundo contra a buceta de Simone, esfregando minha cara na boceta ensopada dela por alguns segundos intensos – então soltou meu cabelo, deixando-me lamber livremente, e se posicionou ao lado de Simone.
Marcelo se aproximou de Simone, que já veio de encontro ao pau melado, iniciando lentamente com a língua na cabeça. Lambeu o pré-gozo devagar, olhos fixos nos dele, e logo em seguida já o mamava vorazmente, engolindo até a garganta com barulho molhado.
— Isso, mama meu caralho enquanto ela lambe tua puta — ele mandou, mão livre agora acariciando os seios dela.
Eu chupava Simone livremente, nariz enterrado no clitóris, sentindo o pau de Marcelo roçar minha testa enquanto ela chupava ele com barulho molhado. Simone gorgolejava no pau, uma mão puxando meu cabelo, outra agarrando a coxa dele. A coca fazia cada gosto explodir – buceta doce/salgada dela, cheiro animalesco, gemidos vibrando na minha língua.
Simone gozou primeiro, um grito animalesco rasgando a sala enquanto esguichava violento na minha boca, jatos quentes encharcando meu rosto e pescoço. Seus quadris convulsionaram contra minha cara, unhas cravando meu couro cabeludo, corpo arqueando em espasmos incontroláveis. O líquido doce e salgado escorreu pelo meu queixo, pingando nos seios, misturando-se com saliva, suor e cocaína residual.
Marcelo arrancou o pau da garganta dela com um "pop" obsceno, fios de baba esticando entre glande roxa e lábios inchados. Seus olhos de predador cravaram nos meus.
— Sua vez de levar pau de novo, Andressa — grunhiu rouco, agarrando meus cabelos encharcados.
Ele me arrancou de Simone brutalmente, jogando-me de quatro no sofá, bunda empinada tremendo, buceta exposta latejando. Simone rastejou até a mesa de centro primeiro – fungou sua segunda carreira com urgência desesperada, o canudo tremendo na mão, depois pegou a garrafa de whisky quase no fim e tomou a última dose direta no gargalo, líquido âmbar escorrendo pelo queixo enquanto assistia hipnotizada.
Simone ficou parada acima da minha bunda, olhos hipnotizados na penetração brutal, assistindo cada centímetro do pau de Marcelo sair e entrar na minha buceta encharcada. Seu dedo circulava meu cu com saliva, pressionando de leve, enquanto ela sussurrava rouca:
— Olha como ele te arromba toda, Andressa... caralho, que visão.
Marcelo bombava insano, mãos marcando meus quadris roxos, suor pingando das costas dele direto nas minhas nádegas ardendo de tapas. A cocaína estendia cada sensação em eternidade – sentia as veias saltadas pulsando contra minhas paredes vaginais, o cheiro animalesco de sexo impregnando o ar, gemidos dela vibrando na sala.
Eu gemia descontrolada, à beira do abismo, tetas balançando violentamente, unhas rasgando o couro:
— Vou gozar... porra, Marcelo, mais forte!
Simone se inclinou mais perto ainda, rosto a centímetros da ação, vendo minha buceta engolir o pau inteiro:
— Goza pra mim, sua puta... quero ver ele te encher.
Meu orgasmo explodiu primeiro – visão branca total, corpo convulsionando em espasmos, esguichando violento no sofá enquanto gritava rouca. As paredes da buceta apertaram o pau dele como torno, leite meu escorrendo junto com o mel.
Marcelo rugiu animalesco, segurando meus quadris com força de morte:
— Toma porra, caralho!
Senti os primeiros jatos grossos e quentes baterem fundo no meu útero, inundando tudo, escorrendo em filetes espessos brancos pelas minhas coxas trêmulas. Ele pulsava dentro de mim, despejando cada gota, corpo inteiro tremendo.
Simone observou tudo fascinada até a última gota, então me segurou pelos cabelos enquanto Marcelo saía devagar com um som molhado obsceno. Ela mergulhou direto no pau melado dele, chupando vorazmente cada resquício de porra e mel meu, garganta aberta limpando tudo.
Comigo ainda de quatro, bunda empinada e buceta escorrendo porra em fios grossos, Simone se jogou por baixo e atacou minha boceta destruída. Chupou ruidosamente, enchendo a boca com a mistura quente de esperma dele e meu gozo, língua recolhendo cada gota que pingava.
Ela se levantou, boca cheia de porra, e me agarrou pelos cabelos, beijando-me com violência – cuspiu tudo na minha boca, a mistura salgada e doce escorrendo pelos nossos queixos enquanto nos engasgávamos no beijo guloso.
Desabamos suados e melados, mas Simone riu gutural, limpando o canto da boca:
— Whisky acabou... só resta foder até o sol raiar. Quem quer DP agora?
Marcelo bateu forte na minha bunda destruída, pau meia-bomba reluzindo com saliva dela:
— Vocês duas são minhas até desmaiarem gritando.