Minha primeira orgia em família - Parte 1

Um conto erótico de velhasafada
Categoria: Heterossexual
Contém 1496 palavras
Data: 19/01/2026 07:48:57

Ser uma velha safada pode produzir frutos, e, numa sucessão de eventos, o que começou com apenas um flerte com meu filho, de repente parecia envolver toda a família.

Meu filho se revelou meu melhor amante, meu neto, uma fonte inesgotável de diversão. E agora sua mãe, que eu achava tão diferente de mim, se revelava uma nova surpresa.

Depois do que o Lucas me contou, eu tinha que ver com meus próprios olhos. E no meio da noite eu fui de fininho espiar o que os dois andavam aprontando. Mas o que eu vi pela fresta da porta não apenas me deixou surpresa, como sem fôlego e excitada.

Completamente nua, minha filha cavalgava o pau do meu neto, que fodia sua mãe com a mesma energia e disposição com que sempre deu conta de mim na cama. E só de ver o seu pau todo enterrado dentro dela, entrando e saindo sem parar, chegava me dar uma ponta de inveja, mais ainda por ter sido graças a mim que o safado tinha conseguido o que queria.

Olhando dali, os dois nem pareciam mãe e filho, fosse no jeito guloso como o garoto mamava nas tetas dela, ou como os dois de repente começavam a rolar na cama, se beijando numa intensa penetração.

Ela estava agora por baixo dele, se deixando foder de pernas abertas, com as unhas cravadas na bunda do filho e puxando ele, como se quisesse a sua carne todinha dentro dela.

Àquela altura, eu já tinha metido dois dedos por baixo da camisola, fodendo a minha buceta molhada, só de ver minha filha se revelar uma bela mãe incestuosa, assim como eu. E do mesmo jeito como eu tentava não fazer barulho, os dois na cama também tentavam se conter, pra não acordar ninguém.

"O que foi que houve? Você anda esses dias com um brilho nos olhos!", eu brincava com ela no dia seguinte. "Por acaso viu o passarinho azul?", eu sorria, e sabia exatamente qual foi o passarinho que ela viu.

"Nada, mãe, só tô feliz!", ela tentava desconversar.

"Melhor seria se pudesse extravasar de vez, né?", e ela não entendeu direito.

"Certas coisas basta sentir, que te deixam feliz por dentro mesmo!"

"E sua mãe pode saber o motivo de tanta felicidade?", eu a provocava.

"Só uma coisa boa que me aconteceu, nada de mais!", ela se saiu com essa.

"Também tenho uma coisa boa que me aconteceu...", eu lhe sorria.

"Conta de uma vez!"

"Seu pai voltou a subir de novo!", ela tinha uma expressão de curiosidade, embora não tivesse coragem de perguntar.

E como ela ficou meio embaraçada, apesar da curiosidade, eu resolvi lhe contar como seu pai tinha ficado brocha nos últimos anos e de repente recuperou o seu tesão por mim.

"Que bom, mãe! Tem mais é que aproveitar. Ainda não estamos mortas, né?", e ela quase se entregou nessa.

"E sabe como foi que eu consegui isso?", eu fiz um pouco de suspense. "Eu arranjei um amante! E isso deixou ele louco de tesão por mim de novo!"

Minha filha fez uma pausa, e pensou melhor no que ia me dizer; como a minha infidelidade com seu pai não fosse muito diferente do que ela andava fazendo escondida. Acho que o incesto não é um pecado assim tão fácil de se confessar. Mas eu estava disposta a fazê-la confessar o seu... quem sabe se confessasse o meu primeiro.

"E quem é o felizardo? Algum amigo do papai?", ela perguntou.

"Não."

"Algum vizinho?"

"Também não."

"Eu conheço?", ela insistia.

"Mais ou menos...", começava a ficar quente.

E, sem ter mais como negar, ou inventar algum rodeio pra lhe dizer a verdade, eu sussurrei baixinho no seu ouvido, como um segredo picante de uma mãe safada pra outra.

"É o seu irmão!", eu lhe disse finalmente.

"O Pedro?", ela ainda parecia meio incrédula. "Mas como é que isso foi acontecer?"

"Acho que eu acordei um dia mais tesuda e na hora não deu pra segurar!", eu lhe confidenciava. "Já tava há tanto tempo sem saber o que é gozar num pau duro, que quando eu vi o seu irmão na minha frente, não pensei duas vezes e puxei ele pra minha cama!"

"E desde então...", ela não sabia como perguntar.

"Desde então ele vem me ver quando eu estou sozinha ou então a gente sai pra se encontrar."

"E como o pai descobriu?"

"Ele pegou a gente uma vez, mas não me disse nada. E de noite ele veio todo fogoso pra cima de mim, de um jeito que eu nunca vi seu pai me querer. Foi aí que ele me contou que ficava espiando a gente, e aquilo deixou ele de pau duro de novo", ela ainda custava acreditar. "No final, ficamos os dois satisfeitos."

"Mas e o Pedro? E a mulher dele?"

"Claro que ela não sabe de nada. E, de mais a mais, os dois parece que tão meio brigados", ela me olhava impressionada. "É como diz o ditado, não cuidou, tem sempre alguém que cuida melhor!"

É claro que a única coisa que eu omiti foi que a minha safadeza com o seu pai envolvia também o meu neto. Acho que isso era informação demais, e com o tempo eu acabaria revelando, assim que ela revelasse o seu segredinho.

"E você, não tem nada que queira me contar?", eu perguntei.

"Eu? Não!", ela ainda parecia hesitante.

E como, pelo visto, ela não ia mesmo entrar no assunto, eu resolvi dar um empurrãozinho. E contei a ela que tinha flagrado meu neto se masturbando e que, depois de conversar com ele, o garoto me confessou que tinha uma tara e queria a minha ajuda.

"Ele só queria umas dicas de como fazia pra realizar uma fantasia que tinha.", eu lhe contei do seu filho o que ela já sabia. "E qual não foi a minha surpresa quando ele me disse do que se tratava?"

"Ele te contou tudo, foi?", ele finalmente abriu a guarda.

"Você tem sorte, filha, por ter um garoto que te ama!"

"Ele é mesmo um amor de menino!", ela me sorria.

"Olha, filha, já estou velha demais pra julgar os outros, muito menos aquilo que te dá prazer. E isso eu só fui descobrir na velhice", eu fui muito sincera. "Se o que tem com seu filho é especial e único, não ligue pra opinião de uma velha, ou de quem quer que seja."

"A gente tá começando a se entender. E, pra ser sincera, acho que eu nunca imaginei conhecer o meu filho como agora!", ela finalmente desabafou.

"Eu sei, filha. Não tem nada que se compare ao prazer de sentir seu filho dentro de você!", eu dizia por experiência própria. "E imagino que o Lucas tenha muita energia!"

"Eu fico surpresa que um garoto que eu achava tão inexperiente saiba tanta coisa. Mas ele faz uma coisa que me deixa louca. Ele me chupa como ninguém nunca me chupou. E eu nunca gozei tanto!"

"Mas melhor ainda seria se pudesse ficar à vontade. Eu sei que aqui em casa vocês não têm muita privacidade, né?"

"A gente se arranja. Por enquanto só de madrugada, e a gente tenta não fazer barulho."

"Essa noite o Pedro vem me buscar pra gente sair. Depois, vamos fazer uma parada num lugar especial. Por que não vem com a gente, e traz o Lucas?"

Ela me olhava num misto de surpresa e admiração, por não ter medo de viver a minha paixão proibida com um filho, e à vista de todos. Claro que mesmo que ninguém soubesse, sair em público, como se fossemos um casal, devia ser um desafio, e ao mesmo tempo uma coisa bastante excitante pra ela.

"Não, sei se tenho coragem pra isso, mãe."

"O endereço do restaurante é esse aqui. Se mudar de ideia é só me avisar que te esperamos lá", e lhe entreguei o papel.

Mais tarde, aquela noite, o jantar estava ótimo, e enquanto terminávamos, meu filho e eu, ele me lançava aquele olhar, imaginando o que eu tinha aprontado.

"Alguma surpresa preparada pra essa noite?", ele já se adiantava.

"Já devem estar chegando", alguma coisa me dizia que minha filha não perderia aquela chance.

"Quer dizer que dessa vez são mais de um?"

"Você vai ver", eu lhe sorria.

Instantes depois, quando a minha filha chegou com o meu neto, se juntando à nossa mesa, todos nos olhamos excitados. O Pedro não parava de olhar o decote da irmã, que mostrava parte dos seios.

E pelo jeito como estavam eriçados os seus mamilos, aquela nossa pequena aventura incestuosa estava mesmo mexendo com ela. Pra quem estava meio indecisa, ela mudou de ideia bem rápido. Mas precisou tomar uma taça de vinho, antes de nos levantarmos.

Mais do que um inesperado passo que dávamos na nossa relação, aquela noite marcou a nossa família de um jeito que, agora, não dava mais pra voltar atrás. Depois eu conto como foi e tudo o que aconteceu.

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